1. Theis, C.V., 1935, A relação entre a redução da superfície piezométrica e a taxa e duração da descarga de um poço usando armazenamento de águas subterrâneas: Transactions American Geophysical Union.
Resumo
Quando um poço é bombeado ou de outra forma descarregado, os níveis de água em sua vizinhança são reduzidos. A menos que essa redução ocorra instantaneamente, ela representa uma perda de armazenamento, seja pelo esvaziamento de uma porção dos sedimentos previamente saturados se o aquífero for não artesiano ou pela liberação de água armazenada pela compactação do aquífero devido à pressão reduzida se o aquífero for artesiano. A teoria matemática da hidráulica de águas subterrâneas tem sido baseada, aparentemente inteiramente, em um postulado de que o equilíbrio foi atingido e, portanto, que os níveis de água não estão mais caindo. Em um grande número de problemas hidrológicos, envolvendo um poço ou distrito de bombeamento próximo ou no qual os níveis de água estão caindo, a teoria atual não é, portanto, estritamente aplicável. Este artigo investiga em parte a natureza e as consequências de uma teoria matemática que considera o movimento das águas subterrâneas antes que o equilíbrio seja atingido e, como consequência, envolve o tempo como uma variável.
BibTeX
@article{doi101029tr016i002p00519,
author = "Theis, C.V.",
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2. Comly, Hunter H., 1945, CIANOSE EM LACTENTES CAUSADA POR NITRATOS NA ÁGUA DE POÇO: Journal of the American Medical Association.
DOI: 10.1001/jama.1945.02860360014004
Resumo
São citados neste relatório dois exemplos de uma condição anteriormente não reconhecida que pode ser confundida com doença cardíaca congênita. A condição pode ocorrer em qualquer lugar de áreas rurais onde a água de poço é utilizada na alimentação de lactentes. RELATÓRIO DE CASOS Caso 1.— C. H., uma bebê branca, nasceu duas semanas antes da data esperada por cesariana devido à toxemia da gravidez, que havia sido severa por um mês. O peso ao nascer foi de 3.870 Gm. (8 libras 8 onças). Não houve desconforto neonatal conhecido. No décimo segundo dia após o nascimento, quando ela saiu do hospital, pesava 3.720 gramas (8 libras 3 onças). A fórmula que ela estava recebendo naquele momento era leite evaporado 210 cc. e água 540 cc. com 30 Gm. de uma preparação de dextrina-maltose. Ela foi admitida em um hospital local aos 18 dias de idade devido a vômitos, choro excessivo e falha em ganhar
BibTeX
@article{doi101001jama194502860360014004,
author = "Comly, Hunter H.",
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3. Epstein, Samuel e Mayeda, T. K., 1953, Variação do conteúdo de O18 em águas de fontes naturais: Geochimica et Cosmochimica Acta.
DOI: 10.1016/0016-7037(53)90051-9
BibTeX
@article{doi1010160016703753900519,
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4. Hem, John David, 1959, Estudo e interpretação das características químicas da água natural.
Resumo
Introdução 3 Propósito e escopo do relatório 4 Agradecimentos 5 Propriedades da água 5 Composição da crosta terrestre 6 A água como agente geoquímico O papel da água na erosão Química dos processos de intemperismo Coleta de dados de qualidade da água Coleta de amostras de água Amostragem de águas superficiais Amostragem de águas subterrâneas Completude da cobertura de amostras Análise de amostras de água Testes de campo da água Registros elétricos como indicadores da qualidade das águas subterrâneas Procedimentos laboratoriais Expressão das análises de água Análises relatadas em termos de combinações hipotéticas Análises expressas em termos de íons Determinações incluídas nas análises Unidades utilizadas no relato das análises Unidades peso-peso Unidades peso-volume Unidades equivalente-peso Composição do resíduo anidro Partes por milhão como carbonato de cálcio Comparação de unidades de expressão Significado das propriedades e constituintes relatados nas análises de água_ _ Condutância elétrica específica Unidades para relato de condutância Base física da condutância Faixa de valores de condutância Precisão e reprodutibilidade dos valores de condutância Concentração de íons hidrogênio (pH) Hidrólise Soluções tamponadas Interpretação de dados de pH Faixa de valores de pH Precisão e reprodutibilidade dos valores de pH Cor Fontes e significado da cor na água 49 Resíduo por evaporação 49 Base teórica da determinação 50 Faixa de concentração 51 Precisão e reprodutibilidade dos resultados 51 III Significado das propriedades e constituintes relatados nas análises de água-Continuidade Acidez Fontes de acidez da água natural Química da determinação de acidez Faixa de concentração Reprodutibilidade dos dados de acidez Sulfato Fontes de sulfato na água natural Química do sulfato na água natural Faixa de concentração Precisão e reprodutibilidade dos resultados Cloreto Fontes de cloreto na água Química do cloreto na água natural Cloreto oceânico Cloreto juvenil Cloreto cíclico Faixa de concentração Precisão e reprodutibilidade dos resultados Fluoreto Fonte de fluoreto na água Química do fluoreto na água natural Faixa de concentração Precisão e reprodutibilidade dos resultados Nitrato Fonte de nitrato na água Química do nitrato na água natural 116 Faixa de concentração Precisão e reprodutibilidade dos resultados Fosfato Fontes de fosfato Química do fosfato na água natural 119 Faixa de concentração 120 Precisão e reprodutibilidade dos resultados 120 Boro 120 Fontes de boro 120 Química do boro na água natural Faixa de concentração 122 Precisão e reprodutibilidade dos resultados 122 Constituintes traço ou menores-Cátions 124 Metais pesados 124 Titânio 124 Cromo 124 Zinco 125 Níquel e cobalto 126 Cobre 126 Estanho 127 Chumbo 127 Cádmio 128 Mercúrio 128 Arsênio 129 Selênio 130 Significado das propriedades e constituintes relatados nas análises de água-Continuidade Constituintes traço ou menores-Cátions-Continuidade Metais alcalino-terrosos Berílio Estrôncio Bário Metais alcalinos e amônio Lítio Rubídio Césio Amônio Componentes radioativos Urânio Rádônio Tório Constituintes traço ou menores-Aniões Brometo Iodeto Sulfito e tiossulfato Sólidos dissolvidos totais-Computados Química da determinação de sólidos dissolvidos Precisão e reprodutibilidade dos resultados Gases dissolvidos Demanda bioquímica de oxigênio Dureza Utilização Faixa de concentração Precisão e reprodutibilidade dos resultados Porcentagem de sódio Razão de adsorção de sódio Densidade Organização e estudo de dados de análise de água Avaliação de análises de água Tabulação Técnicas de estudo Inspeção e comparação Uso de razões Uso de médias 156 Classificação geoquímica de Palmer 162 Representação gráfica 164 Diagramas de dispersão 165 Diagramas de concentração iônica 168 Diagramas de composição percentual Diagramas de frequência Análises químicas plotadas contra variáveis não químicas 186 Hidrografos 188 Curvas de nível de sólidos dissolvidos 188 Perfis de qualidade da água 192 Mapas de qualidade da água 192 Seleção de técnicas de estudo 10. Efeito da temperatura na solubilidade do carbonato de cálcio (calcita) na água na presença de CO2 VIII CONTEÚDO Página FIGURA 11. Solubilidade do carbonato de magnésio na água a 25°C na presença de CO2 81 12. Relação entre condutância e concentrações de cloreto, dureza e sulfato, Rio Gila em Bylas, Ariz., de 1º de outubro de 1943 a 30 de setembro de 1944 13. Relação sódio-cloreto, Rio Gila em Bylas, Ariz., de 1º de outubro de 1943 a 30 de setembro de 1944 14. Análises representadas por gráficos de barras verticais de equivalentes por milhão 15. Análises representadas por gráficos de barras de partes por milhão 16. Gráfico de barras de equivalentes por milhão que também mostra valores de dureza em partes por milhão 17. Análises em equivalentes por milhão representadas por vetores__ _ 18. Análises representadas por padrões baseados em equivalentes por milhão 19. Análises representadas por plotagem linear de composição percentual cumulativa baseada em partes por milhão 20. Análises representadas por plotagem logarítmica de concentrações em partes por milhão 21. Análises representadas por diagramas circulares subdivididos com base na porcentagem de equivalentes totais por milhão 22. Análises representadas por padrões de barras baseados na porcentagem de equivalentes totais por milhão 23. Análises representadas por padrões desenhados em coordenadas radiais.. 24. Análises representadas por três pontos plotados em diagrama trilinear (após A. M. Piper) 25. Número de amostras com porcentagem de sódio dentro das faixas indicadas, bacia artésiana de San Simon, Ariz 26. Curva de frequência cumulativa de condutância específica, águas dos rios Allegheny, Monongahela e Ohio, área de Pittsburgh, Pensilvânia, 1944-50 27. Condutância específica de amostras diárias e descarga diária média, Rio San Francisco em Clifton, Ariz., de 1º de outubro de 1943 a 30 de setembro de 1944 28. Bicarbonato, sulfato, dureza e pH de amostras coletadas em seção transversal do Rio Susquehanna em Harrisburg, Pa., 8 de julho de 1947 29. Temperatura e sólidos dissolvidos da água no Lago Mead nos Canyons Virgin e Boulder, 1948 194 30. Concentração total e dureza da água de poços mais profundos na Unidade Prairie Creek, Nebr 31. Razão dealcalinidade para sulfato em água de depósitos inconsolidados na área de Torrington, Nebr 32. Mapa de partes dos condados de Apache e Navajo, Ariz., mostrando o conteúdo mineral da água subterrânea no arenito Coconino_ 198 33. Análises de águas associadas a rochas ígneas 206 34. Análises de águas associadas a sedimentos resistentes 209 35. Análises de águas associadas a sedimentos hidrolisados_ _ _ 36. Análises ponderadas médias para Rio Grande em San Acacia, N. Mex., para dois períodos no ano hidrológico de 1945-46 212 37. Análises de águas associadas a sedimentos do tipo precipitado.. 38. Análises de águas associadas a sedimentos evaporíticos 215 39. Análises de águas associadas a rochas metamórficas 217 40. Diagrama para uso na interpretação da análise de água de irrigação_ 251 2 CARACTERÍSTICAS QUÍMICAS DA ÁGUA NATURAL
BibTeX
@misc{doi103133wsp1473ed1,
author = "Hem, John David",
title = "Study and interpretation of the chemical characteristics of natural water",
year = "1959",
abstract = "Introduction 3 Purpose and scope of report 4 Acknowledgments 5 Properties of water 5 Composition of the earth's crust 6 Water as a geochemical agent The role of water in erosion Chemistry of weathering processes Collection of quality-of-water data Collection of water samples Surface-water sampling Ground-water sampling Completeness of sample coverage Analyses of water samples Field testing of water Electric logs as indicators of ground-water quality Laboratory procedures Expression of water analyses Analyses reported in terms of hypothetical combinations Analyses expressed in terms of ions Determinations included in analyses Units used in reporting analyses Weight-per-weight units Weight-per-volume units Equivalent-weight units Composition of anhydrous residue Parts per million as calcium carbonate Comparison of units of expression Significance of properties and constituents reported in water analyses\_ \_ Specific electrical conductance Units for reporting conductance Physical basis of conductance Range of conductance values Accuracy and reproducibility of conductance values Hydrogen-ion concentration (pH) Hydrolysis Buffered solutions Interpretation of pH data Range of pH values Accuracy and reproducibility of pH values Color Sources and significance of color in water 49 Residue on evaporition 49 Theoretical basis of determination 50 Range of concentration 51 Accuracy and reproducibility of results 51 III Significance of properties and constituents reported in water analyses-Continued Acidity Sources of acidity of natural water Chemistry of acidity determination Range of concentration Reproducibility of acidity data Sulfate Sources of sulfate in natural water Chemistry of sulfate in natural water Range of concentration Accuracy and reproducibility of results Chloride Sources of chloride in water Chemistry of chloride in natural water Oceanic chloride Juvenile chloride Cyclic chloride Range of concentration Accuracy and reproducibility of results Fluoride Source of fluoride in water Chemistry of fluoride in natural water Range of concentration Accuracy and reproducibility of results Nitrate Source of nitrate in water Chemistry of nitrate in natural water 116 Range of concentration Accuracy and reproducibility of results Phosphate Sources of phosphate Chemistry of phosphate in natural water 119 Range of concentration 120 Accuracy and reproducibility of results 120 Boron 120 Sources of boron 120 Chemistry of boron in natural water Range of concentration 122 Accuracy and reproducibility of results 122 Trace or minor constituents-Cations 124 Heavy metals 124 Titanium 124 Chromium 124 Zinc 125 Nickel and cobalt 126 Copper 126 Tin 127 Lead 127 Cadmium 128 Mercury 128 Arsenic 129 Selenium 130 Significance of properties and constituents reported in water analyses-Continued Trace or minor constituents-Cations-Continued Alkaline-earth metals Beryllium Strontium Barium Alkali metals and ammonium Lithium Rubidium Cesium Ammonium Radioactive components Uranium Radium Radon Thorium Trace or minor constituents-Anions Bromide Iodide Sulfite and thiosulf ate Total dissolved solids-Computed Chemistry of dissolved solids determination Accuracy and reproducibility of results Dissolved gases Biochemical oxygen demand Hardness Utilization Range of concentration Accuracy and reproducibility of results Percent sodium Sodium-adsorption ratio Density Organization and study of water-analysis data Evaluation of water analyses Tabulation Study techniques Inspection and comparison Use of ratios Use of averages 156 Palmer's geochemical classification 162 Graphical representation 164 Scatter diagrams 165 Ionic-concentration diagrams 168 Percentage-composition diagrams Frequency diagrams Chemical analyses plotted against nonchemical variables 186 Hydrographs 186 Dissolved-solids rating curves 188 Water-quality profiles 192 Quality-of-water maps 192 Selection of study techniques 10. Effect of temperature on solubility of calcium carbonate (calcite) in water in the presence of CO2 VIII CONTENTS Page FIGURE 11. Solubility of magnesium carbonate in water at 25C in the presence of CO2 81 12. Relation of conductance to chloride, hardness, and sulfate concentrations, Gila River at Bylas, Ariz., Oct. 1, 1943 to Sept. 30, 1944 13. Sodium-chloride relationship, Gila River at Bylas, Ariz., Oct. 1, 1943, to Sept. 30, 1944 14. Analyses represented by vertical bar graphs of equivalents per million 15. Analyses represented by bar graphs of parts per million 16. Bar graph of equivalents per million which also shows hardness values in parts per million 17. Analyses in equivalents per million represented by vectors\_\_ \_ 18. Analyses represented by patterns based on equivalents per million 19. Analyses represented by linear plotting of cumulative percentage composition based on parts per million 20. Analyses represented by logarithmic plotting of concentrations in parts per million 21. Analyses represented by circular diagrams subdivided on the basis of percent of total equivalents per million 22. Analyses represented by bar-patterns based on percent of total equivalents per million 23. Analyses represented by patterns drawn on radial coordinates.. 24. Analyses represented by three points plotted in trilinear diagram (after A. M. Piper) 25. Number of samples having percent sodium within ranges indicated, San Simon artesian basin, Ariz 26. Cumulative frequency curve of specific conductance, Allegheny, Monongahela and Ohio River waters, Pittsburgh area, Pennsylvania, 1944-50 27. Specific conductance of daily samples and daily mean discharge, San Francisco River at Clifton, Ariz., Oct. 1, 1943 to Sept. 30, 1944 28. Bicarbonate, sulfate, hardness, and pH of samples collected in cross section of Susquehanna River at Harrisburg, Pa., July 8, 1947 29. Temperature and dissolved solids of water in Lake Mead in Virgin and Boulder Canyons, 1948 194 30. Total concentration and hardness of water from deeper wells in Prairie Creek Unit, Nebr 31. Ratio of alkalinity to sulfate in water from unconsolidated deposits in the Torrington area, Nebr 32. Map of portions of Apache and Navajo counties, Ariz., showing mineral content of ground water in the Coconino sandstone\_ 198 33. Analyses of waters associated with igneous rocks 206 34. Analyses of waters associated with resistate sediments 209 35. Analyses of waters associated with hydrolyzate sediments\_ \_ \_ 36. Weighted-average analyses for Rio Grande at San Acacia, N. Mex., for two periods in the 1945-46 water year 212 37. Analyses of waters associated with precipitate-type sediments.. 38. Analyses of waters associated with evaporate sediments 215 39. Analyses of waters associated with metamorphic rocks 217 40. Diagram for use in interpreting the analysis of irrigation water\_ 251 2 CHEMICAL CHARACTERISTICS OF NATURAL WATER",
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doi = "10.3133/wsp1473\_ed1",
openalex = "W2064299399",
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5. Craig, Harmon, 1961, Variações Isotópicas em Águas Meteoríticas: Science.
DOI: 10.1126/science.133.3465.1702
Resumo
A relação entre as concentrações de deutério e oxigênio-18 em águas meteoríticas naturais de muitas partes do mundo foi determinada com um espectrômetro de massa. Os enriquecimentos isotópicos, em relação à água do oceano, exibem uma correlação linear em toda a gama para águas que não sofreram evaporação excessiva.
BibTeX
@article{doi101126science13334651702,
author = "Craig, Harmon",
title = "Variações Isotópicas em Águas Meteoríticas",
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abstract = "A relação entre as concentrações de deutério e oxigênio-18 em águas meteoríticas naturais de muitas partes do mundo foi determinada com um espectrômetro de massa. Os enriquecimentos isotópicos, em relação à água do oceano, exibem uma correlação linear em toda a gama para águas que não sofreram evaporação excessiva.",
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doi = "10.1126/science.133.3465.1702",
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6. Craig, Harmon, 1961, Padrão para Relatar Concentrações de Deutério e Oxigênio-18 em Águas Naturais: Science.
DOI: 10.1126/science.133.3467.1833
Resumo
Propõe-se um padrão, baseado no conjunto de amostras de água do mar utilizadas por Epstein e Mayeda para obter um padrão de referência para dados de oxigênio-18, mas definido em relação à amostra de referência isotópica de água do National Bureau of Standards, para relatar tanto as variações de deutério quanto de oxigênio-18 em águas naturais em relação à mesma água. Discute-se a faixa de concentrações absolutas de ambos os isótopos em águas meteóricas.
BibTeX
@article{doi101126science13334671833,
author = "Craig, Harmon",
title = "Standard for Reporting Concentrations of Deuterium and Oxygen-18 in Natural Waters",
year = "1961",
journal = "Science",
abstract = "A standard, based on the set of ocean water samples used by Epstein and Mayeda to obtain a reference standard for oxygen-18 data, but defined relative to the National Bureau of Standards isotopic reference water sample, is proposed for reporting both deuterium and oxygen-18 variations in natural waters relative to the same water. The range of absolute concentrations of both isotopes in meteoric-waters is discussed.",
url = "https://doi.org/10.1126/science.133.3467.1833",
doi = "10.1126/science.133.3467.1833",
openalex = "W2045469782",
references = "doi1010160016703753900519, doi1010160016703757900248, doi101126science13334651702"
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7. MacKichan, Kenneth Allen e Kammerer, J.C., 1961, Estimativa do uso de água nos Estados Unidos, 1960: Circular do U.S. Geological Survey/Circular do U.S. Geological Survey.
Resumo
galões por dia), excluindo a água usada para desenvolver energia hidráulica. Este uso estimado equivale a cerca de 1.500 gpd (galões por dia) per capita. Um adicional de 2.000.000 mgd foram usados para desenvolver energia hidráulica.
BibTeX
@article{doi103133cir456,
author = "MacKichan, Kenneth Allen e Kammerer, J.C.",
title = "Estimativa do uso de água nos Estados Unidos, 1960",
year = "1961",
journal = "Circular do U.S. Geological Survey/Circular do U.S. Geological Survey",
abstract = "galões por dia), excluindo a água usada para desenvolver energia hidráulica. Este uso estimado equivale a cerca de 1.500 gpd (galões por dia) per capita. Um adicional de 2.000.000 mgd foram usados para desenvolver energia hidráulica.",
url = "https://doi.org/10.3133/cir456",
doi = "10.3133/cir456",
openalex = "W2011796950"
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8. Morey, G. W. e Fournier, Robert O. e Rowe, J. J., 1962, A solubilidade do quartzo em água no intervalo de temperatura de 25° a 300° C: Geochimica et Cosmochimica Acta.
DOI: 10.1016/0016-7037(62)90027-3
BibTeX
@article{doi1010160016703762900273,
author = "Morey, G. W. e Fournier, Robert O. e Rowe, J. J.",
title = "A solubilidade do quartzo em água no intervalo de temperatura de 25° a 300° C",
year = "1962",
journal = "Geochimica et Cosmochimica Acta",
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doi = "10.1016/0016-7037(62)90027-3",
openalex = "W2060027402"
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9. Hagemann, Robert e Nief, Guillaume e Roth, E., 1970, Escala isotópica absoluta para análise de deutério em águas naturais. Razão absoluta D/H para SMOW: Tellus.
DOI: 10.1111/j.2153-3490.1970.tb00540.x
BibTeX
@article{doi101111j215334901970tb00540x,
author = "Hagemann, Robert e Nief, Guillaume e Roth, E.",
title = "Escala isotópica absoluta para análise de deutério em águas naturais. Razão absoluta D/H para SMOW",
year = "1970",
journal = "Tellus",
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openalex = "W4245811558"
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10. Hagemann, Robert e Nief, Guillaume e Roth, E., 1970, Escala isotópica absoluta para análise de deutério em águas naturais. Razão isotópica absoluta D/H para SMOW 1: Tellus A Meteorologia Dinâmica e Oceanografia.
DOI: 10.3402/tellusa.v22i6.10278
Resumo
As razões isotópicas absolutas do conteúdo de hidrogênio de dois padrões de água de referência chamados "SMOW"2 e "SLAP3 foram medidas para definir uma escala isotópica absoluta. Esta escala isotópica pode ser usada para normalizar medições das variações isotópicas naturais em águas. O princípio do método usado para definir o zero da escala é apresentado. As razões isotópicas absolutas D/H de SMOW e SLAP foram medidas por comparação espectrométrica de massa com misturas de calibração preparadas em laboratório. Os seguintes valores são obtidos: (DH)SMOW=155,76±0,05×10−6 (DH)SLAP=89,02±0,05×10−6 δSLAP/SMOV=428,50±0,10Amostras de cerca de 20 cc dos padrões de referência SMOW e SLAP estão disponíveis da Agência Internacional de Energia Atômica, mediante solicitação.
BibTeX
@article{doi103402tellusav22i610278,
author = "Hagemann, Robert e Nief, Guillaume e Roth, E.",
title = "Escala isotópica absoluta para análise de deutério em águas naturais. Razão isotópica absoluta D/H para SMOW 1",
year = "1970",
journal = "Tellus A Meteorologia Dinâmica e Oceanografia",
abstract = "As razões isotópicas absolutas do conteúdo de hidrogênio de dois padrões de água de referência chamados "SMOW"2 e "SLAP3 foram medidas para definir uma escala isotópica absoluta. Esta escala isotópica pode ser usada para normalizar medições das variações isotópicas naturais em águas. O princípio do método usado para definir o zero da escala é apresentado. As razões isotópicas absolutas D/H de SMOW e SLAP foram medidas por comparação espectrométrica de massa com misturas de calibração preparadas em laboratório. Os seguintes valores são obtidos: (DH)SMOW=155,76±0,05×10−6 (DH)SLAP=89,02±0,05×10−6 δSLAP/SMOV=428,50±0,10Amostras de cerca de 20 cc dos padrões de referência SMOW e SLAP estão disponíveis da Agência Internacional de Energia Atômica, mediante solicitação.",
url = "https://doi.org/10.3402/tellusa.v22i6.10278",
doi = "10.3402/tellusa.v22i6.10278",
openalex = "W1977727470"
}
11. 1971, Definições de termos selecionados de águas subterrâneas: Revisões e refinamentos conceituais: Journal of Hydrology.
DOI: 10.1016/0022-1694(71)90063-1
BibTeX
@article{doi1010160022169471900631,
title = "Definições de termos selecionados de águas subterrâneas: Revisões e refinamentos conceituais",
year = "1971",
journal = "Journal of Hydrology",
url = "https://doi.org/10.1016/0022-1694(71)90063-1",
doi = "10.1016/0022-1694(71)90063-1",
openalex = "W4242045774"
}
12. Lohman, Stanley William, 1972, Hidráulica de águas subterrâneas: documento profissional do USGS.
Resumo
Área (8); área de influência (145). l/VT/(K'/V) (95).
BibTeX
@article{doi103133pp708,
author = "Lohman, Stanley William",
title = "Hidráulica de águas subterrâneas",
year = "1972",
journal = "documento profissional do USGS",
abstract = "Área (8); área de influência (145). l/VT/(K'/V) (95).",
url = "https://doi.org/10.3133/pp708",
doi = "10.3133/pp708",
openalex = "W2256178971"
}
13. Thrailkill, J. V, 1972, Química de carbonatos em água de aquífero e de riacho em Kentucky: Journal of Hydrology, v. 16, p. 93-104.
BibTeX
@article{thrailkill1972carbonate5,
author = "Thrailkill, J. V",
title = "Química de carbonatos em água de aquífero e de riacho em Kentucky",
year = "1972",
journal = "Journal of Hydrology, v. 16, p. 93-104",
note = "talkorigins_source = {true}; raw_reference = {Thrailkill, J. V., 1972, Química de carbonatos em água de aquífero e de riacho em Kentucky: Journal of Hydrology, v. 16, p. 93-104.}"
}
14. Rolston, J. H. e Hartog, J. Den e Butler, J. P., 1976, O fator de separação isotópica de deutério entre hidrogênio e água líquida: The Journal of Physical Chemistry.
BibTeX
@article{doi101021j100551a008,
author = "Rolston, J. H. e Hartog, J. Den e Butler, J. P.",
title = "O fator de separação isotópica de deutério entre hidrogênio e água líquida",
year = "1976",
journal = "The Journal of Physical Chemistry",
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doi = "10.1021/j100551a008",
openalex = "W131875977"
}
15. Plummer, L. Niel e Jones, Blair F. e Truesdell, A.H., 1976, WATEQF; uma versão FORTRAN IV do WATEQ: um programa de computador para calcular o equilíbrio químico de águas naturais.
Resumo
Resumo: WATEQF é um programa de computador em FORTRAN IV que modela a especiação termodinâmica de íons inorgânicos e espécies complexas em solução para uma análise de água dada. A versão original (WATEQ) foi escrita em 1973 por A. H. Truesdell e B. F. Jones na Linguagem de Programação/one (PL/1). Com poucas exceções, os dados termoquímicos, a especiação, os coeficientes de atividade e o procedimento geral de cálculo do WATEQF são idênticos à versão em PL/1. Este relatório nota as diferenças entre WATEQF e WATEQ, demonstra como configurar os dados de entrada para executar o WATEQF, fornece um caso de teste para comparação e disponibiliza uma listagem do WATEQF.
BibTeX
@misc{doi103133wri7613,
author = "Plummer, L. Niel e Jones, Blair F. e Truesdell, A.H.",
title = "WATEQF; uma versão FORTRAN IV do WATEQ: um programa de computador para calcular o equilíbrio químico de águas naturais",
year = "1976",
abstract = "Resumo: WATEQF é um programa de computador em FORTRAN IV que modela a especiação termodinâmica de íons inorgânicos e espécies complexas em solução para uma análise de água dada. A versão original (WATEQ) foi escrita em 1973 por A. H. Truesdell e B. F. Jones na Linguagem de Programação/one (PL/1). Com poucas exceções, os dados termoquímicos, a especiação, os coeficientes de atividade e o procedimento geral de cálculo do WATEQF são idênticos à versão em PL/1. Este relatório nota as diferenças entre WATEQF e WATEQ, demonstra como configurar os dados de entrada para executar o WATEQF, fornece um caso de teste para comparação e disponibiliza uma listagem do WATEQF.",
url = "https://doi.org/10.3133/wri7613",
doi = "10.3133/wri7613",
openalex = "W48205232"
}
16. Guisti, E. V, 1978, Hidrogeologia do carste de Porto Rico.
BibTeX
@misc{guisti1978hydrogeology2,
author = "Guisti, E. V",
title = "Hidrogeologia do carste de Porto Rico",
year = "1978",
howpublished = "United States Geological Survey, Professional Paper, v. 1012; 68 pp",
note = "talkorigins\_source = {true}; raw\_reference = {Guisti, E. V., 1978, Hidrogeologia do carste de Porto Rico: United States Geological Survey, Professional Paper, v. 1012; 68 pp.}"
}
17. Konikow, Leonard F., 1978, Calibração de Modelos de Água Subterrânea.
BibTeX
@article{openalexw2746809854,
author = "Konikow, Leonard F.",
title = "Calibração de Modelos de Água Subterrânea",
year = "1978",
openalex = "W2746809854"
}
18. ---, 1978, Condições hidrogeoquímicas das reservas de petróleo e gás da bacia de Tunguska.
BibTeX
@misc{ref1978hydrogeochemical1,
author = "---",
title = "Condições hidrogeoquímicas das reservas de petróleo e gás da bacia de Tunguska",
year = "1978",
howpublished = "Geologia do Petróleo e Gás, v. 3, p. 30-36",
note = "talkorigins_source = {true}; raw_reference = {---, 1978, Condições hidrogeoquímicas das reservas de petróleo e gás da bacia de Tunguska: Geologia do Petróleo e Gás, v. 3, p. 30-36.}"
}
19. Unterweger, Michael P. e Coursey, Bert M. e Schima, F.J. e Mann, W.B., 1980, Preparation and calibration of the 1978 National Bureau of Standards tritiated-water standards: The International Journal of Applied Radiation and Isotopes.
DOI: 10.1016/0020-708x(80)90017-4
BibTeX
@article{doi1010160020708x80900174,
author = "Unterweger, Michael P. e Coursey, Bert M. e Schima, F.J. e Mann, W.B.",
title = "Preparation and calibration of the 1978 National Bureau of Standards tritiated-water standards",
year = "1980",
journal = "The International Journal of Applied Radiation and Isotopes",
url = "https://doi.org/10.1016/0020-708x(80)90017-4",
doi = "10.1016/0020-708x(80)90017-4",
openalex = "W2004177332"
}
20. Tse, R. S. e Wong, S. C. e Yuen, C. P., 1980, Determinação de razões de deutério/hidrogênio em águas naturais por espectrometria de ressonância magnética nuclear de transformada de Fourier: Analytical Chemistry.
BibTeX
@article{doi101021ac50064a053,
author = "Tse, R. S. e Wong, S. C. e Yuen, C. P.",
title = "Determinação de razões de deutério/hidrogênio em águas naturais por espectrometria de ressonância magnética nuclear de transformada de Fourier",
year = "1980",
journal = "Analytical Chemistry",
url = "https://doi.org/10.1021/ac50064a053",
doi = "10.1021/ac50064a053",
openalex = "W2071806691"
}
21. Meler, M. F. e Carpenter, P. J. e Janda, R. J, 1981, Efeitos hidrológicos da erupção do Monte St. Helens em 1980.
BibTeX
@misc{meler1981hydrologic4,
author = "Meler, M. F. e Carpenter, P. J. e Janda, R. J",
title = "Efeitos hidrológicos da erupção do Monte St. Helens em 1980",
year = "1981",
howpublished = "Eos, v. 62, no. 33, p. 625-626",
note = "talkorigins_source = {true}; raw_reference = {Meler, M. F., Carpenter, P. J., e Janda, R. J., 1981, Efeitos hidrológicos da erupção do Monte St. Helens em 1980: Eos, v. 62, no. 33, p. 625-626.}"
}
22. Coleman, Max e Shepherd, T. J. e Durham, John J. e Rouse, J. E. e Moore, Gillian R., 1982, Redução de água com zinco para análise de isótopos de hidrogênio: Analytical Chemistry.
BibTeX
@article{doi101021ac00243a035,
author = "Coleman, Max e Shepherd, T. J. e Durham, John J. e Rouse, J. E. e Moore, Gillian R.",
title = "Redução de água com zinco para análise de isótopos de hidrogênio",
year = "1982",
journal = "Analytical Chemistry",
url = "https://doi.org/10.1021/ac00243a035",
doi = "10.1021/ac00243a035",
openalex = "W2092868748"
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23. Parkhurst, David L. e Plummer, L. Niel e Thorstenson, Donald C., 1982, BALANCE: Um programa de computador para calcular a transferência de massa para reações geoquímicas em águas subterrâneas.
Resumo
BALANCE é um programa de computador em Fortran projetado para definir e quantificar reações químicas entre águas subterrâneas e minerais. Usando (1) as composições químicas de amostras de água de dois pontos ao longo de um caminho de fluxo e (2) um conjunto de fases minerais hipotetizadas como os constituintes reativos no sistema, o programa calcula a transferência de massa (quantidades das fases entrando ou saindo da fase aquosa) necessária para explicar as mudanças observadas na composição entre as duas amostras de água. Restrições adicionais podem ser incluídas na formulação do problema para levar em conta a mistura de duas águas de membros extremos, reações redox e, em uma forma simplificada, composição isotópica. O código do computador e uma descrição da entrada necessária para executar o programa são apresentados. Três exemplos típicos de sistemas de águas subterrâneas são descritos.
BibTeX
@misc{doi103133wri8214,
author = "Parkhurst, David L. e Plummer, L. Niel e Thorstenson, Donald C.",
title = "BALANCE: Um programa de computador para calcular a transferência de massa para reações geoquímicas em águas subterrâneas",
year = "1982",
abstract = "BALANCE é um programa de computador em Fortran projetado para definir e quantificar reações químicas entre águas subterrâneas e minerais. Usando (1) as composições químicas de amostras de água de dois pontos ao longo de um caminho de fluxo e (2) um conjunto de fases minerais hipotetizadas como os constituintes reativos no sistema, o programa calcula a transferência de massa (quantidades das fases entrando ou saindo da fase aquosa) necessária para explicar as mudanças observadas na composição entre as duas amostras de água. Restrições adicionais podem ser incluídas na formulação do problema para levar em conta a mistura de duas águas de membros extremos, reações redox e, em uma forma simplificada, composição isotópica. O código do computador e uma descrição da entrada necessária para executar o programa são apresentados. Três exemplos típicos de sistemas de águas subterrâneas são descritos.",
url = "https://doi.org/10.3133/wri8214",
doi = "10.3133/wri8214",
openalex = "W135036310"
}
24. Drever, James I., 1982, Geoquímica de Águas Naturais.
Resumo
1. O Ciclo Hidrológico. 2. Contexto Químico. 3. Compostos Orgânicos em Águas Naturais. 4. O Sistema Carbonatado e o Controle de pH. 5. Minerais Argilosos e Troca Iônica. 6. Relações de Estabilidade e Equilíbrios de Silicatos. 7. Cinética. 8. Intemperismo e Química das Águas, I: Princípios. 9. Intemperismo e Química das Águas, II: Exemplos. 10. Deposição Ácida e Química das Águas Superficiais. 11. Evaporação e Águas Salinas. 12. Os Oceanos. 13. Equilíbrios Redox. 14. Condições Redox em Águas Naturais. 15. Elementos Traço. 16. Modelos Matemáticos e Numéricos. 17. Isótopos. Apêndices.
BibTeX
@book{openalexw1591787667,
author = "Drever, James I.",
title = "Geoquímica de Águas Naturais",
year = "1982",
abstract = "1. O Ciclo Hidrológico. 2. Contexto Químico. 3. Compostos Orgânicos em Águas Naturais. 4. O Sistema Carbonatado e o Controle de pH. 5. Minerais Argilosos e Troca Iônica. 6. Relações de Estabilidade e Equilíbrios de Silicatos. 7. Cinética. 8. Intemperismo e Química das Águas, I: Princípios. 9. Intemperismo e Química das Águas, II: Exemplos. 10. Deposição Ácida e Química das Águas Superficiais. 11. Evaporação e Águas Salinas. 12. Os Oceanos. 13. Equilíbrios Redox. 14. Condições Redox em Águas Naturais. 15. Elementos Traço. 16. Modelos Matemáticos e Numéricos. 17. Isótopos. Apêndices.",
openalex = "W1591787667"
}
25. Smeenk, Ir. J.G.M.M., 1983, Contaminantes da água potável: Environmental Science & Technology.
BibTeX
@article{doi101021es00115a705,
author = "Smeenk, Ir. J.G.M.M.",
title = "Contaminantes da água potável",
year = "1983",
journal = "Environmental Science \& Technology",
url = "https://doi.org/10.1021/es00115a705",
doi = "10.1021/es00115a705",
openalex = "W2314464333"
}
26. Kendall, Carol e Coplen, Tyler B., 1985, Conversão de água em hidrogênio por zinco para amostras múltiplas para determinação de isótopos estáveis: Analytical Chemistry.
BibTeX
@article{doi101021ac00284a058,
author = "Kendall, Carol e Coplen, Tyler B.",
title = "Conversão de água em hidrogênio por zinco para amostras múltiplas para determinação de isótopos estáveis",
year = "1985",
journal = "Analytical Chemistry",
url = "https://doi.org/10.1021/ac00284a058",
doi = "10.1021/ac00284a058",
openalex = "W2043828653"
}
27. Luckey, Richard R. e Gutentag, Edwin D. e Heimes, F.J. e Weeks, John B., 1986, Simulação digital do fluxo de águas subterrâneas no Aquífero das Planícies Altas em partes do Colorado, Kansas, Nebraska, Novo México, Oklahoma, Dakota do Sul, Texas e Wyoming: documento profissional do USGS.
Resumo
Calibração do modelo das Planícies Altas Centrais.
BibTeX
@article{doi103133pp1400d,
author = "Luckey, Richard R. e Gutentag, Edwin D. e Heimes, F.J. e Weeks, John B.",
title = "Simulação digital do fluxo de águas subterrâneas no Aquífero das Planícies Altas em partes do Colorado, Kansas, Nebraska, Novo México, Oklahoma, Dakota do Sul, Texas e Wyoming",
year = "1986",
journal = "documento profissional do USGS",
abstract = "Calibração do modelo das Planícies Altas Centrais.",
url = "https://doi.org/10.3133/pp1400d",
doi = "10.3133/pp1400d",
openalex = "W1558055298"
}
28. Hattendorf, M. J. e Redelfs, M. S. e Amos, Brigid e Stone, L. R. e Gwin, Roy E., 1988, Características Comparativas do Uso de Água de Seis Culturas em Fileiras: Agronomy Journal.
DOI: 10.2134/agronj1988.00021962008000010019x
Resumo
Resumo Para ajudar a tomar decisões sobre a mudança de espécies de culturas em estratégias de gestão de água, é necessária informação sobre as características comparativas do uso de água das principais culturas em fileiras. O objetivo deste estudo foi comparar as características do uso de água de seis culturas em fileiras cultivadas em um experimento de campo replicado e aleatorizado. As culturas foram milho (Zea mays L.), sorgo-grão [Sorghum bicolor (L.) Moench], milheto [Pennisetum amerlcanum (L.) Leeke], feijão pinto (Phaseolus vulgaris L.), soja [Glycine max (L.) Merr.] e girassol (Helianthus annuus L.). As culturas foram cultivadas perto de Manhattan, KS, em argilo-siltoso Muir (Cumulic Haplustoll) em 1981 e em argilo-siltoso Eudora (Fluventic Hapludoll) em 1982, e perto de Tribune, KS, em argilo-siltoso Ulysses (Aridic Haplustoll) em 1981 e 1982. O teor de água do solo foi determinado até a profundidade de perfil do solo de 3,1 m pelo método de atenuação de nêutrons. A evapotranspiração (ET) medida foi calculada como a soma da depleção de água do solo, chuva e irrigação. A ET de referência foi calculada usando a equação original de Jensen-Haise. O valor máximo de ET medida/ET de referência foi maior para o girassol (1,35) do que para as outras cinco culturas (variou de 1,05 a 1,15). A taxa média diária de uso de água do girassol (6,1 mm d−1) foi 22% maior que a média das outras cinco culturas (5,0 mm d−1). A eficiência média de uso de água de matéria seca foi de 17,5 Mg ha−1 m−1 para o grupo de culturas C3 (feijão pinto, soja e girassol) e 33,3 Mg ha−1 m−1 para o grupo de culturas C4 (milho, sorgo-grão e milheto). O girassol depletou significativamente mais água de profundidades de solo mais profundas (0,99-1,60 m) do que as outras cinco culturas em Manhattan em 1981 e 1982. Nossas descobertas consistentemente mostraram que o girassol teve uma taxa diária de uso de água maior do que as outras cinco culturas.
BibTeX
@article{doi102134agronj198800021962008000010019x,
author = "Hattendorf, M. J. e Redelfs, M. S. e Amos, Brigid e Stone, L. R. e Gwin, Roy E.",
title = "Características Comparativas do Uso de Água de Seis Culturas em Fileiras",
year = "1988",
journal = "Agronomy Journal",
abstract = "Resumo Para ajudar a tomar decisões sobre a mudança de espécies de culturas em estratégias de gestão de água, é necessária informação sobre as características comparativas do uso de água das principais culturas em fileiras. O objetivo deste estudo foi comparar as características do uso de água de seis culturas em fileiras cultivadas em um experimento de campo replicado e aleatorizado. As culturas foram milho (Zea mays L.), sorgo-grão [Sorghum bicolor (L.) Moench], milheto [Pennisetum amerlcanum (L.) Leeke], feijão pinto (Phaseolus vulgaris L.), soja [Glycine max (L.) Merr.] e girassol (Helianthus annuus L.). As culturas foram cultivadas perto de Manhattan, KS, em argilo-siltoso Muir (Cumulic Haplustoll) em 1981 e em argilo-siltoso Eudora (Fluventic Hapludoll) em 1982, e perto de Tribune, KS, em argilo-siltoso Ulysses (Aridic Haplustoll) em 1981 e 1982. O teor de água do solo foi determinado até a profundidade de perfil do solo de 3,1 m pelo método de atenuação de nêutrons. A evapotranspiração (ET) medida foi calculada como a soma da depleção de água do solo, chuva e irrigação. A ET de referência foi calculada usando a equação original de Jensen-Haise. O valor máximo de ET medida/ET de referência foi maior para o girassol (1,35) do que para as outras cinco culturas (variou de 1,05 a 1,15). A taxa média diária de uso de água do girassol (6,1 mm d−1) foi 22% maior que a média das outras cinco culturas (5,0 mm d−1). A eficiência média de uso de água de matéria seca foi de 17,5 Mg ha−1 m−1 para o grupo de culturas C3 (feijão pinto, soja e girassol) e 33,3 Mg ha−1 m−1 para o grupo de culturas C4 (milho, sorgo-grão e milheto). O girassol depletou significativamente mais água de profundidades de solo mais profundas (0,99-1,60 m) do que as outras cinco culturas em Manhattan em 1981 e 1982. Nossas descobertas consistentemente mostraram que o girassol teve uma taxa diária de uso de água maior do que as outras cinco culturas.",
url = "https://doi.org/10.2134/agronj1988.00021962008000010019x",
doi = "10.2134/agronj1988.00021962008000010019x",
openalex = "W2055053987"
}
29. Bush, Peter W. e Johnston, Richard H., 1988, Hidráulica de águas subterrâneas, fluxo regional e desenvolvimento de águas subterrâneas do sistema aquífero Floridano na Flórida e em partes da Geórgia, Carolina do Sul e Alabama: documento profissional do USGS.
Resumo
O Programa de Análise de Sistemas Aquíferos Regionais (RASA) foi iniciado em 1978 após uma ordem do Congresso para desenvolver avaliações quantitativas dos principais sistemas de águas subterrâneas dos Estados Unidos. O Programa RASA representa um esforço sistemático para estudar vários dos sistemas aquíferos mais importantes da Nação, que, em conjunto, subjazem grande parte do país e que representam um componente importante do suprimento total de água da Nação. Em geral, as fronteiras desses estudos são identificadas pela extensão hidrológica de cada sistema e, portanto, transcendem as divisões políticas às quais as investigações foram frequentemente arbitrariamente limitadas no passado. O objetivo amplo de cada estudo é reunir informações geológicas, hidrológicas e geoquímicas, analisar e desenvolver uma compreensão do sistema e desenvolver capacidades preditivas que contribuirão para a gestão eficaz do sistema. O uso de simulação por computador é um elemento importante dos estudos RASA, tanto para desenvolver uma compreensão do sistema hidrológico natural e não perturbado e das mudanças nele provocadas por atividades humanas, quanto para fornecer um meio de prever os efeitos regionais de futuras bombagens ou outras tensões.
BibTeX
@article{doi103133pp1403c,
author = "Bush, Peter W. e Johnston, Richard H.",
title = "Hidráulica de águas subterrâneas, fluxo regional e desenvolvimento de águas subterrâneas do sistema aquífero Floridano na Flórida e em partes da Geórgia, Carolina do Sul e Alabama",
year = "1988",
journal = "documento profissional do USGS",
abstract = "O Programa de Análise de Sistemas Aquíferos Regionais (RASA) foi iniciado em 1978 após uma ordem do Congresso para desenvolver avaliações quantitativas dos principais sistemas de águas subterrâneas dos Estados Unidos. O Programa RASA representa um esforço sistemático para estudar vários dos sistemas aquíferos mais importantes da Nação, que, em conjunto, subjazem grande parte do país e que representam um componente importante do suprimento total de água da Nação. Em geral, as fronteiras desses estudos são identificadas pela extensão hidrológica de cada sistema e, portanto, transcendem as divisões políticas às quais as investigações foram frequentemente arbitrariamente limitadas no passado. O objetivo amplo de cada estudo é reunir informações geológicas, hidrológicas e geoquímicas, analisar e desenvolver uma compreensão do sistema e desenvolver capacidades preditivas que contribuirão para a gestão eficaz do sistema. O uso de simulação por computador é um elemento importante dos estudos RASA, tanto para desenvolver uma compreensão do sistema hidrológico natural e não perturbado e das mudanças nele provocadas por atividades humanas, quanto para fornecer um meio de prever os efeitos regionais de futuras bombagens ou outras tensões.",
url = "https://doi.org/10.3133/pp1403c",
doi = "10.3133/pp1403c",
openalex = "W1566268436"
}
30. McDonald, Michael G. e Harbaugh, Arlen W. e Guo, Wei‐Xing e Lü, Guoping, 1988, Um modelo de fluxo subterrâneo de diferenças finitas tridimensional modular.
Resumo
Este relatório apresenta um modelo de diferenças finitas e seu programa de computador modular associado. O modelo simula o fluxo em três dimensões. O relatório inclui explicações detalhadas dos conceitos físicos e matemáticos nos quais o modelo se baseia e uma explicação de como esses conceitos são incorporados na estrutura modular do programa de computador. A estrutura modular consiste em um Programa Principal e uma série de subrotinas altamente independentes chamadas 'módulos'. Os módulos são agrupados em 'pacotes'. Cada pacote lida com um recurso específico do sistema hidrológico que será simulado, como fluxo de rios ou fluxo para drenos, ou com um método específico para resolver equações lineares que descrevem o sistema de fluxo, como o Procedimento Implícito Forte ou Slice-Successive Overrelaxation. A divisão do programa em módulos permite ao usuário examinar recursos hidrológicos específicos do modelo independentemente. Isso também facilita o desenvolvimento de capacidades adicionais porque novos pacotes podem ser adicionados ao programa sem modificar os pacotes existentes. Os sistemas de entrada e saída do programa de computador também são projetados para permitir a máxima flexibilidade. O fluxo subterrâneo dentro do aquífero é simulado usando uma abordagem de diferenças finitas centrada em blocos. Camadas podem ser simuladas como confinadas, não confinadas ou uma combinação de confinadas e não confinadas. O fluxo associado a estresses externos, como poços, recarga areal, evapotranspiração, drenos e cursos d'água, também pode ser simulado. As equações de diferenças finitas podem ser resolvidas usando o Procedimento Implícito Forte ou Slice-Successive Overrelaxation. O programa é escrito em FORTRAN 77 e executará sem modificação na maioria dos computadores que possuem um compilador FORTRAN 77. Para cada módulo de programa, este relatório inclui uma descrição narrativa, um diagrama de fluxo, uma lista de variáveis e uma listagem do módulo.
BibTeX
@misc{doi103133twri06a1chinese,
author = "McDonald, Michael G. e Harbaugh, Arlen W. e Guo, Wei‐Xing e Lü, Guoping",
title = "Um modelo de fluxo subterrâneo de diferenças finitas tridimensional modular",
year = "1988",
abstract = "Este relatório apresenta um modelo de diferenças finitas e seu programa de computador modular associado. O modelo simula o fluxo em três dimensões. O relatório inclui explicações detalhadas dos conceitos físicos e matemáticos nos quais o modelo se baseia e uma explicação de como esses conceitos são incorporados na estrutura modular do programa de computador. A estrutura modular consiste em um Programa Principal e uma série de subrotinas altamente independentes chamadas 'módulos'. Os módulos são agrupados em 'pacotes'. Cada pacote lida com um recurso específico do sistema hidrológico que será simulado, como fluxo de rios ou fluxo para drenos, ou com um método específico para resolver equações lineares que descrevem o sistema de fluxo, como o Procedimento Implícito Forte ou Slice-Successive Overrelaxation. A divisão do programa em módulos permite ao usuário examinar recursos hidrológicos específicos do modelo independentemente. Isso também facilita o desenvolvimento de capacidades adicionais porque novos pacotes podem ser adicionados ao programa sem modificar os pacotes existentes. Os sistemas de entrada e saída do programa de computador também são projetados para permitir a máxima flexibilidade. O fluxo subterrâneo dentro do aquífero é simulado usando uma abordagem de diferenças finitas centrada em blocos. Camadas podem ser simuladas como confinadas, não confinadas ou uma combinação de confinadas e não confinadas. O fluxo associado a estresses externos, como poços, recarga areal, evapotranspiração, drenos e cursos d'água, também pode ser simulado. As equações de diferenças finitas podem ser resolvidas usando o Procedimento Implícito Forte ou Slice-Successive Overrelaxation. O programa é escrito em FORTRAN 77 e executará sem modificação na maioria dos computadores que possuem um compilador FORTRAN 77. Para cada módulo de programa, este relatório inclui uma descrição narrativa, um diagrama de fluxo, uma lista de variáveis e uma listagem do módulo.",
url = "https://doi.org/10.3133/twri06a1\_chinese",
doi = "10.3133/twri06a1\_chinese",
openalex = "W4249762064"
}
31. Wehrli, Bernhard e Stumm, Werner, 1989, Vanadyl em águas naturais: Adsorção e hidrólise promovem oxigenação: Geochimica et Cosmochimica Acta.
DOI: 10.1016/0016-7037(89)90273-1
BibTeX
@article{doi1010160016703789902731,
author = "Wehrli, Bernhard e Stumm, Werner",
title = "Vanadyl em águas naturais: Adsorção e hidrólise promovem oxigenação",
year = "1989",
journal = "Geochimica et Cosmochimica Acta",
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doi = "10.1016/0016-7037(89)90273-1",
openalex = "W2046957942"
}
32. Horita, Juske e Ueda, Akira e Mizukami, Kanae e Takatori, Isao, 1989, Análise automática de δD e δ18O em amostras multi-água usando métodos de equilíbrio H2- e CO2-água com um conjunto de equilíbrio comum: International Journal of Radiation Applications and Instrumentation Part A Applied Radiation and Isotopes.
DOI: 10.1016/0883-2889(89)90100-7
BibTeX
@article{doi1010160883288989901007,
author = "Horita, Juske e Ueda, Akira e Mizukami, Kanae e Takatori, Isao",
title = "Análise automática de δD e δ18O em amostras multi-água usando métodos de equilíbrio H2- e CO2-água com um conjunto de equilíbrio comum",
year = "1989",
journal = "International Journal of Radiation Applications and Instrumentation Part A Applied Radiation and Isotopes",
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doi = "10.1016/0883-2889(89)90100-7",
openalex = "W2004706176"
}
33. Prudic, David E., 1989, Documentação de um programa de computador para simular relações entre rios e aquíferos usando um modelo de fluxo de águas subterrâneas modular, por diferenças finitas: Antarctica A Keystone in a Changing World.
Resumo
Este relatório apresenta um programa de computador para a simulação de relações entre rios e aquíferos. Uma versão formal deste relatório estará disponível no futuro como um capítulo em Técnicas de Investigação de Recursos Hídricos do U.S. Geological Survey. O programa documentado neste relatório foi projetado para incorporação no modelo de fluxo de águas subterrâneas modular, por diferenças finitas, desenvolvido pelo U.S. Geological Survey. O desempenho deste programa de computador foi testado em modelos de sistemas de fluxo de águas subterrâneas tanto hipotéticos quanto reais. No entanto, aplicações futuras podem revelar erros que não foram detectados nas simulações de teste. Antes da versão formal deste relatório, os usuários são solicitados a notificar o escritório de origem de quaisquer erros encontrados no relatório ou no programa de computador.
BibTeX
@article{doi103133ofr88729,
author = "Prudic, David E.",
title = "Documentação de um programa de computador para simular relações entre rios e aquíferos usando um modelo de fluxo de águas subterrâneas modular, por diferenças finitas",
year = "1989",
journal = "Antarctica A Keystone in a Changing World",
abstract = "Este relatório apresenta um programa de computador para a simulação de relações entre rios e aquíferos. Uma versão formal deste relatório estará disponível no futuro como um capítulo em Técnicas de Investigação de Recursos Hídricos do U.S. Geological Survey. O programa documentado neste relatório foi projetado para incorporação no modelo de fluxo de águas subterrâneas modular, por diferenças finitas, desenvolvido pelo U.S. Geological Survey. O desempenho deste programa de computador foi testado em modelos de sistemas de fluxo de águas subterrâneas tanto hipotéticos quanto reais. No entanto, aplicações futuras podem revelar erros que não foram detectados nas simulações de teste. Antes da versão formal deste relatório, os usuários são solicitados a notificar o escritório de origem de quaisquer erros encontrados no relatório ou no programa de computador.",
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doi = "10.3133/ofr88729",
openalex = "W1482615773"
}
34. Ward, J.R. e Harr, C.A., 1990, Métodos para coleta e processamento de amostras de água superficial e material de leito para análises físicas e químicas: Antarctica A Keystone in a Changing World.
BibTeX
@article{doi103133ofr90140,
author = "Ward, J.R. e Harr, C.A.",
title = "Métodos para coleta e processamento de amostras de água superficial e material de leito para análises físicas e químicas",
year = "1990",
journal = "Antarctica A Keystone in a Changing World",
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doi = "10.3133/ofr90140",
openalex = "W1504735445"
}
35. Hill, Mary C., 1990, PRECONDITIONED CONJUGATE-GRADIENT 2 (PCG2), um programa de computador para resolver equações de fluxo de águas subterrâneas.
Resumo
Este relatório documenta o PCG2: um código numérico a ser usado com o modelo de fluxo de águas subterrâneas modular tridimensional, por diferenças finitas, do U.S. Geological Survey. O PCG2 usa o método de gradiente conjugado pré-condicionado para resolver as equações produzidas pelo modelo para a carga hidráulica. Condições de fluxo linear ou não linear podem ser simuladas. O PCG2 inclui duas opções de recondicionamento: pré-condicionamento de Cholesky incompleto modificado, que é eficiente em computadores escalares; e pré-condicionamento polinomial, que requer menos armazenamento de computador e, com modificações que dependem do computador usado, é mais eficiente em computadores vetoriais. A convergência do solucionador é determinada usando tanto critérios de mudança de carga quanto de resíduo. Problemas não lineares são resolvidos usando iterações de Picard. Esta documentação fornece uma descrição do método de gradiente conjugado pré-condicionado e dos dois pré-condicionadores, instruções detalhadas para vincular o PCG2 ao modelo modular, entradas de dados de amostra, uma breve descrição do PCG2 e uma listagem em FORTRAN.
BibTeX
@misc{doi103133wri904048,
author = "Hill, Mary C.",
title = "PRECONDITIONED CONJUGATE-GRADIENT 2 (PCG2), um programa de computador para resolver equações de fluxo de águas subterrâneas",
year = "1990",
abstract = "Este relatório documenta o PCG2: um código numérico a ser usado com o modelo de fluxo de águas subterrâneas modular tridimensional, por diferenças finitas, do U.S. Geological Survey. O PCG2 usa o método de gradiente conjugado pré-condicionado para resolver as equações produzidas pelo modelo para a carga hidráulica. Condições de fluxo linear ou não linear podem ser simuladas. O PCG2 inclui duas opções de recondicionamento: pré-condicionamento de Cholesky incompleto modificado, que é eficiente em computadores escalares; e pré-condicionamento polinomial, que requer menos armazenamento de computador e, com modificações que dependem do computador usado, é mais eficiente em computadores vetoriais. A convergência do solucionador é determinada usando tanto critérios de mudança de carga quanto de resíduo. Problemas não lineares são resolvidos usando iterações de Picard. Esta documentação fornece uma descrição do método de gradiente conjugado pré-condicionado e dos dois pré-condicionadores, instruções detalhadas para vincular o PCG2 ao modelo modular, entradas de dados de amostra, uma breve descrição do PCG2 e uma listagem em FORTRAN.",
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doi = "10.3133/wri904048",
openalex = "W1946434600"
}
36. Issar, A. S, 1990, Water Shall Flow from the Rock (Hydrogeologia e Clima nas Terras da Bíblia): Nova York, Springer-Verlag, 213 p.
BibTeX
@book{issar1990water3,
author = "Issar, A. S",
title = "Water Shall Flow from the Rock (Hydrogeologia e Clima nas Terras da Bíblia)",
year = "1990",
publisher = "New York, Springer-Verlag, 213 p",
note = "talkorigins\_source = {true}; raw\_reference = {Issar, A. S., 1990, Water Shall Flow from the Rock (Hydrogeologia e Clima nas Terras da Bíblia): New York, Springer-Verlag, 213 p.}"
}
37. Domenico, P. A. e Schwartz, Franklin W., 1990, Hidrogeologia física e química.
Resumo
Origem da Porosidade e Permeabilidade. Movimento de Água Subterrânea. Equações Principais de Fluxo, Condições de Contorno e Redes de Fluxo. Água Subterrânea no Ciclo Hidrológico da Bacia. Testes Hidráulicos: Modelos, Métodos e Aplicações. Água Subterrânea como Recurso. Tensão, Deformação e Fluidos de Poros. Transporte de Calor no Fluxo de Água Subterrânea. Transporte de Solutos. Princípios da Geoquímica Aquosa. Reações Químicas. Coloides e Microrganismos. Equações do Transporte de Massa. Transporte de Massa em Sistemas Naturais de Água Subterrânea. Transporte de Massa no Fluxo de Água Subterrânea: Sistemas Geológicos. Introdução à Hidrogeologia de Contaminantes. Modelagem do Transporte de Contaminantes Dissolvidos. Sistemas de Fluidos Multifásicos. Remediação: Visão Geral e Opções de Remoção. Destruição In Situ e Avaliação de Riscos. Respostas aos Problemas. Apêndices. Referências. Índice.
BibTeX
@book{openalexw1604940817,
author = "Domenico, P. A. e Schwartz, Franklin W.",
title = "Hidrogeologia física e química",
year = "1990",
abstract = "Origem da Porosidade e Permeabilidade. Movimento de Água Subterrânea. Equações Principais de Fluxo, Condições de Contorno e Redes de Fluxo. Água Subterrânea no Ciclo Hidrológico da Bacia. Testes Hidráulicos: Modelos, Métodos e Aplicações. Água Subterrânea como Recurso. Tensão, Deformação e Fluidos de Poros. Transporte de Calor no Fluxo de Água Subterrânea. Transporte de Solutos. Princípios da Geoquímica Aquosa. Reações Químicas. Coloides e Microrganismos. Equações do Transporte de Massa. Transporte de Massa em Sistemas Naturais de Água Subterrânea. Transporte de Massa no Fluxo de Água Subterrânea: Sistemas Geológicos. Introdução à Hidrogeologia de Contaminantes. Modelagem do Transporte de Contaminantes Dissolvidos. Sistemas de Fluidos Multifásicos. Remediação: Visão Geral e Opções de Remoção. Destruição In Situ e Avaliação de Riscos. Respostas aos Problemas. Apêndices. Referências. Índice.",
url = "https://openalex.org/W1604940817",
openalex = "W1604940817"
}
38. Coplen, Tyler B. e Wildman, Joe D. e Chen, Julie., 1991, Melhorias na técnica de equilíbrio gás-água de hidrogênio para análise da razão isotópica de hidrogênio: Analytical Chemistry.
BibTeX
@article{doi101021ac00009a014,
author = "Coplen, Tyler B. e Wildman, Joe D. e Chen, Julie.",
title = "Melhorias na técnica de equilíbrio gás-água de hidrogênio para análise da razão isotópica de hidrogênio",
year = "1991",
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doi = "10.1021/ac00009a014",
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references = "doi1010160006291x7490285x, doi1010160168117685830366, doi1010160168962288900425, doi1010160883288989901007, doi101016s0092640x7080016x, doi101021ac00284a058, doi101021ac60068a025, doi101021j100551a008, doi101038271534a0, doi1011161574781"
}
39. Helsel, Dennis R. e Hirsch, Robert M., 1992, Métodos Estatísticos em Recursos Hídricos: Estudos em ciência ambiental.
DOI: 10.1016/s0166-1116(08)x7035-9
BibTeX
@book{doi101016s0166111608x70359,
author = "Helsel, Dennis R. e Hirsch, Robert M.",
title = "Métodos Estatísticos em Recursos Hídricos",
year = "1992",
booktitle = "Estudos em ciência ambiental",
url = "https://doi.org/10.1016/s0166-1116(08)x7035-9",
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openalex = "W1582248076"
}
40. Parkhurst, David L. e Christenson, Scott C. e Breit, George N., 1993, Avaliação da qualidade da água subterrânea do Aquífero Central de Oklahoma, Oklahoma: investigações geoquímicas e geohidrológicas: Antarctica A Keystone in a Changing World.
Resumo
estatísticas 16 Química de elementos principais 16 Química de elementos traço Redox
BibTeX
@article{doi103133ofr92642,
author = "Parkhurst, David L. e Christenson, Scott C. e Breit, George N.",
title = "Avaliação da qualidade da água subterrânea do Aquífero Central de Oklahoma, Oklahoma: investigações geoquímicas e geohidrológicas",
year = "1993",
journal = "Antarctica A Keystone in a Changing World",
abstract = "estatísticas 16 Química de elementos principais 16 Química de elementos traço Redox",
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doi = "10.3133/ofr92642",
openalex = "W1536595865"
}
41. McConnell, James B. e Hacke, C.M., 1993, Hidrogeologia, qualidade da água e potencial de desenvolvimento de recursos hídricos do Aquífero Floridiano Superior na área de Valdosta, sul-central da Geórgia.
Resumo
A qualidade da água no Aquífero Floridiano Superior na área de Valdosta, Geórgia, é prejudicada pela recarga direta do Rio Withlacoochee. A água entra no aquífero ao longo de um trecho curto do rio onde surgiram dolinas no leito do curso d'água. A água recebe pouca filtração enquanto recarrega o Aquífero Floridiano Superior através dessas dolinas. O material orgânico naturalmente presente no rio fornece uma fonte de energia prontamente disponível para o crescimento de microbiota no aquífero. Processos microbiológicos e reações químicas no aquífero produzem metano e sulfeto de hidrogênio conforme a água do rio se mistura com a água subterrânea e se move a favor do gradiente no aquífero. Substâncias húmicas associadas ao material orgânico na água subterrânea nesta área podem formar trihalometanos quando a água é clorada para abastecimento público. Para avaliar as áreas mais adequadas para o desenvolvimento de abastecimento de água subterrânea, foram mapeadas e utilizadas para avaliar as áreas afetadas pela recarga do Rio Withlacoochee as distribuições areais de carbono orgânico total, sulfeto total e metano no Aquífero Floridiano Superior. Áreas onde as concentrações de carbono orgânico total, sulfeto total e metano foram menores ou iguais a 2,0 miligramas por litro, 0,5 miligramas por litro e 100 microgramas por litro, respectivamente, foram consideradas relativamente não afetadas pela recarga do rio e a ter o maior potencial para desenvolvimento de recursos hídricos.
BibTeX
@misc{doi103133wri934044,
author = "McConnell, James B. e Hacke, C.M.",
title = "Hidrogeologia, qualidade da água e potencial de desenvolvimento de recursos hídricos do aquífero Floridiano Superior na área de Valdosta, sul-central da Geórgia",
year = "1993",
abstract = "A qualidade da água no Aquífero Floridiano Superior na área de Valdosta, Geórgia, é prejudicada pela recarga direta do Rio Withlacoochee. A água entra no aquífero ao longo de um trecho curto do rio onde surgiram dolinas no leito do curso d'água. A água recebe pouca filtração enquanto recarrega o Aquífero Floridiano Superior através dessas dolinas. O material orgânico naturalmente presente no rio fornece uma fonte de energia prontamente disponível para o crescimento de microbiota no aquífero. Processos microbiológicos e reações químicas no aquífero produzem metano e sulfeto de hidrogênio conforme a água do rio se mistura com a água subterrânea e se move a favor do gradiente no aquífero. Substâncias húmicas associadas ao material orgânico na água subterrânea nesta área podem formar trihalometanos quando a água é clorada para abastecimento público. Para avaliar as áreas mais adequadas para o desenvolvimento de abastecimento de água subterrânea, foram mapeadas e utilizadas para avaliar as áreas afetadas pela recarga do Rio Withlacoochee as distribuições areais de carbono orgânico total, sulfeto total e metano no Aquífero Floridiano Superior. Áreas onde as concentrações de carbono orgânico total, sulfeto total e metano foram menores ou iguais a 2,0 miligramas por litro, 0,5 miligramas por litro e 100 microgramas por litro, respectivamente, foram consideradas relativamente não afetadas pela recarga do rio e a ter o maior potencial para desenvolvimento de recursos hídricos.",
url = "https://doi.org/10.3133/wri934044",
doi = "10.3133/wri934044",
openalex = "W70251890",
references = "doi1013065d25b7cf16c111d78645000102c1865d, doi103133ofr90140, doi103133pp1403b, doi103133pp1403c, doi103133pp1403d, doi103133pp708, doi103133wri78117, doi103133wri894072, doi103133wsp1473ed1"
}
42. 1993, Química da interface sólido-água: processos na interface mineral-água e partícula-água em sistemas naturais: Choice Reviews Online.
Resumo
A Química de Coordenação da Interface Óxido Hidratado--Água. Carga de Superfície e a Dupla Camada Elétrica. Adsorção. A Cinética da Dissolução Controlada pela Superfície de Minerais de Óxido: Uma Introdução à Alteração. Precipitação e Nucleação. Interação Partícula--Partícula. Carbonatos e Suas Reatividades. Processos Redox Mediados por Superfícies. Fotoquímica Heterogênea. Regulação de Elementos Traço pela Interface Sólido--Água em Águas Superficiais. Referências. Índice.
BibTeX
@article{doi105860choice303839,
title = "Química da interface sólido-água: processos na interface mineral-água e partícula-água em sistemas naturais",
year = "1993",
journal = "Choice Reviews Online",
abstract = "A Química de Coordenação da Interface Óxido Hidratado--Água. Carga de Superfície e a Dupla Camada Elétrica. Adsorção. A Cinética da Dissolução Controlada pela Superfície de Minerais de Óxido: Uma Introdução à Alteração. Precipitação e Nucleação. Interação Partícula--Partícula. Carbonatos e Suas Reatividades. Processos Redox Mediados por Superfícies. Fotoquímica Heterogênea. Regulação de Elementos Traço pela Interface Sólido--Água em Águas Superficiais. Referências. Índice.",
url = "https://doi.org/10.5860/choice.30-3839",
doi = "10.5860/choice.30-3839",
openalex = "W2016378899"
}
43. Gleick, Peter H., 1993, Water in crisis: a guide to the world's fresh water resources.
Resumo
1. Introdução às Questões Globais de Água Doce 2. Recursos de Água Doce no Mundo 3. Qualidade da Água e Saúde 4. Água e Ecossistemas 5. Água e Agricultura 6. Água e Energia 7. Água e Desenvolvimento Econômico 8. Água, Política e Direito Internacional 9. Água no Século XXI
BibTeX
@book{openalexw1973523254,
author = "Gleick, Peter H.",
title = "Water in crisis: a guide to the world's fresh water resources",
year = "1993",
abstract = "1. Introdução às Questões Globais de Água Doce 2. Recursos de Água Doce no Mundo 3. Qualidade da Água e Saúde 4. Água e Ecossistemas 5. Água e Agricultura 6. Água e Energia 7. Água e Desenvolvimento Econômico 8. Água, Política e Direito Internacional 9. Água no Século XXI",
openalex = "W1973523254"
}
44. Rutledge, A.T., 1993, Programas de computador para descrever a recisão da descarga de águas subterrâneas e para estimar a recarga média de águas subterrâneas e a descarga a partir de registros de vazão de rios.
BibTeX
@article{openalexw2779842343,
author = "Rutledge, A.T.",
title = "Programas de computador para descrever a recisão da descarga de águas subterrâneas e para estimar a recarga média de águas subterrâneas e a descarga a partir de registros de vazão de rios",
year = "1993",
openalex = "W2779842343"
}
45. Thomas, Caroline, 1994, Water in crisis: a guide to the world’s fresh water resources: International Affairs.
BibTeX
@article{doi1023072623756,
author = "Thomas, Caroline",
title = "Water in crisis: a guide to the world’s fresh water resources",
year = "1994",
journal = "International Affairs",
url = "https://doi.org/10.2307/2623756",
doi = "10.2307/2623756",
openalex = "W2606175721"
}
46. Mueller, David K. e Helsel, Dennis R., 1996, Nutrientes nas Águas da Nação—Muito de uma Boa Coisa?: Circular do Serviço Geológico dos EUA/Circular do Serviço Geológico dos EUA.
Resumo
A missão do Serviço Geológico dos EUA (USGS) é avaliar a quantidade e a qualidade dos recursos terrestres da Nação e fornecer informações que auxiliarão gestores de recursos e formuladores de políticas em níveis federal, estadual e local a tomar decisões acertadas. A avaliação das condições e tendências da qualidade da água é uma parte importante desta missão geral.
BibTeX
@article{doi103133cir1136,
author = "Mueller, David K. e Helsel, Dennis R.",
title = "Nutrientes nas Águas da Nação—Muito de uma Boa Coisa?",
year = "1996",
journal = "Circular do Serviço Geológico dos EUA/Circular do Serviço Geológico dos EUA",
abstract = "A missão do Serviço Geológico dos EUA (USGS) é avaliar a quantidade e a qualidade dos recursos terrestres da Nação e fornecer informações que auxiliarão gestores de recursos e formuladores de políticas em níveis federal, estadual e local a tomar decisões acertadas. A avaliação das condições e tendências da qualidade da água é uma parte importante desta missão geral.",
url = "https://doi.org/10.3133/cir1136",
doi = "10.3133/cir1136",
openalex = "W1597836107"
}
47. Harbaugh, Arlen W. e McDonald, Michael G., 1996, Documentação do usuário para MODFLOW-96, uma atualização do modelo de fluxo de águas subterrâneas por diferenças finitas modular do U.S. Geological Survey: Antarctica A Keystone in a Changing World.
Resumo
Fizeram-se várias alterações ao modelo de fluxo de águas subterrâneas por diferenças finitas modular do U.S. Geological Survey, que é comumente conhecido como MODFLOW. Os arquivos de entrada MODFLOW existentes funcionarão com o modelo revisado. Além disso, a estrutura básica e os métodos computacionais do modelo foram mantidos. Aqueles familiarizados com o modelo original não devem ter dificuldade em se adaptar ao modelo revisado. Algumas das alterações mais significativas são:
BibTeX
@article{doi103133ofr96485,
author = "Harbaugh, Arlen W. e McDonald, Michael G.",
title = "Documentação do usuário para MODFLOW-96, uma atualização do modelo de fluxo de águas subterrâneas por diferenças finitas modular do U.S. Geological Survey",
year = "1996",
journal = "Antarctica A Keystone in a Changing World",
abstract = "Fizeram-se várias alterações ao modelo de fluxo de águas subterrâneas por diferenças finitas modular do U.S. Geological Survey, que é comumente conhecido como MODFLOW. Os arquivos de entrada MODFLOW existentes funcionarão com o modelo revisado. Além disso, a estrutura básica e os métodos computacionais do modelo foram mantidos. Aqueles familiarizados com o modelo original não devem ter dificuldade em se adaptar ao modelo revisado. Algumas das alterações mais significativas são:",
url = "https://doi.org/10.3133/ofr96485",
doi = "10.3133/ofr96485",
openalex = "W1608329731"
}
48. Dickerman, David C. e Kliever, John D. e Stone, Janet Radway, 1997, Hidrogeologia, qualidade da água, e simulação de alternativas de desenvolvimento de águas subterrâneas no reservatório de águas subterrâneas Usquepaug-Queen, sul de Rhode Island.
Resumo
O estudo da Bacia Usquepaug-Queen River descreve a hidrogeologia, a qualidade da água e a simulação de bombeamento de poços para alternativas selecionadas de desenvolvimento de águas subterrâneas no reservatório de águas subterrâneas sob condições médias (1975-90) e de seca (1963-66). Em geral, a qualidade das águas subterrâneas é adequada para a maioria dos propósitos. O estudo fornece uma avaliação dos efeitos do bombeamento simulado de 4 a 11 milhões de galões por dia de água subterrânea no sistema rio-áreas úmidas-aqüífero. Três unidades geológicas principais subjazem aos depósitos estratificados glaciais (drift estratificado), till glacial e rocha cristalina da Bacia Usquepaug-Queen River. Depósitos espessos e extensos de depósitos estratificados de grãos grosseiros saturados formam o aqüífero principal e mais produtivo na Bacia Usquepaug-Queen River. A Bacia Usquepaug-Queen River, com 36,1 milhas quadradas, está na Bacia do Rio Pawcatuck, no sul de Rhode Island. Os depósitos estratificados cobrem cerca de 42 por cento da bacia e atingem uma espessura máxima conhecida de 122 pés. Os depósitos estratificados são subdivididos em unidades de grãos grosseiros (predominantemente areia fina a muito grossa e cascalho) e unidades de grãos finos (predominantemente areia muito fina, silte e argila). A transmissividade é mais alta em materiais estratificados de grãos grosseiros, que têm a capacidade de fornecer volumes relativamente altos de água aos poços. A transmissividade é mais baixa em materiais estratificados de grãos finos, que consistem predominantemente em depósitos de fundo de lago. A transmissividade do aqüífero drift estratificado varia de 1.900 a 27.800 pés quadrados por dia, e a condutividade hidráulica horizontal varia de 25 a 470 pés por dia. O aqüífero drift estratificado é o único aqüífero na Bacia Usquepaug-Queen River capaz de produzir rendimentos de 0,5 milhão de galões por dia ou mais de poços individuais. O bombeamento de fontes de águas subterrâneas e águas superficiais na Bacia Usquepaug-Queen River média 0,28 milhão de galões por dia durante 1989 e 0,48 milhão de galões por dia durante 1990. As águas subterrâneas e águas superficiais (que são predominantemente escoamento de águas subterrâneas) na Bacia Usquepaug-Queen River são adequadas para a maioria dos propósitos com base na comparação de propriedades físicas e constituintes químicos com padrões de água potável. As águas subterrâneas na bacia são um pouco corrosivas devido à sua baixa concentração de íons de hidrogênio. A condutância específica e as concentrações de cloreto dissolvido e sódio dissolvido são altas em águas subterrâneas em partes da Bacia Usquepaug-Queen River, o que indica os efeitos de sais de degelo de rodovias na qualidade da água subterrânea. As concentrações de nitrogênio (nitrito mais nitrato) em algumas áreas localizadas excedem o nível máximo de contaminantes de 10 miligramas por litro para água potável estabelecido pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos. Os efeitos de alternativas selecionadas de desenvolvimento de águas subterrâneas nos níveis de águas subterrâneas, níveis de água em áreas úmidas e vazão de rios no reservatório de águas subterrâneas Usquepaug-Queen foram avaliados por meio de um modelo de fluxo de águas subterrâneas de três camadas. Alternativas de desenvolvimento foram simuladas para condições anuais médias (1975-90) e de seca (1963-66). Em geral, taxas de bombeamento simuladas mais altas produziram maiores recalques do que taxas de bombeamento mais baixas. Os recalques geralmente podem ser reduzidos distribuindo o bombeamento total por muitos poços; no entanto, os recalques foram mínimos (menos de 1,3 pés) no poço SNW 906, que estava próximo a um rio principal (fronteira de recarga); e os recalques foram substanciais (pelo menos 12 pés) no poço EXW 33, que estava próximo à borda da fronteira do aqüífero do modelo (fronteira de barreira). Os ganhos totais de vazão do escoamento de águas subterrâneas para todos os rios na área do modelo não foram afetados pela localização dos poços; no entanto, a quantidade de bombeamento de águas subterrâneas derivada da infiltração induzida do escoamento de rios varia significativamente. Os níveis de água nas áreas úmidas tendem a ser constantes mesmo durante o bombeamento simulado. Em geral, o bombeamento durante condições de seca simuladas aumentou os recalques fracionalmente e reduziu grandemente os ganhos totais de vazão de rios. O bombeamento do aqüífero drift estratificado Usquepaug-Queen causa infiltração do escoamento de rios ao longo de segmentos de rios simulados no modelo de fluxo de águas subterrâneas. Os resultados de simulações para condições médias mostram que de 56 a 75 por cento da água total bombeada é derivada do escoamento de águas subterrâneas interceptado e que a quantidade de água de poço derivada da recarga induzida do escoamento de rios variou de 20 a 39 por cento. A extensão areal das áreas contribuintes para poços de bombeamento simulados selecionados sugere que grandes áreas de drift estratificado podem precisar ser protegidas de práticas de uso do solo que são incompatíveis com o desenvolvimento de águas subterrâneas potáveis no reservatório de águas subterrâneas Usquepaug-Queen.
BibTeX
@misc{doi103133wri974126,
author = "Dickerman, David C. and Kliever, John D. and Stone, Janet Radway",
title = "Hidrogeologia, qualidade da água e simulação de alternativas de desenvolvimento de águas subterrâneas no reservatório de águas subterrâneas Usquepaug-Queen, Rhode Island sul",
year = "1997",
abstract = "O estudo da Bacia do Rio Usquepaug-Queen descreve a hidrogeologia, a qualidade da água e a simulação de bombeamento de poços para alternativas selecionadas de desenvolvimento de águas subterrâneas no reservatório de águas subterrâneas sob condições médias (1975-90) e de seca (1963-66). Em geral, a qualidade das águas subterrâneas é adequada para a maioria dos propósitos. O estudo fornece uma avaliação dos efeitos do bombeamento simulado de 4 a 11 milhões de galões por dia de água subterrânea sobre o sistema rio-áreas úmidas-aqüífero. Três unidades geológicas principais subjazem aos depósitos estratificados glaciais (drift estratificado), till glacial e rocha cristalina da Bacia do Rio Usquepaug-Queen. Depósitos espessos e extensos de depósitos estratificados de grãos grosseiros saturados formam o aqüífero principal e mais produtivo na Bacia do Rio Usquepaug-Queen. A Bacia do Rio Usquepaug-Queen, de 36,1 milhas quadradas, está na Bacia do Rio Pawcatuck, no Rhode Island sul. Os depósitos estratificados cobrem cerca de 42 por cento da bacia e atingem uma espessura máxima conhecida de 122 pés. Os depósitos estratificados são subdivididos em unidades de grãos grosseiros (predominantemente areia fina a muito grossa e cascalho) e unidades de grãos finos (predominantemente areia muito fina, silte e argila). A transmissividade é mais alta em materiais estratificados de grãos grosseiros, que têm a capacidade de fornecer volumes relativamente altos de água aos poços. A transmissividade é mais baixa em materiais estratificados de grãos finos, que consistem predominantemente em depósitos de fundo de lago. A transmissividade do aqüífero drift estratificado varia de 1.900 a 27.800 pés quadrados por dia, e a condutividade hidráulica horizontal varia de 25 a 470 pés por dia. O aqüífero drift estratificado é o único aqüífero na Bacia do Rio Usquepaug-Queen capaz de produzir rendimentos de 0,5 milhão de galões por dia ou mais de poços individuais. O bombeamento de fontes de águas subterrâneas e águas superficiais na Bacia do Rio Usquepaug-Queen média 0,28 milhão de galões por dia durante 1989 e 0,48 milhão de galões por dia durante 1990. As águas subterrâneas e águas superficiais (que são principalmente escoamento de águas subterrâneas) na Bacia do Rio Usquepaug-Queen são adequadas para a maioria dos propósitos com base em uma comparação de propriedades físicas e constituintes químicos com padrões de água potável. As águas subterrâneas na bacia são um pouco corrosivas devido à sua baixa concentração de íons de hidrogênio. A condutância específica e as concentrações de cloreto dissolvido e sódio dissolvido são altas em águas subterrâneas em partes da Bacia do Rio Usquepaug-Queen, o que indica os efeitos de sais de degelo de rodovias na qualidade da água subterrânea. As concentrações de nitrogênio (nitrito mais nitrato) em algumas áreas localizadas excedem o nível máximo de contaminantes de 10 miligramas por litro da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos para água potável. Os efeitos de alternativas selecionadas de desenvolvimento de águas subterrâneas sobre os níveis de águas subterrâneas, níveis de água em áreas úmidas e vazão de rio na bacia de águas subterrâneas Usquepaug-Queen foram avaliados por meio de um modelo de fluxo de águas subterrâneas de três camadas. Alternativas de desenvolvimento foram simuladas para condições anuais médias (1975-90) e de seca (1963-66). Em geral, taxas de bombeamento simuladas mais altas produziram maiores recalques do que taxas de bombeamento mais baixas. Os recalques geralmente podem ser reduzidos distribuindo o bombeamento total por muitos poços; no entanto, os recalques foram mínimos (menos de 1,3 pés) no poço SNW 906, que estava próximo a um rio principal (fronteira de recarga); e os recalques foram substanciais (pelo menos 12 pés) no poço EXW 33, que estava próximo à borda da fronteira do aqüífero do modelo (fronteira de barreira). Os ganhos totais de fluxo de descarga de águas subterrâneas para todos os rios na área do modelo não foram afetados pela localização dos poços; no entanto, a quantidade de bombeamento de águas subterrâneas derivada da infiltração induzida do escoamento de rio varia significativamente. Os níveis de água nas áreas úmidas tendem a ser constantes mesmo durante o bombeamento simulado. Em geral, o bombeamento durante condições de seca simuladas aumentou os recalques fracionalmente e reduziu grandemente os ganhos totais de vazão de rio. O bombeamento do aqüífero drift estratificado Usquepaug-Queen causa infiltração de escoamento de rio ao longo de segmentos de rio simulados no modelo de fluxo de águas subterrâneas. Os resultados de simulações para condições médias mostram que de 56 a 75 por cento da água total bombeada é derivada do escoamento de águas subterrâneas interceptado e que a quantidade de água de poço derivada da recarga induzida do escoamento de rio variou de 20 a 39 por cento. A extensão areal das áreas contribuintes para poços de bombeamento simulados selecionados sugere que grandes áreas de drift estratificado podem precisar ser protegidas de práticas de uso do solo que são incompatíveis com o desenvolvimento de águas subterrâneas potáveis no reservatório de águas subterrâneas Usquepaug-Queen.",
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49. Drever, James I., 1997, Geoquímica das Águas Naturais: Ambientes de Água Superficial e Subterrânea: Entomologia Médica e Zoologia.
Resumo
1. O Ciclo Hidrológico. 2. Contexto Químico. 3. O Sistema Carbonático e o Controle de pH. 4. Minerais Argilosos e Troca de Cátions. 5. Adsorção. 6. Compostos Orgânicos em Águas Naturais. 7. Equilíbrios Redox. 8. Condições Redox em Águas Naturais. 9. Metais Pesados e Metaloides. 10. Relações de Estabilidade e Equilíbrios de Silicatos. 11. Cinética. 12. Intemperismo e Química da Água. 13. Água Ácida. 14. Isótopos. 15. Evaporação e Águas Salinas. 16. Modelagem de Transporte e Reações. Referências. Glossário de Termos Geológicos. Apêndice I: Diagramas de Piper e Stiff. Apêndice II: Dados Termodinâmicos de Estado Padrão para Algumas Espécies Comuns. Apêndice III: Constantes de Equilíbrio a 25 °C e Entalpias de Reação para Reações Selecionadas. Respostas aos Problemas. Índice de Autores. Índice de Assuntos.
BibTeX
@book{openalexw1566391996,
author = "Drever, James I.",
title = "The Geochemistry of Natural Waters: Surface and Groundwater Environments",
year = "1997",
journal = "Medical Entomology and Zoology",
abstract = "1. The Hydrologic Cycle. 2. Chemical Background. 3. The Carbonate System and pH Control 4. Clay Minerals and Cation Exchange. 5. Adsorption. 6. Organic Compounds in Natural Waters. 7. Redox Equilibria. 8. Redox Conditions in Natural Waters. 9. Heavy Metals and Metalloids. 10. Stability Relationships and Silicate Equilibria. 11. Kinetics. 12. Weathering and Water Chemistry. 13. Acid Water. 14. Isotopes. 15. Evaporation and Saline Waters. 16. Transport and Reaction Modeling References. Glossary of Geologic Terms. Appendix I: Piper and Stiff Diagrams. Appendix II: Standard-State Thermodynamic Data for Some Common Species. Appendix III: Equilibrium Constants at 25 C and Enthalpies of Reaction for Selected Reactions. Answers to Problems. Author Index. Subject Index.",
openalex = "W1566391996"
}
50. Katz, Brian G. e Catches, John S. e Bullen, Thomas D. e Michel, Robert L., 1998, Alterações na composição isotópica e química da água subterrânea resultantes de um pulso de recarga de um rio que deságua: Journal of Hydrology.
DOI: 10.1016/s0022-1694(98)00236-4
BibTeX
@article{doi101016s0022169498002364,
author = "Katz, Brian G. e Catches, John S. e Bullen, Thomas D. e Michel, Robert L.",
title = "Alterações na composição isotópica e química da água subterrânea resultantes de um pulso de recarga de um rio que deságua",
year = "1998",
journal = "Journal of Hydrology",
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doi = "10.1016/s0022-1694(98)00236-4",
openalex = "W2062233814",
references = "doi103133wri934044"
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51. Plummer, L. Niel e Busenberg, Eurybiades e McConnell, James B. e Drenkard, S. e Schlösser, Peter e Michel, Robert L., 1998, Fluxo de água de rio em um aquífero calcário cárstico. 1. Rastreamento da fração jovem em misturas de águas subterrâneas no Aquífero Floridiano Superior perto de Valdosta, Geórgia: Applied Geochemistry.
DOI: 10.1016/s0883-2927(98)00031-6
Resumo
A qualidade da água no Aquífero Floridiano Superior perto de Valdosta, Geórgia, é afetada localmente pelo descarte de água do rio Withlacoochee através de dolinas no leito do rio. Dados sobre traçadores transitórios e outras substâncias dissolvidas, incluindo Cl−, 3H, hélio-3 tritiogênico (3He), clorofluorocarbonetos (CFC-11, CFC-12, CFC-113), carbono orgânico (DOC), O2 (DO), H2S, CH4, δ18O, δD e 14C foram investigados como traçadores da água do rio Withlacoochee no Aquífero Floridiano Superior. As concentrações de todos os traçadores foram afetadas por diluição e mistura. Cl− dissolvido, δ18O, δD, CFC-12 e a quantidade (3H+3He) são estáveis na água do Aquífero Floridiano Superior, enquanto DOC, DO, H2S, CH4, 14C, CFC-11 e CFC-113 são afetados por degradação microbiana e outros processos geoquímicos ocorrendo dentro do aquífero. As frações de mistura de águas subterrâneas foram determinadas usando dados de Cl− dissolvido e δ18O, reconhecendo 3 tipos de água end-membro nas misturas de águas subterrâneas: (1) água do rio Withlacoochee (δ18O=−2.5±0.3‰, Cl−=12.2±2 mg/l), (2) água de infiltração regional (δ18O=−4.2±0.1‰, Cl−=2.3±0.1 mg/l) e (3) água paleo-residente regional no Aquífero Floridiano Superior (δ18O=−3.4±0.1‰, Cl−=2.6±0.1 mg/l) (incertezas são ±1σ). Procedimentos de simulação de erro foram usados para definir incertezas nas frações de mistura. As frações de água de rio nas águas subterrâneas variam de 0 a 72% e média 10%. A influência do descarte de água de rio na qualidade da água no Aquífero Floridiano Superior foi rastreada a partir da área da dolina no rio Withlacoochee 25 km a sudeste na direção do fluxo regional de águas subterrâneas. A infiltração de água é mais significativa ao norte e noroeste de Valdosta, mas torna-se negligenciável ao sul e sudeste na direção do espessamento geral das camadas confinantes pós-Eoceno que cobrem o Aquífero Floridiano Superior.
BibTeX
@article{doi101016s0883292798000316,
author = "Plummer, L. Niel e Busenberg, Eurybiades e McConnell, James B. e Drenkard, S. e Schlösser, Peter e Michel, Robert L.",
title = "Fluxo de água de rio em um aquífero calcário cárstico. 1. Rastreamento da fração jovem em misturas de águas subterrâneas no Aquífero Floridiano Superior perto de Valdosta, Geórgia",
year = "1998",
journal = "Applied Geochemistry",
abstract = "A qualidade da água no Aquífero Floridiano Superior perto de Valdosta, Geórgia, é afetada localmente pelo descarte de água do rio Withlacoochee através de dolinas no leito do rio. Dados sobre traçadores transitórios e outras substâncias dissolvidas, incluindo Cl−, 3H, hélio-3 tritiogênico (3He), clorofluorocarbonetos (CFC-11, CFC-12, CFC-113), carbono orgânico (DOC), O2 (DO), H2S, CH4, δ18O, δD e 14C foram investigados como traçadores da água do rio Withlacoochee no Aquífero Floridiano Superior. As concentrações de todos os traçadores foram afetadas por diluição e mistura. Cl− dissolvido, δ18O, δD, CFC-12 e a quantidade (3H+3He) são estáveis na água do Aquífero Floridiano Superior, enquanto DOC, DO, H2S, CH4, 14C, CFC-11 e CFC-113 são afetados por degradação microbiana e outros processos geoquímicos ocorrendo dentro do aquífero. As frações de mistura de águas subterrâneas foram determinadas usando dados de Cl− dissolvido e δ18O, reconhecendo 3 tipos de água end-membro nas misturas de águas subterrâneas: (1) água do rio Withlacoochee (δ18O=−2.5±0.3‰, Cl−=12.2±2 mg/l), (2) água de infiltração regional (δ18O=−4.2±0.1‰, Cl−=2.3±0.1 mg/l) e (3) água paleo-residente regional no Aquífero Floridiano Superior (δ18O=−3.4±0.1‰, Cl−=2.6±0.1 mg/l) (incertezas são ±1σ). Procedimentos de simulação de erro foram usados para definir incertezas nas frações de mistura. As frações de água de rio nas águas subterrâneas variam de 0 a 72% e média 10%. A influência do descarte de água de rio na qualidade da água no Aquífero Floridiano Superior foi rastreada a partir da área da dolina no rio Withlacoochee 25 km a sudeste na direção do fluxo regional de águas subterrâneas. A infiltração de água é mais significativa ao norte e noroeste de Valdosta, mas torna-se negligenciável ao sul e sudeste na direção do espessamento geral das camadas confinantes pós-Eoceno que cobrem o Aquífero Floridiano Superior.",
url = "https://doi.org/10.1016/s0883-2927(98)00031-6",
doi = "10.1016/s0883-2927(98)00031-6",
openalex = "W2151121490",
references = "doi103133wri934044"
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52. Fountain, Andrew G. e Walder, Joseph S., 1998, Fluxo de água através de geleiras temperadas: Reviews of Geophysics.
Resumo
Compreender o movimento da água através de um glaciar é fundamental para várias questões críticas em glaciologia, incluindo a dinâmica dos glaciares, inundações induzidas por glaciares e a previsão de escoamento de bacias hidrográficas glaciares. Para este fim, sintetizamos um modelo conceitual do movimento da água através de um glaciar temperado, da superfície até o curso de água de saída. Os processos que regulam a taxa e a distribuição da entrada de água na superfície do glaciar e que regulam o movimento da água da superfície até o leito desempenham papéis importantes, mas comumente negligenciados, na hidrologia dos glaciares. Onde um glaciar é coberto por uma camada de firn poroso e permeável (a zona de acumulação), o fluxo de água para o interior do glaciar varia lentamente porque o firn armazena temporariamente a água e, assim, suaviza as variações na taxa de fornecimento. Na zona de ablação livre de firn, ao contrário, o fluxo de água para o glaciar depende diretamente da taxa de degelo superficial ou de chuvas e, portanto, varia muito ao longo do tempo. A água move-se da superfície até o leito através de uma rede arborescente de ramificação ascendente, composta tanto por condutos fortemente inclinados, formados pelo alargamento de veias intergranulares, quanto por condutos suavemente inclinados, gerados pelo fluxo de água ao longo das bases de fraturas próximas à superfície (crevasses). Os condutos de drenagem englaciar levam a água até o leito do glaciar em um número limitado de pontos, provavelmente a uma longa distância a jusante do ponto onde a água entra no glaciar. Os condutos englaciar abastecidos pela zona de acumulação são características de estado quase estacionário que transportam o fluxo de água variando lentamente entregue via o firn. Seu tamanho ajusta-se de modo que geralmente estão cheios de água e o fluxo é pressurizado. Em contraste, o fluxo de água nos condutos englaciar abastecidos pela zona de ablação é pressurizado apenas próximo aos momentos de pico do fluxo diário ou durante tempestades de chuva; o fluxo está, de outra forma, em uma configuração de canal aberto. O sistema de drenagem subglacial tipicamente consiste em vários elementos que são distintos tanto morfologicamente quanto hidrológicamente. Uma rede de canais de ramificação ascendente e arborescente entalhada no gelo basal transporta a água rapidamente. Grande parte do fluxo de água até o leito provavelmente entra diretamente na rede de canais arborescente, que cobre apenas uma pequena fração do leito do glaciar. Mais extenso espacialmente é uma rede não arborescente, que comumente inclui cavidades (lacunas entre a base do glaciar e o leito), canais entalhados no leito e uma camada de sedimento permeável. A rede não arborescente transporta a água lentamente e geralmente está mal conectada ao sistema arborescente. A rede de canais arborescente colapsa em grande parte durante o inverno, mas se reforme na primavera à medida que o primeiro jato de água de degelo até o leito desestabiliza as cavidades dentro da rede não arborescente. O volume de água armazenado por um glaciar varia diariamente e sazonalmente. Pequenos glaciares alpinos temperados parecem atingir um armazenamento sazonal máximo de água de ∼200 mm de água, em média sobre a área do leito do glaciar, com flutuações diárias de até 20–30 mm. A capacidade provável de armazenamento das cavidades subglaciares é insuficiente para explicar os volumes estimados de água armazenada, de modo que a maioria do armazenamento de água pode, na verdade, ocorrer englaciarmente. A água armazenada também pode ser liberada abruptamente e catastróficamente na forma de inundações repentinas.
BibTeX
@article{doi10102997rg03579,
author = "Fountain, Andrew G. and Walder, Joseph S.",
title = "Fluxo de água através de geleiras temperadas",
year = "1998",
journal = "Reviews of Geophysics",
abstract = "Compreender o movimento da água através de uma geleira é fundamental para várias questões críticas em glaciologia, incluindo a dinâmica das geleiras, inundações induzidas por geleiras e a previsão de escoamento de bacias hidrográficas cobertas por geleiras. Para esse fim, sintetizamos um modelo conceitual do movimento da água através de uma geleira temperada, da superfície até o curso de água de saída. Os processos que regulam a taxa e a distribuição da entrada de água na superfície da geleira e que regulam o movimento da água da superfície até o leito desempenham papéis importantes, mas comumente negligenciados, na hidrologia das geleiras. Onde uma geleira é coberta por uma camada de firn poroso e permeável (a zona de acumulação), o fluxo de água para o interior da geleira varia lentamente porque o firn armazena temporariamente a água e, assim, suaviza as variações na taxa de fornecimento. Na zona de ablação livre de firn, em contraste, o fluxo de água para dentro da geleira depende diretamente da taxa de derretimento superficial ou de chuvas e, portanto, varia muito ao longo do tempo. A água move-se da superfície até o leito através de uma rede arborescente de ramificação ascendente composta tanto por condutos fortemente inclinados, formados pelo alargamento de veias intergranulares, quanto por condutos suavemente inclinados, gerados pelo fluxo de água ao longo das bases de fraturas próximas à superfície (crevasses). Os condutos de drenagem englaciar levam a água para o leito da geleira em um número limitado de pontos, provavelmente a uma longa distância a jusante do ponto onde a água entra na geleira. Os condutos englaciar abastecidos pela zona de acumulação são características de estado quase estacionário que transmitem o fluxo de água lentamente variável entregue via firn. Seu tamanho se ajusta para que geralmente estejam cheios de água e o fluxo seja pressurizado. Em contraste, o fluxo de água em condutos englaciar abastecidos pela zona de ablação é pressurizado apenas próximo aos momentos de pico do fluxo diário ou durante tempestades de chuva; o fluxo está, de outra forma, em uma configuração de canal aberto. O sistema de drenagem subglacial tipicamente consiste em vários elementos que são distintos tanto morfologicamente quanto hidrológicamente. Uma rede de canais de ramificação ascendente e arborescente entalhada no gelo basal transporta a água rapidamente. Grande parte do fluxo de água para o leito provavelmente entra diretamente na rede de canais arborescente, que cobre apenas uma pequena fração do leito da geleira. Mais extenso espacialmente é uma rede não arborescente, que comumente inclui cavidades (lacunas entre a base da geleira e o leito), canais entalhados no leito e uma camada de sedimento permeável. A rede não arborescente transporta a água lentamente e geralmente está mal conectada ao sistema arborescente. A rede de canais arborescente colapsa em grande parte durante o inverno, mas se reforme na primavera à medida que o primeiro jato de água derretida para o leito desestabiliza as cavidades dentro da rede não arborescente. O volume de água armazenado por uma geleira varia diariamente e sazonalmente. Pequenas geleiras alpinas temperadas parecem atingir um armazenamento sazonal máximo de água de ∼200 mm de água, em média, sobre a área do leito da geleira, com flutuações diárias de até 20–30 mm. A capacidade provável de armazenamento das cavidades subglaciais é insuficiente para explicar os volumes estimados de água armazenada, portanto, a maioria do armazenamento de água pode, na verdade, ocorrer englaciarmente. A água armazenada também pode ser liberada abrupta e catastróficamente na forma de inundações repentinas.",
url = "https://doi.org/10.1029/97rg03579",
doi = "10.1029/97rg03579",
openalex = "W2170329098",
references = "doi101002esp3290070108, doi101017s0022143000014623, doi101029jb092ib09p09059, openalexw1604940817"
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53. Davis, Stanley N. e Whittemore, Donald O. e Fabryka-Martin, J., 1998, Uses of Chloride/Bromide Ratios in Studies of Potable Water: Ground Water.
DOI: 10.1111/j.1745-6584.1998.tb01099.x
Resumo
Resumo Em sistemas naturais de águas subterrâneas, tanto o cloro quanto o bromo ocorrem principalmente como ânions monovalentes, cloreto e brometo. Embora a dissolução ou precipitação de halita, atividade biológica na zona radicular, sorção de ânions e troca possam afetar as razões de cloreto/brometo em alguns contextos, o movimento dos íons em águas subterrâneas potáveis é geralmente conservativo. A precipitação atmosférica terá geralmente razões de massa entre 50 e 150; águas subterrâneas rasas, entre 100 e 200; esgoto doméstico, entre 300 e 600; água afetada pela dissolução de halita, entre 1000 e 10.000; e escoamento de verão de ruas urbanas, entre 10 e 100. Estas, e outras razões elementares distintas, são úteis na reconstrução da origem e do movimento de águas subterrâneas, conforme ilustrado por estudos de caso que investigam as fontes de salinidade em águas subterrâneas da Alberta, Kansas e Arizona, e as taxas de infiltração e caminhos em Yucca Mountain, Nevada.
BibTeX
@article{doi101111j174565841998tb01099x,
author = "Davis, Stanley N. e Whittemore, Donald O. e Fabryka-Martin, J.",
title = "Uses of Chloride/Bromide Ratios in Studies of Potable Water",
year = "1998",
journal = "Ground Water",
abstract = "Resumo Em sistemas naturais de águas subterrâneas, tanto o cloro quanto o bromo ocorrem principalmente como ânions monovalentes, cloreto e brometo. Embora a dissolução ou precipitação de halita, atividade biológica na zona radicular, sorção de ânions e troca possam afetar as razões de cloreto/brometo em alguns contextos, o movimento dos íons em águas subterrâneas potáveis é geralmente conservativo. A precipitação atmosférica terá geralmente razões de massa entre 50 e 150; águas subterrâneas rasas, entre 100 e 200; esgoto doméstico, entre 300 e 600; água afetada pela dissolução de halita, entre 1000 e 10.000; e escoamento de verão de ruas urbanas, entre 10 e 100. Estas, e outras razões elementares distintas, são úteis na reconstrução da origem e do movimento de águas subterrâneas, conforme ilustrado por estudos de caso que investigam as fontes de salinidade em águas subterrâneas da Alberta, Kansas e Arizona, e as taxas de infiltração e caminhos em Yucca Mountain, Nevada.",
url = "https://doi.org/10.1111/j.1745-6584.1998.tb01099.x",
doi = "10.1111/j.1745-6584.1998.tb01099.x",
openalex = "W1985547002",
references = "doi1010160022169487901855, doi101021es60108a007, doi101029jb095ib08p12895, doi101029wr015i006p01479, doi101146annurevea18050190001133, doi1011751520046919580150417tcocsp20co2, doi101306212f8cab2b2411d78648000102c1865d, doi1021187504ms, doi103133wsp1473ed1, openalexw1546084400, openalexw2087194314"
}
54. Aravena, Ramón e Robertson, W. D., 1998, Uso de Múltiplos Traçadores Isotópicos para Avaliar a Denitrificação em Água Subterrânea: Estudo de Nitrato de uma Pluma de Sistema Sético de Grande Fluxo: Ground Water.
DOI: 10.1111/j.1745-6584.1998.tb02104.x
Resumo
Resumo Este estudo explora o uso de múltiplos traçadores isotópicos para avaliar os processos envolvidos na atenuação de nitrato em água subterrânea. δ 15 N e δ 18 O são usados para fornecer informações sobre o papel da denitrificação na atenuação de nitrato, e δ 34 S, δ 18 O e δ 13 C são usados para avaliar o papel do enxofre reduzido e do carbono como doadores de elétrons para a redução de nitrato. O foco deste estudo é uma zona de significativa atenuação de NO 3 −1 ocorrendo em um aquífero de areia impactado pela contaminação de sistema séptico. O padrão de NO 3 −1, o sistema de fluxo de água subterrânea e as mudanças em outros parâmetros químicos sugerem que a depleção de NO 3 −1 é causada pela denitrificação. Isso é suportado pelos dados de nitrato δ 15 N e δ 18 O, que ambos mostram enriquecimento isotópico significativo conforme a depleção de NO 3 −1 prossegue ao longo do caminho de fluxo. O aumento de sulfato e carbono inorgânico dissolvido observado na zona de atenuação de nitrato sugere que o enxofre reduzido, além do carbono, também está envolvido na denitrificação. Isso é suportado por uma tendência para valores de sulfato δ 34 S e δ 18 O depletos na zona de aumento de sulfato, que reflete a entrada de sulfato formado pela oxidação de pirita biogênica presente nos sedimentos do aquífero. A tendência para valores de δ 13 C depletos na zona de aumento de carbono inorgânico dissolvido reflete a entrada de carbono orgânico neste reservatório de carbono. O balanço de massa químico indica que o carbono é o doador de elétrons dominante; no entanto, este estudo demonstra a eficácia do uso de múltiplos traçadores isotópicos para fornecer insights sobre os processos que afetam a atenuação de nitrato em água subterrânea.
BibTeX
@article{doi101111j174565841998tb02104x,
author = "Aravena, Ramón e Robertson, W. D.",
title = "Uso de Múltiplos Traçadores Isotópicos para Avaliar a Denitrificação em Água Subterrânea: Estudo de Nitrato de uma Pluma de Sistema Sético de Grande Fluxo",
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journal = "Ground Water",
abstract = "Resumo Este estudo explora o uso de múltiplos traçadores isotópicos para avaliar os processos envolvidos na atenuação de nitrato em água subterrânea. δ 15 N e δ 18 O são usados para fornecer informações sobre o papel da denitrificação na atenuação de nitrato, e δ 34 S, δ 18 O e δ 13 C são usados para avaliar o papel do enxofre reduzido e do carbono como doadores de elétrons para a redução de nitrato. O foco deste estudo é uma zona de significativa atenuação de NO 3 −1 ocorrendo em um aquífero de areia impactado pela contaminação de sistema séptico. O padrão de NO 3 −1, o sistema de fluxo de água subterrânea e as mudanças em outros parâmetros químicos sugerem que a depleção de NO 3 −1 é causada pela denitrificação. Isso é suportado pelos dados de nitrato δ 15 N e δ 18 O, que ambos mostram enriquecimento isotópico significativo conforme a depleção de NO 3 −1 prossegue ao longo do caminho de fluxo. O aumento de sulfato e carbono inorgânico dissolvido observado na zona de atenuação de nitrato sugere que o enxofre reduzido, além do carbono, também está envolvido na denitrificação. Isso é suportado por uma tendência para valores de sulfato δ 34 S e δ 18 O depletos na zona de aumento de sulfato, que reflete a entrada de sulfato formado pela oxidação de pirita biogênica presente nos sedimentos do aquífero. A tendência para valores de δ 13 C depletos na zona de aumento de carbono inorgânico dissolvido reflete a entrada de carbono orgânico neste reservatório de carbono. O balanço de massa químico indica que o carbono é o doador de elétrons dominante; no entanto, este estudo demonstra a eficácia do uso de múltiplos traçadores isotópicos para fornecer insights sobre os processos que afetam a atenuação de nitrato em água subterrânea.",
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doi = "10.1111/j.1745-6584.1998.tb02104.x",
openalex = "W1969799349"
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55. Solley, Wayne B. e Pierce, Robert R. e Perlman, Howard A., 1998, Estimativa do uso de água nos Estados Unidos em 1995: Circular do Serviço Geológico dos EUA/Circular do Serviço Geológico dos EUA.
Resumo
O objetivo deste relatório é apresentar estimativas consistentes e atuais do uso de água por estado e região de recursos hídricos para os Estados Unidos, Porto Rico, as Ilhas Virgens dos EUA e o Distrito de Columbia. Este relatório apresenta estimativas de água retirada de fontes de água superficial e subterrânea, estimativas de uso consumptivo e estimativas de uso em curso e descargas de esgoto durante 1995. Este relatório discute oito categorias de uso de água fora de curso – abastecimento público, doméstico, comercial, irrigação, pecuária, industrial, mineração e energia termelétrica – e uma categoria de uso em curso: energia hidrelétrica.
BibTeX
@article{doi103133cir1200,
author = "Solley, Wayne B. e Pierce, Robert R. e Perlman, Howard A.",
title = "Estimativa do uso de água nos Estados Unidos em 1995",
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journal = "Circular do Serviço Geológico dos EUA/Circular do Serviço Geológico dos EUA",
abstract = "O objetivo deste relatório é apresentar estimativas consistentes e atuais do uso de água por estado e região de recursos hídricos para os Estados Unidos, Porto Rico, as Ilhas Virgens dos EUA e o Distrito de Columbia. Este relatório apresenta estimativas de água retirada de fontes de água superficial e subterrânea, estimativas de uso consumptivo e estimativas de uso em curso e descargas de esgoto durante 1995. Este relatório discute oito categorias de uso de água fora de curso – abastecimento público, doméstico, comercial, irrigação, pecuária, industrial, mineração e energia termelétrica – e uma categoria de uso em curso: energia hidrelétrica.",
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doi = "10.3133/cir1200",
openalex = "W1964385596"
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56. Becker, Mark F. e Runkle, Donna L., 1998, Hidrogeologia, qualidade da água e geoquímica do aquífero Rush Springs, Oklahoma ocidental.
Resumo
O aquífero Rush Springs, no Oklahoma ocidental, é equivalente à Formação Rush Springs do período Permiano. É composto por arenito muito fino a fino, maciço a altamente cruzado, e é subjacente pela Formação Marlow menos permeável. Os rendimentos relatados de poços de irrigação excedem 1.000 galões por minuto; os rendimentos relatados em 89 registros de perfuradores variaram de 11 a 850 galões por minuto. As transmissividades variam de 670 a 1.870 pés quadrados por dia. Os rendimentos específicos para amostras de núcleo variam de 0,13 a 0,34. As estimativas de condutividade hidráulica em um local variaram de 1,05 a 5,62 pés por dia. O aquífero Rush Springs é recarregado pela infiltração de precipitação, variando de 0,2 a mais de 2 polegadas por ano. A descarga é principalmente para riachos e rios onde o aquífero Rush Springs aflora. A retirada total estimada foi de 54,7 milhões de galões por dia em 1990. Mais de 42 milhões de galões por dia, ou 77,8 por cento da água retirada, foi usada para irrigação de culturas. Trinta e cinco dos 64 poços amostrados produziram concentração de nitrato que igualou ou excedeu os padrões de água potável. A concentração de sulfato também excede os padrões de água potável em algumas áreas. Dois tipos principais de água ocorrem no aquífero, um tipo bicarbonato de cálcio-magnésio e um tipo sulfato de cálcio. As concentrações de sólidos dissolvidos em amostras de água do aquífero variaram de 52 a 1.840 miligramas por litro. A composição química da água subterrânea no aquífero Rush Springs é o resultado de reações químicas entre as águas de recarga e minerais nos solos e rochas subjacentes nas Formações Rush Springs e Marlow. Os índices de saturação de minerais foram calculados para 64 análises de qualidade de água usando o modelo computacional geoquímico WATEQF. As taxas de transferência de massa foram calculadas usando o modelo de balanço de massa NETPATH.
BibTeX
@misc{doi103133wri984081,
author = "Becker, Mark F. and Runkle, Donna L.",
title = "Hydrogeology, water quality, and geochemistry of the Rush Springs aquifer, western Oklahoma",
year = "1998",
abstract = "The Rush Springs aquifer, in western Oklahoma, is equivalent to the Permian-age Rush Springs Formation. It is composed of very fine-grained to fine-grained sandstone that is massive to highly cross-bedded and is underlain by less-permeable Marlow Formation. Reported irrigation well yields exceed 1,000 gallons per minute; yields reported on 89 drillers' logs ranged from 11 to 850 gallons per minute. Transmissivities range from 670 to 1,870 feet squared per day. Specific yields for core samples range from 0.13 to 0.34. Estimates of hydraulic conductivities at one site ranged from 1.05 to 5.62 feet per day. The Rush Springs aquifer is recharged by infiltration of precipitation, ranging from 0.2 to more than 2 inches per year. Discharge is primarily to streams and rivers where the Rush Springs aquifer crops. Estimated total withdrawal was 54.7 million gallons per day in 1990. Over 42 million gallons per day, or 77.8 percent of water withdrawn, was used for irrigation of crops. Thirty-five of the 64 wells sampled produced nitrate concentration that equaled or exceeded drinking water standards. Sulfate concentration also exceeds the drinking water standards in some areas. Two major water types occur in the aquifer, a calcium-magnesium bicarbonate type and a calcium sulfate type. Dissolved solids concentrations in water samples from the aquifer ranged from 52 to 1,840 milligrams per liter. The chemical composition of ground water in the Rush Springs aquifer is the result of chemical reactions between the recharge waters and minerals in the overlying soils and rocks in the Rush Springs and Marlow Formations. Saturation indices of minerals were calculated for 64 water-quality analyses using the geochemical computer model WATEQF. Mass transfer rates were calculated using the mass-balance model NETPATH.",
url = "https://doi.org/10.3133/wri984081",
doi = "10.3133/wri984081",
openalex = "W135885694",
references = "doi1010160022169471900631, doi101029wr026i009p01981, doi101126science902343493, doi101130001676061983941415parodm20co2, doi1011639789004281554004, doi103133cir1136, doi103133ofr92642, doi103133wri7613, doi103133wri8214, doi103133wri914078"
}
57. Crandall, Christy A. e Katz, Brian G. e Hirten, Joshua J., 1999, Evidências hidroquímicas para a mistura de água de rio e água subterrânea durante condições de alto fluxo, bacia do rio Suwannee inferior, Flórida, EUA: Hydrogeology Journal.
BibTeX
@article{doi101007s100400050218,
author = "Crandall, Christy A. e Katz, Brian G. e Hirten, Joshua J.",
title = "Evidências hidroquímicas para a mistura de água de rio e água subterrânea durante condições de alto fluxo, bacia do rio Suwannee inferior, Flórida, EUA",
year = "1999",
journal = "Hydrogeology Journal",
url = "https://doi.org/10.1007/s100400050218",
doi = "10.1007/s100400050218",
openalex = "W2112614209",
references = "doi103133wri934044"
}
58. Luckey, Richard L. e Becker, M., 1999, Hidrogeologia, uso da água e simulação do fluxo no aquífero das Planícies Altas no noroeste do Oklahoma, sudeste do Colorado, sudoeste do Kansas, nordeste do Novo México e noroeste do Texas: Relatório de Investigações de Recursos Hídricos.
BibTeX
@article{doi103133wri994104,
author = "Luckey, Richard L. e Becker, M.",
title = "Hidrogeologia, uso da água e simulação do fluxo no aquífero das Planícies Altas no noroeste do Oklahoma, sudeste do Colorado, sudoeste do Kansas, nordeste do Novo México e noroeste do Texas",
year = "1999",
journal = "Relatório de Investigações de Recursos Hídricos",
url = "https://www.semanticscholar.org/paper/6c748a13c772bba6c071b7fc315c686422b5faea",
doi = "10.3133/WRI994104",
is_oa = "true",
semanticscholar_citation_count = "61",
semanticscholar_id = "6c748a13c772bba6c071b7fc315c686422b5faea"
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59. Woessner, William, 2000, Interações entre águas subterrâneas de riacho e planícies aluviais: Reescalonando o pensamento hidrogeológico: Ground Water.
DOI: 10.1111/j.1745-6584.2000.tb00228.x
Resumo
Resumo A gestão de águas subterrâneas próximas ao canal e de águas superficiais para manter a saúde do riacho e a função ecológica da planície de inundação exige que os hidrogeólogos refocalem seus modelos conceituais de troca de água entre o aquífero e o riacho. A alta condutividade hidráulica da planície aluvial direciona o fluxo de águas subterrâneas para baixo da planície, onde ele se troca com o canal do riacho, criando trechos de ganho, perda, fluxo através e fluxo paralelo. O sistema de fluxo complexo resultante requer consideração quando são construídos perfis que representam os caminhos de fluxo de águas subterrâneas. Além da interação na escala da planície aluvial, a troca de águas subterrâneas e superficiais dentro e imediatamente adjacentes ao canal do riacho cria zonas hiporreicas. A extensão física e bioquímica dessas zonas depende da distribuição de carga e das direções de fluxo de águas subterrâneas, da hidráulica do riacho e das condições do leito do canal, bem como das magnitudes e distribuições de parâmetros hidrogeológicos. Conceitualizações simuladas da dinâmica de fluxo causadas por ligeiros aumentos nos potenciais hidráulicos na interface entre a água superficial e o leito do riacho indicam que a mistura entre o riacho e as águas subterrâneas pode ocorrer até uma profundidade de 1,7 m abaixo do canal. A reescala das abordagens hidrogeológicas tradicionais para incluir a escala da planície aluvial e do canal resultará em oportunidades para expandir a pesquisa hidrogeológica e participar de equipes de pesquisa interdisciplinares que tentam decifrar e gerenciar sistemas aluviais.
BibTeX
@article{doi101111j174565842000tb00228x,
author = "Woessner, William",
title = "Stream and Fluvial Plain Ground Water Interactions: Rescaling Hydrogeologic Thought",
year = "2000",
journal = "Ground Water",
abstract = "Resumo A gestão de águas subterrâneas próximas ao canal e de águas superficiais para manter a saúde do riacho e a função ecológica da planície de inundação exige que os hidrogeólogos refocalem seus modelos conceituais de troca de água entre o aquífero e o riacho. A alta condutividade hidráulica da planície aluvial direciona o fluxo de águas subterrâneas para baixo da planície, onde ele se troca com o canal do riacho, criando trechos de ganho, perda, fluxo através e fluxo paralelo. O sistema de fluxo complexo resultante requer consideração quando são construídos perfis que representam os caminhos de fluxo de águas subterrâneas. Além da interação na escala da planície aluvial, a troca de águas subterrâneas e superficiais dentro e imediatamente adjacentes ao canal do riacho cria zonas hiporreicas. A extensão física e bioquímica dessas zonas depende da distribuição de carga e das direções de fluxo de águas subterrâneas, da hidráulica do riacho e das condições do leito do canal, bem como das magnitudes e distribuições de parâmetros hidrogeológicos. Conceitualizações simuladas da dinâmica de fluxo causadas por ligeiros aumentos nos potenciais hidráulicos na interface entre a água superficial e o leito do riacho indicam que a mistura entre o riacho e as águas subterrâneas pode ocorrer até uma profundidade de 1,7 m abaixo do canal. A reescala das abordagens hidrogeológicas tradicionais para incluir a escala da planície aluvial e do canal resultará em oportunidades para expandir a pesquisa hidrogeológica e participar de equipes de pesquisa interdisciplinares que tentam decifrar e gerenciar sistemas aluviais.",
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doi = "10.1111/j.1745-6584.2000.tb00228.x",
openalex = "W1988618327",
references = "crossref1996the, doi103133wri974126, doi105860choice342173"
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60. Welch, Alan H. e Westjohn, David B. e Helsel, Dennis R. e Wanty, Richard B., 2000, Arsênio nas Águas Subterrâneas dos Estados Unidos: Ocorrência e Geoquímica: Ground Water.
DOI: 10.1111/j.1745-6584.2000.tb00251.x
Resumo
Resumo As concentrações de arsênio naturalmente presente nas águas subterrâneas variam regionalmente devido a uma combinação de clima e geologia. Embora um pouco menos da metade das 30.000 análises de arsênio em águas subterrâneas nos Estados Unidos tenha sido de 1 μg/L, cerca de 10% excederam 10 μg/L. Em uma escala regional ampla, as concentrações de arsênio que excedem 10 μg/L parecem ser observadas com mais frequência no oeste dos Estados Unidos do que na metade leste. As concentrações de arsênio nas águas subterrâneas das Alturas Apalaches e da Planície Atlântica geralmente são muito baixas (1 μg/L). As concentrações são um pouco maiores nas Planícies Interiores e no Sistema das Montanhas Rochosas. Investigações de águas subterrâneas no New England, Michigan, Minnesota, Dakota do Sul, Oklahoma e Wisconsin na última década sugerem que as concentrações de arsênio que excedem 10 μg/L são mais amplas e comuns do que anteriormente reconhecido. A liberação de arsênio de óxido de ferro parece ser a causa mais comum de concentrações amplas de arsênio que excedem 10 μg/L em águas subterrâneas. Isso pode ocorrer em resposta a diferentes condições geoquímicas, incluindo a liberação de arsênio para águas subterrâneas através da reação de óxido de ferro com carbono orgânico natural ou antropogênico (ou seja, produtos petrolíferos). O óxido de ferro também pode liberar arsênio para águas subterrâneas alcalinas, como aquelas encontradas em algumas rochas vulcânicas félsicas e aquíferos alcalinos do oeste dos Estados Unidos. Minerais sulfetados são tanto uma fonte quanto um sumidouro para arsênio. Água geotérmica e altas taxas de evaporação também estão associadas a concentrações de arsênio de 10g/L em águas subterrâneas e superficiais, particularmente no oeste.
BibTeX
@article{doi101111j174565842000tb00251x,
author = "Welch, Alan H. e Westjohn, David B. e Helsel, Dennis R. e Wanty, Richard B.",
title = "Arsênio nas Águas Subterrâneas dos Estados Unidos: Ocorrência e Geoquímica",
year = "2000",
journal = "Ground Water",
abstract = "Resumo As concentrações de arsênio naturalmente presente nas águas subterrâneas variam regionalmente devido a uma combinação de clima e geologia. Embora um pouco menos da metade das 30.000 análises de arsênio em águas subterrâneas nos Estados Unidos tenha sido de 1 μg/L, cerca de 10% excederam 10 μg/L. Em uma escala regional ampla, as concentrações de arsênio que excedem 10 μg/L parecem ser observadas com mais frequência no oeste dos Estados Unidos do que na metade leste. As concentrações de arsênio nas águas subterrâneas das Alturas Apalaches e da Planície Atlântica geralmente são muito baixas (1 μg/L). As concentrações são um pouco maiores nas Planícies Interiores e no Sistema das Montanhas Rochosas. Investigações de águas subterrâneas no New England, Michigan, Minnesota, Dakota do Sul, Oklahoma e Wisconsin na última década sugerem que as concentrações de arsênio que excedem 10 μg/L são mais amplas e comuns do que anteriormente reconhecido. A liberação de arsênio de óxido de ferro parece ser a causa mais comum de concentrações amplas de arsênio que excedem 10 μg/L em águas subterrâneas. Isso pode ocorrer em resposta a diferentes condições geoquímicas, incluindo a liberação de arsênio para águas subterrâneas através da reação de óxido de ferro com carbono orgânico natural ou antropogênico (ou seja, produtos petrolíferos). O óxido de ferro também pode liberar arsênio para águas subterrâneas alcalinas, como aquelas encontradas em algumas rochas vulcânicas félsicas e aquíferos alcalinos do oeste dos Estados Unidos. Minerais sulfetados são tanto uma fonte quanto um sumidouro para arsênio. Água geotérmica e altas taxas de evaporação também estão associadas a concentrações de arsênio de 10g/L em águas subterrâneas e superficiais, particularmente no oeste.",
url = "https://doi.org/10.1111/j.1745-6584.2000.tb00251.x",
doi = "10.1111/j.1745-6584.2000.tb00251.x",
openalex = "W1985879113"
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61. Bacchus, Sydney T. e Hamazaki, Toshihide e Britton, Kerry O. e Haines, Bruce L., 2000, COMPOSIÇÃO DE AÇÚCARES SOLÚVEIS DE POND‐CYPRESS: UM POTENCIAL INDICADOR HIDROECOLÓGICO DE PERTURBAÇÕES DE ÁGUA SUBTERRÂNEA 1: JAWRA Journal of the American Water Resources Association.
DOI: 10.1111/j.1752-1688.2000.tb04248.x
Resumo
RESUMO: Cipreste-de-pântano, uma conífera decídua, é uma espécie dominante do dossel em pântanos depressionais da Planície Costeira do Sudeste (SCP). O declínio prematuro extenso e a morte de árvores de cipreste-de-pântano na Flórida central foram atribuídos a alterações no período hidrológico devido a excessivas extrações de água subterrânea do aquífero Floridano. Um fator identificado no processo de declínio é a decomposição basal, que pode estar relacionada à presença de Botryosphaeria rhodina e espécies de Fusarium (patógenos fúngicos não agressivos e facultativos). Estes fungos foram cultivados a partir de tecido de madeira de sapo de ciprestes-de-pântano em declínio associados à mineração de água subterrânea, mas não de ciprestes-de-pântano fora das áreas de mineração de água subterrânea. Neste experimento, diferenças na composição de carboidratos solúveis (não estruturais) de pontas de galhos foram avaliadas para ciprestes-de-pântano cultivados em viveiro (não abrigados) de um e dois anos de idade, após um ano de crescimento sob condições de tratamento (controle, inoculação fúngica, estresse hídrico e inoculação fúngica mais estresse hídrico) em câmara de crescimento. Resultados de dois métodos de análise química úmida foram comparados (metilglicosídeo trimetilsilil - Método A, e acetato de alditol - Método B). Três pentoses (arabinose, ramnose e xilose) e três hexoses (galactose, glicose e manose) foram identificadas em pontas de galhos de ambas as classes etárias. Uma quarta hexose (fucose) também foi identificada em amostras das árvores mais jovens. O açúcar ácido, ácido galacturônico, foi identificado em ambas as classes etárias usando o Método A. Os resultados sugerem que o estresse hídrico prolongado está correlacionado com maiores concentrações relativas dos açúcares solúveis neutros ramnose (P = 0,02), xilose (P = 0,02) e galactose (P = 0,02), além do açúcar ácido ácido galacturônico (P = 0,01), para o Método A, e arabinose (P = 0,02) para o Método B. Estes resultados também sugerem que, na ausência de estresse hídrico, o patógeno fúngico B. rhodina não penetra na madeira de sapo das árvores, e que a inoculação com este patógeno fúngico não está correlacionada com diferenças nas concentrações relativas de carboidratos solúveis não estruturais, com base na análise do Método A. Evidências empíricas sugerem que árvores de cipreste-de-pântano em pântanos depressionais respondem de maneira semelhante a perturbações antropogênicas da água subterrânea, mas não a períodos naturais de seca na ausência de tais perturbações. Portanto, os ciprestes-de-pântano parecem ser integradores de perturbações da água subterrânea. Maiores concentrações dos açúcares solúveis identificados neste estudo nas pontas de galhos de ciprestes-de-pântano podem ser indicadores hidroecológicos de tais perturbações antropogênicas, como rendimento insustentável do aquífero regional e impactos adversos de atividades de armazenamento e recuperação de aquífero (ASR) na SCP.
BibTeX
@article{doi101111j175216882000tb04248x,
author = "Bacchus, Sydney T. and Hamazaki, Toshihide and Britton, Kerry O. and Haines, Bruce L.",
title = "COMPOSIÇÃO DE AÇÚCARES SOLÚVEIS DE POND‐CYPRESS: UM INDICADOR HIDROECOLÓGICO POTENCIAL DE PERTURBAÇÕES DE ÁGUA SUBTERRÂNEA 1",
year = "2000",
journal = "JAWRA Journal of the American Water Resources Association",
abstract = "RESUMO: Pond‐cypress, uma conífera decídua, é uma espécie dominante do dossel em wetlands depressionais da Planície Costeira do sudeste (SCP). O declínio prematuro extensivo e a morte de árvores de pond‐cypress na Flórida central foram atribuídos a alterações no hidrorregime devido a retiradas excessivas de água subterrânea do aquífero Floridan. Um fator identificado no processo de declínio é a decomposição basal, que pode estar relacionada à presença de Botryosphaeria rhodina e espécies de Fusarium (patógenos fúngicos não agressivos e facultativos). Estes fungos foram cultivados a partir de tecido de madeira de sapo de pond‐cypress em declínio associado à mineração de água subterrânea, mas não de pond‐cypress fora de áreas de mineração de água subterrânea. Neste experimento, diferenças na composição de carboidratos solúveis (não estruturais) de pontas de galhos foram avaliadas para pond‐cypress de um e dois anos de idade, cultivados em viveiro (não abrigados), após um ano de crescimento sob condições de tratamento (controle, inoculação fúngica, estresse hídrico e inoculação fúngica mais estresse hídrico) em câmara de crescimento. Resultados de dois métodos de análise química úmida foram comparados (trimetilsilil metilglicosídeo‐Método A, e acetato de alditol ‐ Método B). Três pentoses (arabinose, ramnose e xilose) e três hexoses (galactose, glicose e manose) foram identificadas em pontas de galhos de ambas as classes etárias. Uma quarta hexose (fucose) também foi identificada em amostras das árvores mais jovens. O açúcar ácido, ácido galacturônico, foi identificado em ambas as classes etárias usando o Método A. Os resultados sugerem que o estresse hídrico prolongado está correlacionado com maiores concentrações relativas dos açúcares solúveis neutros ramnose (P = 0,02), xilose (P = 0,02) e galactose (P = 0,02), além do açúcar ácido ácido galacturônico (P = 0,01), para o Método A, e arabinose (P = 0,02) para o Método B. Estes resultados também sugerem que, na ausência de estresse hídrico, o patógeno fúngico B. rhodina não penetra na madeira de sapo das árvores, e que a inoculação com este patógeno fúngico não está correlacionada com diferenças nas concentrações relativas de carboidratos solúveis não estruturais, com base na análise do Método A. Evidências empíricas sugerem que árvores de pond‐cypress em wetlands depressionais respondem de maneira semelhante a perturbações antropogênicas de água subterrânea, mas não a períodos naturais de seca na ausência de tais perturbações. Portanto, pond‐cypress parecem ser integradores de perturbações de água subterrânea. Maiores concentrações dos açúcares solúveis identificados neste estudo em pontas de galhos de pond‐cypress podem ser indicadores hidroecológicos de tais perturbações antropogênicas, como rendimento insustentável do aquífero regional e impactos adversos de atividades de armazenamento e recuperação de aquífero (ASR) na SCP.",
url = "https://doi.org/10.1111/j.1752-1688.2000.tb04248.x",
doi = "10.1111/j.1752-1688.2000.tb04248.x",
openalex = "W2004128730",
references = "doi103133wri934044"
}
62. Spechler, Rick M. e Halford, Keith J., 2001, Hidrogeologia, qualidade da água e efeitos simulados de extrações de águas subterrâneas do sistema aquífero Floridana, Condado de Seminole e arredores, Flórida.
Resumo
A hidrogeologia e a qualidade da água subterrânea do Condado de Seminole, no centro-leste da Flórida, foram avaliadas. Foi desenvolvido um modelo de fluxo de água subterrânea para simular os efeitos tanto das atuais (de setembro de 1996 a agosto de 1997) quanto das projeções de 2020 de captações de água subterrânea nos níveis de água do sistema aquífero superficial e na superfície potenciométrica dos aquíferos Floridan Superior e Inferior no Condado de Seminole e arredores. O sistema aquífero Floridan é a principal fonte de água subterrânea na área de estudo. Em 1965, as captações de água subterrânea do sistema aquífero Floridan no Condado de Seminole eram de aproximadamente 11 milhões de galões por dia. Em 1995, as captações totalizaram aproximadamente 69 milhões de galões por dia. Do total de água subterrânea utilizada em 1995, 74 por cento era para abastecimento público, 12 por cento para uso doméstico auto-suprido, 10 por cento para agricultura auto-suprida e 4 por cento para irrigação recreativa. As unidades principais portadoras de água no Condado de Seminole são o sistema aquífero superficial e o sistema aquífero Floridan. Os dois sistemas aquíferos são separados pela unidade confinante intermediária, que contém camadas de sedimentos de menor permeabilidade que confinam a água no sistema aquífero Floridan. O sistema aquífero Floridan possui duas zonas principais portadoras de água (o aquífero Floridan Superior e o aquífero Floridan Inferior), que são separadas por uma unidade semiconfinante menos permeável. Os níveis de água do aquífero Floridan Superior e os fluxos de nascentes têm sido afetados pelo desenvolvimento de água subterrânea. Hidrografos de longo prazo de quatro poços que captam o aquífero Floridan Superior mostram uma tendência geral de queda desde o início dos anos 1950 até 1990. As quedas nos níveis de água são causadas predominantemente pelo aumento da extração por bombeamento e pela precipitação anual abaixo da média. De 1991 a 1998, os níveis de água aumentaram ligeiramente, uma tendência que pode ser explicada pelo aumento da precipitação anual média. Declines de longo prazo na superfície potenciométrica variaram em toda a área, variando de aproximadamente 3 a 12 pés. Diminuições na descarga de nascentes também foram observadas em algumas nascentes com registro de longo prazo. As concentrações de cloreto na água do aquífero Floridan Superior no Condado de Seminole variam espacialmente de 6,2 a 5.300 miligramas por litro. As concentrações de cloreto são mais baixas nas áreas de recarga do sistema aquífero Floridan na parte oeste do Condado de Seminole e perto de Geneva. A água mais mineralizada ocorre adjacente ao Rio Wekiva no noroeste do Condado de Seminole, ao redor da parte leste do Lago Jesup e ao longo do Rio St. Johns no leste do Condado de Seminole. A análise de dados limitados de qualidade da água de longo prazo indica que as concentrações de cloreto na água para a maioria dos poços no sistema aquífero Floridan no Condado de Seminole não mudaram significativamente no período de 20 anos de 1976 a 1996 e provavelmente não desde meados dos anos 1950. A análise de amostras de água coletadas de algumas nascentes do aquífero Floridan Superior, no entanto, indica que a água tornou-se mais mineralizada nos últimos anos. Aumentos na condutividade específica e nas concentrações de cátions e ânions principais foram observados em várias das nascentes dentro da área de estudo onde dados de qualidade da água de longo prazo estavam disponíveis. Associado a esses aumentos na mineralização da água de nascente tem sido um aumento na concentração total de nitrato mais nitrito como nitrogênio. Um modelo tridimensional foi desenvolvido para simular o fluxo de água subterrânea nos sistemas aquíferos superficial e Floridan. O modelo de fluxo de água subterrânea em regime permanente foi calibrado com dados de nível de água que foram média sobre um período de 1 ano de setembro de 1996 a agosto de 1997. O modelo de fluxo calibrado geralmente produziu níveis de água simulados em razoável acordo com os níveis de água medidos. Como resultado, o modelo calibrado foi usado para simular os efeitos de aumentos esperados nas captações de água subterrânea nos níveis de água do sistema aquífero superficial e na superfície potenciométrica dos aquíferos Floridan Superior e Inferior no Condado de Seminole. O ca
BibTeX
@misc{doi103133wri014182,
author = "Spechler, Rick M. e Halford, Keith J.",
title = "Hidrogeologia, qualidade da água e efeitos simulados de extrações de águas subterrâneas do sistema aquífero Floridan, Condado de Seminole e arredores, Flórida",
year = "2001",
abstract = "A hidrogeologia e a qualidade das águas subterrâneas do Condado de Seminole, no centro-leste da Flórida, foram avaliadas. Foi desenvolvido um modelo de fluxo de águas subterrâneas para simular os efeitos tanto das extrações atuais (de setembro de 1996 a agosto de 1997) quanto das extrações projetadas para 2020 nos níveis de água do sistema aquífero superficial e na superfície potenciométrica dos aquíferos Floridan Superior e Inferior no Condado de Seminole e arredores. O sistema aquífero Floridan é a principal fonte de água subterrânea na área de estudo. Em 1965, as extrações de água subterrânea do sistema aquífero Floridan no Condado de Seminole eram de cerca de 11 milhões de galões por dia. Em 1995, as extrações totalizaram cerca de 69 milhões de galões por dia. Do total de água subterrânea utilizada em 1995, 74 por cento era para abastecimento público, 12 por cento para uso doméstico auto-suprido, 10 por cento para agricultura auto-suprida e 4 por cento para irrigação recreativa. As unidades principais portadoras de água no Condado de Seminole são o sistema aquífero superficial e o sistema aquífero Floridan. Os dois sistemas aquíferos são separados pela unidade confinante intermediária, que contém camadas de sedimentos de menor permeabilidade que confinam a água no sistema aquífero Floridan. O sistema aquífero Floridan possui duas zonas principais portadoras de água (o aquífero Floridan Superior e o aquífero Floridan Inferior), que são separadas por uma unidade semiconfinante menos permeável. Os níveis de água do aquífero Floridan Superior e os fluxos de nascentes têm sido afetados pelo desenvolvimento de águas subterrâneas. Hidrografias de longo prazo de quatro poços que captam o aquífero Floridan Superior mostram uma tendência geral de declínio desde o início dos anos 1950 até 1990. As quedas nos níveis de água são causadas predominantemente pelo aumento da extração por bombeamento e por chuvas anuais abaixo da média. De 1991 a 1998, os níveis de água aumentaram ligeiramente, uma tendência que pode ser explicada por um aumento nas chuvas anuais médias. Declínios de longo prazo na superfície potenciométrica variaram em toda a área, variando de cerca de 3 a 12 pés. Diminuições na descarga de nascentes também foram observadas em algumas nascentes com registro de longo prazo. As concentrações de cloreto na água do aquífero Floridan Superior no Condado de Seminole variam regionalmente de 6,2 a 5.300 miligramas por litro. As concentrações de cloreto são mais baixas nas áreas de recarga do sistema aquífero Floridan na parte oeste do Condado de Seminole e perto de Geneva. A água mais mineralizada ocorre adjacente ao Rio Wekiva no noroeste do Condado de Seminole, ao redor da parte leste do Lago Jesup e ao longo do Rio St. Johns no leste do Condado de Seminole. A análise de dados limitados de qualidade da água de longo prazo indica que as concentrações de cloreto na água para a maioria dos poços no sistema aquífero Floridan no Condado de Seminole não mudaram significativamente no período de 20 anos de 1976 a 1996 e provavelmente não desde meados dos anos 1950. No entanto, a análise de amostras de água coletadas de algumas nascentes do aquífero Floridan Superior indica que a água tornou-se mais mineralizada nos últimos anos. Aumentos na condutividade específica e nas concentrações de cátions e ânions principais foram observados em várias das nascentes dentro da área de estudo onde havia dados de qualidade da água de longo prazo disponíveis. Associado a esses aumentos na mineralização da água de nascente tem sido um aumento na concentração total de nitrato mais nitrito como nitrogênio. Foi desenvolvido um modelo tridimensional para simular o fluxo de águas subterrâneas nos sistemas aquíferos superficial e Floridan. O modelo de fluxo de águas subterrâneas em regime permanente foi calibrado com dados de nível de água que foram média de um período de 1 ano de setembro de 1996 a agosto de 1997. O modelo de fluxo calibrado geralmente produziu níveis de água simulados em razoável acordo com os níveis de água medidos. Como resultado, o modelo calibrado foi usado para simular os efeitos de aumentos esperados nas extrações de águas subterrâneas nos níveis de água do sistema aquífero superficial e na superfície potenciométrica dos aquíferos Floridan Superior e Inferior no Condado de Seminole. O ca",
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doi = "10.3133/wri014182",
openalex = "W144625416"
}
63. Bouwer, Herman, 2002, Recarga artificial de águas subterrâneas: hidrogeologia e engenharia: Hydrogeology Journal.
DOI: 10.1007/s10040-001-0182-4
BibTeX
@article{doi101007s1004000101824,
author = "Bouwer, Herman",
title = "Recarga artificial de águas subterrâneas: hidrogeologia e engenharia",
year = "2002",
journal = "Hydrogeology Journal",
url = "https://doi.org/10.1007/s10040-001-0182-4",
doi = "10.1007/s10040-001-0182-4",
openalex = "W2100667239"
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64. Smedley, Pauline e Kinniburgh, D.G., 2002, Uma revisão da origem, comportamento e distribuição de arsênio em águas naturais: Applied Geochemistry.
DOI: 10.1016/s0883-2927(02)00018-5
BibTeX
@article{doi101016s0883292702000185,
author = "Smedley, Pauline e Kinniburgh, D.G.",
title = "Uma revisão da origem, comportamento e distribuição de arsênio em águas naturais",
year = "2002",
journal = "Applied Geochemistry",
url = "https://doi.org/10.1016/s0883-2927(02)00018-5",
doi = "10.1016/s0883-2927(02)00018-5",
openalex = "W2149602337",
references = "doi1010079783642730931, doi1010160016703755900429, doi1010160375674273900034, doi101038333134a0, doi1012019781439833544, stewart1963marine"
}
65. Kipfer, Rolf e Aeschbach, Werner e Peeters, Frank e Stute, M., 2002, Gases Nobres em Lagos e Águas Subterrâneas: Revisões em Mineralogia e Geoquímica.
Resumo
Diferente da maioria dos outros campos da geoquímica de gases nobres, que geralmente consideram os gases nobres atmosféricos como 'contaminação', os gases nobres de origem atmosférica constituem a contribuição muito maior e, portanto, mais importante para a abundância de gases nobres em águas meteóricas, como lagos e águas subterrâneas. Os gases nobres atmosféricos entram no ciclo hidrológico meteórico por meio da partição de gases durante a troca de ar/água com a atmosfera. Em lagos e oceanos, os gases nobres são trocados com a atmosfera livre na superfície do corpo de água aberto. Em águas subterrâneas, os gases particionam entre a fase aquosa e o ar do solo da zona quase saturada, a transição entre a zona não saturada e a zona saturada. Medições extensas mostraram que as concentrações de gases nobres em águas abertas concordam bem com o equilíbrio de solubilidade de gases nobres de acordo com a partição (livre) ar/(livre) água, onde a concentração aquática é diretamente proporcional à abundância respectiva de gases nobres atmosféricos (lei de Henry, Aeschbach-Hertig et al. 1999b). Em aplicações em lagos e águas subterrâneas, o coeficiente de Henry específico para o gás pode ser simplificado assumindo que depende apenas da temperatura e salinidade da água. Portanto, as concentrações de equilíbrio de gases nobres implicitamente transmitem informações sobre as propriedades físicas da água durante a troca de gases na interface ar/água, ou seja, pressão do ar, temperatura e salinidade da massa de água em troca. A presença ubíqua de gases nobres atmosféricos no ciclo hidrológico meteórico define uma linha de base natural, que mascara outros componentes de gases nobres até que sua abundância seja suficientemente grande para que esses componentes possam ser separados contra o fundo atmosférico natural. Para a maioria dos aspectos geoquímicos clássicos, esta característica típica das águas naturais pode parecer, à primeira vista, uma desvantagem. Na verdade, revela-se vantajosa porque, na maioria dos casos, a abundância de gases nobres na água pode ser entendida como uma mistura binária de dois componentes distintos de gases nobres - um componente atmosférico bem delimitado e um componente residual de origem não atmosférica. Apenas muito poucos processos são capazes de fracionar gases nobres atmosféricos. Todos esses processos são controlados por mecanismos físicos bem compreendidos, que, em consequência, restringem completamente os gases nobres de origem atmosférica e qualquer outro componente. Além dos gases nobres atmosféricos, basicamente dois componentes de gases nobres não atmosféricos estão presentes na maioria das águas naturais: gases nobres radiogênicos e gases nobres terrígenos de diferentes compartimentos geoquímicos da Terra.
BibTeX
@article{doi102138rmg20024714,
author = "Kipfer, Rolf and Aeschbach, Werner and Peeters, Frank and Stute, M.",
title = "Noble Gases in Lakes and Ground Waters",
year = "2002",
journal = "Reviews in Mineralogy and Geochemistry",
abstract = "Diferente da maioria dos outros campos da geoquímica de gases nobres, que geralmente consideram os gases nobres atmosféricos como 'contaminação', os gases nobres de origem atmosférica constituem a contribuição muito maior e, portanto, mais importante para a abundância de gases nobres em águas meteóricas, como lagos e águas subterrâneas. Os gases nobres atmosféricos entram no ciclo hidrológico meteórico por meio da partição de gases durante a troca de ar/água com a atmosfera. Em lagos e oceanos, os gases nobres são trocados com a atmosfera livre na superfície do corpo de água aberto. Em águas subterrâneas, os gases particionam entre a fase aquosa e o ar do solo da zona quase saturada, a transição entre a zona não saturada e a zona saturada. Medições extensas mostraram que as concentrações de gases nobres em águas abertas concordam bem com o equilíbrio de solubilidade de gases nobres de acordo com a partição (livre) ar/(livre) água, onde a concentração aquática é diretamente proporcional à abundância respectiva de gases nobres atmosféricos (lei de Henry, Aeschbach-Hertig et al. 1999b). Em aplicações em lagos e águas subterrâneas, o coeficiente de Henry específico para o gás pode ser simplificado assumindo que depende apenas da temperatura e salinidade da água. Portanto, as concentrações de equilíbrio de gases nobres implicitamente transmitem informações sobre as propriedades físicas da água durante a troca de gases na interface ar/água, ou seja, pressão do ar, temperatura e salinidade da massa de água em troca. A presença ubíqua de gases nobres atmosféricos no ciclo hidrológico meteórico define uma linha de base natural, que mascara outros componentes de gases nobres até que sua abundância seja suficientemente grande para que esses componentes possam ser separados contra o fundo atmosférico natural. Para a maioria dos aspectos geoquímicos clássicos, esta característica típica das águas naturais pode parecer, à primeira vista, uma desvantagem. Na verdade, revela-se vantajosa porque, na maioria dos casos, a abundância de gases nobres na água pode ser entendida como uma mistura binária de dois componentes distintos de gases nobres - um componente atmosférico bem delimitado e um componente residual de origem não atmosférica. Apenas muito poucos processos são capazes de fracionar gases nobres atmosféricos. Todos esses processos são controlados por mecanismos físicos bem compreendidos, que, em consequência, restringem completamente os gases nobres de origem atmosférica e qualquer outro componente. Além dos gases nobres atmosféricos, basicamente dois componentes de gases nobres não atmosféricos estão presentes na maioria das águas naturais: gases nobres radiogênicos e gases nobres terrígenos de diferentes compartimentos geoquímicos da Terra.",
url = "https://doi.org/10.2138/rmg.2002.47.14",
doi = "10.2138/rmg.2002.47.14",
openalex = "W1973157140",
references = "doi1010160022169482901470, doi106028jres105043"
}
66. Granato, Gregory E. e Barlow, Paul M. e Dickerman, David C., 2003, Hidrogeologia e Efeitos Simulados de Retirada de Água Subterrânea na Área do Grande Rio, Rhode Island.
Resumo
O Rhode Island Water Resources Board está considerando o uso expandido dos recursos de águas subterrâneas da área do Big River porque as demandas crescentes de água em Rhode Island podem exceder a capacidade das fontes atuais. Este relatório descreve a hidrologia da área e os modelos de simulação numérica que foram utilizados para examinar os efeitos das extrações de águas subterrâneas durante 1964-98 e para descrever os efeitos potenciais de diferentes cenários de extração na área. A área de estudo do Big River abrange 35,7 milhas quadradas (mi2) e inclui três bacias de drenagem de água superficial principais: a Bacia do Rio Mishnock acima da Route 3, a Bacia do Big River e a Bacia do Rio Carr, que é um afluente do Big River. O aquífero principal (referido como aquífero superficial) na área de estudo, que é definido como a área de depósitos estratificados com espessura saturada estimada em 10 pés ou mais, cobre uma área de 10,9 mi2. Em média, estima-se que 75 pés cúbicos por segundo (ft3/s) de água fluam através da área de estudo e cerca de 70 ft3/s saiam da área como vazão de rio, seja no Big River (cerca de 63 ft3/s) ou no Rio Mishnock (cerca de 7 ft3/s). Modelos de simulação numérica são utilizados para descrever a hidrologia da área sob condições simuladas de pré-desenvolvimento, condições durante 1964-98 e condições que podem ocorrer em 14 cenários hipotéticos de extração de águas subterrâneas com taxas totais de extração de águas subterrâneas na área que variam de 2 a 11 milhões de galões por dia. A depleção da vazão de rio causada por essas extrações hipotéticas de águas subterrâneas é calculada por comparação com vazões simuladas para as condições de pré-desenvolvimento, que são idênticas às condições simuladas durante o período de 1964-98, mas sem extrações em poços de abastecimento público e recarga de esgoto. A interpretação dos resultados da simulação numérica indica que as três bacias na área de estudo são, na verdade, um único recurso de águas subterrâneas. Por exemplo, a Bacia do Rio Carr acima do Lago Capwell Mill perde naturalmente água para a Bacia do Rio Mishnock. Extrações na Bacia do Rio Carr podem esgotar as vazões de rio na Bacia do Rio Mishnock. Extrações na Bacia do Rio Mishnock esgotam as vazões de rio na Bacia do Big River e podem interceptar água fluindo para o Flat River Reservoir ao norte da Hill Farm Road em Coventry, Rhode Island. Extrações na Bacia do Big River podem esgotar as vazões de rio no afluente não nomeado a oeste do Rio Carr, mas não esgotam as vazões de rio na Bacia do Rio Mishnock ou no Rio Carr a montante do Lago Capwell Mill Pond. Como as extrações esgotam as vazões de rio na área de estudo, a quantidade total de água subterrânea que pode ser extraída para abastecimento público depende do critério mínimo de vazão de rio aplicável para cada bacia.
BibTeX
@misc{doi103133wri034222,
author = "Granato, Gregory E. and Barlow, Paul M. and Dickerman, David C.",
title = "Hidrogeologia e Efeitos Simulados de Retirada de Água Subterrânea na Área do Big River, Rhode Island",
year = "2003",
abstract = "A Rhode Island Water Resources Board está considerando o uso expandido de recursos de água subterrânea da área do Big River porque as demandas crescentes de água em Rhode Island podem exceder a capacidade das fontes atuais. Este relatório descreve a hidrologia da área e modelos de simulação numérica que foram utilizados para examinar os efeitos da retirada de água subterrânea durante 1964-98 e para descrever os efeitos potenciais de diferentes cenários de retirada na área. A área de estudo do Big River cobre 35,7 milhas quadradas (mi2) e inclui três bacias de drenagem de água superficial principais: a Bacia do Rio Mishnock acima da Route 3, a Bacia do Big River e a Bacia do Rio Carr, que é um afluente do Big River. O aquífero principal (referido como aquífero superficial) na área de estudo, que é definido como a área de depósitos estratificados com espessura saturada estimada em 10 pés ou mais, cobre uma área de 10,9 mi2. Em média, estima-se que 75 pés cúbicos por segundo (ft3/s) de água fluam através da área de estudo e cerca de 70 ft3/s fluam para fora da área como vazão de rio, seja no Big River (cerca de 63 ft3/s) ou no Rio Mishnock (cerca de 7 ft3/s). Modelos de simulação numérica são utilizados para descrever a hidrologia da área sob condições simuladas pré-desenvolvimento, condições durante 1964-98 e condições que podem ocorrer em 14 cenários hipotéticos de retirada de água subterrânea com taxas totais de retirada de água subterrânea na área que variam de 2 a 11 milhões de galões por dia. A depleção da vazão de rio causada por essas retiradas hipotéticas de água subterrânea é calculada por comparação com vazões simuladas para as condições pré-desenvolvimento, que são idênticas às condições simuladas durante o período de 1964-98, mas sem retiradas em poços de abastecimento público e recarga de esgoto. A interpretação dos resultados da simulação numérica indica que as três bacias na área de estudo são, de fato, um único recurso de água subterrânea. Por exemplo, a Bacia do Rio Carr acima do Lago Capwell Mill perde naturalmente água para a Bacia do Rio Mishnock. Retiradas na Bacia do Rio Carr podem depletar as vazões de rio na Bacia do Rio Mishnock. Retiradas na Bacia do Rio Mishnock depletam as vazões de rio na Bacia do Big River e podem interceptar água fluindo para o Reservatório Flat River ao norte da Hill Farm Road em Coventry, Rhode Island. Retiradas na Bacia do Big River podem depletar as vazões de rio no afluente não nomeado a oeste do Rio Carr, mas não depletam as vazões de rio na Bacia do Rio Mishnock ou no Rio Carr a montante do Lago Capwell Mill Pond. Como as retiradas depletam as vazões de rio na área de estudo, a quantidade total de água subterrânea que pode ser retirada para abastecimento público depende do critério mínimo de vazão de rio aplicável para cada bacia.",
url = "https://doi.org/10.3133/wri034222",
doi = "10.3133/wri034222",
openalex = "W1532304071",
references = "doi103133wri974126"
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67. Fewtrell, Lorna, 2004, Nitrato da água potável, metahemoglobinemia e carga global de doenças: Uma discussão: Perspectivas em Saúde Ambiental.
Resumo
Em nome da Organização Mundial da Saúde (OMS), realizei uma série de investigações baseadas na literatura que examinam a carga global de doenças relacionada a vários fatores de risco ambientais associados à água potável. Neste artigo, descrevo a investigação sobre a concentração de nitrato na água potável e a metahemoglobinemia. A avaliação da exposição baseou-se em níveis de nitrato na água potável superiores ao valor de orientação da OMS de 50 mg/L. No entanto, não foi possível identificar nenhuma relação entre exposição e resposta que relacionasse o nível de nitrato na água potável com a metahemoglobinemia. De fato, embora tenha sido anteriormente aceito que o consumo de água potável rica em nitratos causa metahemoglobinemia em lactentes, parece agora que o nitrato pode ser um de vários cofatores que desempenham um papel, por vezes complexo, na causa da doença. Concluo que, dada a aparente baixa incidência de possível metahemoglobinemia relacionada à água, a natureza complexa do papel dos nitratos e a do comportamento individual, é atualmente inadequado tentar relacionar as taxas de doença com os níveis de nitrato na água potável.
BibTeX
@article{doi101289ehp7216,
author = "Fewtrell, Lorna",
title = "Drinking-Water Nitrate, Methemoglobinemia, and Global Burden of Disease: A Discussion",
year = "2004",
journal = "Environmental Health Perspectives",
abstract = "On behalf of the World Health Organization (WHO), I have undertaken a series of literature-based investigations examining the global burden of disease related to a number of environmental risk factors associated with drinking water. In this article I outline the investigation of drinking-water nitrate concentration and methemoglobinemia. The exposure assessment was based on levels of nitrate in drinking water greater than the WHO guideline value of 50 mg/L. No exposure-response relationship, however, could be identified that related drinking-water nitrate level to methemoglobinemia. Indeed, although it has previously been accepted that consumption of drinking water high in nitrates causes methemoglobinemia in infants, it appears now that nitrate may be one of a number of co-factors that play a sometimes complex role in causing the disease. I conclude that, given the apparently low incidence of possible water-related methemoglobinemia, the complex nature of the role of nitrates, and that of individual behavior, it is currently inappropriate to attempt to link illness rates with drinking-water nitrate levels.",
url = "https://doi.org/10.1289/ehp.7216",
doi = "10.1289/ehp.7216",
openalex = "W2045507079",
references = "doi101001jama194502860360014004"
}
68. Kroening, Sharon E., 2004, Características de vazão e qualidade da água em locais selecionados do Rio St. Johns na Flórida central, 1933 a 2002: Relatório de investigações científicas.
Resumo
Para atender às necessidades de abastecimento de água na Flórida central para 2020, o Rio St. Johns está sendo considerado como uma fonte de água para complementar a água subterrânea do sistema aquífero Floridan. Informações atuais (2004) sobre vazão e características de qualidade da água do Rio St. Johns na Flórida leste-central são necessárias por planejadores de recursos hídricos para avaliar a viabilidade de usar o rio como uma fonte alternativa de abastecimento de água e para projetar instalações de tratamento de água. Para atender a essa necessidade, a vazão e a qualidade da água do trecho médio de 90 milhas do Rio St. Johns, Flórida, a jusante do Lago Poinsett até próximo a DeLand, foram caracterizados usando dados retrospectivos (1991-99) e dados coletados recentemente (2000-02). As características de vazão foram determinadas usando dados dos anos hidrológicos 1933-2000. As características de qualidade da água foram descritas usando dados de 1991-99 em 15 locais no Rio St. Johns e 1 local cada perto das bocas dos rios Econlockhatchee e Wekiva. Os dados foram complementados com dados de qualidade da água seminais e dados contínuos de propriedades físicas em quatro locais do Rio St. Johns e dados trimestrais de locais no Rio Wekiva, Blackwater Creek e a jusante das Blue Springs de 2000-02. Os constituintes de qualidade da água descritos foram limitados a informações sobre propriedades físicas, íons principais e outros constituintes inorgânicos, nutrientes, carbono orgânico, sólidos suspensos e clorofila-a de fitoplâncton. A ocorrência de antibióticos, medicamentos humanos prescritos e não prescritos, pesticidas e uma série de constituintes orgânicos, que podem indicar resíduos domésticos ou industriais, foi descrita em dois locais do Rio St. Johns usando dados limitados coletados nos anos hidrológicos 2002-03. A ocorrência desses mesmos constituintes em água de uma instalação piloto de tratamento de água no Lago Monroe também foi descrita usando dados de um evento de amostragem realizado em março de 2003. A concentração de oxigênio dissolvido e os valores de pH da água no Rio St. Johns foram significativamente menores durante condições de alta vazão do que durante condições de baixa vazão. Baixas concentrações de oxigênio dissolvido podem ter resultado da entrada de água de áreas de pântano ou da subsequente decomposição de matéria orgânica transportada para o rio durante eventos de alta vazão. Baixos valores de pH da água durante condições de alta vazão provavelmente resultaram do aumento das concentrações de carbono orgânico dissolvido no rio. As concentrações de sólidos dissolvidos totais e outros constituintes inorgânicos no Rio St. Johns foram inversamente relacionadas com a vazão. A maioria das concentrações de íons principais, concentrações de sólidos dissolvidos totais e valores de condutividade específica variaram substancialmente nos locais de Christmas, Sanford e DeLand durante períodos de baixa vazão em 2000-01, provavelmente refletindo efeitos de vento e marés. Concentrações de sulfeto tão altas quanto 6 miligramas por litro (mg/L) foram medidas no Rio St. Johns durante períodos de alta vazão. O aumento das concentrações de sulfeto provavelmente resultou da decomposição de matéria orgânica ou da redução de sulfato. Concentrações de brometo tão altas quanto 17 mg/L foram medidas no local mais a montante do Rio St. Johns durante 2000-02. Variações temporais no brometo foram caracterizadas por picos agudos de concentração durante períodos de baixa vazão. Picos nas concentrações de brometo tendiam a coincidir com picos nas concentrações de cloreto porque a provável fonte de ambos os constituintes é a água subterrânea afetada por água do mar relictual. As concentrações medianas de carbono orgânico dissolvido variaram de 15 a 26 mg/L durante 2000-02, e concentrações tão altas quanto 42 mg/L foram medidas. Valores de cor da água e concentrações de carbono orgânico dissolvido geralmente foram significativamente maiores durante condições de alta vazão do que durante condições de baixa vazão. Dados de absorção específica de luz ultravioleta indicaram que o carbono orgânico durante eventos de alta vazão era mais aromático em composição e provavelmente originou-se de fontes derivadas de terra em comparação com o carbono orgânico no rio durante outras épocas do ano. D
BibTeX
@article{doi103133sir20045177,
author = "Kroening, Sharon E.",
title = "Características de vazão e qualidade da água em locais selecionados do Rio St. Johns na Flórida central, 1933 a 2002",
year = "2004",
journal = "Relatório de investigações científicas",
abstract = "Para atender às necessidades de abastecimento de água na Flórida central para 2020, o Rio St. Johns está sendo considerado como uma fonte de água para complementar a água subterrânea do sistema aquífero Floridan. As informações atuais (2004) sobre as características de vazão e qualidade da água do Rio St. Johns na Flórida centro-leste são necessárias aos planejadores de recursos hídricos para avaliar a viabilidade de usar o rio como fonte alternativa de abastecimento de água e para projetar instalações de tratamento de água. Para atender a essa necessidade, as características de vazão e qualidade da água do trecho médio de 90 milhas do Rio St. Johns, Flórida, a jusante do Lago Poinsett até perto de DeLand, foram caracterizadas usando dados retrospectivos (1991-99) e dados coletados recentemente (2000-02). As características de vazão foram determinadas usando dados dos anos hidrológicos 1933-2000. As características de qualidade da água foram descritas usando dados de 1991-99 em 15 locais no Rio St. Johns e 1 local cada um perto das bocas dos rios Econlockhatchee e Wekiva. Os dados foram complementados com dados de qualidade da água seminais e dados contínuos de propriedades físicas em quatro locais do Rio St. Johns e dados trimestrais de locais no Rio Wekiva, Blackwater Creek e a jusante de Blue Springs de 2000-02. Os constituintes de qualidade da água descritos foram limitados a informações sobre propriedades físicas, íons principais e outros constituintes inorgânicos, nutrientes, carbono orgânico, sólidos suspensos e clorofila-a de fitoplâncton. A ocorrência de antibióticos, medicamentos humanos prescritos e não prescritos, pesticidas e uma série de constituintes orgânicos, que podem indicar resíduos domésticos ou industriais, foi descrita em dois locais do Rio St. Johns usando dados limitados coletados nos anos hidrológicos 2002-03. A ocorrência desses mesmos constituintes na água de uma instalação piloto de tratamento de água no Lago Monroe também foi descrita usando dados de uma amostragem realizada em março de 2003. As concentrações de oxigênio dissolvido e valores de pH da água no Rio St. Johns foram significativamente menores durante condições de alta vazão do que durante condições de baixa vazão. Baixas concentrações de oxigênio dissolvido podem ter resultado da entrada de água de áreas de pântano ou da subsequente decomposição de matéria orgânica transportada para o rio durante eventos de alta vazão. Baixos valores de pH da água durante condições de alta vazão provavelmente resultaram do aumento das concentrações de carbono orgânico dissolvido no rio. As concentrações de sólidos dissolvidos totais e outros constituintes inorgânicos no Rio St. Johns foram inversamente relacionadas com a vazão. A maioria das concentrações de íons principais, concentrações de sólidos dissolvidos totais e valores de condutividade específica variaram substancialmente nos locais de Christmas, Sanford e DeLand durante períodos de baixa vazão em 2000-01, provavelmente refletindo efeitos de vento e marés. Concentrações de sulfeto tão altas quanto 6 miligramas por litro (mg/L) foram medidas no Rio St. Johns durante períodos de alta vazão. O aumento das concentrações de sulfeto provavelmente resultou da decomposição de matéria orgânica ou da redução de sulfato. Concentrações de brometo tão altas quanto 17 mg/L foram medidas no local mais a montante do Rio St. Johns durante 2000-02. Variações temporais no brometo foram caracterizadas por picos agudos de concentração durante períodos de baixa vazão. Picos nas concentrações de brometo tendiam a coincidir com picos nas concentrações de cloreto porque a provável fonte de ambos os constituintes é a água subterrânea afetada por água do mar relictual. As concentrações médias de carbono orgânico dissolvido variaram de 15 a 26 mg/L durante 2000-02, e concentrações tão altas quanto 42 mg/L foram medidas. Os valores de cor da água e as concentrações de carbono orgânico dissolvido geralmente foram significativamente maiores durante condições de alta vazão do que durante condições de baixa vazão. Dados de absorção específica de luz ultravioleta indicaram que o carbono orgânico durante eventos de alta vazão era mais aromático em composição e provavelmente originado de fontes terrestres em comparação com o carbono orgânico no rio durante outras épocas do ano. D",
url = "https://doi.org/10.3133/sir20045177",
doi = "10.3133/sir20045177",
openalex = "W1502164649",
references = "doi103133wri014182"
}
69. Kwong, Y. T. John, 2004, Mine Water Hydrogeology and Geochemistry: Geoscience Canada.
BibTeX
@article{openalexw1607015536,
author = "Kwong, Y. T. John",
title = "Mine Water Hydrogeology and Geochemistry",
year = "2004",
journal = "Geoscience Canada",
url = "https://openalex.org/W1607015536",
openalex = "W1607015536"
}
70. McGuire, K. J. e McDonnell, Jeffrey J. e Weiler, Markus e Kendall, Carol e McGlynn, B. L. e Welker, J. M. e Seibert, Jan, 2005, O papel da topografia no tempo de residência da água em escala de bacia hidrográfica: Water Resources Research.
Resumo
A idade, ou tempo de residência, da água é um descritor fundamental da hidrologia de bacias hidrográficas, revelando informações sobre o armazenamento, caminhos de fluxo e fonte da água em uma única medida integrada. Embora tenha havido um tremendo interesse recente na estimativa do tempo de residência para caracterizar bacias hidrográficas, há relativamente poucos estudos que quantificaram o tempo de residência na escala da bacia hidrográfica, e ainda menos que estenderam esses resultados além de bacias individuais para escalas de paisagem maiores. Examinamos os controles topográficos sobre o tempo de residência para sete bacias hidrográficas (0,085–62,4 km²) que representam condições geológicas e geomórficas diversas nas Montanhas Cascade ocidentais de Oregon. Nosso objetivo principal foi determinar os controles físicos dominantes sobre o tempo de residência da água em escala de bacia hidrográfica e especificamente testar a hipótese de que o tempo de residência está relacionado ao tamanho da bacia. Os tempos de residência foram estimados por modelos de convolução simples que descreveram a transferência da composição isotópica da precipitação para a rede de rios. Encontramos que os tempos médios de residência do fluxo base para distribuições exponenciais variaram de 0,8 a 3,3 anos. O tempo médio de residência não mostrou correlação com a área da bacia (r² < 0,01), mas sim correlacionou-se (r² = 0,91) com índices de terreno da bacia que representam a distância do caminho de fluxo e o gradiente do caminho de fluxo até a rede de rios. Esses resultados ilustram que a organização da paisagem (ou seja, a topografia) em vez da área da bacia controla o transporte em escala de bacia hidrográfica. Os resultados deste estudo podem fornecer um quadro para descrever o transporte invariante em escala através de condições climáticas e geológicas, pelo qual a forma interna e a estrutura da bacia definem o controle de primeira ordem sobre o tempo de residência do fluxo base.
BibTeX
@article{doi1010292004wr003657,
author = "McGuire, K. J. e McDonnell, Jeffrey J. e Weiler, Markus e Kendall, Carol e McGlynn, B. L. e Welker, J. M. e Seibert, Jan",
title = "O papel da topografia no tempo de residência da água em escala de bacia hidrográfica",
year = "2005",
journal = "Water Resources Research",
abstract = "A idade, ou tempo de residência, da água é um descritor fundamental da hidrologia de bacias hidrográficas, revelando informações sobre o armazenamento, caminhos de fluxo e fonte da água em uma única medida integrada. Embora tenha havido um tremendo interesse recente na estimativa do tempo de residência para caracterizar bacias hidrográficas, há relativamente poucos estudos que quantificaram o tempo de residência na escala da bacia hidrográfica, e ainda menos que estenderam esses resultados além de bacias individuais para escalas de paisagem maiores. Examinamos os controles topográficos sobre o tempo de residência para sete bacias hidrográficas (0,085–62,4 km²) que representam condições geológicas e geomórficas diversas nas Montanhas Cascade ocidentais de Oregon. Nosso objetivo principal foi determinar os controles físicos dominantes sobre o tempo de residência da água em escala de bacia hidrográfica e especificamente testar a hipótese de que o tempo de residência está relacionado ao tamanho da bacia. Os tempos de residência foram estimados por modelos de convolução simples que descreveram a transferência da composição isotópica da precipitação para a rede de rios. Encontramos que os tempos médios de residência do fluxo base para distribuições exponenciais variaram de 0,8 a 3,3 anos. O tempo médio de residência não mostrou correlação com a área da bacia (r² < 0,01), mas sim correlacionou-se (r² = 0,91) com índices de terreno da bacia que representam a distância do caminho de fluxo e o gradiente do caminho de fluxo até a rede de rios. Esses resultados ilustram que a organização da paisagem (ou seja, a topografia) em vez da área da bacia controla o transporte em escala de bacia hidrográfica. Os resultados deste estudo podem fornecer um quadro para descrever o transporte invariante em escala através de condições climáticas e geológicas, pelo qual a forma interna e a estrutura da bacia definem o controle de primeira ordem sobre o tempo de residência do fluxo base.",
url = "https://doi.org/10.1029/2004wr003657",
doi = "10.1029/2004wr003657",
openalex = "W2135843060",
references = "doi1010160022169482901470, doi1012019781482242911"
}
71. Anderson, Mary P., 2005, Calor como traçador de águas subterrâneas: Ground Water.
DOI: 10.1111/j.1745-6584.2005.00052.x
Resumo
O calor transportado pelas águas subterrâneas serve como traçador para identificar a infiltração de águas superficiais, o fluxo através de fraturas e os padrões de fluxo em bacias de águas subterrâneas. Medições de temperatura podem ser analisadas para determinar as taxas de recarga e descarga, os efeitos do aquecimento superficial, a troca com águas superficiais, a condutividade hidráulica dos sedimentos do leito do rio e a permeabilidade em escala de bacia. Dados de temperatura também são utilizados em soluções formais do problema inverso para estimar o fluxo de águas subterrâneas e a condutividade hidráulica. Os fundamentos do uso do calor como traçador de águas subterrâneas foram publicados na década de 1960, mas trabalhos recentes expandiram significativamente a aplicação para uma variedade de configurações hidrogeológicas. Em trabalhos recentes, a temperatura é utilizada para delimitar fluxos na zona hiporreica, estimar a descarga de águas subterrâneas submersa e a profundidade da interface água salgada, e na estimação de parâmetros com modelos acoplados de águas subterrâneas e fluxo de calor. Embora resumos curtos de trabalhos selecionados sobre calor como traçador de águas subterrâneas possam ser encontrados em vários artigos de pesquisa, não existe uma síntese crítica do corpo maior de trabalho encontrado na literatura hidrogeológica. O objetivo deste artigo de revisão é preencher essa lacuna e demonstrar que os dados de temperatura de águas subterrâneas e as ferramentas analíticas associadas estão atualmente subutilizados e ainda não realizaram todo o seu potencial.
BibTeX
@article{doi101111j17456584200500052x,
author = "Anderson, Mary P.",
title = "Heat as a Ground Water Tracer",
year = "2005",
journal = "Ground Water",
abstract = "Heat carried by ground water serves as a tracer to identify surface water infiltration, flow through fractures, and flow patterns in ground water basins. Temperature measurements can be analyzed for recharge and discharge rates, the effects of surface warming, interchange with surface water, hydraulic conductivity of streambed sediments, and basin-scale permeability. Temperature data are also used in formal solutions of the inverse problem to estimate ground water flow and hydraulic conductivity. The fundamentals of using heat as a ground water tracer were published in the 1960s, but recent work has significantly expanded the application to a variety of hydrogeological settings. In recent work, temperature is used to delineate flows in the hyporheic zone, estimate submarine ground water discharge and depth to the salt-water interface, and in parameter estimation with coupled ground water and heat-flow models. While short reviews of selected work on heat as a ground water tracer can be found in a number of research papers, there is no critical synthesis of the larger body of work found in the hydrogeological literature. The purpose of this review paper is to fill that void and to show that ground water temperature data and associated analytical tools are currently underused and have not yet realized their full potential.",
url = "https://doi.org/10.1111/j.1745-6584.2005.00052.x",
doi = "10.1111/j.1745-6584.2005.00052.x",
openalex = "W2146904562",
references = "doi10102993jb01427, doi101126science2344777689, openalexw1604940817"
}
72. Panno, Samuel V. e Hackley, Keith C. e Hwang, H.H. e Greenberg, Sallie e Krapac, Ivan G. e Landsberger, S. e O’Kelly, D. J., 2005, Caracterização e Identificação de Fontes de Na-Cl em Água Subterrânea: Ground Water.
DOI: 10.1111/j.1745-6584.2005.00127.x
Resumo
Concentrações elevadas de sódio (Na+) e cloreto (Cl-) em água superficial e subterrânea são comuns nos Estados Unidos e em outros países, e podem servir como indicadores de, ou podem constituir, um problema de qualidade da água. Caracterizamos as fontes naturais e antropogênicas mais prevalentes de Na+ e Cl- em água subterrânea, principalmente no Illinois, e exploramos técnicas que poderiam ser usadas para identificar sua fonte. Consideramos sete fontes potenciais que incluíam produtos químicos agrícolas, efluentes sépticos, resíduos animais, lixiviado de aterros sanitários municipais, água do mar, salmouras de bacias e descongelantes de estradas. Os halogênios Cl-, brometo (Br) e iodeto (I) foram indicadores úteis das fontes de contaminação por Na+-Cl-. O enriquecimento em iodeto (em relação ao Cl-) foi maior na precipitação, seguido por água do solo não contaminada e água subterrânea, e lixiviado de aterros sanitários. As razões de massa dos halogênios entre si, com o nitrogênio total (N) e com Na+ forneceram métodos diagnósticos para distinguir graficamente entre as fontes de Na+ e Cl- em água contaminada. As razões Cl/Br em relação ao Cl- revelaram uma separação clara, embora sobreposta, dos grupos de amostras. Amostras de lixiviado de aterros sanitários e água subterrânea conhecida por estar contaminada por lixiviado foram enriquecidas em I e Br; isso forneceu uma excelente impressão digital para identificar a contaminação por lixiviado. Além disso, o N total, quando plotado contra as razões Cl/Br, separou com sucesso a água contaminada por sal de estrada da água contaminada por outras fontes.
BibTeX
@article{doi101111j17456584200500127x,
author = "Panno, Samuel V. e Hackley, Keith C. e Hwang, H.H. e Greenberg, Sallie e Krapac, Ivan G. e Landsberger, S. e O’Kelly, D. J.",
title = "Caracterização e Identificação de Fontes de Na-Cl em Água Subterrânea",
year = "2005",
journal = "Ground Water",
abstract = "Concentrações elevadas de sódio (Na+) e cloreto (Cl-) em água superficial e subterrânea são comuns nos Estados Unidos e em outros países, e podem servir como indicadores de, ou podem constituir, um problema de qualidade da água. Caracterizamos as fontes naturais e antropogênicas mais prevalentes de Na+ e Cl- em água subterrânea, principalmente no Illinois, e exploramos técnicas que poderiam ser usadas para identificar sua fonte. Consideramos sete fontes potenciais que incluíram produtos químicos agrícolas, efluentes sépticos, resíduos animais, lixiviado de aterros sanitários municipais, água do mar, salmouras de bacias e descongelantes de estradas. Os halogênios Cl-, brometo (Br) e iodeto (I) foram indicadores úteis das fontes de contaminação por Na+-Cl-. O enriquecimento em iodeto (em relação ao Cl-) foi maior na precipitação, seguido por água do solo não contaminada e água subterrânea, e lixiviado de aterros sanitários. As razões de massa dos halogênios entre si, com o nitrogênio total (N) e com Na+ forneceram métodos diagnósticos para distinguir graficamente entre as fontes de Na+ e Cl- em água contaminada. As razões Cl/Br em relação ao Cl- revelaram uma separação clara, embora sobreposta, dos grupos de amostras. Amostras de lixiviado de aterros sanitários e água subterrânea conhecida por estar contaminada por lixiviado foram enriquecidas em I e Br; isso forneceu uma excelente impressão digital para identificar a contaminação por lixiviado. Além disso, o N total, quando plotado contra as razões Cl/Br, separou com sucesso a água contaminada por sal de estrada da água contaminada por outras fontes.",
url = "https://doi.org/10.1111/j.1745-6584.2005.00127.x",
doi = "10.1111/j.1745-6584.2005.00127.x",
openalex = "W2127777553",
references = "doi1010160016703753900519, doi101016b9780444408266500078, doi101021ac00243a035, doi101111j174565841998tb01099x, doi1012019781439833544, doi1012019781482242911, doi1023072623756, openalexw1566391996, openalexw1973523254"
}
73. Ward, Mary H. e deKok, Theo M. e Levallois, Patrick e Brender, Jean D. e Guliš, Gabriel e Nolan, Bernard T. e VanDerslice, James, 2005, Relatório do Grupo de Trabalho: Nitrato na Água Potável e Saúde—Encontrados Recentes e Necessidades de Pesquisa: Perspectivas de Saúde Ambiental.
Resumo
A alteração humana do ciclo do nitrogênio resultou no acúmulo crescente de nitrato em nossos recursos hídricos. O nível máximo de contaminante dos EUA e as diretrizes da Organização Mundial da Saúde para nitrato na água potável foram promulgadas para proteger os bebês de desenvolver metemoglobinemia, uma condição aguda. Alguns cientistas sugeriram recentemente que o limite regulatório para nitrato é excessivamente conservador; no entanto, eles não consideraram minuciosamente os resultados de saúde crônicos. Em agosto de 2004, um simpósio sobre nitrato na água potável e saúde foi realizado na reunião da Sociedade Internacional de Epidemiologia Ambiental para avaliar as exposições ao nitrato e os efeitos de saúde associados em relação ao limite regulatório atual. A contribuição do nitrato na água potável para a formação endógena de compostos N-nitroso foi avaliada com foco na identificação de subpopulações com taxas aumentadas de nitrosação. Efeitos adversos à saúde podem ser o resultado de uma interação complexa da quantidade de nitrato ingerida, a ingestão concomitante de cofatores e precursores de nitrosação, e condições médicas específicas que aumentam a nitrosação. Os participantes do workshop concluíram que mais estudos experimentais são necessários e que uma abordagem particularmente frutífera pode ser a condução de estudos epidemiológicos entre subgrupos suscetíveis com nitrosação endógena aumentada. Os poucos estudos epidemiológicos que avaliaram a ingestão de precursores de nitrosação e/ou inibidores de nitrosação observaram riscos elevados para câncer de cólon e defeitos do tubo neural associados às concentrações de nitrato na água potável abaixo do limite regulatório. O papel da exposição ao nitrato na água potável como fator de risco para cânceres específicos, resultados reprodutivos e outros efeitos de saúde crônicos deve ser estudado mais minuciosamente antes que mudanças ao nível regulatório para nitrato na água potável possam ser consideradas.
BibTeX
@article{doi101289ehp8043,
author = "Ward, Mary H. and deKok, Theo M. and Levallois, Patrick and Brender, Jean D. and Guliš, Gabriel and Nolan, Bernard T. and VanDerslice, James",
title = "Workgroup Report: Drinking-Water Nitrate and Health—Recent Findings and Research Needs",
year = "2005",
journal = "Environmental Health Perspectives",
abstract = "Human alteration of the nitrogen cycle has resulted in steadily accumulating nitrate in our water resources. The U.S. maximum contaminant level and World Health Organization guidelines for nitrate in drinking water were promulgated to protect infants from developing methemoglobinemia, an acute condition. Some scientists have recently suggested that the regulatory limit for nitrate is overly conservative; however, they have not thoroughly considered chronic health outcomes. In August 2004, a symposium on drinking-water nitrate and health was held at the International Society for Environmental Epidemiology meeting to evaluate nitrate exposures and associated health effects in relation to the current regulatory limit. The contribution of drinking-water nitrate toward endogenous formation of N-nitroso compounds was evaluated with a focus toward identifying subpopulations with increased rates of nitrosation. Adverse health effects may be the result of a complex interaction of the amount of nitrate ingested, the concomitant ingestion of nitrosation cofactors and precursors, and specific medical conditions that increase nitrosation. Workshop participants concluded that more experimental studies are needed and that a particularly fruitful approach may be to conduct epidemiologic studies among susceptible subgroups with increased endogenous nitrosation. The few epidemiologic studies that have evaluated intake of nitrosation precursors and/or nitrosation inhibitors have observed elevated risks for colon cancer and neural tube defects associated with drinking-water nitrate concentrations below the regulatory limit. The role of drinking-water nitrate exposure as a risk factor for specific cancers, reproductive outcomes, and other chronic health effects must be studied more thoroughly before changes to the regulatory level for nitrate in drinking water can be considered.",
url = "https://doi.org/10.1289/ehp.8043",
doi = "10.1289/ehp.8043",
openalex = "W2052871899",
references = "doi101001jama194502860360014004"
}
74. Liu, Cong‐Qiang e Li, Si‐Liang e Lang, Yunchao e Xiao, Huayun, 2006, Using δ 15 N- e δ 18 O-Values To Identify Nitrate Sources in Karst Ground Water, Guiyang, Southwest China: Environmental Science & Technology.
Resumo
A poluição por nitrato das águas subterrâneas cársticas é um problema cada vez mais grave com o desenvolvimento de Guiyang, a cidade capital da província de Guizhou, sudoeste da China. O maior teor de NO3- nas águas subterrâneas em comparação com as águas superficiais durante as estações de verão e inverno indica que o sistema de águas subterrâneas cársticas não pode se recuperar facilmente uma vez contaminado com nitrato. A fim de avaliar as fontes e a conversão de nitrato nas águas subterrâneas de Guiyang, analisamos os íons principais, delta(15)N-NH4+, delta(15)N-NO3- e delta(18)O-NO3- em amostras de água superficial e subterrânea coletadas durante as estações de verão e inverno. Os resultados mostram que o nitrato é a espécie dominante de nitrogênio na maioria das amostras de água e há uma grande variação nas fontes de nitrato nas águas subterrâneas entre as estações de inverno e verão, devido à rápida resposta das águas subterrâneas à chuva ou à água superficial na área cárstica. Combinado com informações sobre NO3- /Cl-, as variações dos valores isotópicos de nitrato nas águas subterrâneas mostram um processo de mistura de múltiplas fontes de nitrato, especialmente na estação de verão. Fertilizantes químicos e nitrificação de materiais orgânicos contendo nitrogênio contribuem com nitrato para as águas subterrâneas suburbanas, enquanto os efluentes de esgoto e desnitrificação controlam principalmente a distribuição de nitrato nas águas subterrâneas urbanas.
BibTeX
@article{doi101021es0610129,
author = "Liu, Cong‐Qiang e Li, Si‐Liang e Lang, Yunchao e Xiao, Huayun",
title = "Using δ 15 N- e δ 18 O-Values To Identify Nitrate Sources in Karst Ground Water, Guiyang, Southwest China",
year = "2006",
journal = "Environmental Science \& Technology",
abstract = "A poluição por nitrato das águas subterrâneas cársticas é um problema cada vez mais grave com o desenvolvimento de Guiyang, a cidade capital da província de Guizhou, sudoeste da China. O maior teor de NO3- nas águas subterrâneas em comparação com as águas superficiais durante as estações de verão e inverno indica que o sistema de águas subterrâneas cársticas não pode se recuperar facilmente uma vez contaminado com nitrato. A fim de avaliar as fontes e a conversão de nitrato nas águas subterrâneas de Guiyang, analisamos os íons principais, delta(15)N-NH4+, delta(15)N-NO3- e delta(18)O-NO3- em amostras de água superficial e subterrânea coletadas durante as estações de verão e inverno. Os resultados mostram que o nitrato é a espécie dominante de nitrogênio na maioria das amostras de água e há uma grande variação nas fontes de nitrato nas águas subterrâneas entre as estações de inverno e verão, devido à rápida resposta das águas subterrâneas à chuva ou à água superficial na área cárstica. Combinado com informações sobre NO3- /Cl-, as variações dos valores isotópicos de nitrato nas águas subterrâneas mostram um processo de mistura de múltiplas fontes de nitrato, especialmente na estação de verão. Fertilizantes químicos e nitrificação de materiais orgânicos contendo nitrogênio contribuem com nitrato para as águas subterrâneas suburbanas, enquanto os efluentes de esgoto e desnitrificação controlam principalmente a distribuição de nitrato nas águas subterrâneas urbanas.",
url = "https://doi.org/10.1021/es0610129",
doi = "10.1021/es0610129",
openalex = "W1983340920",
references = "doi101001jama194502860360014004"
}
75. Kalbus, E. e Reinstorf, Frido e Schirmer, Mario, 2006, Métodos de medição para interações entre águas subterrâneas e águas superficiais: uma revisão: Hydrology and earth system sciences.
Resumo
Resumo. As interações entre águas subterrâneas e águas superficiais desempenham um papel fundamental no funcionamento dos ecossistemas ripários. No contexto da gestão sustentável de bacias hidrográficas, é crucial compreender e quantificar os processos de troca entre águas subterrâneas e águas superficiais. Existem numerosos métodos bem conhecidos para estimativa de parâmetros e identificação de processos em aquíferos e águas superficiais. Apenas nos últimos anos, a zona de transição tornou-se objeto de grande interesse de pesquisa; assim, evoluiu a necessidade de métodos apropriados aplicáveis nesta zona. Este artigo fornece uma visão geral dos métodos atualmente aplicados e descritos na literatura para estimar fluxos na interface entre águas subterrâneas e águas superficiais. São fornecidas considerações para a escolha de métodos apropriados, incluindo escalas espaciais e temporais, incertezas e limitações na aplicação. Conclui-se que uma abordagem multiescala que combine múltiplos métodos de medição pode restringir consideravelmente as estimativas de fluxos entre águas subterrâneas e águas superficiais.
BibTeX
@article{doi105194hess108732006,
author = "Kalbus, E. and Reinstorf, Frido and Schirmer, Mario",
title = "Métodos de medição para interações entre águas subterrâneas e águas superficiais: uma revisão",
year = "2006",
journal = "Hydrology and earth system sciences",
abstract = "Resumo. As interações entre águas subterrâneas e águas superficiais desempenham um papel fundamental no funcionamento dos ecossistemas ripários. No contexto da gestão sustentável de bacias hidrográficas, é crucial compreender e quantificar os processos de troca entre águas subterrâneas e águas superficiais. Existem numerosos métodos bem conhecidos para estimativa de parâmetros e identificação de processos em aquíferos e águas superficiais. Apenas nos últimos anos, a zona de transição tornou-se objeto de grande interesse de pesquisa; assim, evoluiu a necessidade de métodos apropriados aplicáveis nesta zona. Este artigo fornece uma visão geral dos métodos atualmente aplicados e descritos na literatura para estimar fluxos na interface entre águas subterrâneas e águas superficiais. São fornecidas considerações para a escolha de métodos apropriados, incluindo escalas espaciais e temporais, incertezas e limitações na aplicação. Conclui-se que uma abordagem multiescala que combine múltiplos métodos de medição pode restringir consideravelmente as estimativas de fluxos entre águas subterrâneas e águas superficiais.",
url = "https://doi.org/10.5194/hess-10-873-2006",
doi = "10.5194/hess-10-873-2006",
openalex = "W2125790452",
references = "doi1012019781482242911, openalexw1598440325, openalexw1604940817"
}
76. McMahon, Peter B. e Chapelle, Francis H., 2007, Redox Processes and Water Quality of Selected Principal Aquifer Systems: Ground Water.
DOI: 10.1111/j.1745-6584.2007.00385.x
Resumo
As condições de redução/oxidação (redox) em 15 sistemas de aquífero principal (PA) dos Estados Unidos e seu impacto em várias questões de qualidade da água foram avaliadas a partir de uma grande base de dados coletada pelo National Water-Quality Assessment Program do USGS. A lógica dessas avaliações baseou-se na sucessão ecológica observada de aceptores de elétrons, como oxigênio dissolvido, nitrato e sulfato, e nas concentrações limite desses substratos necessárias para suportar o metabolismo microbiano ativo. Da mesma forma, a utilização de aceptores de elétrons em fase sólida, como Mn(IV) e Fe(III), é indicada pela produção de manganês e ferro dissolvidos. Um conjunto internamente consistente de critérios de concentração limite foi desenvolvido e aplicado a um grande conjunto de dados de 1692 amostras de água dos PAs para avaliar as condições redox ambientais. As condições redox indicadas foram então relacionadas à ocorrência de contaminantes selecionados naturais (arsênio) e antropogênicos (nitrato e compostos orgânicos voláteis) na água subterrânea. Para os contaminantes naturais e antropogênicos avaliados neste estudo, considerar as condições redox conforme definido por este quadro de espécies indicadoras redox e concentrações limite explicou muitas tendências de qualidade da água observadas em escala regional. Uma descoberta importante deste estudo foi que as amostras indicando processos redox mistos fornecem informações sobre a heterogeneidade redox que são úteis para avaliar questões comuns de qualidade da água. Dada a capacidade interpretativa do quadro redox e dado que é relativamente barato e fácil medir os parâmetros químicos incluídos no quadro, esses parâmetros devem ser incluídos nos programas de monitoramento rotineiro de qualidade da água sempre que possível.
BibTeX
@article{doi101111j17456584200700385x,
author = "McMahon, Peter B. and Chapelle, Francis H.",
title = "Redox Processes and Water Quality of Selected Principal Aquifer Systems",
year = "2007",
journal = "Ground Water",
abstract = "Reduction/oxidation (redox) conditions in 15 principal aquifer (PA) systems of the United States, and their impact on several water quality issues, were assessed from a large data base collected by the National Water-Quality Assessment Program of the USGS. The logic of these assessments was based on the observed ecological succession of electron acceptors such as dissolved oxygen, nitrate, and sulfate and threshold concentrations of these substrates needed to support active microbial metabolism. Similarly, the utilization of solid-phase electron acceptors such as Mn(IV) and Fe(III) is indicated by the production of dissolved manganese and iron. An internally consistent set of threshold concentration criteria was developed and applied to a large data set of 1692 water samples from the PAs to assess ambient redox conditions. The indicated redox conditions then were related to the occurrence of selected natural (arsenic) and anthropogenic (nitrate and volatile organic compounds) contaminants in ground water. For the natural and anthropogenic contaminants assessed in this study, considering redox conditions as defined by this framework of redox indicator species and threshold concentrations explained many water quality trends observed at a regional scale. An important finding of this study was that samples indicating mixed redox processes provide information on redox heterogeneity that is useful for assessing common water quality issues. Given the interpretive power of the redox framework and given that it is relatively inexpensive and easy to measure the chemical parameters included in the framework, those parameters should be included in routine water quality monitoring programs whenever possible.",
url = "https://doi.org/10.1111/j.1745-6584.2007.00385.x",
doi = "10.1111/j.1745-6584.2007.00385.x",
openalex = "W2124631354"
}
77. Masterson, John P. e Sorenson, Jason R. e Stone, Janet Radway e Moran, S. Bradley e Hougham, Andrea, 2007, Hidrogeologia e Fluxo Simulado de Água Subterrânea na Região do Salt Pond, Rhode Island do Sul: Relatório de investigações científicas.
Resumo
A região das Salinas de Rhode Island, no sul do estado, estende-se desde Westerly até a Baía de Narragansett e forma a fronteira natural entre o Oceano Atlântico e o aquífero de água doce rasa e altamente permeável da Bacia Costeira Sul. Grandes entradas de água subterrânea fresca, combinadas com baixas taxas de renovação para o oceano aberto, tornam as salinas particularmente suscetíveis à eutrofização e à contaminação bacteriana. A descarga de água subterrânea para as salinas é uma fonte importante, embora mal quantificada, de contaminantes, como nutrientes dissolvidos. Foi desenvolvido e utilizado um modelo de fluxo de água subterrânea para delimitar as bacias hidrográficas das salinas, incluindo as áreas que contribuem água subterrânea diretamente para as salinas e as áreas que contribuem água subterrânea para os rios que fluem para as salinas. O modelo também foi utilizado para calcular os fluxos de água subterrânea para essas áreas costeiras sob condições de longo prazo médias. Como parte da análise de modelagem, foram realizadas ajustes nos parâmetros de entrada do modelo para avaliar incertezas potenciais nas delimitações de bacias hidrográficas calculadas pelo modelo e na descarga de água subterrânea para as salinas. Os resultados das simulações indicam que o fluxo para as salinas é afetado principalmente pela facilidade com que a água é transmitida através de um depósito de morena glacial próximo à divisão regional da água subterrânea e pela taxa de recarga especificada utilizada nas simulações do modelo. A distribuição do fluxo total de água doce entre a descarga direta de água subterrânea e a descarga de água superficial derivada de água subterrânea (escoamento de rios) para as salinas é afetada principalmente pelas características de rio simuladas, incluindo a conexão leito do rio-aquífero e o nível do rio. A posição simulada da divisão da água subterrânea e, portanto, as delimitações de bacias hidrográficas calculadas pelo modelo para as salinas, foram afetadas apenas por mudanças na transmissividade da morena glacial. Mudanças selecionadas em outros parâmetros hidráulicos simulados tiveram efeitos substanciais na descarga total de água doce e na distribuição da descarga direta de água subterrânea e da descarga de água superficial derivada de água subterrânea (escoamento de rios) para as salinas, mas ainda forneceram um ajuste razoável aos dados hidrológicos disponíveis para calibração do modelo. Para reduzir a incerteza nas previsões de áreas de bacias hidrográficas e descarga de água subterrânea para as salinas, seriam necessários dados hidrogeológicos adicionais para restringir os parâmetros de entrada do modelo que têm o maior efeito nos resultados da simulação.
BibTeX
@article{doi103133sir20065271,
author = "Masterson, John P. and Sorenson, Jason R. and Stone, Janet Radway and Moran, S. Bradley and Hougham, Andrea",
title = "Hidrogeologia e Fluxo Simulado de Água Subterrânea na Região das Salinas no Sul de Rhode Island",
year = "2007",
journal = "Scientific investigations report",
abstract = "A região das Salinas de Rhode Island, no sul do estado, estende-se desde Westerly até a Baía de Narragansett e forma a fronteira natural entre o Oceano Atlântico e o aquífero de água doce rasa e altamente permeável da Bacia Costeira Sul. Grandes entradas de água subterrânea fresca, combinadas com baixas taxas de renovação para o oceano aberto, tornam as salinas particularmente suscetíveis à eutrofização e à contaminação bacteriana. A descarga de água subterrânea para as salinas é uma fonte importante, embora mal quantificada, de contaminantes, como nutrientes dissolvidos. Foi desenvolvido e utilizado um modelo de fluxo de água subterrânea para delimitar as bacias hidrográficas das salinas, incluindo as áreas que contribuem água subterrânea diretamente para as salinas e as áreas que contribuem água subterrânea para os rios que fluem para as salinas. O modelo também foi utilizado para calcular os fluxos de água subterrânea para essas áreas costeiras sob condições de longo prazo médias. Como parte da análise de modelagem, foram realizadas ajustes nos parâmetros de entrada do modelo para avaliar incertezas potenciais nas delimitações de bacias hidrográficas calculadas pelo modelo e na descarga de água subterrânea para as salinas. Os resultados das simulações indicam que o fluxo para as salinas é afetado principalmente pela facilidade com que a água é transmitida através de um depósito de morena glacial próximo à divisão regional da água subterrânea e pela taxa de recarga especificada utilizada nas simulações do modelo. A distribuição do fluxo total de água doce entre a descarga direta de água subterrânea e a descarga de água superficial derivada de água subterrânea (escoamento de rios) para as salinas é afetada principalmente pelas características de rio simuladas, incluindo a conexão leito do rio-aquífero e o nível do rio. A posição simulada da divisão da água subterrânea e, portanto, as delimitações de bacias hidrográficas calculadas pelo modelo para as salinas, foram afetadas apenas por mudanças na transmissividade da morena glacial. Mudanças selecionadas em outros parâmetros hidráulicos simulados tiveram efeitos substanciais na descarga total de água doce e na distribuição da descarga direta de água subterrânea e da descarga de água superficial derivada de água subterrânea (escoamento de rios) para as salinas, mas ainda forneceram um ajuste razoável aos dados hidrológicos disponíveis para calibração do modelo. Para reduzir a incerteza nas previsões de áreas de bacias hidrográficas e descarga de água subterrânea para as salinas, seriam necessários dados hidrogeológicos adicionais para restringir os parâmetros de entrada do modelo que têm o maior efeito nos resultados da simulação.",
url = "https://doi.org/10.3133/sir20065271",
doi = "10.3133/sir20065271",
openalex = "W47306613",
references = "doi103133wri974126"
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78. Nordstrom, D. Kirk e McCleskey, R. Blaine e Ball, James W., 2008, Geoquímica do enxofre em águas hidrotermais no Parque Nacional Yellowstone: IV Águas ácido-sulfato: Applied Geochemistry.
DOI: 10.1016/j.apgeochem.2008.11.019
BibTeX
@article{doi101016japgeochem200811019,
author = "Nordstrom, D. Kirk e McCleskey, R. Blaine e Ball, James W.",
title = "Geoquímica do enxofre em águas hidrotermais no Parque Nacional Yellowstone: IV Águas ácido-sulfato",
year = "2008",
journal = "Applied Geochemistry",
url = "https://doi.org/10.1016/j.apgeochem.2008.11.019",
doi = "10.1016/j.apgeochem.2008.11.019",
openalex = "W1965411955",
references = "doi101021ac00009a014"
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79. Kellogg, D. Q. e Gold, Arthur J. e Groffman, Peter M. e Stolt, Mark H. e Addy, Kelly, 2008, Padrões de fluxo de água subterrânea ripária usando análise de Flownet: Ascensão induzida por evapotranspiração e implicações para a remoção de N 1: JAWRA Journal of the American Water Resources Association.
DOI: 10.1111/j.1752-1688.2008.00218.x
Resumo
Resumo: Os caminhos de fluxo de água subterrânea limitam a extensão dos sumidouros de nitrogênio (N) em solos profundos e estratificados de zonas úmidas ripárias. Examinamos os caminhos de fluxo de água subterrânea em quatro zonas úmidas ripárias florestadas em depósitos profundos, de baixo gradiente e estratificados, submetidos ao clima temperado e úmido do Sudeste dos Estados Unidos. As cabeças piezométricas ao meio-dia foram registradas durante o período de alto lençol freático em abril/mayo e novamente em novembro tardio em um local. Acoplando dados de campo com um modelo de fluxo de água subterrânea bidimensional em regime permanente, os caminhos de fluxo e os fluxos foram derivados até profundidades de 3 m. A evapotranspiração (ET) de abril/mayo dominou o fluxo total de saída (44-100%), enquanto o fluxo para o rio foi <10% do fluxo total de saída. A ET exerceu um fluxo de água subterrânea ascendente através de solos rasos ricos em carbono, aumentando as oportunidades para transformações de N e desviando o fluxo do rio. Os resultados da estação dormente mostraram um aumento marcado no fluxo para o rio (27% do fluxo total). Locais ripários com lençóis freáticos profundos (naturalmente ou devido à urbanização aumentada ou outras modificações hidrológicas) ou zonas radiculares rasas podem não gerar ascensão de água subterrânea para atender à demanda evaporativa, aumentando assim o risco de movimento de N para os rios. À medida que os gestores de água equilibram questões de qualidade da água com quantidade de água, eles enfrentarão decisões sobre o manejo ripário. Trabalhos futuros para refinar nossa compreensão da mediação da ET do N e do fluxo de água na escala da bacia hidrográfica servirão para informar essas decisões.
BibTeX
@article{doi101111j17521688200800218x,
author = "Kellogg, D. Q. and Gold, Arthur J. and Groffman, Peter M. and Stolt, Mark H. and Addy, Kelly",
title = "Riparian Ground‐Water Flow Patterns Using Flownet Analysis: Evapotranspiration‐Induced Upwelling and Implications for N Removal 1",
year = "2008",
journal = "JAWRA Journal of the American Water Resources Association",
abstract = "Resumo: Os caminhos de fluxo de água subterrânea limitam a extensão dos sumidouros de nitrogênio (N) em solos profundos e estratificados de zonas úmidas ripárias. Examinamos os caminhos de fluxo de água subterrânea em quatro zonas úmidas ripárias florestadas em depósitos profundos, de baixo gradiente e estratificados, submetidos ao clima temperado e úmido do Sudeste dos Estados Unidos. As cabeças piezométricas ao meio-dia foram registradas durante o período de alto lençol freático em abril/mayo e novamente em novembro tardio em um local. Acoplando dados de campo com um modelo de fluxo de água subterrânea bidimensional em regime permanente, os caminhos de fluxo e os fluxos foram derivados até profundidades de 3 m. A evapotranspiração (ET) de abril/mayo dominou o fluxo total de saída (44-100\%) enquanto o fluxo para o rio foi <10\% do fluxo total de saída. A ET exerceu um fluxo de água subterrânea ascendente através de solos rasos ricos em carbono, aumentando as oportunidades para transformações de N e desviando o fluxo do rio. Os resultados da estação dormente mostraram um aumento marcado no fluxo para o rio (27\% do fluxo total). Locais ripários com lençóis freáticos profundos (naturalmente ou devido à urbanização aumentada ou outras modificações hidrológicas) ou zonas radiculares rasas podem não gerar ascensão de água subterrânea para atender à demanda evaporativa, aumentando assim o risco de movimento de N para os rios. À medida que os gestores de água equilibram questões de qualidade da água com quantidade de água, eles enfrentarão decisões sobre o manejo ripário. Trabalhos futuros para refinar nossa compreensão da mediação da ET do N e do fluxo de água na escala da bacia hidrográfica servirão para informar essas decisões.",
url = "https://doi.org/10.1111/j.1752-1688.2008.00218.x",
doi = "10.1111/j.1752-1688.2008.00218.x",
openalex = "W2001157842",
references = "doi103133wri974126"
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80. Jurgens, B. e Burow, K. R. e Dalgish, B. A. e Shelton, Jennifer L., 2008, Hidrogeologia, Química da Água e Fatores que Afetam o Transporte de Contaminantes na Zona de Contribuição de um Poço de Abastecimento Público em Modesto, Vale de San Joaquin Oriental, Califórnia: Relatório de Investigações Científicas.
DOI: 10.3133/SIR20085156 Fonte
BibTeX
@article{doi103133sir20085156,
author = "Jurgens, B. e Burow, K. R. e Dalgish, B. A. e Shelton, Jennifer L.",
title = "Hidrogeologia, Química da Água e Fatores que Afetam o Transporte de Contaminantes na Zona de Contribuição de um Poço de Abastecimento Público em Modesto, Vale de San Joaquin Oriental, Califórnia",
year = "2008",
journal = "Relatório de Investigações Científicas",
booktitle = "Relatório de Investigações Científicas",
url = "https://www.semanticscholar.org/paper/42611e779e9c37a3e069303f4b2f08ab05f4ebc7",
doi = "10.3133/SIR20085156",
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81. Brand, Willi A. e Geilmann, Heike e Crosson, E. e Rella, Chris W., 2009, Espectroscopia de cavidade com decaimento de anel versus espectrometria de massa de razão isotópica por conversão em alta temperatura; um estudo de caso sobre δ 2 H e δ 18 O de amostras de água pura e misturas de álcool/água: Rapid Communications in Mass Spectrometry.
BibTeX
@article{doi101002rcm4083,
author = "Brand, Willi A. e Geilmann, Heike e Crosson, E. e Rella, Chris W.",
title = "Espectroscopia de cavidade com decaimento de anel versus espectrometria de massa de razão isotópica por conversão em alta temperatura; um estudo de caso sobre δ 2 H e δ 18 O de amostras de água pura e misturas de álcool/água",
year = "2009",
journal = "Rapid Communications in Mass Spectrometry",
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openalex = "W2128415685",
references = "doi101021ac00009a014"
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82. Brooks, J. Renée e Barnard, Holly e Coulombe, R. e McDonnell, Jeffrey J., 2009, Separação ecohidrológica da água entre árvores e riachos em um clima mediterrâneo: Nature Geoscience.
BibTeX
@article{doi101038ngeo722,
author = "Brooks, J. Renée e Barnard, Holly e Coulombe, R. e McDonnell, Jeffrey J.",
title = "Separação ecohidrológica da água entre árvores e riachos em um clima mediterrâneo",
year = "2009",
journal = "Nature Geoscience",
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doi = "10.1038/ngeo722",
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83. Sültenfuß, Jürgen e Roether, Wolfgang e Rhein, Monika, 2009, A instalação de espectrometria de massa de Bremen para a medição de isótopos de hélio, néon e trítio em água: Isótopos em Estudos Ambientais e de Saúde.
DOI: 10.1080/10256010902871929
Resumo
Descrevemos a instalação de espectrometria de massa para medição de isótopos de hélio, néon e trítio que tem sido operacional neste instituto desde 1989, bem como os passos de amostragem e preparação de amostras que precedem a análise por espectrometria de massa. Para amostras de água em quase equilíbrio com o ar atmosférico, a instalação alcança precisão para razões (3)He/(4)He de +/-0,4% ou melhor, e +/-0,8% ou melhor para concentrações de hélio e néon. A precisão do trítio é tipicamente +/-3% e o limite de detecção é de 10 mTU (aproximadamente 1,2.10(-3) Bq/kg de água pura). As taxas de processamento de amostras podem chegar a alguns milhares por ano. Essas conquistas são possibilitadas, entre outras características, pela automação do procedimento de medição e por uma calibração elaborada, auxiliada pelo desenvolvimento contínuo em detalhes. Até o momento, medimos mais de 15.000 amostras para trítio e 23.000 para isótopos de hélio e néon, principalmente no contexto de trabalhos oceanográficos e hidrológicos. Alguns resultados desse trabalho são esboçados. Mesmo quando as concentrações atmosféricas de trítio se tornaram bastante uniformes, o trítio fornece idades das águas se os dados de (3)He forem coletados simultaneamente. A técnica pode resolver concentrações de trítio em águas da era pré-nuclear.
BibTeX
@article{doi10108010256010902871929,
author = "Sültenfuß, Jürgen e Roether, Wolfgang e Rhein, Monika",
title = "A instalação de espectrometria de massa de Bremen para a medição de isótopos de hélio, néon e trítio em água",
year = "2009",
journal = "Isótopos em Estudos Ambientais e de Saúde",
abstract = "Descrevemos a instalação de espectrometria de massa para medição de isótopos de hélio, néon e trítio que tem sido operacional neste instituto desde 1989, bem como os passos de amostragem e preparação de amostras que precedem a análise por espectrometria de massa. Para amostras de água em quase equilíbrio com o ar atmosférico, a instalação alcança precisão para razões (3)He/(4)He de +/-0,4% ou melhor, e +/-0,8% ou melhor para concentrações de hélio e néon. A precisão do trítio é tipicamente +/-3% e o limite de detecção é de 10 mTU (aproximadamente 1,2.10(-3) Bq/kg de água pura). As taxas de processamento de amostras podem chegar a alguns milhares por ano. Essas conquistas são possibilitadas, entre outras características, pela automação do procedimento de medição e por uma calibração elaborada, auxiliada pelo desenvolvimento contínuo em detalhes. Até o momento, medimos mais de 15.000 amostras para trítio e 23.000 para isótopos de hélio e néon, principalmente no contexto de trabalhos oceanográficos e hidrológicos. Alguns resultados desse trabalho são esboçados. Mesmo quando as concentrações atmosféricas de trítio se tornaram bastante uniformes, o trítio fornece idades das águas se os dados de (3)He forem coletados simultaneamente. A técnica pode resolver concentrações de trítio em águas da era pré-nuclear.",
url = "https://doi.org/10.1080/10256010902871929",
doi = "10.1080/10256010902871929",
openalex = "W2048821380",
references = "doi106028jres105043"
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84. Sturm, Patrick e Knohl, Alexander, 2010, Medidas de vapor de água δ 2 H e δ 18 O usando espectroscopia de saída de cavidade integrada fora do eixo: Técnicas de medição atmosférica.
Resumo
Resumo. Apresentamos uma avaliação detalhada de um analisador comercialmente disponível de isótopos de vapor de água (WVIA, Los Gatos Research, Inc.) para medições simultâneas in-situ de δ2H e δ18O em vapor de água. Este método, baseado em espectroscopia de saída de cavidade integrada fora do eixo, é uma alternativa às técnicas convencionais de armadilha de água/espectrometria de massa de razão isotópica (IRMS). Avaliamos o analisador em termos de precisão, efeitos de memória, dependência de concentração, sensibilidade à temperatura e estabilidade a longo prazo. Um sistema de calibração baseado em um gerador de gotículas é usado para caracterizar o desempenho e calibrar o analisador. Nossos resultados mostram que a precisão em um tempo de média de 15 s é de 0,16‰ para δ2H e 0,08‰ para δ18O. As razões isotópicas são fortemente dependentes da razão de mistura de água do ar. Levando em conta essa dependência de concentração, bem como a sensibilidade à temperatura do instrumento, obtivemos uma estabilidade a longo prazo das medições de isótopos de água de 0,38‰ para δ2H e 0,25‰ para δ18O. A precisão do WVIA foi ainda avaliada por medições comparativas usando IRMS e um gerador de ponto de orvalho, indicando uma resposta linear na composição isotópica e concentrações de H2O. O WVIA combinado com um sistema de calibração fornece medições precisas de alta resolução de isótopos de vapor de água e abre novas possibilidades para aplicações hidrológicas e ecológicas.
BibTeX
@article{doi105194amt3672010,
author = "Sturm, Patrick e Knohl, Alexander",
title = "Medidas de vapor de água δ 2 H e δ 18 O usando espectroscopia de saída de cavidade integrada fora do eixo",
year = "2010",
journal = "Técnicas de medição atmosférica",
abstract = "Resumo. Apresentamos uma avaliação detalhada de um analisador comercialmente disponível de isótopos de vapor de água (WVIA, Los Gatos Research, Inc.) para medições simultâneas in-situ de δ2H e δ18O em vapor de água. Este método, baseado em espectroscopia de saída de cavidade integrada fora do eixo, é uma alternativa às técnicas convencionais de armadilha de água/espectrometria de massa de razão isotópica (IRMS). Avaliamos o analisador em termos de precisão, efeitos de memória, dependência de concentração, sensibilidade à temperatura e estabilidade a longo prazo. Um sistema de calibração baseado em um gerador de gotículas é usado para caracterizar o desempenho e calibrar o analisador. Nossos resultados mostram que a precisão em um tempo de média de 15 s é de 0,16‰ para δ2H e 0,08‰ para δ18O. As razões isotópicas são fortemente dependentes da razão de mistura de água do ar. Levando em conta essa dependência de concentração, bem como a sensibilidade à temperatura do instrumento, obtivemos uma estabilidade a longo prazo das medições de isótopos de água de 0,38‰ para δ2H e 0,25‰ para δ18O. A precisão do WVIA foi ainda avaliada por medições comparativas usando IRMS e um gerador de ponto de orvalho, indicando uma resposta linear na composição isotópica e concentrações de H2O. O WVIA combinado com um sistema de calibração fornece medições precisas de alta resolução de isótopos de vapor de água e abre novas possibilidades para aplicações hidrológicas e ecológicas.",
url = "https://doi.org/10.5194/amt-3-67-2010",
doi = "10.5194/amt-3-67-2010",
openalex = "W2140492483",
references = "doi101021ac00009a014"
}
85. Ayotte, Joseph D. e Szabó, Zoltán e Focazio, Michael J. e Eberts, Sandra M., 2011, Efeitos da alteração induzida pelo homem do fluxo de águas subterrâneas nas concentrações de traços naturalmente ocorrentes em poços de abastecimento de água: Applied Geochemistry.
DOI: 10.1016/j.apgeochem.2011.01.033
Resumo
Os efeitos da alteração induzida pelo homem dos padrões de fluxo de águas subterrâneas nas concentrações de traços naturalmente ocorrentes foram examinados em cinco sistemas aquíferos hidrológica e distintos nos EUA. Embora naturalmente ocorrentes, esses traços podem exceder concentrações consideradas prejudiciais à saúde humana. Os resultados mostram que as mudanças no gradiente hidráulico induzidas pelo bombeamento e a conexão artificial de aquíferos por telas de poços podem misturar águas subterrâneas quimicamente distintas. Reações químicas entre essas águas subterrâneas mistas e materiais sólidos de aquíferos podem resultar na mobilização de traços como U, As e Ra, com transporte subsequente para poços de abastecimento de água. Por exemplo, no aquífero das High Plains perto de York, Nebraska, a mistura de água rasa, oxigenada, de pH mais baixo de um aquífero não confinado com água mais profunda, confinada, anóxica, de pH mais alto é facilitada por poços com telas em ambos os aquíferos. A água subterrânea mista resultante, com maior O2 e pH mais baixo, facilitou a mobilização de U de materiais sólidos de aquíferos, e observou-se que as concentrações dissolvidas de U aumentaram significativamente em poços de abastecimento próximos. Instâncias semelhantes de mobilização de traços devido à mistura induzida pelo homem de águas subterrâneas foram documentadas em: (1) o sistema aquífero Floridan perto de Tampa, Flórida (As e U), (2) aquíferos sedimentares do Paleozóico no leste do Wisconsin (As), (3) o aquífero de preenchimento de bacia subjacente ao Vale Central da Califórnia perto de Modesto (U), e (4) aquíferos da Planície Costeira do New Jersey (Ra). Impactos adversos na qualidade da água atribuídos a atividades humanas são comumente assumidos como relacionados exclusivamente à liberação de vários contaminantes antropogênicos para o ambiente. Os resultados mostram que atividades humanas, incluindo vários usos da terra, perfuração de poços e taxas e volumes de bombeamento, podem impactar adversamente a qualidade da água em poços de abastecimento, quando associadas a traços naturalmente ocorrentes em materiais de aquíferos. Isso ocorre causando mudanças sutis, mas significativas, na geoquímica e na mobilização associada de traços, bem como aprimorando processos de transporte advectivo.
BibTeX
@article{doi101016japgeochem201101033,
author = "Ayotte, Joseph D. and Szabó, Zoltán and Focazio, Michael J. and Eberts, Sandra M.",
title = "Effects of human-induced alteration of groundwater flow on concentrations of naturally-occurring trace elements at water-supply wells",
year = "2011",
journal = "Applied Geochemistry",
abstract = "The effects of human-induced alteration of groundwater flow patterns on concentrations of naturally-occurring trace elements were examined in five hydrologically distinct aquifer systems in the USA. Although naturally occurring, these trace elements can exceed concentrations that are considered harmful to human health. The results show that pumping-induced hydraulic gradient changes and artificial connection of aquifers by well screens can mix chemically distinct groundwater. Chemical reactions between these mixed groundwaters and solid aquifer materials can result in the mobilization of trace elements such as U, As and Ra, with subsequent transport to water-supply wells. For example, in the High Plains aquifer near York, Nebraska, mixing of shallow, oxygenated, lower-pH water from an unconfined aquifer with deeper, confined, anoxic, higher-pH water is facilitated by wells screened across both aquifers. The resulting higher-O2, lower-pH mixed groundwater facilitated the mobilization of U from solid aquifer materials, and dissolved U concentrations were observed to increase significantly in nearby supply wells. Similar instances of trace element mobilization due to human-induced mixing of groundwaters were documented in: (1) the Floridan aquifer system near Tampa, Florida (As and U), (2) Paleozoic sedimentary aquifers in eastern Wisconsin (As), (3) the basin-fill aquifer underlying the California Central Valley near Modesto (U), and (4) Coastal Plain aquifers of New Jersey (Ra). Adverse water-quality impacts attributed to human activities are commonly assumed to be related solely to the release of the various anthropogenic contaminants to the environment. The results show that human activities including various land uses, well drilling, and pumping rates and volumes can adversely impact the quality of water in supply wells, when associated with naturally-occurring trace elements in aquifer materials. This occurs by causing subtle but significant changes in geochemistry and associated trace element mobilization as well as enhancing advective transport processes.",
url = "https://doi.org/10.1016/j.apgeochem.2011.01.033",
doi = "10.1016/j.apgeochem.2011.01.033",
openalex = "W2156488673",
references = "doi101007s1004000101833, doi1010160016703778900017, doi1010160048969789901897, doi101016jtim200412002, doi101016s0166111608x70359, doi101016s0883292702000185, doi101111j174565842000tb00251x, doi101111j17456584200700385x, doi101111j17456584200900635x, doi103133sir20085156, openalexw1591787667, openalexw590308574"
}
86. Szabó, Zoltán e dePaul, Vincent T. e Fischer, Jeffrey M. e Kraemer, Thomas F. e Jacobsen, Eric, 2011, Ocorrência e geoquímica do rádio em água de sistemas de aquíferos principais de água potável dos Estados Unidos: Applied Geochemistry.
DOI: 10.1016/j.apgeochem.2011.11.002
Resumo
Foram coletados um total de 1270 amostras de água bruta (antes do tratamento) de 15 sistemas de aquíferos principais e outros grandes sistemas de aquíferos (PAs) utilizados para água potável em 45 estados em todas as principais províncias fisiográficas dos EUA e analisadas para concentrações dos isótopos de Ra 224Ra, 226Ra e 228Ra, estabelecendo o quadro para avaliar a ocorrência de Ra. O Nível Máximo de Contaminante (MCL) de 0,185 Bq/L (5 pCi/L) para Ra combinado (226Ra mais 228Ra) para água potável, estabelecido pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA, foi excedido em 4,02% (39 de 971) das amostras para as quais foram determinados tanto 226Ra quanto 228Ra, ou em 3,15% (40 de 1266) das amostras nas quais foi determinada a concentração de pelo menos um isótopo (226Ra ou 228Ra). A concentração máxima de Ra combinado foi de 0,755 Bq/L (20,4 pCi/L) em água proveniente do sistema de aquífero de areias quartzosas da Planície Costeira do Atlântico Norte. Todas as excedências do MCL para Ra combinado ocorreram em amostras de água dos seguintes 7 PAs (na ordem de frequência relativa decrescente de ocorrência): os dolomitos e arenitos cambro-ordovicianos da Plataforma do Meiocontinental e da Ozark, a Planície Costeira do Atlântico Norte, o Floridan, as rochas cristalinas (graníticas, metamórficas) de Nova Inglaterra, as bacias mesozoicas do Piedmont Apalachiano, a Planície Costeira do Golfo e as areias e seixos glaciais (maiores concentrações em Nova Inglaterra). A concentração de Ra foi consistentemente controlada pelas propriedades geoquímicas dos sistemas de aquíferos, com as maiores concentrações provavelmente presentes onde, como consequência do ambiente geoquímico, a adsorção do Ra foi ligeiramente diminuída. O resultado é um ligeiro aumento relativo na mobilidade do Ra, especialmente notável em aquíferos com baixa capacidade de sorção (areias quartzosas pobres em óxidos de ferro e carbonatos), mesmo que o Ra não seja abundante nos sólidos do aquífero. A ocorrência mais comum de Ra elevado em todo os EUA ocorreu em água anóxica (baixo O2 dissolvido) com altas concentrações de Fe ou Mn, e em alguns lugares, altas concentrações dos íons competidores Ca, Mg, Ba e Sr, e ocasionalmente de sólidos dissolvidos, K, SO4 e HCO3. O outro tipo de água que frequentemente continha concentrações elevadas dos radioisótopos de Ra era ácida (baixo pH) e, em alguns lugares, tinha altas concentrações de NO3 e outros ânions ácidos, e ocasionalmente, dos cátions divalentes competidores, Mn e Al. Um ou outro desses amplos tipos de água estava comumente presente em cada um dos PAs nos quais ocorreram concentrações elevadas de Ra combinado. As concentrações de 226Ra ou 228Ra ou Ra combinado correlacionaram-se significativamente com as dos constituintes de qualidade da água acima listados (com base na técnica de correlação não paramétrica de Spearman) e carregaram nos componentes principais que descrevem os tipos de água acima mencionados de todo o conjunto de dados e para amostras dos PAs com as maiores concentrações de Ra combinado. As concentrações de 224Ra e 226Ra correlacionaram-se significativamente com as de 228Ra (coeficiente de correlação de rank de Spearman, +0,236 e +0,326, respectivamente). As razões de atividade de 224Ra/228Ra nas amostras de água foram majoritariamente próximas de 1 quando as concentrações de ambos os isótopos eram maiores ou iguais a 0,037 Bq/L (1 pCi/L), o nível acima do qual os resultados analíticos eram mais confiáveis. A co-ocorrência entre essas maiores concentrações dos radionuclídeos de Ra foi mais provável naqueles PAs onde as condições químicas são mais propícias à mobilidade do Ra (por exemplo, Planície Costeira do Atlântico Norte ácida). As concentrações de 224Ra foram ocasionalmente maiores que 0,037 Bq/L e as razões de 224Ra/228Ra foram geralmente mais altas nos PAs compostos por areias aluviais e arenitos cretáceos/terciários do oeste dos EUA, provavelmente porque as concentrações de 224Ra são aumentadas em solução em relação às de 228Ra por recoil alfa da matriz do aquífero. A rápida adsorção dos dois isótopos de Ra (controlada pela geoquímica de aquíferos alcalinos e oxicos) combinada com o recoil preferencial e mais rápido de 224Ra gera uma razão de 224Ra/228Ra muito maior que 1. A razão de atividade de 228Ra/226Ra variou localmente e foi geralmente menor que 1 (rica em 226Ra) em amostras de PAs com rocha-mãe carbonática, mas foi tipicamente maior que 1 (rica em 228Ra) em PAs compostos por areias inconsolidadas.
BibTeX
@article{doi101016japgeochem201111002,
author = "Szabó, Zoltán e dePaul, Vincent T. e Fischer, Jeffrey M. e Kraemer, Thomas F. e Jacobsen, Eric",
title = "Ocorrência e geoquímica do rádio em água de aquíferos principais de sistemas de água potável dos Estados Unidos",
year = "2011",
journal = "Applied Geochemistry",
abstract = "Um total de 1270 amostras de água bruta (antes do tratamento) foram coletadas de 15 aquíferos principais e outros sistemas de aquíferos importantes (PAs) utilizados para água potável em 45 estados em todas as principais províncias fisiográficas dos EUA e analisadas para concentrações dos isótopos de Ra 224Ra, 226Ra e 228Ra, estabelecendo o quadro para avaliar a ocorrência de Ra. O Nível Máximo de Contaminante (MCL) de 0,185 Bq/L (5 pCi/L) para Ra combinado (226Ra mais 228Ra) para água potável, estabelecido pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA), foi excedido em 4,02% (39 de 971) das amostras para as quais tanto 226Ra quanto 228Ra foram determinados, ou em 3,15% (40 de 1266) das amostras nas quais pelo menos uma concentração de isótopo (226Ra ou 228Ra) foi determinada. A concentração máxima de Ra combinado foi de 0,755 Bq/L (20,4 pCi/L) em água do sistema de aquífero de areia quartzosa da Planície Costeira do Atlântico Norte. Todas as excedências do MCL para Ra combinado ocorreram em amostras de água dos seguintes 7 PAs (na ordem de frequência relativa decrescente de ocorrência): os dolomitos e arenitos cambro-ordovicianos da Plataforma do Meio Continente e da Ozark, a Planície Costeira do Atlântico Norte, o Floridan, as rochas cristalinas (graníticas, metamórficas) do New England, as bacias mesozoicas do Piedmont Apalache, a Planície Costeira do Golfo e as areias e seixos glaciais (maiores concentrações no New England). A concentração de Ra foi consistentemente controlada pelas propriedades geoquímicas dos sistemas de aquífero, com as maiores concentrações provavelmente presentes onde, como consequência do ambiente geoquímico, a adsorção do Ra foi ligeiramente diminuída. O resultado é um ligeiro aumento relativo na mobilidade do Ra, especialmente notável em aquíferos com baixa capacidade de sorção (areias quartzosas pobres em óxidos de ferro e carbonatos), mesmo que o Ra não seja abundante nos sólidos do aquífero. A ocorrência mais comum de Ra elevado em todo os EUA ocorreu em água anóxica (baixo O2 dissolvido) com altas concentrações de Fe ou Mn, e, em alguns lugares, altas concentrações dos íons competidores Ca, Mg, Ba e Sr, e ocasionalmente de sólidos dissolvidos, K, SO4 e HCO3. O outro tipo de água que frequentemente continha concentrações elevadas dos radioisótopos de Ra era ácido (baixo pH) e, em alguns lugares, tinha altas concentrações de NO3 e outros ânions ácidos, e, ocasionalmente, dos cátions divalentes competidores, Mn e Al. Um ou outro desses tipos amplos de água estava comumente presente em cada um dos PAs nos quais ocorreram concentrações elevadas de Ra combinado. As concentrações de 226Ra ou 228Ra ou Ra combinado correlacionaram-se significativamente com as dos constituintes de qualidade da água acima listados (com base na técnica de correlação não paramétrica de Spearman) e carregaram nos componentes principais que descreviam os tipos de água acima mencionados de todo o conjunto de dados e para amostras dos PAs com as maiores concentrações de Ra combinado. As concentrações de 224Ra e 226Ra correlacionaram-se significativamente com as de 228Ra (coeficiente de correlação de rank de Spearman, +0,236 e +0,326, respectivamente). As razões de atividade de 224Ra/228Ra nas amostras de água foram majoritariamente próximas de 1 quando as concentrações de ambos os isótopos eram maiores ou iguais a 0,037 Bq/L (1 pCi/L), o nível acima do qual os resultados analíticos eram mais confiáveis. A co-ocorrência entre essas maiores concentrações dos radionuclídeos de Ra foi mais provável naqueles PAs onde as condições químicas são mais propícias à mobilidade do Ra (por exemplo, Planície Costeira do Atlântico Norte ácida). As concentrações de 224Ra foram ocasionalmente maiores que 0,037 Bq/L e as razões de 224Ra/228Ra foram geralmente mais altas nos PAs compostos por areias aluviais e arenitos cretáceos/terciários do oeste dos EUA, provavelmente porque as concentrações de 224Ra são aumentadas em solução em relação às de 228Ra pelo recuo alfa da matriz do aquífero. A rápida adsorção dos dois isótopos de Ra (controlada pela geoquímica alcalina e oxic dos aquíferos) combinada com o recuo preferencial e mais rápido de 224Ra gera uma razão de 224Ra/228Ra muito maior que 1. A razão de atividade de 228Ra/226Ra foi localmente variável e geralmente menor que 1 (rica em 226Ra) em amostras de PAs com rocha-mãe carbonática, mas tipicamente maior que 1 (rica em 228Ra) em PAs compostos por areia inconsolidada.",
url = "https://doi.org/10.1016/j.apgeochem.2011.11.002",
doi = "10.1016/j.apgeochem.2011.11.002",
openalex = "W2108558109",
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87. Crane, Richard A. e Scott, Thomas B., 2011, Ferro zero-valente em nanoescala: Perspectivas futuras para uma tecnologia emergente de tratamento de água: Journal of Hazardous Materials.
DOI: 10.1016/j.jhazmat.2011.11.073
BibTeX
@article{doi101016jjhazmat201111073,
author = "Crane, Richard A. e Scott, Thomas B.",
title = "Ferro zero-valente em nanoescala: Perspectivas futuras para uma tecnologia emergente de tratamento de água",
year = "2011",
journal = "Journal of Hazardous Materials",
url = "https://doi.org/10.1016/j.jhazmat.2011.11.073",
doi = "10.1016/j.jhazmat.2011.11.073",
openalex = "W2059582758",
references = "openalexw659357407"
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88. Kele, Sándor e Özkul, Mehmet e Fórizs, István e Gökgöz, Ali e Baykara, Mehmet Oruç e Alçiçek, Mehmet Cihat e Németh, Tibor, 2011, Estudo geoquímico de isótopos estáveis de travertinos de Pamukkale: Novas evidências de fracionamento não-equilibrado de calcita-água em baixa temperatura: Sedimentary Geology.
DOI: 10.1016/j.sedgeo.2011.04.015
BibTeX
@article{doi101016jsedgeo201104015,
author = "Kele, Sándor e Özkul, Mehmet e Fórizs, István e Gökgöz, Ali e Baykara, Mehmet Oruç e Alçiçek, Mehmet Cihat e Németh, Tibor",
title = "Estudo geoquímico de isótopos estáveis de travertinos de Pamukkale: Novas evidências de fracionamento não-equilibrado de calcita-água em baixa temperatura",
year = "2011",
journal = "Sedimentary Geology",
url = "https://doi.org/10.1016/j.sedgeo.2011.04.015",
doi = "10.1016/j.sedgeo.2011.04.015",
openalex = "W2047821851",
references = "doi101021ac00009a014"
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89. McArthur, J.M. e Sikdar, Pradip K. e Hoque, M. A. e Ghosal, Utsab, 2012, Impactos de águas residuais nas águas subterrâneas: razões Cl/Br e implicações para a poluição por arsênio das águas subterrâneas na Bacia do Ganges e na Bacia do Rio Vermelho, Vietnã: The Science of The Total Environment.
DOI: 10.1016/j.scitotenv.2012.07.068
Resumo
Em todo o Bengala Ocidental e Bangladesh, as concentrações de Cl em muitas águas subterrâneas excedem o limite natural superior de 10 mg/L. As razões de massa Cl/Br nas águas subterrâneas variam até 2500 e dispersam-se ao longo de linhas de mistura entre águas residuais e águas subterrâneas diluídas, com muitas caindo perto do valor médio do membro final para águas residuais de 1561 a 126 mg/L de Cl. Os valores de Cl/Br excedem a razão da água do mar de 288 em águas subterrâneas incomuns contendo NO(3) e naquelas contendo quantidades mensuráveis de SO(4) corrigido para sal (SO(4) corrigido para sal marinho). Os dados mostram que as águas subterrâneas rasas exploradas por poços tubulares na Bacia do Ganges foram amplamente contaminadas por águas residuais derivadas de fossas sépticas, tanques sépticos e outros métodos de disposição sanitária, embora as condições redutoras nos aquíferos tenham removido a maior parte das evidências de adições de NO(3) dessas fontes e muita evidência de suas adições de SO(4). Em águas subterrâneas de poços em configurações de paleo-canais, a modelagem de membros finais mostra que >25% dos poços produzem água que compreende ≥10% de águas residuais. Em configurações paleo-interfluviais, apenas poços nas margens da sequência paleo-interfluvial contêm águas residuais detectáveis. As configurações são identificáveis por levantamento de cor de poço, informações do proprietário, composição da água e perfuração. Os valores de Cl/Br e contagens de coliformes fecais estão ambos inversamente relacionados às concentrações de poluente As nas águas subterrâneas, sugerindo que as contribuições de águas residuais às águas subterrâneas no campo próximo de tanques sépticos e fossas sépticas (dentro de 30 m) suprimem o mecanismo de poluição por As e diminuem a prevalência e a gravidade da poluição por As. No campo distante de tais fontes, a matéria orgânica nas águas residuais pode aumentar a poluição das águas subterrâneas por As.
BibTeX
@article{doi101016jscitotenv201207068,
author = "McArthur, J.M. e Sikdar, Pradip K. e Hoque, M. A. e Ghosal, Utsab",
title = "Impactos de águas residuais nas águas subterrâneas: razões Cl/Br e implicações para a poluição por arsênio das águas subterrâneas na Bacia do Ganges e na Bacia do Rio Vermelho, Vietnã",
year = "2012",
journal = "The Science of The Total Environment",
abstract = "Em todo o Bengala Ocidental e Bangladesh, as concentrações de Cl em muitas águas subterrâneas excedem o limite natural superior de 10 mg/L. As razões de massa Cl/Br nas águas subterrâneas variam até 2500 e dispersam-se ao longo de linhas de mistura entre águas residuais e águas subterrâneas diluídas, com muitas caindo perto do valor médio do membro final para águas residuais de 1561 a 126 mg/L de Cl. Os valores de Cl/Br excedem a razão da água do mar de 288 em águas subterrâneas incomuns contendo NO(3) e naquelas contendo quantidades mensuráveis de SO(4) corrigido para sal (SO(4) corrigido para sal marinho). Os dados mostram que as águas subterrâneas rasas exploradas por poços tubulares na Bacia do Ganges foram amplamente contaminadas por águas residuais derivadas de fossas sépticas, tanques sépticos e outros métodos de disposição sanitária, embora as condições redutoras nos aquíferos tenham removido a maior parte das evidências de adições de NO(3) dessas fontes e muita evidência de suas adições de SO(4). Em águas subterrâneas de poços em configurações de paleo-canais, a modelagem de membros finais mostra que >25\% dos poços produzem água que compreende ≥10\% de águas residuais. Em configurações paleo-interfluviais, apenas poços nas margens da sequência paleo-interfluvial contêm águas residuais detectáveis. As configurações são identificáveis por levantamento de cor de poço, informações do proprietário, composição da água e perfuração. Os valores de Cl/Br e contagens de coliformes fecais estão ambos inversamente relacionados às concentrações de poluente As nas águas subterrâneas, sugerindo que as contribuições de águas residuais às águas subterrâneas no campo próximo de tanques sépticos e fossas sépticas (dentro de 30 m) suprimem o mecanismo de poluição por As e diminuem a prevalência e a gravidade da poluição por As. No campo distante de tais fontes, a matéria orgânica nas águas residuais pode aumentar a poluição das águas subterrâneas por As.",
url = "https://doi.org/10.1016/j.scitotenv.2012.07.068",
doi = "10.1016/j.scitotenv.2012.07.068",
openalex = "W2067369295",
references = "doi101016jjhydrol201011017, doi101111j17456584200500127x"
}
90. Keeler, Bonnie e Polasky, Stephen e Brauman, Kate A. e Johnson, Kris e Finlay, Jacques C. e O’Neill, Ann Marie e Kovacs, Kent e Dalzell, B. J., 2012, Relacionando qualidade da água e bem-estar para melhor avaliação e valoração de serviços ecossistêmicos: Proceedings of the National Academy of Sciences.
Resumo
Apesar do amplo reconhecimento do valor dos bens e serviços fornecidos pela natureza, as ferramentas existentes para avaliar e valorizar serviços ecossistêmicos frequentemente não atendem às necessidades e expectativas dos tomadores de decisão. Aqui, abordamos um dos componentes mais importantes faltantes na caixa de ferramentas atual de serviços ecossistêmicos: um quadro abrangente e generalizável para descrever e valorizar serviços relacionados à qualidade da água. A qualidade da água é frequentemente mal representada como um serviço ecossistêmico final. Argumentamos que ela é, na verdade, uma importante contribuinte para muitos serviços diferentes, desde recreação até saúde humana. Apresentamos uma abordagem de valoração para serviços relacionados à qualidade da água que é sensível a diferentes ações que afetam a qualidade da água, identifica pontos finais aquáticos onde as consequências das mudanças na qualidade da água sobre o bem-estar humano são realizadas e reconhece os grupos únicos de beneficiários afetados por essas mudanças. Descrevemos as múltiplas vias biofísicas e econômicas que ligam ações a mudanças em bens e serviços ecossistêmicos relacionados à qualidade da água e fornecemos orientação a pesquisadores interessados em valorizar essas mudanças. Finalmente, apresentamos um modelo de valoração que integra modelos biofísicos e econômicos, liga ações a mudanças na provisão de serviços e estimativas de valor e considera múltiplas fontes de valores de serviços ecossistêmicos relacionados à qualidade da água sem contagem dupla.
BibTeX
@article{doi101073pnas1215991109,
author = "Keeler, Bonnie e Polasky, Stephen e Brauman, Kate A. e Johnson, Kris e Finlay, Jacques C. e O’Neill, Ann Marie e Kovacs, Kent e Dalzell, B. J.",
title = "Relacionando qualidade da água e bem-estar para melhor avaliação e valoração de serviços ecossistêmicos",
year = "2012",
journal = "Proceedings of the National Academy of Sciences",
abstract = "Apesar do amplo reconhecimento do valor dos bens e serviços fornecidos pela natureza, as ferramentas existentes para avaliar e valorizar serviços ecossistêmicos frequentemente não atendem às necessidades e expectativas dos tomadores de decisão. Aqui, abordamos um dos componentes mais importantes faltantes na caixa de ferramentas atual de serviços ecossistêmicos: um quadro abrangente e generalizável para descrever e valorizar serviços relacionados à qualidade da água. A qualidade da água é frequentemente mal representada como um serviço ecossistêmico final. Argumentamos que ela é, na verdade, uma importante contribuinte para muitos serviços diferentes, desde recreação até saúde humana. Apresentamos uma abordagem de valoração para serviços relacionados à qualidade da água que é sensível a diferentes ações que afetam a qualidade da água, identifica pontos finais aquáticos onde as consequências das mudanças na qualidade da água sobre o bem-estar humano são realizadas e reconhece os grupos únicos de beneficiários afetados por essas mudanças. Descrevemos as múltiplas vias biofísicas e econômicas que ligam ações a mudanças em bens e serviços ecossistêmicos relacionados à qualidade da água e fornecemos orientação a pesquisadores interessados em valorizar essas mudanças. Finalmente, apresentamos um modelo de valoração que integra modelos biofísicos e econômicos, liga ações a mudanças na provisão de serviços e estimativas de valor e considera múltiplas fontes de valores de serviços ecossistêmicos relacionados à qualidade da água sem contagem dupla.",
url = "https://doi.org/10.1073/pnas.1215991109",
doi = "10.1073/pnas.1215991109",
openalex = "W1997333234",
references = "doi101001jama194502860360014004"
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91. Bexfield, Laura M. e Jurgens, Bryant C. e Crilley, Dianna M. e Christenson, Scott C., 2012, Hidrogeologia, química da água e processos de transporte na zona de contribuição de um poço de abastecimento público em Albuquerque, Novo México, 2007-9: Relatório de investigações científicas.
Resumo
O Programa de Avaliação da Qualidade da Água Nacional (NAWQA) do U.S. Geological Survey iniciou uma série de estudos de águas subterrâneas em 2001 em aquíferos representativos em toda a Nação, a fim de aumentar a compreensão dos fatores que afetam o transporte de contaminantes antropogênicos e naturais (TANC) para poços de abastecimento público. Um dos 10 estudos de escala regional TANC foi conduzido na Bacia do Rio Grande Médio (MRGB) no Novo México, onde um estudo subsequente de escala local mais detalhado investigou a hidrogeologia, a química da água e os fatores que afetam o transporte de contaminantes na zona de contribuição de um único poço de abastecimento público de 363 metros (m) de profundidade em Albuquerque. Durante 2007 a 2009, amostras foram coletadas para o estudo de escala local de 22 poços de monitoramento e 3 poços de abastecimento (supply) para análise de elementos principais e traços, especiação de arsênio, nutrientes, carbono orgânico dissolvido, compostos orgânicos voláteis (VOCs), gases dissolvidos, isótopos estáveis e traçadores de água jovem e antiga. Para estudar a química das águas subterrâneas e as idades em várias profundidades dentro do aquífero, os poços de monitoramento foram divididos em três categorias: (1) cada poço superficial foi revestido através do lençol freático ou tinha um ponto médio do revestimento dentro de 18,3 m do nível da água no poço; (2) cada poço intermediário tinha um ponto médio do revestimento entre aproximadamente 27,1 e 79,6 m abaixo do nível da água no poço; e (3) cada poço profundo tinha um ponto médio do revestimento aproximadamente 185 m ou mais abaixo do nível da água no poço. A área de estudo de 24 quilômetros quadrados ao redor do "poço de abastecimento estudado" (SSW), um dos três poços de abastecimento, consiste principalmente em terras urbanas dentro da MRGB, uma bacia aluvial profunda com um aquífero composto por depósitos de areia, cascalho, silte e argila não consolidados a moderadamente consolidados. As condições geralmente são não confinadas, mas são semiconfinadas em profundidade. As retiradas de águas subterrâneas para abastecimento público alteraram substancialmente a direção primária do fluxo de nordeste para sudoeste sob condições pré-desenvolvimento, para oeste para leste sob condições modernas. A análise de traçadores de idade indica que as águas subterrâneas da maioria dos poços amostrados são dominadas por água antiga (pré-1950), variando em idade média de aproximadamente 4.000 anos a mais de 22.000 anos, mas inclui uma fração de recarga jovem (pós-1950). Padrões nos dados químicos e isotópicos são consistentes com as conclusões de que as águas subterrâneas superficiais na área tipicamente incluem uma fração que evaporou antes da recarga e (ou) lavou solutos acumulados da zona não saturada durante a recarga, e que as águas subterrâneas superficiais se misturaram com partes mais profundas do aquífero, que recebe recarga principalmente por infiltração do Rio Grande. Entre poços superficiais e intermediários que produziram água com uma fração de recarga jovem, essa fração variou entre 1,5 e 46 por cento. Amostras dos dois poços profundos apresentaram idades de águas subterrâneas superiores a 18.000 anos, sem fração de recarga jovem. Dois poços de abastecimento (incluindo o SSW) apresentaram uma fração de recarga jovem, que variou entre aproximadamente 3 e 11 por cento, apesar das idades médias de águas subterrâneas superiores a 10.000 anos. A fração de recarga jovem ao SSW variou sazonalmente, provavelmente porque os padrões de bombeamento sazonal afetaram os gradientes hidráulicos locais e (ou) devido ao fluxo através do furo do poço quando o SSW não está bombando. Dados de fluxo do furo do poço coletados durante o inverno (temporada de baixo bombeamento) indicaram que aproximadamente 61 por cento da água bombeada do SSW entrou no poço a partir da parte intermediária do aquífero, e que os 39 por cento restantes entraram a partir da parte profunda do aquífero. Compostos orgânicos voláteis (VOCs) foram detectados em amostras da maioria dos poços de monitoramento superficiais e intermediários e de dois dos três poços de abastecimento, incluindo o SSW. Os VOCs detectados foram principalmente solventes clorados ou seus produtos de degradação. Muitas das poços nas quais a maioria desses VOCs foi detectada estão localizados perto de locais conhecidos de contaminação por solventes que foram alvo de amostragem porque tricloroetileno (TCE) e cis-1,2-dicloroetileno foram detectados no SSW, e vários desses poços podem ter sido contaminados pelo menos parcialmente devido à migração vertical aprimorada associada ao bombeamento e (ou) migração direta para baixo de furos de poços profundos. Exceto pelo TCE na amostra de um poço de monitoramento superficial, todas as detecções de VOCs foram em concentrações abaixo dos Níveis Máximos de Contaminantes (MCLs) estabelecidos pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos. As concentrações de todos os VOCs detectados nos poços de abastecimento foram menores que um décimo dos MCLs correspondentes. No entanto, a presença de VOCs em todas as águas subterrâneas exceto as profundas, incluindo a detecção de clorofórmio (um subproduto da cloração) em vários poços superficiais, indica que as águas subterrâneas na área de estudo comumente são afetadas por atividades humanas, mesmo em profundidades substanciais. O único contaminante natural detectado em concentrações próximas ou acima de seu MCL foi o arsênio, que tem sido detectado em concentrações elevadas em amplas áreas da MRGB. As concentrações de arsênio, presentes principalmente como arsenato, excederam o MCL de 10 microgramas por litro (μg/L) na água dos dois poços profundos (um dos quais teve a maior concentração, 35 μg/L), de um poço intermediário e de dois poços de abastecimento, incluindo o SSW. Os dados de qualidade da água e fase sólida deste estudo são consistentes com concentrações elevadas de arsênio em águas subterrâneas estarem relacionadas à dessorção dependente de pH de arsênio de óxidos-hidróxidos férricos em sedimentos em partes profundas do aquífero. As concentrações de nitrato variaram entre 1,3 e 5,4 miligramas por litro (mg/L) na água de poços superficiais revestidos através do lençol freático, mas foram menores que 0,9 mg/L na água de todos os poços mais profundos exceto um. Isótopos de nitrogênio e razões de cloreto/brometo para poços superficiais foram consistentes com nitrogênio do solo natural. Concentrações de nitrato e isótopos de nitrogênio indicaram que a desnitrificação está ocorrendo em profundidades intermediárias do aquífero, e que o progresso da reação de desnitrificaçãonormalmente é maior para poços que incluem uma fração de águas subterrâneas associadas a fontes de recarga particulares ou a locais conhecidos de contaminação que contribuem com compostos orgânicos que podem fornecer uma fonte de carbono para a respiração microbiana. No geral, os dados hidrológicos e químicos da área de estudo indicam que a recarga jovem está alcançando o aquífero em amplas áreas e está migrando de profundidades superficiais para profundidades intermediárias do aquífero como resultado de mistura associada ao desenvolvimento humano das águas subterrâneas. Consequentemente, as águas subterrâneas que as atividades humanas na área de estudo urbana afetaram estão presentes em profundidades que estão dentro dos intervalos de tela de poços de abastecimento público, resultando em detecções de COVs e implicando maior vulnerabilidade à contaminação antropogênica do que poderia ser assumido com base na idade predominantemente antiga das águas subterrâneas regionais. No entanto, as frações de águas subterrâneas antigas que os poços de abastecimento público produzem diluem substancialmente os contaminantes antropogênicos, enquanto contribuem com contaminantes naturais (principalmente arsênio) aos poços. Com base nos dados do SSW, a vulnerabilidade dos poços de abastecimento público a contaminantes naturais e antropogênicos na área muda ao longo do tempo, incluindo com mudanças sazonais nas tensões de bombeamento que alteram as frações de água jovem e antiga sendo contribuídas aos poços.
BibTeX
@article{doi103133sir20115182,
author = "Bexfield, Laura M. and Jurgens, Bryant C. and Crilley, Dianna M. and Christenson, Scott C.",
title = "Hydrogeology, water chemistry, and transport processes in the zone of contribution of a public-supply well in Albuquerque, New Mexico, 2007-9",
year = "2012",
journal = "Scientific investigations report",
abstract = {The National Water-Quality Assessment Program (NAWQA) of the U.S. Geological Survey began a series of groundwater studies in 2001 in representative aquifers across the Nation in order to increase understanding of the factors that affect transport of anthropogenic and natural contaminants (TANC) to public-supply wells. One of 10 regional-scale TANC studies was conducted in the Middle Rio Grande Basin (MRGB) in New Mexico, where a more detailed local-scale study subsequently investigated the hydrogeology, water chemistry, and factors affecting the transport of contaminants in the zone of contribution of one 363-meter (m) deep public-supply well in Albuquerque. During 2007 through 2009, samples were collected for the local-scale study from 22 monitoring wells and 3 public-supply (supply) wells for analysis of major and trace elements, arsenic speciation, nutrients, dissolved organic carbon, volatile organic compounds (VOCs), dissolved gases, stable isotopes, and tracers of young and old water. To study groundwater chemistry and ages at various depths within the aquifer, the monitoring wells were divided into three categories: (1) each shallow well was screened across the water table or had a screen midpoint within 18.3 m of the water level in the well; (2) each intermediate well had a screen midpoint between about 27.1 and 79.6 m below the water level in the well; and (3) each deep well had a screen midpoint about 185 m or more below the water level in the well. The 24-square-kilometer study area surrounding the "studied supply well" (SSW), one of the three supply wells, consists of primarily urban land within the MRGB, a deep alluvial basin with an aquifer composed of unconsolidated to moderately consolidated deposits of sand, gravel, silt, and clay. Conditions generally are unconfined, but are semiconfined at depth. Groundwater withdrawals for public supply have substantially changed the primary direction of flow from northeast to southwest under predevelopment conditions, to west to east under modern conditions. Analysis of age tracers indicates that groundwater from most sampled wells is dominated by old (pre-1950) water, ranging in mean age from about 4,000 years to more than 22,000 years, but includes a fraction of young (post-1950) recharge. Patterns in chemical and isotopic data are consistent with the conclusions that shallow groundwater in the area typically includes a fraction that evaporated prior to recharge and (or) flushed accumulated solutes out of the unsaturated zone during recharge, and that shallow groundwater has mixed to deeper parts of the aquifer, which receives recharge mainly by seepage from the Rio Grande. Among shallow and intermediate wells that produced water with a fraction of young recharge, that fraction ranged between 1.5 and 46 percent. Samples from the two deep wells had groundwater ages exceeding 18,000 years, with no fraction of young recharge. Two supply wells (including the SSW) had a fraction of young recharge, which ranged between about 3 and 11 percent, despite mean groundwater ages exceeding 10,000 years. The fraction of young recharge to the SSW varied seasonally, probably because seasonal pumping patterns affected local hydraulic gradients and (or) because of flow through the well bore when the SSW is not pumping. Well-bore flow data collected during winter (low-pumping season) indicated that about 61 percent of the water pumped from the SSW entered the well from the intermediate part of the aquifer, and that the remaining 39 percent entered from the deep part of the aquifer. Volatile organic compounds (VOCs) were detected in samples from most shallow and intermediate monitoring wells and from two of three supply wells, including the SSW. Detected VOCs were primarily chlorinated solvents or their degradation products. Many of the wells in which most of these VOCs were detected are located near known sites of solvent contamination that were targeted for sampling because trichloroethylene (TCE) and cis-1,2-dichloroethylene had been detected in the SSW, and several of these wells may have become contaminated at least partly because of enhanced vertical migration associated with the pumping of and (or) direct migration down deep well bores. Except for TCE in the sample from a shallow monitoring well, all detections of VOCs were at concentrations below Maximum Contaminant Levels (MCLs) set by the U.S. Environmental Protection Agency. Concentrations of all VOCs detected in the supply wells were less than one-tenth of the corresponding MCLs. However, the presence of VOCs in all but deep groundwater, including the detection of chloroform (a chlorination byproduct) in several shallow wells, indicates that groundwater in the study area commonly is affected by human activities, even to substantial depths. The only natural contaminant detected at concentrations near or above its MCL was arsenic, which has been detected at elevated concentrations across broad areas of the MRGB. Concentrations of arsenic, present primarily as arsenate, exceeded the MCL of 10 micrograms per liter (μg/L) in water from the two deep wells (one of which had the highest concentration, 35 μg/L), from one intermediate well, and from two supply wells, including the SSW. Water-quality and solid-phase data from this study are consistent with elevated arsenic concentrations in groundwater being related to pH-dependent desorption of arsenic from ferric oxyhydroxides in sediments in deep parts of the aquifer. Concentrations of nitrate ranged between 1.3 and 5.4 milligrams per liter (mg/L) in water from shallow wells screened across the water table, but were less than 0.9 mg/L in water from all but one deeper well. Nitrogen isotopes and chloride/bromide ratios for shallow wells were consistent with natural soil nitrogen. Nitrate concentrations and nitrogen isotopes indicated that denitrification is occurring at intermediate aquifer depths, and that the progress of the denitrification reaction typically is greatest for wells that include a fraction of groundwater associated with particular recharge sources or with known sites of contamination contributing organic compounds that can provide a carbon source for microbial respiration. Overall, hydrologic and chemical data from the study area indicate that young recharge is reaching the aquifer across broad areas and is migrating from shallow to intermediate depths of the aquifer as a result of mixing that is associated with human development of groundwater. Consequently, groundwater that human activities in the urban study area have affected is present at depths that are within the screened intervals of public-supply wells, resulting in detections of VOCs and implying greater vulnerability to anthropogenic contamination than might be assumed based on the dominantly old age of the regional groundwater. However, the fractions of old groundwater that public-supply wells produce substantially dilute the anthropogenic contaminants, while contributing natural contaminants (primarily arsenic) to the wells. Based on data from the SSW, vulnerability of public-supply wells to natural and anthropogenic contaminants in the area changes through time, including with seasonal changes in pumping stresses that alter the fractions of young and old water being contributed to wells.},
url = "https://doi.org/10.3133/sir20115182",
doi = "10.3133/sir20115182",
openalex = "W16671934"
}
92. Visser, Ate e Broers, Hans Peter e Purtschert, Roland e Sültenfuß, Jürgen e de Jonge, Martin D., 2013, Distribuições de idade de águas subterrâneas em um campo de poços de abastecimento público de água derivadas de múltiplos traçadores de idade (85 Kr, 3 H/ 3 He, e 39 Ar): Water Resources Research.
Resumo
A idade das águas subterrâneas é um aspecto chave da vulnerabilidade de poços de produção. Poços de abastecimento público de água tipicamente possuem telas longas e espera-se que produzam uma mistura de idades de águas subterrâneas. As distribuições de idade de águas subterrâneas de sete poços de produção do campo de poços de Holten (Holanda) foram estimadas a partir de trítio-hélio (3 H/ 3 He), criptônio-85 (85 Kr) e argônio-39 (39 Ar), usando uma nova aplicação de um modelo de distribuição discreta de idade e modelos matemáticos existentes, minimizando as diferenças quadráticas ponderadas pela incerteza das concentrações de traçadores modeladas e medidas. As concentrações de traçadores observadas ajustaram-se bem a um modelo de distribuição discreta de idade de 4 bins ou a um modelo de dispersão com uma fração de água subterrânea antiga. Nossos resultados mostram que mais de 75% da água bombeada por quatro poços de produção rasos tem uma idade de água subterrânea de menos de 20 anos e esses poços são muito vulneráveis à contaminação superficial recente. Mais de 50% da água bombeada por três poços de produção profundos é mais antiga que 60 anos. Amostras de 3 H/ 3 He de poços de monitoramento com telas curtas ao redor do campo de poços restringiram a estratificação de idade no aquífero. A discrepância entre a estratificação de idade com a profundidade e a distribuição de idade de águas subterrâneas dos poços de produção mostrou que o campo de poços bombeia preferencialmente da parte rasa do aquífero. O modelo de distribuição discreta de idade de águas subterrâneas parece ser uma abordagem adequada em configurações onde a forma da distribuição de idade não pode ser assumida para seguir um modelo matemático simples, como um campo de poços de produção onde os poços competem pela área de captura.
BibTeX
@article{doi1010022013wr014012,
author = "Visser, Ate e Broers, Hans Peter e Purtschert, Roland e Sültenfuß, Jürgen e de Jonge, Martin D.",
title = "Distribuições de idade de águas subterrâneas em um campo de poços de abastecimento público de água derivadas de múltiplos traçadores de idade (85 Kr, 3 H/ 3 He, e 39 Ar)",
year = "2013",
journal = "Water Resources Research",
abstract = "A idade das águas subterrâneas é um aspecto chave da vulnerabilidade de poços de produção. Poços de abastecimento público de água tipicamente possuem telas longas e espera-se que produzam uma mistura de idades de águas subterrâneas. As distribuições de idade de águas subterrâneas de sete poços de produção do campo de poços de Holten (Holanda) foram estimadas a partir de trítio-hélio (3 H/ 3 He), criptônio-85 (85 Kr) e argônio-39 (39 Ar), usando uma nova aplicação de um modelo de distribuição discreta de idade e modelos matemáticos existentes, minimizando as diferenças quadráticas ponderadas pela incerteza das concentrações de traçadores modeladas e medidas. As concentrações de traçadores observadas ajustaram-se bem a um modelo de distribuição discreta de idade de 4 bins ou a um modelo de dispersão com uma fração de água subterrânea antiga. Nossos resultados mostram que mais de 75% da água bombeada por quatro poços de produção rasos tem uma idade de água subterrânea de menos de 20 anos e esses poços são muito vulneráveis à contaminação superficial recente. Mais de 50% da água bombeada por três poços de produção profundos é mais antiga que 60 anos. Amostras de 3 H/ 3 He de poços de monitoramento com telas curtas ao redor do campo de poços restringiram a estratificação de idade no aquífero. A discrepância entre a estratificação de idade com a profundidade e a distribuição de idade de águas subterrâneas dos poços de produção mostrou que o campo de poços bombeia preferencialmente da parte rasa do aquífero. O modelo de distribuição discreta de idade de águas subterrâneas parece ser uma abordagem adequada em configurações onde a forma da distribuição de idade não pode ser assumida para seguir um modelo matemático simples, como um campo de poços de produção onde os poços competem pela área de captura.",
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doi = "10.1002/2013wr014012",
openalex = "W2117177395",
references = "doi101007s1004001108106"
}
93. Clark, Ian e Fritz, P., 2013, Isótopos Ambientais em Hidrogeologia.
Resumo
Isótopos Ambientais Isótopos Ambientais em Hidrogeologia Isótopos Estáveis: Padrões e Medição Espectrometria de Massa de Razão de Isótopos Radioisótopos Fracionamento de Isótopos Fracionamento de Isótopos (a), Enriquecimento (e) e Separação (D) Rastreamento do Ciclo Hidrológico Relação Meteorológica de Craig em Águas Doces Globais Particionamento de Isótopos Através do Ciclo Hidrológico Condensação, Precipitação e a Linha de Água Meteorológica Um Olhar Mais Próximo aos Efeitos da Destilação de Rayleigh Efeitos da Evaporação Extrema Precipitação A Correlação T - d18O na Precipitação Efeitos Locais na Correlação T - d18O Núcleos de Gelo e Paleotemperatura Recarga de Água Subterrânea em Climas Temperados Recarga em Regiões Áridas Recarga de Aquíferos Conectados a Rios Separação de Hidrograma em Estudos de Bacias Mistura de Água Subterrânea Rastreamento do Ciclo do Carbono Evolução do Carbono em Águas Subterrâneas Geoquímica de Carbonatos Carbono-13 no Sistema de Carbonatos Carbono Orgânico Dissolvido Metano em Águas Subterrâneas Composição Isotópica de Carbonatos Capítulo 6. Qualidade da Água Subterrânea Sulfato, Sulfeto e o Ciclo do Enxofre Ciclos de Nitrogênio em Bacias Hidrográficas Rurais O Estudo do Campo Fuhrberger Fonte da Salinidade de Cloretos Filtrados de Aterros Degradação de Cloro-orgânicos e Hidrocarbonetos Sensibilidade da Água Subterrânea à Contaminação Resumo de Isótopos em Hidrologia de Contaminantes Identificação e Datação de Águas Subterrâneas Modernas Os Isótopos Estáveis da Água Subterrânea Tritônio na Precipitação Datação de Águas Subterrâneas com Tritônio Datação de Água Subterrânea com 3H-3He Clorofluorcarbonetos (CFCs) Termonuclear 36Cl Detecção de Águas Subterrâneas Modernas com 85Kr Idade Submoderna da Água Subterrânea Datação de Águas Subterrâneas Antigas Isótopos Estáveis e Paleoaquíferos Datação de Água Subterrânea com Radiocarbono Correção para Dissolução de Carbonatos Algumas Complicações Adicionais à Datação com 14C Datação com 14C e Carbono Orgânico Dissolvido (DOC) Estudos de Caso para Datação com 14C usando DOC e DIC Cloro-36 e Água Subterrânea Muito Antiga A Série de Decaimento do Urânio Mecanismos de Interação Água-Rocha Intercâmbio de Isótopos Sistemas de Alta Temperatura Interação Água-Rocha de Baixa Temperatura Isótopos de Estrôncio em Água e Rocha Intercâmbio de Isótopos em Reações Gás-Água Águas Subterrâneas de Alto pH - O Efeito das Reações de Cimento Métodos de Campo para Amostragem de Água Subterrânea Água na Zona Não Saturada Precipitação Gases Geoquímica Referências Índice Cada capítulo possui seções de Problemas.
BibTeX
@book{doi1012019781482242911,
author = "Clark, Ian e Fritz, P.",
title = "Isótopos Ambientais em Hidrogeologia",
year = "2013",
abstract = "Isótopos Ambientais Isótopos Ambientais em Hidrogeologia Isótopos Estáveis: Padrões e Medição Espectrometria de Massa de Razão de Isótopos Radioisótopos Fracionamento de Isótopos Fracionamento de Isótopos (a), Enriquecimento (e) e Separação (D) Rastreamento do Ciclo Hidrológico Relação Meteorológica de Craig em Águas Doces Globais Particionamento de Isótopos Através do Ciclo Hidrológico Condensação, Precipitação e a Linha de Água Meteorológica Um Olhar Mais Próximo aos Efeitos da Destilação de Rayleigh Efeitos da Evaporação Extrema Precipitação A Correlação T - d18O na Precipitação Efeitos Locais na Correlação T - d18O Núcleos de Gelo e Paleotemperatura Recarga de Água Subterrânea em Climas Temperados Recarga em Regiões Áridas Recarga de Aquíferos Conectados a Rios Separação de Hidrograma em Estudos de Bacias Mistura de Água Subterrânea Rastreamento do Ciclo do Carbono Evolução do Carbono em Águas Subterrâneas Geoquímica de Carbonatos Carbono-13 no Sistema de Carbonatos Carbono Orgânico Dissolvido Metano em Águas Subterrâneas Composição Isotópica de Carbonatos Capítulo 6. Qualidade da Água Subterrânea Sulfato, Sulfeto e o Ciclo do Enxofre Ciclos de Nitrogênio em Bacias Hidrográficas Rurais O Estudo do Campo Fuhrberger Fonte da Salinidade de Cloretos Filtrados de Aterros Degradação de Cloro-orgânicos e Hidrocarbonetos Sensibilidade da Água Subterrânea à Contaminação Resumo de Isótopos em Hidrologia de Contaminantes Identificação e Datação de Águas Subterrâneas Modernas Os Isótopos Estáveis da Água Subterrânea Tritônio na Precipitação Datação de Águas Subterrâneas com Tritônio Datação de Água Subterrânea com 3H-3He Clorofluorcarbonetos (CFCs) Termonuclear 36Cl Detecção de Águas Subterrâneas Modernas com 85Kr Idade Submoderna da Água Subterrânea Datação de Águas Subterrâneas Antigas Isótopos Estáveis e Paleoaquíferos Datação de Água Subterrânea com Radiocarbono Correção para Dissolução de Carbonatos Algumas Complicações Adicionais à Datação com 14C Datação com 14C e Carbono Orgânico Dissolvido (DOC) Estudos de Caso para Datação com 14C usando DOC e DIC Cloro-36 e Água Subterrânea Muito Antiga A Série de Decaimento do Urânio Mecanismos de Interação Água-Rocha Intercâmbio de Isótopos Sistemas de Alta Temperatura Interação Água-Rocha de Baixa Temperatura Isótopos de Estrôncio em Água e Rocha Intercâmbio de Isótopos em Reações Gás-Água Águas Subterrâneas de Alto pH - O Efeito das Reações de Cimento Métodos de Campo para Amostragem de Água Subterrânea Água na Zona Não Saturada Precipitação Gases Geoquímica Referências Índice Cada capítulo possui seções de Problemas.",
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doi = "10.1201/9781482242911",
openalex = "W1580961126"
}
94. Withers, Paul J. A. e Jordan, Phil e May, Linda e Jarvie, Helen P. e Deal, Nancy, 2013, Sistemas de fossas sépticas representam uma ameaça oculta à qualidade da água?: Frontiers in Ecology and the Environment.
Resumo
Ecossistemas aquáticos estão sendo degradados pela poluição antropogênica em escala global. Sistemas de fossas sépticas (STS), amplamente distribuídos em áreas rurais e periurbanas, são uma fonte potencial de poluição da água. Embora geralmente considerados o método mais eficiente para o tratamento in loco de esgoto doméstico, questionamos se a regulação e gestão atuais desses sistemas são suficientes para garantir que funcionem efetivamente. Aqui, apresentamos exemplos específicos de bacias hidrográficas que ilustram alguns dos problemas que surgem quando muitos anos de regulação e gestão inadequadas resultam em um legado de STS falhos que podem se tornar fontes crônicas de longo prazo de poluição por nutrientes. Nossos dados sugerem que uma contagem mais precisa da localização, desempenho e grau de falha dos STS, e mais pesquisas sobre seus impactos na qualidade da água, melhorariam a atribuição de fontes de poluentes dentro de bacias hidrográficas rurais. Isso garantiria que a educação de proprietários, mitigação, pesquisa interdisciplinar e inovação tecnológica pudessem ser direcionados de forma economicamente eficiente.
BibTeX
@article{doi101890130131,
author = "Withers, Paul J. A. e Jordan, Phil e May, Linda e Jarvie, Helen P. e Deal, Nancy",
title = "Do septic tank systems pose a hidden threat to water quality?",
year = "2013",
journal = "Frontiers in Ecology and the Environment",
abstract = "Ecossistemas aquáticos estão sendo degradados pela poluição antropogênica em escala global. Sistemas de fossas sépticas (STS), amplamente distribuídos em áreas rurais e periurbanas, são uma fonte potencial de poluição da água. Embora geralmente considerados o método mais eficiente para o tratamento in loco de esgoto doméstico, questionamos se a regulação e gestão atuais desses sistemas são suficientes para garantir que funcionem efetivamente. Aqui, apresentamos exemplos específicos de bacias hidrográficas que ilustram alguns dos problemas que surgem quando muitos anos de regulação e gestão inadequadas resultam em um legado de STS falhos que podem se tornar fontes crônicas de longo prazo de poluição por nutrientes. Nossos dados sugerem que uma contagem mais precisa da localização, desempenho e grau de falha dos STS, e mais pesquisas sobre seus impactos na qualidade da água, melhorariam a atribuição de fontes de poluentes dentro de bacias hidrográficas rurais. Isso garantiria que a educação de proprietários, mitigação, pesquisa interdisciplinar e inovação tecnológica pudessem ser direcionados de forma economicamente eficiente.",
url = "https://doi.org/10.1890/130131",
doi = "10.1890/130131",
openalex = "W2098416107",
references = "doi101016jjhydrol201011017"
}
95. Masterson, John P. e Granato, Gregory E., 2013, Simulação numérica de interações entre águas subterrâneas e superficiais na Área de Gestão do Grande Rio, Rhode Island central: Relatório de investigações científicas.
Resumo
diagrama de um aquífero hipotético mostrando águas subterrâneas
BibTeX
@article{doi103133sir20125077,
author = "Masterson, John P. e Granato, Gregory E.",
title = "Simulação numérica de interações entre águas subterrâneas e superficiais na Área de Gestão do Grande Rio, Rhode Island central",
year = "2013",
journal = "Relatório de investigações científicas",
abstract = "diagrama de um aquífero hipotético mostrando águas subterrâneas",
url = "https://doi.org/10.3133/sir20125077",
doi = "10.3133/sir20125077",
openalex = "W67481004",
references = "doi103133wri974126"
}
96. Missimer, T. e Hoppe-Jones, C. e Jadoon, K. e Li, Dong e Al-Mashharawi, S., 2014, Hidrogeologia, qualidade da água e avaliação microbiana de um aquífero aluvial costeiro no oeste da Arábia Saudita: uso potencial de aquíferos de wadi costeiros para suprimentos de água dessalinizada: Hydrogeology Journal: v. 22, no. 8: p. 1921-1934.
DOI: 10.1007/s10040-014-1168-3 Fonte
BibTeX
@article{doi101007s1004001411683,
author = "Missimer, T. e Hoppe-Jones, C. e Jadoon, K. e Li, Dong e Al-Mashharawi, S.",
title = "Hidrogeologia, qualidade da água e avaliação microbiana de um aquífero aluvial costeiro no oeste da Arábia Saudita: uso potencial de aquíferos de wadi costeiros para suprimentos de água dessalinizada",
year = "2014",
journal = "Hydrogeology Journal",
url = "https://www.semanticscholar.org/paper/13341d789cc2851d9b13217342b7f61bea636559",
doi = "10.1007/s10040-014-1168-3",
is_oa = "true",
number = "8",
pages = "1921-1934",
semanticscholar_citation_count = "14",
semanticscholar_id = "13341d789cc2851d9b13217342b7f61bea636559",
volume = "22"
}
97. Ruffell, A., 2014, Lacustrine flow (mergulhadores, sonar de varredura lateral, hidrogeologia, radar de penetração em água) usado para entender a localização de uma pessoa afogada: Journal of Hydrology: v. 513: p. 164-168.
DOI: 10.1016/J.JHYDROL.2014.03.041 Fonte
BibTeX
@article{doi101016jjhydrol201403041,
author = "Ruffell, A.",
title = "Lacustrine flow (mergulhadores, sonar de varredura lateral, hidrogeologia, radar de penetração em água) usado para entender a localização de uma pessoa afogada",
year = "2014",
journal = "Journal of Hydrology",
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doi = "10.1016/J.JHYDROL.2014.03.041",
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volume = "513"
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98. Ayotte, Joseph D. e Belaval, Marcel e Olson, Scott A. e Burow, Karen R. e Flanagan, Sarah M. e Hinkle, Stephen R. e Lindsey, Bruce D., 2014, Fatores que afetam a variabilidade temporal de arsênio em águas subterrâneas usadas para abastecimento de água potável nos Estados Unidos: The Science of The Total Environment.
DOI: 10.1016/j.scitotenv.2014.02.057
BibTeX
@article{doi101016jscitotenv201402057,
author = "Ayotte, Joseph D. e Belaval, Marcel e Olson, Scott A. e Burow, Karen R. e Flanagan, Sarah M. e Hinkle, Stephen R. e Lindsey, Bruce D.",
title = "Fatores que afetam a variabilidade temporal de arsênio em águas subterrâneas usadas para abastecimento de água potável nos Estados Unidos",
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doi = "10.1016/j.scitotenv.2014.02.057",
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99. Bexfield, Laura M. e Jurgens, Bryant C., 2014, Efeitos da Operação Sazonal na Qualidade da Água Produzida por Poços de Abastecimento Público: Ground Water.
Resumo
A variabilidade sazonal na extração de águas subterrâneas é comum em muitos lugares, mas os efeitos resultantes do estresse de bombeamento sazonal na qualidade da água produzida por poços de abastecimento público não são bem compreendidos. A análise de amostras históricas de qualidade da água de poços de abastecimento público concluídos em aquíferos de preenchimento de bacia profunda em Modesto, Califórnia (134 poços) e Albuquerque, Novo México (95 poços), indica que vários poços apresentam variabilidade sazonal nas concentrações de contaminantes de preocupação. Em Modesto, os poços de abastecimento são mais propensos a produzir águas subterrâneas mais jovens com concentrações mais altas de nitrato e urânio durante a estação de bombeamento de verão (alta) do que durante a estação de bombeamento de inverno (baixa). Em Albuquerque, os poços de abastecimento são mais propensos a produzir águas subterrâneas mais antigas com concentrações mais altas de arsênio durante a estação de bombeamento de inverno do que durante a estação de bombeamento de verão. A variabilidade sazonal nas concentrações de contaminantes em Modesto é influenciada principalmente pelos efeitos do bombeamento de verão nos gradientes hidráulicos verticais que impulsionam a migração de águas subterrâneas rasas através do aquífero até os poços de abastecimento. A variabilidade em Albuquerque é influenciada principalmente pelo período de tempo em que um poço de abastecimento está inativo, permitindo que seu poço de poço atue como um conduto para o fluxo vertical de águas subterrâneas e a migração de contaminantes. No entanto, ambos os processos são observados em cada área de estudo. Resultados semelhantes parecem prováveis em outras bacias aluviais com qualidade da água estratificada e gradientes verticais de carga substanciais. Os resultados sugerem que, mesmo em aquíferos dominados por águas subterrâneas antigas, mudanças nos padrões de bombeamento sazonais e/ou na profundidade de conclusão do poço podem ajudar a reduzir a vulnerabilidade a contaminantes selecionados de origem natural ou antropogênica.
BibTeX
@article{doi101111gwat12174,
author = "Bexfield, Laura M. and Jurgens, Bryant C.",
title = "Effects of Seasonal Operation on the Quality of Water Produced by Public‐Supply Wells",
year = "2014",
journal = "Ground Water",
abstract = "Seasonal variability in groundwater pumping is common in many places, but resulting effects of seasonal pumping stress on the quality of water produced by public-supply wells are not thoroughly understood. Analysis of historical water-quality samples from public-supply wells completed in deep basin-fill aquifers in Modesto, California (134 wells) and Albuquerque, New Mexico (95 wells) indicates that several wells have seasonal variability in concentrations of contaminants of concern. In Modesto, supply wells are more likely to produce younger groundwater with higher nitrate and uranium concentrations during the summer (high) pumping season than during the winter (low) pumping season. In Albuquerque, supply wells are more likely to produce older groundwater with higher arsenic concentrations during the winter pumping season than during the summer pumping season. Seasonal variability in contaminant concentrations in Modesto is influenced primarily by effects of summer pumping on vertical hydraulic gradients that drive migration of shallow groundwater through the aquifer to supply wells. Variability in Albuquerque is influenced primarily by the period of time that a supply well is idle, allowing its wellbore to act as a conduit for vertical groundwater flow and contaminant migration. However, both processes are observed in each study area. Similar findings would appear to be likely in other alluvial basins with stratified water quality and substantial vertical head gradients. Results suggest that even in aquifers dominated by old groundwater, changes to seasonal pumping patterns and/or to depth of well completion can help reduce vulnerability to selected contaminants of either natural or anthropogenic origin.",
url = "https://doi.org/10.1111/gwat.12174",
doi = "10.1111/gwat.12174",
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100. Mashburn, Shana L. e Smith, S. Jerrod, 2014, Avaliação das interações entre águas subterrâneas e águas superficiais na área de jurisdição tribal da Nação Caddo, Condado de Caddo, Oklahoma, 2010-13: Relatório de investigações científicas.
Resumo
Os fluxos de água, nascentes e zonas úmidas são recursos naturais e culturais importantes para a Nação Caddo. Consequentemente, a Nação Caddo preocupa-se com a vulnerabilidade do aquífero Rush Springs à sobre-exploração e se o aquífero continuará a ser uma fonte viável de água para os membros da tribo e outros residentes locais no futuro. O interesse na viabilidade a longo prazo dos recursos hídricos locais resultou no desenvolvimento contínuo de um plano abrangente de água pela Nação Caddo. Como parte de um projeto de vários anos com a Nação Caddo para fornecer informações e ferramentas para melhor gerenciar e proteger os recursos hídricos, o U.S. Geological Survey estudou a conexão hidráulica entre o aquífero Rush Springs e as nascentes e correntes de água que cobrem o aquífero. A Área de Jurisdição Tribal da Nação Caddo está localizada no sudoeste de Oklahoma, principalmente no Condado de Caddo. Sob a Área de Jurisdição Tribal da Nação Caddo está o aquífero Rush Springs de idade Permiana. A água do aquífero Rush Springs é usada para irrigação, pública, pecuária e aquicultura, e outros fins de abastecimento. A água subterrânea do aquífero Rush Springs também é retirada por poços domésticos (auto-supridos), embora o uso doméstico não tenha sido incluído no resumo de uso de água neste relatório. O fluxo de água permanente em muitos riachos e córregos que cobrem o aquífero Rush Springs, como o Cobb Creek, Lake Creek e Willow Creek, origina-se de nascentes e seepagens que descarregam do aquífero. Este relatório fornece informações sobre a avaliação de recursos de água subterrânea e de superfície na Área de Jurisdição da Nação Caddo, e, em particular, informações que descrevem a conexão hidráulica entre o aquífero Rush Springs e as nascentes e correntes de água que cobrem o aquífero. Este relatório também inclui dados e análises de fluxo base, evidências para interações entre água subterrânea e de superfície, locais de nascentes e áreas úmidas, fluxos de água subterrânea interpretados a partir de mapas de superfície potenciométrica, e hidrogramas de níveis de água monitorados na Área de Jurisdição Tribal da Nação Caddo de 2010 a 2013. O fluxo em correntes de água que cobrem o aquífero Rush Springs, em média, foi composto por 50 por cento de fluxo base na maioria dos anos. O fluxo base médio mensal pareceu manter os fluxos de corrente de água durante todo o ano, mas períodos de fluxo zero foram documentados em hidrogramas diários em cada local medido, tipicamente nos meses de verão. Uma técnica de teste de slug pneumática foi usada em 15 locais para determinar a condutividade hidráulica horizontal dos sedimentos do leito de corrente de água em correntes de água que cobrem o aquífero Rush Springs. Converter condutividades hidráulicas horizontais (Kh) das análises de teste de slug para condutividades hidráulicas verticais (Kv) usando uma razão de Kv/Kh = 0,1 resultou em estimativas de condutividade hidráulica vertical do leito de corrente de água variando de 0,1 a 8,6 pés por dia. Dados obtidos de um potenciomanômetro hidráulico em sedimentos do leito de corrente de água e correntes de água em agosto de 2012 indicam que o fluxo de água era dos sedimentos do leito de corrente de água para a corrente de água (ganho) em 6 de 15 locais, e que o fluxo de água era da corrente de água para os sedimentos do leito de corrente de água (perda) em 9 de 15 locais. Os dados de interação entre água subterrânea e de superfície coletados na estação de medição de fluxo de Cobb Creek perto de Eakly, Okla. (07325800), indicam que a água subterrânea de rocha matriz, água subterrânea aluvial e recursos de água de superfície estão intimamente conectados. Devido a esta conexão hidrológica, grandes correntes de água permanentes na área de estudo podem mudar de correntes de ganho para correntes de perda no verão. O tempo e a severidade desta mudança de uma condição de ganho para uma condição de perda provavelmente são afetados pela retirada local ou regional de água subterrânea para irrigação na estação de crescimento de verão. Poços colocados mais perto de correntes de água têm um efeito maior e mais imediato nos níveis de água subterrânea aluvial e nas etapas de corrente de água do que poços colocados mais longe de correntes de água. Poços de irrigação de grande capacidade, mesmo aqueles concluídos centenas de pés abaixo da superfície do solo no aquífero de rocha matriz, podem induzir fluxo de água de superfície de correntes de água próximas baixando os níveis de água subterrânea aluvial abaixo da altitude da corrente de água. Vinte e cinco novas nascentes visíveis de estradas e caminhos públicos foram documentadas durante um levantamento de nascentes em 2011. A maioria das nascentes está em desfiladeiros de terras altas nas flancos de cristas topográficas. Zonas úmidas foram identificadas principalmente usando uma combinação de fontes de dados incluindo o National Wetlands Inventory, banco de dados Soil Survey Geographic, mapas de solos frequentemente inundados, e fotografias aéreas. Direções de fluxo regional foram determinadas pela análise de níveis de água medidos em 29 poços concluídos no aquífero Rush 2 Springs no Condado de Caddo e na Área de Jurisdição Tribal da Nação Caddo. Níveis de água foram monitorados a cada 30 minutos em cinco poços usando um transdutor de pressão ventilado e uma plataforma de coleta de dados com equipamentos de transmissão em tempo real em cada poço. Esses cinco poços variaram em profundidade de 210 a 350 pés. Níveis de água nesses cinco poços indicam que houve uma diminuição no armazenamento de água no aquífero Rush Springs de outubro de 2010 a junho de 2013.
BibTeX
@article{doi103133sir20145082,
author = "Mashburn, Shana L. and Smith, S. Jerrod",
title = "Avaliação das interações entre águas subterrâneas e águas superficiais na área de jurisdição tribal da Nação Caddo, Condado de Caddo, Oklahoma, 2010-13",
year = "2014",
journal = "Relatório de investigações científicas",
abstract = "Os fluxos de riachos, nascentes e áreas úmidas são recursos naturais e culturais importantes para a Nação Caddo. Consequentemente, a Nação Caddo preocupa-se com a vulnerabilidade do aquífero Rush Springs à sobre-exploração e se o aquífero continuará sendo uma fonte viável de água para os membros da tribo e outros residentes locais no futuro. O interesse na viabilidade a longo prazo dos recursos hídricos locais resultou no desenvolvimento contínuo de um plano abrangente de água pela Nação Caddo. Como parte de um projeto multianual com a Nação Caddo para fornecer informações e ferramentas para melhor gerenciar e proteger os recursos hídricos, o U.S. Geological Survey estudou a conexão hidráulica entre o aquífero Rush Springs e as nascentes e riachos que cobrem o aquífero. A área de jurisdição tribal da Nação Caddo está localizada no sudoeste do Oklahoma, principalmente no Condado de Caddo. Sob a área de jurisdição tribal da Nação Caddo está o aquífero Rush Springs de idade Permiana. A água do aquífero Rush Springs é usada para irrigação, pública, pecuária e aquicultura, e outros fins de abastecimento. As águas subterrâneas do aquífero Rush Springs também são retiradas por poços domésticos (auto-supridos), embora o uso doméstico não tenha sido incluído no resumo de uso de água neste relatório. O fluxo de riacho perene em muitos riachos e córregos que cobrem o aquífero Rush Springs, como o Cobb Creek, Lake Creek e Willow Creek, origina-se de nascentes e seepagens que descem do aquífero. Este relatório fornece informações sobre a avaliação de recursos de águas subterrâneas e superficiais na área de jurisdição da Nação Caddo, e, em particular, informações que descrevem a conexão hidráulica entre o aquífero Rush Springs e as nascentes e riachos que cobrem o aquífero. Este relatório também inclui dados e análises de fluxo base, evidências de interações entre águas subterrâneas e superficiais, locais de nascentes e áreas úmidas, fluxos de águas subterrâneas interpretados a partir de mapas de superfícies potenciométricas, e hidrogramas de níveis de água monitorados na área de jurisdição tribal da Nação Caddo de 2010 a 2013. O fluxo em riachos que cobrem o aquífero Rush Springs, em média, era composto por 50 por cento de fluxo base na maioria dos anos. O fluxo base médio mensal parecia manter os fluxos de riacho durante todo o ano, mas períodos de fluxo zero foram documentados em hidrogramas diários em cada local medido, tipicamente nos meses de verão. Uma técnica de teste de slug pneumática foi usada em 15 locais para determinar a condutividade hidráulica horizontal dos sedimentos do leito do riacho em riachos que cobrem o aquífero Rush Springs. Converter condutividades hidráulicas horizontais (Kh) das análises de teste de slug em condutividades hidráulicas verticais (Kv) usando uma razão de Kv/Kh = 0,1 resultou em estimativas de condutividade hidráulica vertical do leito do riacho variando de 0,1 a 8,6 pés por dia. Dados obtidos de um potenciomanômetro hidráulico em sedimentos do leito do riacho e riachos em agosto de 2012 indicam que o fluxo de água era dos sedimentos do leito do riacho para o riacho (ganho) em 6 dos 15 locais, e que o fluxo de água era do riacho para os sedimentos do leito do riacho (perda) em 9 dos 15 locais. Os dados de interação entre águas subterrâneas e superficiais coletados na estação de medição de fluxo do riacho Cobb Creek perto de Eakly, Okla. (07325800), indicam que as águas subterrâneas de rocha matriz, águas subterrâneas aluviais e recursos de água superficial estão intimamente conectados. Devido a esta conexão hidrológica, grandes riachos perenes na área de estudo podem mudar de riachos ganhos para riachos perdidos no verão. O tempo e a severidade desta mudança de uma condição de ganho para uma condição de perda provavelmente são afetados pela retirada local ou regional de águas subterrâneas para irrigação na estação de crescimento de verão. Poços colocados mais perto de riachos têm um efeito maior e mais imediato nos níveis de águas subterrâneas aluviais e nos estágios de riacho do que poços colocados mais longe de riachos. Poços de irrigação de grande capacidade, mesmo aqueles concluídos centenas de pés abaixo da superfície do solo no aquífero de rocha matriz, podem induzir fluxo de água superficial de riachos próximos ao baixar os níveis de águas subterrâneas aluviais abaixo da altitude do riacho. Vinte e cinco novas nascentes visíveis de estradas públicas e caminhos foram documentadas durante um levantamento de nascentes em 2011. A maioria das nascentes está em vações de terras altas nas flancos de cristas topográficas. Áreas úmidas foram identificadas principalmente usando uma combinação de fontes de dados, incluindo o Inventário Nacional de Áreas Úmidas, mapas de solos frequentemente inundados do banco de dados Soil Survey Geographic e fotografias aéreas. As direções de fluxo regional foram determinadas pela análise de níveis de água medidos em 29 poços concluídos no aquífero Rush 2 Springs no Condado de Caddo e na área de jurisdição tribal da Nação Caddo. Os níveis de água foram monitorados a cada 30 minutos em cinco poços usando um transdutor de pressão ventilado e uma plataforma de coleta de dados com equipamentos de transmissão em tempo real em cada poço. Esses cinco poços variavam em profundidade de 210 a 350 pés. Os níveis de água nesses cinco poços indicam que houve uma diminuição no armazenamento de água no aquífero Rush Springs de outubro de 2010 a junho de 2013.",
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doi = "10.3133/sir20145082",
openalex = "W117559269",
references = "doi103133wri984081"
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101. Darr, Michael J. e McCoy, K. e Rattray, G. e Durall, Roger A., 2014, Hidrogeologia, recursos hídricos e orçamento hídrico da bacia superior do Rio Hondo, Condado de Lincoln, Novo México, 2010: Relatório de Investigações Científicas.
DOI: 10.3133/SIR20145153 Fonte
BibTeX
@article{doi103133sir20145153,
author = "Darr, Michael J. e McCoy, K. e Rattray, G. e Durall, Roger A.",
title = "Hidrogeologia, recursos hídricos e orçamento hídrico da bacia superior do Rio Hondo, Condado de Lincoln, Novo México, 2010",
year = "2014",
journal = "Relatório de Investigações Científicas",
booktitle = "Relatório de Investigações Científicas",
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doi = "10.3133/SIR20145153",
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102. Koeniger, Paul e Gaj, Marcel e Beyer, Matthias e Himmelsbach, Thomas, 2015, Revisão sobre estimativas de recarga de águas subterrâneas baseadas em isótopos de água do solo: Hydrological Processes.
BibTeX
@article{doi101002hyp10775,
author = "Koeniger, Paul e Gaj, Marcel e Beyer, Matthias e Himmelsbach, Thomas",
title = "Revisão sobre estimativas de recarga de águas subterrâneas baseadas em isótopos de água do solo",
year = "2015",
journal = "Hydrological Processes",
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103. Izbicki, John A. e Wright, Michael T. e Seymour, Whitney A. e McCleskey, R. Blaine e Fram, Miranda S. e Belitz, Kenneth e Esser, B. K., 2015, Cr(VI) occurrence and geochemistry in water from public-supply wells in California: Applied Geochemistry.
DOI: 10.1016/j.apgeochem.2015.08.007
Resumo
Cromo hexavalente, Cr(VI), em 918 poços amostrados em toda a Califórnia entre 2004 e 2012 pelo Projeto de Monitoramento e Avaliação Ambiental de Águas Subterrâneas-Bacia Prioritária (GAMA-PBP) variou de menos do que o limite de relato do estudo de 1 micrograma por litro (μg/L) a 32 μg/L. Em todo o estado, o Cr(VI) foi relatado em 31 por cento dos poços e igualou ou excedeu o Nível Máximo de Contaminantes (MCL) da Califórnia recentemente estabelecido (2014) para Cr(VI) de 10 μg/L em 4 por cento dos poços. Os dados de Cr(VI) coletados para fins regulatórios superestimaram a ocorrência de Cr(VI) em comparação com os dados espacialmente distribuídos do GAMA-PBP. Noventa por cento do cromo estava presente como Cr(VI), que foi detectado com mais frequência e em concentrações mais altas em água alcalina (pH ≥ 8), oxigenada; e com mais frequência em usos de terra agrícola e urbana em comparação com usos de terra nativos. Dados químicos, isotópicos (trítio e carbono-14) e de gases nobres mostram que o alto Cr(VI) na água de poços em aquíferos aluviais nos desertos do sul da Califórnia resulta de longos tempos de residência de águas subterrâneas e reações geoquímicas, como a intemperização de silicatos, que aumentam o pH, enquanto as condições oxigenadas persistem. O alto Cr(VI) na água de poços em aquíferos aluviais ao longo do lado oeste do Vale Central resulta de alto teor de cromo na rocha fonte erodida para formar esses aquíferos, e processos de recarga areal (incluindo retorno de irrigação) que podem mobilizar cromo da zona não saturada. O Cr(VI) co-ocorreu com oxianions com química similar, incluindo vanádio, selênio e urânio. O Cr(VI) foi positivamente correlacionado com nitrato, consistente com concentrações aumentadas em áreas de uso de terra agrícola e mobilização de cromo da zona não saturada pelo retorno de irrigação.
BibTeX
@article{doi101016japgeochem201508007,
author = "Izbicki, John A. and Wright, Michael T. and Seymour, Whitney A. and McCleskey, R. Blaine and Fram, Miranda S. and Belitz, Kenneth and Esser, B. K.",
title = "Cr(VI) occurrence and geochemistry in water from public-supply wells in California",
year = "2015",
journal = "Applied Geochemistry",
abstract = "Hexavalent chromium, Cr(VI), in 918 wells sampled throughout California between 2004 and 2012 by the Groundwater Ambient Monitoring and Assessment-Priority Basin Project (GAMA-PBP) ranged from less than the study reporting limit of 1 microgram per liter (μg/L) to 32 μg/L. Statewide, Cr(VI) was reported in 31 percent of wells and equaled or exceeded the recently established (2014) California Maximum Contaminant Level (MCL) for Cr(VI) of 10 μg/L in 4 percent of wells. Cr(VI) data collected for regulatory purposes overestimated Cr(VI) occurrence compared to spatially-distributed GAMA-PBP data. Ninety percent of chromium was present as Cr(VI), which was detected more frequently and at higher concentrations in alkaline (pH ≥ 8), oxic water; and more frequently in agricultural and urban land uses compared to native land uses. Chemical, isotopic (tritium and carbon-14), and noble-gas data show high Cr(VI) in water from wells in alluvial aquifers in the southern California deserts result from long groundwater-residence times and geochemical reactions such as silicate weathering that increase pH, while oxic conditions persist. High Cr(VI) in water from wells in alluvial aquifers along the west-side of the Central Valley results from high-chromium in source rock eroded to form those aquifers, and areal recharge processes (including irrigation return) that can mobilize chromium from the unsaturated zone. Cr(VI) co-occurred with oxyanions having similar chemistry, including vanadium, selenium, and uranium. Cr(VI) was positively correlated with nitrate, consistent with increased concentrations in areas of agricultural land use and mobilization of chromium from the unsaturated zone by irrigation return.",
url = "https://doi.org/10.1016/j.apgeochem.2015.08.007",
doi = "10.1016/j.apgeochem.2015.08.007",
openalex = "W1132777302",
references = "doi101016japgeochem201406025"
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104. Bajwa, B.S. e Kumar, Sanjeev e Singh, Surinder e Sahoo, Sunil Kumar e Tripathi, R., 2015, Distribuição de urânio e outros elementos tóxicos pesados em amostras de água potável do SW-Punjab, Índia: Journal of Radiation Research and Applied Sciences.
DOI: 10.1016/j.jrras.2015.01.002
Resumo
Nas investigações atuais, a técnica de Fluorimetria a Laser foi utilizada para a microanálise do conteúdo de urânio em amostras de água potável coletadas de diferentes fontes, como bombas manuais e poços tubulares de várias profundidades, em uma ampla gama de locais nos quatro distritos do SW-Punjab, Índia. O objetivo deste estudo foi investigar os níveis de concentração de urânio na água subterrânea utilizada para fins de consumo e determinar seus efeitos na saúde, se houver, na população local desta região. Os riscos radiológicos e químicos correspondentes também foram calculados para as concentrações de urânio nas amostras de água subterrânea. Outros elementos pesados também foram analisados usando Espectrometria de Absorção Atômica. Nesta região, a concentração de urânio em 498 amostras de água potável foi encontrada variar entre 0,5–579 μgl−1 com uma média de 73,5 μgl−1. A análise de dados revelou que 338 das 498 amostras apresentaram concentração de urânio superior ao limite seguro recomendado de 30 μgl−1 (OMS, 2011), enquanto 216 amostras excederam o limiar de 60 μgl−1 recomendado pelo AERB, DAE, Índia, 2004.
BibTeX
@article{doi101016jjrras201501002,
author = "Bajwa, B.S. e Kumar, Sanjeev e Singh, Surinder e Sahoo, Sunil Kumar e Tripathi, R.",
title = "Distribuição de urânio e outros elementos tóxicos pesados em amostras de água potável do SW-Punjab, Índia",
year = "2015",
journal = "Journal of Radiation Research and Applied Sciences",
abstract = "Nas investigações atuais, a técnica de Fluorimetria a Laser foi utilizada para a microanálise do conteúdo de urânio em amostras de água potável coletadas de diferentes fontes, como bombas manuais e poços tubulares de várias profundidades, em uma ampla gama de locais nos quatro distritos do SW-Punjab, Índia. O objetivo deste estudo foi investigar os níveis de concentração de urânio na água subterrânea utilizada para fins de consumo e determinar seus efeitos na saúde, se houver, na população local desta região. Os riscos radiológicos e químicos correspondentes também foram calculados para as concentrações de urânio nas amostras de água subterrânea. Outros elementos pesados também foram analisados usando Espectrometria de Absorção Atômica. Nesta região, a concentração de urânio em 498 amostras de água potável foi encontrada variar entre 0,5–579 μgl−1 com uma média de 73,5 μgl−1. A análise de dados revelou que 338 das 498 amostras apresentaram concentração de urânio superior ao limite seguro recomendado de 30 μgl−1 (OMS, 2011), enquanto 216 amostras excederam o limiar de 60 μgl−1 recomendado pelo AERB, DAE, Índia, 2004.",
url = "https://doi.org/10.1016/j.jrras.2015.01.002",
doi = "10.1016/j.jrras.2015.01.002",
openalex = "W2078262068",
references = "doi101111j17456584200900635x"
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105. Haacker, Erin e Kendall, A. D. e Hyndman, D. W., 2015, Declínios do Nível da Água no Aquífero das Planícies Altas: Do Pré-desenvolvimento à Senescência dos Recursos: Ground Water.
Resumo
Um grande desequilíbrio entre a recarga e a retirada de água causou que regiões vitais do Aquífero das Planícies Altas (HPA) experimentassem declínios significativos no armazenamento. Um novo mapa de pré-desenvolvimento, juntamente com uma síntese dos níveis anuais de água, demonstra que o armazenamento do aquífero diminuiu em aproximadamente 410 km(3) desde a década de 1930, um declínio 15% maior do que as estimativas anteriores. Se as taxas atuais de declínio continuarem, grande parte das Planícies Altas do Sul e partes das Planícies Altas Centrais terão água insuficiente para irrigação nos próximos 20 a 30 anos, enquanto a maior parte das Planícies Altas do Norte experimentará pouca mudança no armazenamento. Nas partes ocidentais das Planícies Altas Centrais e na parte norte das Planícies Altas do Sul, a espessura saturada diminuiu localmente em mais de 50% e atualmente está declinando a taxas de 10% a 20% da espessura inicial por década. As porções mais produtivas agrícola das Planícies Altas não suportarão a produção irrigada em questão de décadas sem mudanças significativas na gestão.
BibTeX
@article{doi101111gwat12350,
author = "Haacker, Erin e Kendall, A. D. e Hyndman, D. W.",
title = "Declínios do Nível da Água no Aquífero das Planícies Altas: Do Pré-desenvolvimento à Senescência dos Recursos",
year = "2015",
journal = "Ground Water",
abstract = "Um grande desequilíbrio entre a recarga e a retirada de água causou que regiões vitais do Aquífero das Planícies Altas (HPA) experimentassem declínios significativos no armazenamento. Um novo mapa de pré-desenvolvimento, juntamente com uma síntese dos níveis anuais de água, demonstra que o armazenamento do aquífero diminuiu em aproximadamente 410 km(3) desde a década de 1930, um declínio 15% maior do que as estimativas anteriores. Se as taxas atuais de declínio continuarem, grande parte das Planícies Altas do Sul e partes das Planícies Altas Centrais terão água insuficiente para irrigação nos próximos 20 a 30 anos, enquanto a maior parte das Planícies Altas do Norte experimentará pouca mudança no armazenamento. Nas partes ocidentais das Planícies Altas Centrais e na parte norte das Planícies Altas do Sul, a espessura saturada diminuiu localmente em mais de 50% e atualmente está declinando a taxas de 10% a 20% da espessura inicial por década. As porções mais produtivas agrícola das Planícies Altas não suportarão a produção irrigada em questão de décadas sem mudanças significativas na gestão.",
url = "https://doi.org/10.1111/gwat.12350",
doi = "10.1111/gwat.12350",
openalex = "W1534609677",
references = "doi103133wri994104"
}
106. Hrachowitz, Markus e Benettin, Paolo e van Breukelen, Boris M. e Fovet, Ophélie e Howden, Nicholas e Ruiz, Laurent e van der Velde, Ype e Wade, Andrew J., 2016, Transit times—the link between hydrology and water quality at the catchment scale: Wiley Interdisciplinary Reviews Water.
Resumo
Apesar de tentar compreender processos no mesmo domínio espacial, as comunidades científicas de hidrologia de bacias e qualidade da água estão relativamente desconectadas, assim como seus respectivos modelos. Isso é enfatizado por uma representação inadequada dos processos de transporte, tanto em modelos hidrológicos de escala de bacia quanto em modelos de qualidade da água. Embora muitos modelos hidrológicos em escala de bacia considerem apenas a propagação de pressão e não a transferência de massa, os modelos de qualidade da água em escala de bacia são tipicamente limitados por representações excessivamente simplificadas dos processos de fluxo. Com o objetivo de aumentar a conscientização sobre este problema e esboçar possíveis caminhos adiante, fornecemos uma visão geral não técnica de (1) a importância do transporte controlado pela hidrologia através de sistemas de bacia como o elo entre hidrologia e qualidade da água; (2) as limitações dos modelos hidrológicos e de qualidade da água em escala de bacia da geração atual; (3) o conceito de tempos de trânsito como ferramentas para quantificar o transporte; e (4) os benefícios das formulações baseadas em tempos de trânsito para o transporte de solutos em modelos hidrológicos e de qualidade da água em escala de bacia. Existem evidências emergentes de que uma formulação explícita dos processos de transporte, baseada no conceito de tempos de trânsito, tem o potencial de melhorar a compreensão da dinâmica integrada do sistema das bacias e de fornecer um elo mais forte entre os modelos hidrológicos e de qualidade da água em escala de bacia. WIREs Water 2016, 3:629–657. doi: 10.1002/wat2.1155 Este artigo está categorizado em: Ciência da Água > Processos Hidrológicos Ciência da Água > Qualidade da Água
BibTeX
@article{doi101002wat21155,
author = "Hrachowitz, Markus e Benettin, Paolo e van Breukelen, Boris M. e Fovet, Ophélie e Howden, Nicholas e Ruiz, Laurent e van der Velde, Ype e Wade, Andrew J.",
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journal = "Wiley Interdisciplinary Reviews Water",
abstract = "Apesar de tentar compreender processos no mesmo domínio espacial, as comunidades científicas de hidrologia de bacias e qualidade da água estão relativamente desconectadas, assim como seus respectivos modelos. Isso é enfatizado por uma representação inadequada dos processos de transporte, tanto em modelos hidrológicos de escala de bacia quanto em modelos de qualidade da água. Embora muitos modelos hidrológicos em escala de bacia considerem apenas a propagação de pressão e não a transferência de massa, os modelos de qualidade da água em escala de bacia são tipicamente limitados por representações excessivamente simplificadas dos processos de fluxo. Com o objetivo de aumentar a conscientização sobre este problema e esboçar possíveis caminhos adiante, fornecemos uma visão geral não técnica de (1) a importância do transporte controlado pela hidrologia através de sistemas de bacia como o elo entre hidrologia e qualidade da água; (2) as limitações dos modelos hidrológicos e de qualidade da água em escala de bacia da geração atual; (3) o conceito de tempos de trânsito como ferramentas para quantificar o transporte; e (4) os benefícios das formulações baseadas em tempos de trânsito para o transporte de solutos em modelos hidrológicos e de qualidade da água em escala de bacia. Existem evidências emergentes de que uma formulação explícita dos processos de transporte, baseada no conceito de tempos de trânsito, tem o potencial de melhorar a compreensão da dinâmica integrada do sistema das bacias e de fornecer um elo mais forte entre os modelos hidrológicos e de qualidade da água em escala de bacia. WIREs Water 2016, 3:629–657. doi: 10.1002/wat2.1155 Este artigo está categorizado em: Ciência da Água > Processos Hidrológicos Ciência da Água > Qualidade da Água",
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107. Yang, Yuanyuan e Zhao, Jian‐Liang e Liu, You-Sheng e Liu, Wang-Rong e Zhang, Qian-Qian e Yao, Li e Hu, Li-Xin e Zhang, Jin-Na e Jiang, Yu-Xia e Ying, Guang‐Guo, 2017, Farmacêuticos e produtos de higiene pessoal (PPCPs) e adoçantes artificiais (ASs) em águas superficiais e subterrâneas e sua aplicação como indicador de contaminação por esgoto: The Science of The Total Environment.
DOI: 10.1016/j.scitotenv.2017.10.241
BibTeX
@article{doi101016jscitotenv201710241,
author = "Yang, Yuanyuan e Zhao, Jian‐Liang e Liu, You-Sheng e Liu, Wang-Rong e Zhang, Qian-Qian e Yao, Li e Hu, Li-Xin e Zhang, Jin-Na e Jiang, Yu-Xia e Ying, Guang‐Guo",
title = "Farmacêuticos e produtos de higiene pessoal (PPCPs) e adoçantes artificiais (ASs) em águas superficiais e subterrâneas e sua aplicação como indicador de contaminação por esgoto",
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108. Hagedorn, Benjamin e Clarke, Natalie e Ruane, M. e Faulkner, Kirsten E., 2017, Avaliando a vulnerabilidade de aquíferos a partir de modelagem de parâmetros agrupados de proporções de água moderna em misturas de águas subterrâneas: Aplicação à South Coast Range da Califórnia: The Science of The Total Environment.
DOI: 10.1016/j.scitotenv.2017.12.115
BibTeX
@article{doi101016jscitotenv201712115,
author = "Hagedorn, Benjamin e Clarke, Natalie e Ruane, M. e Faulkner, Kirsten E.",
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109. Ellis, John e Mashburn, Shana L. e Graves, Grant M. e Peterson, Steven M. e Smith, S. Jerrod e Fuhrig, Leland T. e Wagner, Derrick L. e Sanford, Jon E., 2017, Hidrogeologia e simulação do fluxo de águas subterrâneas e análise do uso projetado de água para o aquífero aluvial do rio Canadian, Oklahoma ocidental e central: Relatório de investigações científicas.
Resumo
Primeira publicação em 13 de fevereiro de 2017 Revisado em 27 de março de 2017 Para mais informações, entre em contato com: Diretor, Oklahoma Water Science CenterU.S. Geological Survey 202 NW 66th, Bldg 7Oklahoma City, OK 73116http://ok.water.usgs.gov/ Este relatório descreve um estudo da hidrogeologia e da simulação do fluxo de águas subterrâneas para o aquífero aluvial do rio Canadian no oeste e centro de Oklahoma, conduzido pelo U.S. Geological Survey em cooperação com a Oklahoma Water Resources Board. O relatório (1) quantifica os recursos de águas subterrâneas do aquífero aluvial do rio Canadian ao desenvolver um modelo conceitual, (2) resume a qualidade geral da água do aquífero aluvial do rio Canadian usando dados coletados durante agosto e setembro de 2013, (3) avalia os efeitos da estimativa de participação proporcional igual (EPS) no armazenamento do aquífero e no fluxo de riacho para períodos de 20, 40 e 50 anos no futuro, usando modelos numéricos de fluxo de águas subterrâneas, e (4) avalia os efeitos da extração de águas subterrâneas atuais ao longo de um período de 50 anos e de condições de seca hipotética sustentada ao longo de um período de 10 anos no fluxo base do riacho e nas águas subterrâneas em armazenamento, usando modelos numéricos de fluxo. O aquífero aluvial do rio Canadian é uma unidade aluvial e de terraços de idade Quaternária, consistindo em camadas de sedimentos de argila, silte, areia e cascalho fino, que cobrem de forma não conformacional rochas sedimentares de idade Terciária, Permiana e Pensilvaniana. Para fins de modelagem de fluxo de águas subterrâneas, o rio Canadian foi dividido em Reach I, estendendo-se da fronteira com o Texas até o rio Canadian no medidor de fluxo de Bridgeport, Okla. (07228500), e Reach II, estendendo-se a jusante do rio Canadian no medidor de fluxo de Bridgeport, Okla. (07228500), até a confluência do rio com o Lago Eufaula. O aquífero aluvial do rio Canadian abrange múltiplas divisões climáticas, variando de semiárido no oeste a subtropical úmido no leste. A precipitação anual média na área de estudo de 1896 a 2014 foi de 34,4 polegadas por ano (in/yr). Foi desenvolvido um quadro hidrogeológico do aquífero aluvial do rio Canadian que inclui a extensão areal e vertical do aquífero e a distribuição, variabilidade de textura e propriedades hidráulicas dos materiais do aquífero. A extensão areal do aquífero variou de menos de 0,2 a 8,5 milhas de largura. A espessura máxima do aquífero foi de 120 pés (ft), e a espessura média do aquífero foi de 50 ft. A condutividade hidráulica horizontal média para o aquífero aluvial do rio Canadian foi calculada como 39 pés por dia, e a condutividade hidráulica horizontal máxima foi calculada como 100 pés por dia. As taxas de recarga para o aquífero aluvial do rio Canadian foram estimadas usando um código de balanço solo-água para estimar a distribuição espacial da recarga de águas subterrâneas e um método de flutuação do lençol freático para estimar taxas de recarga localizadas. Usando dados diários de precipitação e temperatura de 39 estações climáticas, a recarga foi estimada como média de 3,4 in/yr, o que corresponde a 8,7 por cento da precipitação como recarga para o aquífero aluvial do rio Canadian de 1981 a 2013. O método de flutuação do lençol freático foi usado em um local onde dados de observação contínua do nível da água estavam disponíveis para estimar a porcentagem da precipitação que se torna recarga de águas subterrâneas. A recarga anual estimada naquele local foi de 9,7 in/yr durante 2014. O fluxo de águas subterrâneas no aquífero aluvial do rio Canadian foi identificado e quantificado por um modelo conceitual de fluxo para o período 1981–2013. As entradas para o aquífero aluvial do rio Canadian incluem recarga ao lençol freático a partir da precipitação, fluxo lateral da rocha matriz circundante e fluxo do rio Canadian, enquanto as saídas incluem fluxo para o rio Canadian (ganho de fluxo base), evapotranspiração e uso de águas subterrâneas. As entradas totais de recarga anual estimadas pelo código de balanço solo-água foram multiplicadas pela área de cada trecho e depois médias ao longo do período simulado para produzir uma média anual de 28.919 acre-pés por ano (acre-ft/yr) para Reach I e 82.006 acre-ft/yr para Reach II. O fluxo base do riacho para o rio Canadian foi estimado como a maior saída de águas subterrâneas do aquífero, medido em quatro medidores de fluxo, juntamente com evapotranspiração e uso de águas subterrâneas, que foram componentes de descarga relativamente menores. Os objetivos dos modelos numéricos de fluxo de águas subterrâneas incluíram simular o fluxo de águas subterrâneas no aquífero aluvial do rio Canadian de 1981 a 2013 para abordar o uso de águas subterrâneas e cenários de seca, incluindo o cálculo das taxas de bombeamento EPS. O EPS para os aquíferos aluviais e de terraços é definido pela Oklahoma Water Resources Board como a quantidade de água doce que cada proprietário de terra é permitido usar por ano por acre de terra própria para manter uma espessura saturada de pelo menos 5 ft em pelo menos 50 por cento da terra sobrejacente da bacia de águas subterrâneas por um mínimo de 20 anos. Os modelos de fluxo de águas subterrâneas foram calibrados a observações de altitude do lençol freático, fluxos base de medidores de fluxo e ganho de fluxo base para o rio Canadian. O erro quadrático médio da observação de altitude do lençol freático para Reach I foi de 6,1 ft, e 75 por cento dos resíduos estavam dentro de ±6,7 ft das medições observadas. O residual médio de fluxo base do riacho simulado no medidor de fluxo de Bridgeport (07228500) foi de 8,8 pés cúbicos por segundo (ft³/s), e 75 por cento dos resíduos estavam dentro de ±30 ft³/s das medições observadas. O ganho de fluxo base simulado em Reach I foi 8,8 ft³/s menor que o ganho de fluxo base estimado. O erro quadrático médio da observação de altitude do lençol freático para Reach II foi de 4 ft, e 75 por cento dos resíduos estavam dentro de ±4,3 ft das observações. O residual médio de fluxo base do riacho simulado em Reach II estava entre 35 e 132 ft³/s. O residual médio de ganho de fluxo base simulado em Reach II estava entre 11,3 e 61,1 ft³/s. Vários cenários preditivos futuros foram executados, incluindo estimar a taxa de bombeamento EPS para vidas de bacia de 20, 40 e 50 anos, determinar os efeitos do uso atual de águas subterrâneas ao longo de um período de 50 anos.ar período para o futuro, e avaliando os efeitos de uma seca sustentada na disponibilidade de água para ambos os trechos. A taxa de bombeamento do EPS foi determinada em 1,35 acre-pés por acre por ano ([acre-ft/acre]/ano) no Trecho I e 3,08 (acre-ft/acre)/ano no Trecho II para um período de 20 anos. Para os períodos de 40 e 50 anos, a taxa do EPS foi determinada em 1,34 (acre-ft/acre)/ano no Trecho I e 3,08 (acre-ft/acre)/ano no Trecho II. As mudanças no armazenamento diminuíram em conjunto com o bombeamento simulado de águas subterrâneas e foram mínimas após os primeiros 15 anos simulados para o Trecho I e os primeiros 8 anos simulados para o Trecho II. O bombeamento de águas subterrâneas nas taxas de 2013 por um período de 50 anos resultou em uma diminuição de 0,2 por cento nos volumes de armazenamento de águas subterrâneas no Trecho I e uma diminuição de 0,6 por cento nos volumes de armazenamento de águas subterrâneas no Trecho II. As pequenas mudanças no armazenamento são devidas ao uso de águas subterrâneas pelo bombeamento, que compõe uma pequena porcentagem dos orçamentos totais do modelo de fluxo de águas subterrâneas para os Trechos I e II. Um cenário de seca sustentada foi utilizado para avaliar os efeitos de uma seca hipotética de 10 anos na disponibilidade de água. Um período de 10 anos foi escolhido onde os efeitos das condições de seca seriam simulados diminuindo a recarga em 75 por cento. No Trecho I, o fluxo base de rio simulado médio no posto de medição de Bridgeport (07228500) diminuiu em 58 por cento durante a seca hipotética de 10 anos em comparação com o fluxo base de rio simulado médio durante o período sem seca. No Trecho II, os fluxos base de rio simulados médios nos postos de medição de Purcell (07229200) e Calvin (07231500) diminuíram em 64 por cento e 54 por cento, respectivamente. No Trecho I, o cenário de seca de armazenamento de águas subterrâneas resultou em uma queda de armazenamento de 30 mil acre-pés, ou uma queda média do lençol freático de 1,2 pés. No Trecho II, o cenário de seca de armazenamento de águas subterrâneas resultou em uma queda de armazenamento de 71 mil acre-pés, ou uma queda média do lençol freático de 2,0 pés.
BibTeX
@article{doi103133sir20165180,
author = "Ellis, John and Mashburn, Shana L. and Graves, Grant M. and Peterson, Steven M. and Smith, S. Jerrod and Fuhrig, Leland T. and Wagner, Derrick L. and Sanford, Jon E.",
title = "Hydrogeology and simulation of groundwater flow and analysis of projected water use for the Canadian River alluvial aquifer, western and central Oklahoma",
year = "2017",
journal = "Scientific investigations report",
abstract = "First posted February 13, 2017 Revised March 27, 2017 For additional information, contact: Director, Oklahoma Water Science CenterU.S. Geological Survey 202 NW 66th, Bldg 7Oklahoma City, OK 73116http://ok.water.usgs.gov/ This report describes a study of the hydrogeology and simulation of groundwater flow for the Canadian River alluvial aquifer in western and central Oklahoma conducted by the U.S. Geological Survey in cooperation with the Oklahoma Water Resources Board. The report (1) quantifies the groundwater resources of the Canadian River alluvial aquifer by developing a conceptual model, (2) summarizes the general water quality of the Canadian River alluvial aquifer groundwater by using data collected during August and September 2013, (3) evaluates the effects of estimated equal proportionate share (EPS) on aquifer storage and streamflow for time periods of 20, 40, and 50 years into the future by using numerical groundwater-flow models, and (4) evaluates the effects of present-day groundwater pumping over a 50-year period and sustained hypothetical drought conditions over a 10-year period on stream base flow and groundwater in storage by using numerical flow models. The Canadian River alluvial aquifer is a Quaternary-age alluvial and terrace unit consisting of beds of clay, silt, sand, and fine gravel sediments unconformably overlying Tertiary-, Permian-, and Pennsylvanian-age sedimentary rocks. For groundwater-flow modeling purposes, the Canadian River was divided into Reach I, extending from the Texas border to the Canadian River at the Bridgeport, Okla., streamgage (07228500), and Reach II, extending downstream from the Canadian River at the Bridgeport, Okla., streamgage (07228500), to the confluence of the river with Eufaula Lake. The Canadian River alluvial aquifer spans multiple climate divisions, ranging from semiarid in the west to humid subtropical in the east. The average annual precipitation in the study area from 1896 to 2014 was 34.4 inches per year (in/yr).A hydrogeologic framework of the Canadian River alluvial aquifer was developed that includes the areal and vertical extent of the aquifer and the distribution, texture variability, and hydraulic properties of aquifer materials. The aquifer areal extent ranged from less than 0.2 to 8.5 miles wide. The maximum aquifer thickness was 120 feet (ft), and the average aquifer thickness was 50 ft. Average horizontal hydraulic conductivity for the Canadian River alluvial aquifer was calculated to be 39 feet per day, and the maximum horizontal hydraulic conductivity was calculated to be 100 feet per day.Recharge rates to the Canadian River alluvial aquifer were estimated by using a soil-water-balance code to estimate the spatial distribution of groundwater recharge and a water-table fluctuation method to estimate localized recharge rates. By using daily precipitation and temperature data from 39 climate stations, recharge was estimated to average 3.4 in/yr, which corresponds to 8.7 percent of precipitation as recharge for the Canadian River alluvial aquifer from 1981 to 2013. The water-table fluctuation method was used at one site where continuous water-level observation data were available to estimate the percentage of precipitation that becomes groundwater recharge. Estimated annual recharge at that site was 9.7 in/yr during 2014.Groundwater flow in the Canadian River alluvial aquifer was identified and quantified by a conceptual flow model for the period 1981–2013. Inflows to the Canadian River alluvial aquifer include recharge to the water table from precipitation, lateral flow from the surrounding bedrock, and flow from the Canadian River, whereas outflows include flow to the Canadian River (base-flow gain), evapotranspiration, and groundwater use. Total annual recharge inflows estimated by the soil-water-balance code were multiplied by the area of each reach and then averaged over the simulated period to produce an annual average of 28,919 acre-feet per year (acre-ft/yr) for Reach I and 82,006 acre-ft/yr for Reach II. Stream base flow to the Canadian River was estimated to be the largest outflow of groundwater from the aquifer, measured at four streamgages, along with evapotranspiration and groundwater use, which were relatively minor discharge components.Objectives for the numerical groundwater-flow models included simulating groundwater flow in the Canadian River alluvial aquifer from 1981 to 2013 to address groundwater use and drought scenarios, including calculation of the EPS pumping rates. The EPS for the alluvial and terrace aquifers is defined by the Oklahoma Water Resources Board as the amount of fresh water that each landowner is allowed per year per acre of owned land to maintain a saturated thickness of at least 5 ft in at least 50 percent of the overlying land of the groundwater basin for a minimum of 20 years.The groundwater-flow models were calibrated to water-table altitude observations, streamgage base flows, and base-flow gain to the Canadian River. The Reach I water-table altitude observation root-mean-square error was 6.1 ft, and 75 percent of residuals were within ±6.7 ft of observed measurements. The average simulated stream base-flow residual at the Bridgeport streamgage (07228500) was 8.8 cubic feet per second (ft3/s), and 75 percent of residuals were within ±30 ft3/s of observed measurements. Simulated base-flow gain in Reach I was 8.8 ft3/s lower than estimated base-flow gain. The Reach II water-table altitude observation root-mean-square error was 4 ft, and 75 percent of residuals were within ±4.3 ft of the observations. The average simulated stream base-flow residual in Reach II was between 35 and 132 ft3/s. The average simulated base-flow gain residual in Reach II was between 11.3 and 61.1 ft3/s.Several future predictive scenarios were run, including estimating the EPS pumping rate for 20-, 40-, and 50-year life of basin scenarios, determining the effects of current groundwater use over a 50-year period into the future, and evaluating the effects of a sustained drought on water availability for both reaches. The EPS pumping rate was determined to be 1.35 acre-feet per acre per year ([acre-ft/acre]/yr) in Reach I and 3.08 (acre-ft/acre)/yr in Reach II for a 20-year period. For the 40- and 50-year periods, the EPS rate was determined to be 1.34 (acre-ft/acre)/yr in Reach I and 3.08 (acre-ft/acre)/yr in Reach II. Storage changes decreased in tandem with simulated groundwater pumping and were minimal after the first 15 simulated years for Reach I and the first 8 simulated years for Reach II.Groundwater pumping at year 2013 rates for a period of 50 years resulted in a 0.2-percent decrease in groundwater-storage volumes in Reach I and a 0.6-percent decrease in the groundwater-storage volumes in Reach II. The small changes in storage are due to groundwater use by pumping, which composes a small percentage of the total groundwater-flow model budgets for Reaches I and II.A sustained drought scenario was used to evaluate the effects of a hypothetical 10-year drought on water availability. A 10-year period was chosen where the effects of drought conditions would be simulated by decreasing recharge by 75 percent. In Reach I, average simulated stream base flow at the Bridgeport streamgage (07228500) decreased by 58 percent during the hypothetical 10-year drought compared to average simulated stream base flow during the nondrought period. In Reach II, average simulated stream base flows at the Purcell streamgage (07229200) and Calvin streamgage (07231500) decreased by 64 percent and 54 percent, respectively. In Reach I, the groundwater-storage drought scenario resulted in a storage decline of 30 thousand acre-feet, or an average decline in the water table of 1.2 ft. In Reach II, the groundwater-storage drought scenario resulted in a storage decline of 71 thousand acre-feet, or an average decline in the water table of 2.0 ft.",
url = "https://doi.org/10.3133/sir20165180",
doi = "10.3133/sir20165180",
openalex = "W2601066798",
references = "doi103133wri984081"
}
110. Jones, Tyler R. e White, James W. C. e Steig, Eric J. e Vaughn, Bruce H. e Morris, Valerie e Gkinis, Vasileios e Markle, Bradley e Schoenemann, Spruce W., 2017, Metodologias melhoradas para análise de fluxo contínuo de isótopos de água estáveis em testemunhos de gelo: Técnicas de medição atmosférica.
Resumo
Resumo. Isótopos de água em testemunhos de gelo são utilizados como proxy climático para temperatura local e circulação atmosférica regional, bem como para condições evaporativas nas regiões de origem da umidade. Medições tradicionais de isótopos de água foram realizadas utilizando espectrometria de massa de razão isotópica de setor magnético (IRMS). No entanto, vários estudos recentes mostraram que a espectrometria de absorção a laser (LAS) desempenha tão bem ou melhor que a IRMS. A nova tecnologia LAS foi combinada com análise de fluxo contínuo (CFA) para melhorar a densidade de dados e a taxa de processamento de amostras em numerosos projetos anteriores de perfuração de gelo. Aqui, apresentamos um sistema LAS-CFA semi-automatizado comparável para medir isótopos de água de alta resolução em testemunhos de gelo. Descrevemos novos métodos para particionar tanto a precisão do sistema quanto o comprimento de mistura em componentes líquidos e de vapor – medidas úteis para definir e melhorar o desempenho geral do sistema. Criticamente, esses métodos levam em conta a incerteza do registro de profundidade que não está presente na IRMS nem totalmente considerada em outros estudos de CFA. Essas análises são realizadas utilizando amostras de um núcleo de firn do Polo Sul, um núcleo de gelo da Groenlândia e o núcleo de gelo da Divisão da Plataforma de Gelo da Antártida Ocidental (WAIS) Divide. O sistema de medição utiliza um carrossel de 16 posições contido em um freezer para entregar consecutivamente bastões de gelo de ∼ 1 m × 1,3 cm² a uma cabeça de fusão controlada termicamente, onde o gelo é convertido em um fluxo líquido contínuo e eventualmente vaporizado usando um nebulizador concêntrico para análise isotópica. Um sistema integrado de entrega de padrões de isótopos de água é utilizado para calibração na escala de Água Oceânica Média Padrão de Viena (VSMOW), e o registro de profundidade é alcançado usando um dispositivo a laser de distância preciso com incerteza de ±0,2 mm. Como verificação adicional do sistema, realizamos comparações LAS entre laboratórios utilizando amostras de gelo da Divisão WAIS, um passo corroborativo não realizado em estudos anteriores de CFA. Os resultados gerais são importantes para fundamentar dados obtidos de sistemas LAS-CFA, incluindo a otimização dos comprimentos de mistura líquido e vapor, determinação das taxas de fusão para testemunhos de gelo com diferentes históricos de acumulação e afinamento, e remoção de efeitos de mistura em todo o sistema que estão convolados com o sinal difusional natural que resulta principalmente da difusão de moléculas de água na coluna de firn.
BibTeX
@article{doi105194amt106172017,
author = "Jones, Tyler R. e White, James W. C. e Steig, Eric J. e Vaughn, Bruce H. e Morris, Valerie e Gkinis, Vasileios e Markle, Bradley e Schoenemann, Spruce W.",
title = "Metodologias melhoradas para análise de fluxo contínuo de isótopos de água estáveis em testemunhos de gelo",
year = "2017",
journal = "Técnicas de medição atmosférica",
abstract = "Resumo. Isótopos de água em testemunhos de gelo são utilizados como proxy climático para temperatura local e circulação atmosférica regional, bem como para condições evaporativas nas regiões de origem da umidade. Medições tradicionais de isótopos de água foram realizadas utilizando espectrometria de massa de razão isotópica de setor magnético (IRMS). No entanto, vários estudos recentes mostraram que a espectrometria de absorção a laser (LAS) desempenha tão bem ou melhor que a IRMS. A nova tecnologia LAS foi combinada com análise de fluxo contínuo (CFA) para melhorar a densidade de dados e a taxa de processamento de amostras em numerosos projetos anteriores de perfuração de gelo. Aqui, apresentamos um sistema LAS-CFA semi-automatizado comparável para medir isótopos de água de alta resolução em testemunhos de gelo. Descrevemos novos métodos para particionar tanto a precisão do sistema quanto o comprimento de mistura em componentes líquidos e de vapor – medidas úteis para definir e melhorar o desempenho geral do sistema. Criticamente, esses métodos levam em conta a incerteza do registro de profundidade que não está presente na IRMS nem totalmente considerada em outros estudos de CFA. Essas análises são realizadas utilizando amostras de um núcleo de firn do Polo Sul, um núcleo de gelo da Groenlândia e o núcleo de gelo da Divisão da Plataforma de Gelo da Antártida Ocidental (WAIS) Divide. O sistema de medição utiliza um carrossel de 16 posições contido em um freezer para entregar consecutivamente bastões de gelo de ∼ 1 m × 1,3 cm² a uma cabeça de fusão controlada termicamente, onde o gelo é convertido em um fluxo líquido contínuo e eventualmente vaporizado usando um nebulizador concêntrico para análise isotópica. Um sistema integrado de entrega de padrões de isótopos de água é utilizado para calibração na escala de Água Oceânica Média Padrão de Viena (VSMOW), e o registro de profundidade é alcançado usando um dispositivo a laser de distância preciso com incerteza de ±0,2 mm. Como verificação adicional do sistema, realizamos comparações LAS entre laboratórios utilizando amostras de gelo da Divisão WAIS, um passo corroborativo não realizado em estudos anteriores de CFA. Os resultados gerais são importantes para fundamentar dados obtidos de sistemas LAS-CFA, incluindo a otimização dos comprimentos de mistura líquido e vapor, determinação das taxas de fusão para testemunhos de gelo com diferentes históricos de acumulação e afinamento, e remoção de efeitos de mistura em todo o sistema que estão convolados com o sinal difusional natural que resulta principalmente da difusão de moléculas de água na coluna de firn.",
url = "https://doi.org/10.5194/amt-10-617-2017",
doi = "10.5194/amt-10-617-2017",
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}
111. Izuka, S. e Engott, John A. e Rotzoll, K. e Bassiouni, M. e Johnson, Adam G. e Miller, L. e Mair, A., 2018, Aquíferos vulcânicos do Hawai‘i—Hidrogeologia, orçamentos de água e modelos conceituais: Relatório de Investigações Científicas.
DOI: 10.3133/SIR20155164 Fonte
BibTeX
@article{doi103133sir20155164,
author = "Izuka, S. e Engott, John A. e Rotzoll, K. e Bassiouni, M. e Johnson, Adam G. e Miller, L. e Mair, A.",
title = "Aquíferos vulcânicos do Hawai‘i—Hidrogeologia, orçamentos de água e modelos conceituais",
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112. Amato, Daniel W. e Whittier, Robert e Dulai, Henrietta e Smith, Celia M., 2019, Bioensaios de algas detectam carga modelada de nitrogênio derivado de esgotos em águas costeiras de OʻAHU, HAWAIʻI: Marine Pollution Bulletin.
DOI: 10.1016/j.marpolbul.2019.110668
BibTeX
@article{doi101016jmarpolbul2019110668,
author = "Amato, Daniel W. e Whittier, Robert e Dulai, Henrietta e Smith, Celia M.",
title = "Bioensaios de algas detectam carga modelada de nitrogênio derivado de esgotos em águas costeiras de OʻAHU, HAWAIʻI",
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journal = "Marine Pollution Bulletin",
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113. Luthy, Richard G. e Sharvelle, Sybil e Dillon, Peter, 2019, Urban Stormwater to Enhance Water Supply: Environmental Science & Technology.
Resumo
A captação, tratamento e recarga de escoamento urbano podem aumentar o abastecimento de água para cidades com escassez hídrica. Este artigo descreve tendências na captação de águas pluviais urbanas para abastecimento de água potável, utilizando exemplos dos EUA e da Austrália. Em climas com limitação de água, existe potencial de abastecimento para grandes projetos de captação e recarga de águas pluviais, como projetos em escala de bairro e maiores. O uso benéfico de águas pluviais urbanas para atender demandas de água não potável foi demonstrado com sucesso nos EUA e internacionalmente. No entanto, em termos de uso de água potável nos EUA, a falta de um quadro regulatório e a incerteza nos objetivos de tratamento e qualidade da água são barreiras para a adoção em larga escala de águas pluviais urbanas para recarga, o que não é tão evidente na Austrália. São necessários mais dados sobre a qualidade das águas pluviais urbanas, particularmente em relação a patógenos e contaminantes orgânicos polares, para melhor informar os requisitos de tratamento. Novas tecnologias oferecem promessas de operação e tratamento melhorados, mas devem ser demonstradas em ensaios de campo. Sistemas de tratamento de águas pluviais podem ser necessários para recarga em larga escala em áreas altamente urbanizadas onde o controle na fonte é desafiador. Os benefícios conjuntos do abastecimento de água, amenidades urbanas e redução da poluição são importantes para financiamento, aceitação pública e implementação, mas raramente são quantificados.
BibTeX
@article{doi101021acsest8b05913,
author = "Luthy, Richard G. and Sharvelle, Sybil and Dillon, Peter",
title = "Urban Stormwater to Enhance Water Supply",
year = "2019",
journal = "Environmental Science \& Technology",
abstract = "A captação, tratamento e recarga de escoamento urbano podem aumentar o abastecimento de água para cidades com escassez hídrica. Este artigo descreve tendências na captação de águas pluviais urbanas para abastecimento de água potável, utilizando exemplos dos EUA e da Austrália. Em climas com limitação de água, existe potencial de abastecimento para grandes projetos de captação e recarga de águas pluviais, como projetos em escala de bairro e maiores. O uso benéfico de águas pluviais urbanas para atender demandas de água não potável foi demonstrado com sucesso nos EUA e internacionalmente. No entanto, em termos de uso de água potável nos EUA, a falta de um quadro regulatório e a incerteza nos objetivos de tratamento e qualidade da água são barreiras para a adoção em larga escala de águas pluviais urbanas para recarga, o que não é tão evidente na Austrália. São necessários mais dados sobre a qualidade das águas pluviais urbanas, particularmente em relação a patógenos e contaminantes orgânicos polares, para melhor informar os requisitos de tratamento. Novas tecnologias oferecem promessas de operação e tratamento melhorados, mas devem ser demonstradas em ensaios de campo. Sistemas de tratamento de águas pluviais podem ser necessários para recarga em larga escala em áreas altamente urbanizadas onde o controle na fonte é desafiador. Os benefícios conjuntos do abastecimento de água, amenidades urbanas e redução da poluição são importantes para financiamento, aceitação pública e implementação, mas raramente são quantificados.",
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doi = "10.1021/acs.est.8b05913",
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114. Jasechko, Scott, 2019, Hidrogeologia de Isótopos Global―Revisão: Revisões de Geofísica.
Resumo
Resumo Dados de isótopos de água subterrânea 18 O/ 16 O, 2 H/ 1 H, 13 C/ 12 C, 3 H e 14 C podem ajudar a quantificar movimentos moleculares e reações químicas que governam a recarga, qualidade, armazenamento, fluxo e descarga de água subterrânea. Aqui, abordagens comumente aplicadas à análise de dados isotópicos são revisadas, envolvendo sazonalidade da recarga de água subterrânea, elevações de recarga, idades da água subterrânea, condições paleoclimáticas e descarga de água subterrânea. As obras revisadas confirmam e quantificam princípios de longa data: (i) que a recarga deriva desproporcionalmente da precipitação da estação chuvosa e do inverno; (ii) que as águas subterrâneas modernas compõem uma pequena fração da água subterrânea global; (iii) que as águas subterrâneas "fósseis" (>12.000 anos) dominam o armazenamento global em aquíferos; (iv) que as águas subterrâneas fósseis capturam condições climáticas do Pleistoceno tardio; (v) que contaminantes transportados pela superfície são mais comuns em águas subterrâneas mais jovens; e (vi) que as descargas de água subterrânea geram um fluxo de riacho substancial. Dados isotópicos de água subterrânea são desproporcionalmente comuns em latitudes médias e bacias sedimentares equipadas para agricultura irrigada, mas menos abundantes em altas latitudes, desertos hiperáridos e florestas tropicais equatoriais. Alguns desses sistemas de aquíferos pouco explorados podem ser alvos adequados para testes de campo futuros.
BibTeX
@article{doi1010292018rg000627,
author = "Jasechko, Scott",
title = "Global Isotope Hydrogeology―Review",
year = "2019",
journal = "Reviews of Geophysics",
abstract = "Resumo Dados de isótopos de água subterrânea 18 O/ 16 O, 2 H/ 1 H, 13 C/ 12 C, 3 H e 14 C podem ajudar a quantificar movimentos moleculares e reações químicas que governam a recarga, qualidade, armazenamento, fluxo e descarga de água subterrânea. Aqui, abordagens comumente aplicadas à análise de dados isotópicos são revisadas, envolvendo sazonalidade da recarga de água subterrânea, elevações de recarga, idades da água subterrânea, condições paleoclimáticas e descarga de água subterrânea. As obras revisadas confirmam e quantificam princípios de longa data: (i) que a recarga deriva desproporcionalmente da precipitação da estação chuvosa e do inverno; (ii) que as águas subterrâneas modernas compõem uma pequena fração da água subterrânea global; (iii) que as águas subterrâneas "fósseis" (>12.000 anos) dominam o armazenamento global em aquíferos; (iv) que as águas subterrâneas fósseis capturam condições climáticas do Pleistoceno tardio; (v) que contaminantes transportados pela superfície são mais comuns em águas subterrâneas mais jovens; e (vi) que as descargas de água subterrânea geram um fluxo de riacho substancial. Dados isotópicos de água subterrânea são desproporcionalmente comuns em latitudes médias e bacias sedimentares equipadas para agricultura irrigada, mas menos abundantes em altas latitudes, desertos hiperáridos e florestas tropicais equatoriais. Alguns desses sistemas de aquíferos pouco explorados podem ser alvos adequados para testes de campo futuros.",
url = "https://doi.org/10.1029/2018rg000627",
doi = "10.1029/2018rg000627",
openalex = "W2943598625",
references = "doi1010022013rg000443, doi1010022015wr017037, doi101007s1004001107225, doi1010160022169482901470, doi1010292004pa001071, doi101029tr016i002p00519, doi101038nature08238, doi101111j215334901964tb00181x, doi101126science1244693, doi101126science13334651702, doi101146annurevearth241225, doi101146annurevpp40060189002443, doi102458azujsrc5516947, doi103133sir20085156, doi105194bg1271292015, doi106028jres105043"
}
115. Sprenger, Matthias e Stumpp, Christine e Weiler, Markus e Aeschbach, Werner e Allen, Scott T. e Benettin, Paolo e Dubbert, Maren e Hartmann, Andreas e Hrachowitz, Markus e Kirchner, James W. e McDonnell, Jeffrey J. e Orlowski, Natalie e Penna, Daniele e Pfahl, Stephan e Rinderer, Michael e Rodriguez, Nicolas e Schmidt, Maximilian e Werner, Christiane, 2019, The Demographics of Water: A Review of Water Ages in the Critical Zone: Reviews of Geophysics.
Resumo
Resumo O tempo que a água leva para viajar pelo ciclo hidrológico terrestre e pela zona crítica é de grande interesse nas ciências do sistema terrestre, com amplas implicações para a qualidade e quantidade da água. A maioria dos estudos sobre idade da água até hoje concentrou-se em compartimentos individuais (ou subdisciplinas) do ciclo hidrológico, como a zona não saturada ou saturada, vegetação, atmosfera ou rios. No entanto, estudos recentes mostraram que os processos nas interfaces entre os compartimentos hidrológicos (por exemplo, solo-atmosfera ou solo-água subterrânea) governam a distribuição de idades dos fluxos de água entre esses compartimentos e, portanto, podem afetar significativamente os tempos de viagem da água. A ampla variação da mistura completa à quase ausente da água nessas interfaces afeta as idades da água nos compartimentos. Isso é especialmente o caso para a zona crítica altamente heterogênea entre o topo da vegetação e o fundo do armazenamento de água subterrânea. Aqui, revisamos uma ampla variedade de estudos sobre idades da água na zona crítica e fornecemos (1) uma visão geral de novas perspectivas e desafios no uso de traçadores hidrológicos para estudar idades da água, (2) uma discussão das suposições limitantes ligadas à nossa falta de compreensão dos processos e à transferência metodológica das estimativas de idade da água para disciplinas individuais ou compartimentos, e (3) uma visão de como melhorar os esforços interdisciplinares futuros para entender melhor os feedbacks entre a atmosfera, vegetação, solo, água subterrânea e água superficial que controlam as idades da água na zona crítica.
BibTeX
@article{doi1010292018rg000633,
author = "Sprenger, Matthias e Stumpp, Christine e Weiler, Markus e Aeschbach, Werner e Allen, Scott T. e Benettin, Paolo e Dubbert, Maren e Hartmann, Andreas e Hrachowitz, Markus e Kirchner, James W. e McDonnell, Jeffrey J. e Orlowski, Natalie e Penna, Daniele e Pfahl, Stephan e Rinderer, Michael e Rodriguez, Nicolas e Schmidt, Maximilian e Werner, Christiane",
title = "The Demographics of Water: A Review of Water Ages in the Critical Zone",
year = "2019",
journal = "Reviews of Geophysics",
abstract = "Resumo O tempo que a água leva para viajar pelo ciclo hidrológico terrestre e pela zona crítica é de grande interesse nas ciências do sistema terrestre, com amplas implicações para a qualidade e quantidade da água. A maioria dos estudos sobre idade da água até hoje concentrou-se em compartimentos individuais (ou subdisciplinas) do ciclo hidrológico, como a zona não saturada ou saturada, vegetação, atmosfera ou rios. No entanto, estudos recentes mostraram que os processos nas interfaces entre os compartimentos hidrológicos (por exemplo, solo-atmosfera ou solo-água subterrânea) governam a distribuição de idades dos fluxos de água entre esses compartimentos e, portanto, podem afetar significativamente os tempos de viagem da água. A ampla variação da mistura completa à quase ausente da água nessas interfaces afeta as idades da água nos compartimentos. Isso é especialmente o caso para a zona crítica altamente heterogênea entre o topo da vegetação e o fundo do armazenamento de água subterrânea. Aqui, revisamos uma ampla variedade de estudos sobre idades da água na zona crítica e fornecemos (1) uma visão geral de novas perspectivas e desafios no uso de traçadores hidrológicos para estudar idades da água, (2) uma discussão das suposições limitantes ligadas à nossa falta de compreensão dos processos e à transferência metodológica das estimativas de idade da água para disciplinas individuais ou compartimentos, e (3) uma visão de como melhorar os esforços interdisciplinares futuros para entender melhor os feedbacks entre a atmosfera, vegetação, solo, água subterrânea e água superficial que controlam as idades da água na zona crítica.",
url = "https://doi.org/10.1029/2018rg000633",
doi = "10.1029/2018rg000633",
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references = "doi101002hyp1145, doi101007s1004001108106, doi1010160022169482901470, doi1010292018rg000627"
}
116. Meehan, Katie e Jepson, Wendy e Harris, Leila M. e Wutich, Amber e Beresford, Melissa e Fencl, Amanda e London, Jonathan e Pierce, Gregory e Radonic, Lucero e Wells, E. Christian e Wilson, Nicole J. e Adams, Ellis Adjei e Arsenault, Rachel e Brewis, Alexandra e Harrington, Victoria e Lambrinidou, Yanna e McGregor, Deborah e Patrick, Robert e Pauli, Benjamin J. e Pearson, Amber L. e Shah, Sameer H. e Splichalova, Dacotah e Workman, Cassandra L. e Young, Sera L., 2020, Exposing the myths of household water insecurity in the global north: A critical review: Wiley Interdisciplinary Reviews Water.
Resumo
Resumo Água segura e confiável é um pilar da vida moderna no Norte global. Este artigo examina criticamente um conjunto de mitos prevalentes sobre a água doméstica em países de alta renda, com foco no Canadá e nos Estados Unidos. Adotando uma abordagem relacional, argumentamos que a insegurança hídrica doméstica é um produto de estruturas e poder institucionalizados, manifesta-se de forma desigual através do espaço e do tempo, e é reproduzida em lugares que tendemos a assumir como os mais seguros em termos de água no mundo. Primeiro, apresentamos brevemente a "água moderna" e o ideal infraestrutural moderno, um conjunto altamente influente de ideias que moldaram a provisão de água doméstica e o desenvolvimento de infraestrutura ao longo dos últimos dois séculos. Contra este pano de fundo, consolidamos evidências para desestabilizar um conjunto de narrativas sobre a água em países de alta renda: a noção de que o acesso à água é universal, limpo, acessível, confiável e governado de forma uniforme ou equitativa. Identificamos cinco áreas temáticas de pesquisa futura para delinear uma agenda para avançar a pesquisa e a ação — incluindo desafios dos regimes legais e regulatórios, a conexão habitação-água, a acessibilidade da água e a qualidade e contaminação da água. Lacunas de dados sustentam as experiências de insegurança hídrica doméstica. Juntos, nossa revisão da segurança hídrica para famílias em países de alta renda fornece um mapa conceitual para orientar a pesquisa crítica nesta área nos próximos anos. Este artigo é categorizado sob: Água Humana > Água Humana
BibTeX
@article{doi101002wat21486,
author = "Meehan, Katie e Jepson, Wendy e Harris, Leila M. e Wutich, Amber e Beresford, Melissa e Fencl, Amanda e London, Jonathan e Pierce, Gregory e Radonic, Lucero e Wells, E. Christian e Wilson, Nicole J. e Adams, Ellis Adjei e Arsenault, Rachel e Brewis, Alexandra e Harrington, Victoria e Lambrinidou, Yanna e McGregor, Deborah e Patrick, Robert e Pauli, Benjamin J. e Pearson, Amber L. e Shah, Sameer H. e Splichalova, Dacotah e Workman, Cassandra L. e Young, Sera L.",
title = "Exposing the myths of household water insecurity in the global north: A critical review",
year = "2020",
journal = "Wiley Interdisciplinary Reviews Water",
abstract = "Resumo Água segura e confiável é um pilar da vida moderna no Norte global. Este artigo examina criticamente um conjunto de mitos prevalentes sobre a água doméstica em países de alta renda, com foco no Canadá e nos Estados Unidos. Adotando uma abordagem relacional, argumentamos que a insegurança hídrica doméstica é um produto de estruturas e poder institucionalizados, manifesta-se de forma desigual através do espaço e do tempo, e é reproduzida em lugares que tendemos a assumir como os mais seguros em termos de água no mundo. Primeiro, apresentamos brevemente a "água moderna" e o ideal infraestrutural moderno, um conjunto altamente influente de ideias que moldaram a provisão de água doméstica e o desenvolvimento de infraestrutura ao longo dos últimos dois séculos. Contra este pano de fundo, consolidamos evidências para desestabilizar um conjunto de narrativas sobre a água em países de alta renda: a noção de que o acesso à água é universal, limpo, acessível, confiável e governado de forma uniforme ou equitativa. Identificamos cinco áreas temáticas de pesquisa futura para delinear uma agenda para avançar a pesquisa e a ação — incluindo desafios dos regimes legais e regulatórios, a conexão habitação-água, a acessibilidade da água e a qualidade e contaminação da água. Lacunas de dados sustentam as experiências de insegurança hídrica doméstica. Juntos, nossa revisão da segurança hídrica para famílias em países de alta renda fornece um mapa conceitual para orientar a pesquisa crítica nesta área nos próximos anos. Este artigo é categorizado sob: Água Humana > Água Humana",
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doi = "10.1002/wat2.1486",
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references = "doi10108817489326ab6f10"
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117. Nwankwo, Chihurumnanya Belema e Hoque, M. A. e Islam, Md. Atikul e Dewan, A., 2020, Constituintes de águas subterrâneas e elementos traço nos aquíferos de basementa da África e nos aquíferos sedimentares da Ásia: Hidrogeologia médica de minerais e toxinas de água potável: Earth Systems and Environment: v. 4, no. 2: p. 369-384.
DOI: 10.1007/s41748-020-00151-z Fonte
Resumo
O uso de águas subterrâneas, uma fonte principal de água potável, em países em desenvolvimento provou ser um recurso inestimável para as populações locais. A capacidade de usar essa água com segurança para beber, no entanto, depende de sua qualidade química, um fator controlado principalmente por vários atributos dos aquíferos, como geologia e geoquímica. Em escala global, as águas subterrâneas são obtidas principalmente de aquíferos sedimentares ou de basementa. Neste estudo, comparamos os constituintes das águas subterrâneas e os elementos traço encontrados nestes dois tipos de sistema de aquífero no contexto da hidrogeologia médica, ou seja, o status dos nutrientes minerais e poluentes das águas subterrâneas e sua interação complexa em relação à saúde humana. O trabalho de avaliação utilizou um conjunto de dados geoquímicos compilado desenvolvido para dados de aquíferos sedimentares do Bangladesh (n = 474), dados de aquíferos de basementa do Norte do Gana (n = 184) e da Tanzânia Central (n = 73). Uma avaliação da concentração mineral em relação às necessidades dietéticas mostrou que os aquíferos sedimentares encontrados no Bangladesh têm quase o dobro da concentração de minerais benéficos, como cálcio, magnésio e ferro, em relação aos aquíferos de basementa (Gana e Tanzânia). Deve-se notar, no entanto, que as águas subterrâneas também foram encontradas contendo níveis excessivos de arsênio nos aquíferos sedimentares e altos níveis de flúor naqueles países que obtêm água de dentro da rocha de basementa; níveis nos quais ambos os elementos representam uma séria ameaça à saúde pública. O excesso de sódio na água potável também é um problema, pois, combinado com a ingestão normal de sódio na dieta, pode levar à hipertensão e doenças cardio-metabólicas. Infelizmente, os valores de diretrizes baseados na saúde para água potável contendo sódio não existem ou são mal definidos, um fato que merece consideração adicional tanto em nível nacional quanto internacional. O uso de águas subterrâneas para beber pode ajudar a aumentar o nível de absorção de nutrientes minerais na população local, no entanto, também deve ser complementado por uma oferta alimentar nutritiva a fim de satisfazer os requisitos dietéticos normais humanos.
BibTeX
@article{doi101007s4174802000151z,
author = "Nwankwo, Chihurumnanya Belema e Hoque, M. A. e Islam, Md. Atikul e Dewan, A.",
title = "Constituintes de águas subterrâneas e elementos traço nos aquíferos de basementa da África e nos aquíferos sedimentares da Ásia: Hidrogeologia médica de minerais e toxinas de água potável",
year = "2020",
journal = "Earth Systems and Environment",
abstract = "O uso de águas subterrâneas, uma fonte principal de água potável, em países em desenvolvimento provou ser um recurso inestimável para as populações locais. A capacidade de usar essa água com segurança para beber, no entanto, depende de sua qualidade química, um fator controlado principalmente por vários atributos dos aquíferos, como geologia e geoquímica. Em escala global, as águas subterrâneas são obtidas principalmente de aquíferos sedimentares ou de basementa. Neste estudo, comparamos os constituintes das águas subterrâneas e os elementos traço encontrados nestes dois tipos de sistema de aquífero no contexto da hidrogeologia médica, ou seja, o status dos nutrientes minerais e poluentes das águas subterrâneas e sua interação complexa em relação à saúde humana. O trabalho de avaliação utilizou um conjunto de dados geoquímicos compilado desenvolvido para dados de aquíferos sedimentares do Bangladesh (n = 474), dados de aquíferos de basementa do Norte do Gana (n = 184) e da Tanzânia Central (n = 73). Uma avaliação da concentração mineral em relação às necessidades dietéticas mostrou que os aquíferos sedimentares encontrados no Bangladesh têm quase o dobro da concentração de minerais benéficos, como cálcio, magnésio e ferro, em relação aos aquíferos de basementa (Gana e Tanzânia). Deve-se notar, no entanto, que as águas subterrâneas também foram encontradas contendo níveis excessivos de arsênio nos aquíferos sedimentares e altos níveis de flúor naqueles países que obtêm água de dentro da rocha de basementa; níveis nos quais ambos os elementos representam uma séria ameaça à saúde pública. O excesso de sódio na água potável também é um problema, pois, combinado com a ingestão normal de sódio na dieta, pode levar à hipertensão e doenças cardio-metabólicas. Infelizmente, os valores de diretrizes baseados na saúde para água potável contendo sódio não existem ou são mal definidos, um fato que merece consideração adicional tanto em nível nacional quanto internacional. O uso de águas subterrâneas para beber pode ajudar a aumentar o nível de absorção de nutrientes minerais na população local, no entanto, também deve ser complementado por uma oferta alimentar nutritiva a fim de satisfazer os requisitos dietéticos normais humanos.",
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doi = "10.1007/s41748-020-00151-z",
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volume = "4"
}
118. Aron, Phoebe e Levin, Naomi E. e Beverly, Emily J. e Huth, Tyler E. e Passey, Benjamin H. e Pelletier, Elise M. e Poulsen, Christopher J. e Winkelstern, Ian Z. e Yarian, Drake, 2020, Isótopos de oxigênio triplo no ciclo da água: Chemical Geology.
DOI: 10.1016/j.chemgeo.2020.120026
BibTeX
@article{doi101016jchemgeo2020120026,
author = "Aron, Phoebe e Levin, Naomi E. e Beverly, Emily J. e Huth, Tyler E. e Passey, Benjamin H. e Pelletier, Elise M. e Poulsen, Christopher J. e Winkelstern, Ian Z. e Yarian, Drake",
title = "Isótopos de oxigênio triplo no ciclo da água",
year = "2020",
journal = "Chemical Geology",
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references = "doi1010292018rg000627"
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119. Kshetrimayum, K. e Laishram, P., 2020, Avaliação da interação entre águas superficiais e subterrâneas usando hidrogeologia, constituintes hidroquímicos e isotópicos na bacia do rio Imphal, nordeste da Índia: Groundwater for Sustainable Development: v. 11: p. 100391.
DOI: 10.1016/j.gsd.2020.100391 Fonte
Resumo
Resumo A interação entre águas superficiais e subterrâneas na Bacia do Rio Imphal, no nordeste da Índia, usando hidrogeologia, constituintes hidroquímicos e isotópicos foi examinada para elucidar a evolução hidroquímica, a mistura de águas superficiais e subterrâneas e as condições de recarga. As águas subterrâneas são caracterizadas pela fácies Ca2+–Cl-–HCO3, enquanto as águas superficiais exibem o tipo Ca2+–Cl-. As águas superficiais prevaleceram na fase intermediária da evolução química, enquanto as águas subterrâneas caracterizam a fase tardia da evolução química. A análise da rede de fluxo combinada com seções hidrogeológicas revelou uma relação significativa entre as águas superficiais e subterrâneas na bacia. Os trechos superior e inferior são caracterizados por cabeças de contorno mostrando uma curvatura apontando a montante devido à depressão induzida pela descarga de águas subterrâneas onde as linhas de contorno cruzam um rio ganhador. O trecho médio é marcado por curvatura de contorno apontando a jusante devido ao empenamento induzido pela recarga de águas subterrâneas onde cruza um rio perdedor. As águas subterrâneas mostram uma composição isotópica marcadamente empobrecida em comparação com as águas superficiais. Tanto as águas superficiais quanto as subterrâneas ficam abaixo da Linha Meteorológica Global e da Linha Meteorológica Local, indicando a fonte de água através da infiltração de precipitação moderna. A inclinação da linha de evaporação e a composição original da água são identificadas como 4,92 e −6,58‰ e −42,17‰, respectivamente. Os valores de excesso isotópico d revelaram a composição isotópica de um clima semiárido.
BibTeX
@article{doi101016jgsd2020100391,
author = "Kshetrimayum, K. e Laishram, P.",
title = "Avaliação da interação entre águas superficiais e subterrâneas usando hidrogeologia, constituintes hidroquímicos e isotópicos na bacia do rio Imphal, nordeste da Índia",
year = "2020",
journal = "Groundwater for Sustainable Development",
abstract = "Resumo A interação entre águas superficiais e subterrâneas na Bacia do Rio Imphal, no nordeste da Índia, usando hidrogeologia, constituintes hidroquímicos e isotópicos foi examinada para elucidar a evolução hidroquímica, a mistura de águas superficiais e subterrâneas e as condições de recarga. As águas subterrâneas são caracterizadas pela fácies Ca2+–Cl-–HCO3, enquanto as águas superficiais exibem o tipo Ca2+–Cl-. As águas superficiais prevaleceram na fase intermediária da evolução química, enquanto as águas subterrâneas caracterizam a fase tardia da evolução química. A análise da rede de fluxo combinada com seções hidrogeológicas revelou uma relação significativa entre as águas superficiais e subterrâneas na bacia. Os trechos superior e inferior são caracterizados por cabeças de contorno mostrando uma curvatura apontando a montante devido à depressão induzida pela descarga de águas subterrâneas onde as linhas de contorno cruzam um rio ganhador. O trecho médio é marcado por curvatura de contorno apontando a jusante devido ao empenamento induzido pela recarga de águas subterrâneas onde cruza um rio perdedor. As águas subterrâneas mostram uma composição isotópica marcadamente empobrecida em comparação com as águas superficiais. Tanto as águas superficiais quanto as subterrâneas ficam abaixo da Linha Meteorológica Global e da Linha Meteorológica Local, indicando a fonte de água através da infiltração de precipitação moderna. A inclinação da linha de evaporação e a composição original da água são identificadas como 4,92 e −6,58‰ e −42,17‰, respectivamente. Os valores de excesso isotópico d revelaram a composição isotópica de um clima semiárido.",
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volume = "11"
}
120. Wu, Huawu e Huang, Qi e Fu, Congsheng e Song, Fan e Liu, Jinzhao e Li, Jing, 2020, Assinaturas de isótopos estáveis da água de rios e lagos do Lago Poyang, China: Implicações para as interações rio–lago: Journal of Hydrology.
DOI: 10.1016/j.jhydrol.2020.125619
BibTeX
@article{doi101016jjhydrol2020125619,
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121. Kuppel, Sylvain e Tetzlaff, Doerthe e Maneta, Marco e Soulsby, Chris, 2020, Controles de Armazenamento da Zona Crítica nas Idades da Água das Saídas Ecohidrológicas: Geophysical Research Letters.
Resumo
Resumo O conhecimento espacialmente explícito sobre as origens dos recursos hídricos para ecossistemas e rios é desafiador quando se usa apenas dados de traçadores. Usamos simulações de um modelo espacialmente distribuído calibrado por extensos conjuntos de dados ecohidrológicos em uma pequena bacia hidrográfica limitada por energia, onde as dinâmicas de encosta e ripárias são amplamente representativas de bacias hidrográficas de cabeceira boreais úmidas que estão experimentando rápida transição ambiental. Hipotetizamos que, além do status de umidade, a heterogeneidade da paisagem modula os caminhos da água que sustentam a função do ecossistema e os vazões de riacho. As simulações mostram que o armazenamento da bacia controla inversamente as idades da água do riacho durante todo o ano, mas apenas durante as estações mais secas para transpiração e evaporação do solo. As idades dessas saídas evaporativas dependem muito menos do status de umidade nos solos ripários frequentemente saturados do que nas encostas livres de drenagem que as subsidiam. Este trabalho destaca a necessidade de considerar dinâmicas locais e heterogeneidades laterais que mudam com o tempo ao interpretar as idades e, portanto, a vulnerabilidade, dos recursos hídricos que alimentam riachos e ecossistemas em paisagens.
BibTeX
@article{doi1010292020gl088897,
author = "Kuppel, Sylvain e Tetzlaff, Doerthe e Maneta, Marco e Soulsby, Chris",
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122. Boehm, Alexandria B. e Bell, Colin D. e Fitzgerald, Nicole J. M. e Gallo, Elizabeth e Higgins, Christopher P. e Hogue, T. S. e Luthy, Richard G. e Portmann, Andrea e Ulrich, Bridget A. e Wolfand, Jordyn M., 2020, Biochar-augmented biofilters to improve pollutant removal from stormwater – can they improve receiving water quality?: Environmental Science Water Research & Technology.
Resumo
Os biofiltros de águas pluviais estão sendo implementados amplamente em ambientes urbanos para fornecer áreas verdes, aliviar inundações e melhorar a qualidade das águas pluviais.
BibTeX
@article{doi101039d0ew00027b,
author = "Boehm, Alexandria B. e Bell, Colin D. e Fitzgerald, Nicole J. M. e Gallo, Elizabeth e Higgins, Christopher P. e Hogue, T. S. e Luthy, Richard G. e Portmann, Andrea e Ulrich, Bridget A. e Wolfand, Jordyn M.",
title = "Biochar-augmented biofilters to improve pollutant removal from stormwater – can they improve receiving water quality?",
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123. Luthy, Richard G. e Wolfand, Jordyn M. e Bradshaw, Jonathan L., 2020, Urban Water Revolution: Sustainable Water Futures for California Cities: Journal of Environmental Engineering.
DOI: 10.1061/(asce)ee.1943-7870.0001715
Resumo
A Califórnia alterou consistentemente os recursos hídricos naturais para fornecer água à sua população em crescimento e para sustentar a quinta maior economia do mundo. No entanto, os métodos antigos de lidar com as necessidades hídricas urbanas da Califórnia—sobreexplotação de águas subterrâneas, esgotamento de cursos d'água e maiores importações—não atenderão mais às demandas do século XXI. Examinamos a história da água na Califórnia e apresentamos várias soluções promissoras para o desafio da segurança hídrica urbana: uma combinação de conservação e eficiência, dessalinização, captação de águas pluviais, reuso de água e armazenamento de água. Essas opções para a água urbana, incluindo o reuso direto potável, ajudarão as cidades secas na Califórnia e em outros lugares a alcançar portfólios de suprimento de água mais sustentáveis e diversificados. Projetos piloto e de escala demonstrativa, juntamente com inovações na gestão de sistemas e novas regulamentações, apontam o caminho para suprimentos de água mais resilientes para cidades secas. O movimento em direção à colaboração regional, a implementação de novas tecnologias e novos regimes regulatórios estão ajudando a realizar uma visão de uma única água. Diferentes cidades desenvolverão suas próprias opções de portfólio de suprimento de água adequadas à sua geografia, valores e forma urbana em um caminho para enfrentar os desafios hídricos urbanos deste século.
BibTeX
@article{doi101061asceee194378700001715,
author = "Luthy, Richard G. e Wolfand, Jordyn M. e Bradshaw, Jonathan L.",
title = "Urban Water Revolution: Sustainable Water Futures for California Cities",
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124. Mullin, Megan, 2020, Os efeitos da fragmentação dos serviços de abastecimento de água na segurança hídrica relacionada à seca: Science.
Resumo
A seca é um estressor crítico que contribui para a insegurança hídrica. Nos Estados Unidos, uma importante via pela qual a seca afeta o acesso das famílias à água potável limpa e confiável para necessidades básicas é através da organização e atividades dos sistemas comunitários de água. Pesquisas sobre a economia política local do fornecimento de água revelam as restrições aos sistemas comunitários de água que afetam seu desempenho ao enfrentar perigos relacionados à seca. A fragmentação na responsabilidade pelo fornecimento de água contribui para disparidades na vulnerabilidade, preparação e resposta à seca entre famílias e entre comunidades. A natureza e a extensão dessas disparidades exigem investigações adicionais para identificar estratégias para expandir a segurança hídrica diante da seca e outros perigos hídricos.
BibTeX
@article{doi101126scienceaba7353,
author = "Mullin, Megan",
title = "The effects of drinking water service fragmentation on drought-related water security",
year = "2020",
journal = "Science",
abstract = "Drought is a critical stressor that contributes to water insecurity. In the United States, an important pathway by which drought affects households' access to clean, reliable drinking water for basic needs is through the organization and activities of community water systems. Research on the local political economy of drinking water provision reveals the constraints on community water systems that affect their performance when confronting drought hazards. Fragmentation in responsibility for drinking water contributes to disparities in drought vulnerability, preparation, and response across households and across communities. The nature and extent of these disparities require further investigation to identify strategies for expanding water security in the face of drought and other water hazards.",
url = "https://doi.org/10.1126/science.aba7353",
doi = "10.1126/science.aba7353",
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references = "doi10108817489326ab6f10"
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125. Flickinger, Allison K. e Mitchell, Aurelia C., 2020, Mapas de elevação do lençol freático para 2008 e 2016 e mudanças na elevação do lençol freático no sistema aquífero subjacente ao leste de Albuquerque, Novo México: Antarctica A Keystone in a Changing World.
Resumo
As informações de coordenadas verticais são referenciadas ao Datum Vertical da América do Norte de 1988 (NAVD 88).
BibTeX
@article{doi103133ofr20201036,
author = "Flickinger, Allison K. e Mitchell, Aurelia C.",
title = "Mapas de elevação do lençol freático para 2008 e 2016 e mudanças na elevação do lençol freático no sistema aquífero subjacente ao leste de Albuquerque, Novo México",
year = "2020",
journal = "Antarctica A Keystone in a Changing World",
abstract = "As informações de coordenadas verticais são referenciadas ao Datum Vertical da América do Norte de 1988 (NAVD 88).",
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doi = "10.3133/ofr20201036",
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references = "doi103133sir20115182"
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126. Ellis, John e Ryter, Derek W. e Fuhrig, Leland T. e Spears, Kyle Wayne e Mashburn, Shana L. e Rogers, Ian M.J., 2020, Hidrogeologia, simulação numérica do fluxo de águas subterrâneas e efeitos do uso futuro da água e da seca para o trecho 1 do aquífero aluvial do rio Washita, condados de Roger Mills e Custer, Oklahoma ocidental, 1980–2015: Relatório de investigações científicas.
Resumo
Primeira publicação em 30 de dezembro de 2020 Para informações adicionais, entre em contato com: Diretor, Centro de Ciências Hídricas Oklahoma-TexasU.S. Geological Survey1505 Ferguson Lane Austin, Texas 78754–4501 O aquífero aluvial do rio Washita é um aquífero aluvial de preenchimento de vale e de terraço ao longo do vale do rio Washita, no oeste de Oklahoma, que fornece uma fonte produtiva de águas subterrâneas para irrigação agrícola e abastecimento de água. A Oklahoma Water Resources Board (OWRB) designou a seção mais ocidental do aquífero, nos condados de Roger Mills e Custer, Okla., como trecho 1 do aquífero aluvial do rio Washita; o trecho 1 é o foco deste relatório. A OWRB emitiu uma ordem em 13 de novembro de 1990, que estabeleceu a produção máxima anual (MAY; 120.320 acre-pés por ano [acre-ft/yr]) e a taxa de bombeamento de participação proporcional igual (EPS) (2,0 acre-pés por acre por ano [(acre-ft/acre)/yr]) para o trecho 1 do aquífero aluvial do rio Washita. A MAY e a EPS foram baseadas em investigações hidrológicas que avaliaram os efeitos de potenciais retiradas de águas subterrâneas na disponibilidade de águas subterrâneas no aquífero aluvial do rio Washita. A cada 20 anos, a OWRB é legalmente obrigada a atualizar a investigação hidrológica na qual a MAY e a EPS foram baseadas. Como 30 anos se passaram desde a última ordem emitida, o U.S. Geological Survey, em cooperação com a OWRB, conduziu uma nova investigação hidrológica e avaliou os efeitos de potenciais retiradas de águas subterrâneas no fluxo e na disponibilidade de águas subterrâneas no aquífero aluvial do rio Washita.O rio Washita é a principal fonte de entrada para o reservatório Foss, um reservatório da Bureau of Reclamation construído em 1961 para controle de enchentes, abastecimento de água e recreação. O reservatório Foss fornece água para Bessie, Clinton, New Cordell e Hobart, Okla. Quase 98 por cento do uso total de águas subterrâneas provenientes do aquífero aluvial do rio Washita entre 1967 e 2015 foi para irrigação; outros usos de águas subterrâneas na área de estudo incluem abastecimento público, mineração e agricultura.Foi desenvolvido um quadro hidrogeológico para o aquífero aluvial do rio Washita, incluindo as características físicas do aquífero, o ambiente geológico, as propriedades hidráulicas das unidades hidrogeológicas, a superfície potenciométrica (nível d'água) e as direções de fluxo de águas subterrâneas em uma escala que captura os controles regionais sobre o fluxo de águas subterrâneas. O aquífero aluvial do rio Washita consiste em aluvião e depósitos de terraço que foram transportados principalmente pela água e variam em tamanho de argila a seixo. O terraço inclui depósitos soprados pelo vento de tamanho silte e, em alguns casos, contém seixos depositados em vários níveis ao longo dos antigos cursos dos rios atuais.Um modelo conceitual de fluxo é uma descrição simplificada do sistema aquífero que inclui limites hidrológicos, principais fontes de entrada e saída do sistema de fluxo de águas subterrâneas e um orçamento hídrico conceitual com os fluxos médios estimados entre esses limites hidrológicos. Durante o período de estudo 1980–2015, as retiradas médias anuais de águas subterrâneas, predominantemente usadas para irrigação agrícola, totalizaram 5.502 acre-ft/yr, ou 14 por cento das saídas do aquífero. Quando aplicadas à área do aquífero de 132 milhas quadradas usada para fins de modelagem (84.366 acres), a recarga média anual de 3,15 polegadas por ano corresponde a um volume de recarga média anual de 22.169 acre-ft/yr, ou 56 por cento das entradas do aquífero. A saída de evapotranspiração da zona saturada anual foi de 11.828 acre-ft/yr para o aquífero aluvial do rio Washita, ou cerca de 30 por cento das saídas do aquífero. Para o aquífero aluvial do rio Washita, o fluxo lateral foi de 17.157 acre-ft/yr, ou 44 por cento das entradas do aquífero. O modelo conceitual de fluxo e o quadro hidrogeológico foram usados para conceitualizar, projetar e construir o modelo numérico de fluxo de águas subterrâneas.Um modelo numérico de fluxo de águas subterrâneas do aquífero aluvial do rio Washita foi construído usando o MODFLOW-2005. A grade do modelo de águas subterrâneas do aquífero aluvial do rio Washita foi discretizada espacialmente em células de 350 pés (ft) e duas camadas. A camada 1 representou o aluvião e os depósitos de terraço indiferenciados da idade Quaternária, e a camada 2 representou o leito rochoso da idade Permiana, que foi atribuída uma espessura nominal uniforme de 100 ft. O período de simulação de águas subterrâneas foi discretizado temporalmente em 433 períodos transientes mensais de estresse, representando de 1 de janeiro de 1980 a 31 de dezembro de 2015. Um período inicial de estresse em regime permanente de 365 dias foi configurado para representar as entradas e saídas médias anuais do aquífero aluvial do rio Washita para o período de estudo. O modelo de fluxo de águas subterrâneas foi calibrado manualmente e por ajuste automatizado das entradas do modelo usando o PEST++. Os alvos de calibração para o modelo do aquífero aluvial do rio Washita incluíram observações de nível de águas subterrâneas e observações de nível de reservatório, bem como estimativas de fluxo de base e infiltração de riacho.Três cenários de disponibilidade de águas subterrâneas foram usados no modelo de águas subterrâneas calibrado para (1) estimar a taxa de bombeamento EPS que mantém a espessura saturada que atende à vida mínima de 20 anos do aquífero, (2) quantificar os efeitos das taxas de bombeamento projetadas sobre o armazenamento de águas subterrâneas ao longo de um período de 50 anos e (3) avaliar como as taxas de bombeamento projetadas estendidas por 50 anos no futuro e condições de seca hipotética sustentadas por um período de 10 anos afetam o fluxo de base e as águas subterrâneas em armazenamento. Os resultados dos cenários de disponibilidade de águas subterrâneas podem ser usados pela OWRB para reavaliar a MAY estabelecida de águas subterrâneas do aquífero aluvial do rio Washita.Cenários EPS para o aquífero aluvial do rio Washita foram executados para períodos de 20, 40 e 50 anos. As taxas de bombeamento EPS de 20, 40 e 50 anos sob condições de recarga normal foram 1,7, 1,6 e 1,6 (acre-ft/acre)/yr, respectivamente. Dada a área do aquífero usada para fins de modelagem (84.366 acres), essas taxas correspondem a produções anuais de 142.579, 134.986 e 134.986 acre-ft/yr, respectivamente. O armazenamento de águas subterrâneas no final do cenário EPS de 20 anos foi de aproximadamente 281.000 acre-pés (acre-ft)., ou cerca de 306.000 acre-ft (52 por cento) menos que a armazenamento inicial. Considerando a área da superfície terrestre do aquífero aluvial do rio Washita e utilizando um rendimento específico de 0,12, essa diminuição no armazenamento foi equivalente a uma queda média do nível das águas subterrâneas de cerca de 30 pés. O rio Washita a jusante da represa Foss e a maioria dos cursos d'água na área de estudo estavam secos ao final do cenário de 20 anos do EPS. O nível da represa Foss ficou abaixo do nível de água morta de 1.597 pés após cerca de 7 anos de bombeamento no cenário de 20 anos do EPS. Foram utilizados quatro cenários projetados de uso de águas subterrâneas de 50 anos para simular os efeitos de taxas selecionadas de extração de poços no armazenamento de águas subterrâneas no aquífero aluvial do rio Washita. Esses quatro cenários utilizaram (1) nenhum uso de águas subterrâneas, (2) uso de águas subterrâneas na taxa de bombeamento de 2015, (3) uso médio de águas subterrâneas para o período de simulação e (4) aumento do uso de águas subterrâneas. O armazenamento de águas subterrâneas após 50 anos sem uso de águas subterrâneas foi de 545.249 acre-ft, ou 693 acre-ft (0,1 por cento) maior que o armazenamento inicial de águas subterrâneas; esse aumento no armazenamento de águas subterrâneas é equivalente a um aumento médio do nível das águas subterrâneas de 0,1 pé. O armazenamento de águas subterrâneas ao final do período de 50 anos com as taxas de bombeamento de 2015 foi de 543.831 acre-ft, ou 723 acre-ft (0,1 por cento) menos que o armazenamento inicial; essa diminuição no armazenamento de águas subterrâneas é equivalente a uma diminuição média do nível das águas subterrâneas de 0,1 pé. O armazenamento de águas subterrâneas após 50 anos com a taxa média de bombeamento para o período de estudo foi de 543.202 acre-ft, ou 1.349 acre-ft (0,2 por cento) menos que o armazenamento inicial de águas subterrâneas; essa diminuição no armazenamento de águas subterrâneas é equivalente a uma diminuição média do nível das águas subterrâneas de 0,1 pé. O armazenamento de águas subterrâneas ao final do período de 50 anos com uma taxa crescente de bombeamento de águas subterrâneas, que foi 38 por cento maior que a taxa de bombeamento de águas subterrâneas de 2015, foi de 542.584 acre-ft, ou 1.967 acre-ft (0,4 por cento) menos que o armazenamento inicial; essa diminuição no armazenamento de águas subterrâneas é equivalente a uma diminuição média do nível das águas subterrâneas de 0,2 pé. Um cenário hipotético de seca de 10 anos foi utilizado para simular os efeitos de um período prolongado de recarga reduzida no armazenamento de águas subterrâneas no aquífero aluvial do rio Washita e no nível e armazenamento da represa Foss. Para simular a seca hipotética, a recarga no modelo calibrado foi reduzida em 50 por cento durante o período de seca simulado (1983–1992). O armazenamento de águas subterrâneas ao final do período de seca, em dezembro de 1992, foi de 562.000 acre-ft, ou 36.000 acre-ft (6 por cento) menos que o armazenamento de águas subterrâneas do modelo de águas subterrâneas calibrado (598.000 acre-ft). Ao final da seca hipotética, as maiores mudanças na espessura saturada (tão grandes quanto 43,5 pés) ocorreram na área a montante da represa Foss, particularmente na terraço na fronteira do modelo. Diminuições substanciais no nível da represa Foss começaram durante o outono de 1985 em conjunto com diminuições no fluxo base de até 100 por cento na estação hidrológica do rio Washita perto de Hammon, Oklahoma, da U.S. Geological Survey. Essas quedas no nível do lago superaram as quedas no nível das águas subterrâneas no aquífero circundante. O armazenamento mínimo da represa Foss simulado durante o período de seca foi de 77.954 acre-ft, o que representou uma diminuição de 46 por cento em relação ao armazenamento sem seca.
BibTeX
@article{doi103133sir20205118,
author = "Ellis, John and Ryter, Derek W. and Fuhrig, Leland T. and Spears, Kyle Wayne and Mashburn, Shana L. and Rogers, Ian M.J.",
title = "Hydrogeology, numerical simulation of groundwater flow, and effects of future water use and drought for reach 1 of the Washita River alluvial aquifer, Roger Mills and Custer Counties, western Oklahoma, 1980–2015",
year = "2020",
journal = "Scientific investigations report",
abstract = "First posted December 30, 2020 For additional information, contact: Director, Oklahoma-Texas Water Science CenterU.S. Geological Survey1505 Ferguson Lane Austin, Texas 78754–4501 The Washita River alluvial aquifer is a valley-fill and terrace alluvial aquifer along the valley of the Washita River in western Oklahoma that provides a productive source of groundwater for agricultural irrigation and water supply. The Oklahoma Water Resources Board (OWRB) has designated the westernmost section of the aquifer in Roger Mills and Custer Counties, Okla., as reach 1 of the Washita River alluvial aquifer; reach 1 is the focus of this report. The OWRB issued an order on November 13, 1990, that established the maximum annual yield (MAY; 120,320 acre-feet per year [acre-ft/yr]) and equal-proportionate-share (EPS) pumping rate (2.0 acre-feet per acre per year [(acre-ft/acre)/yr]) for reach 1 of the Washita River alluvial aquifer. The MAY and EPS were based on hydrologic investigations that evaluated the effects of potential groundwater withdrawals on groundwater availability in the Washita River alluvial aquifer. Every 20 years, the OWRB is statutorily required to update the hydrologic investigation on which the MAY and EPS were based. Because 30 years have elapsed since the last order was issued, the U.S. Geological Survey, in cooperation with the OWRB, conducted a new hydrologic investigation and evaluated the effects of potential groundwater withdrawals on groundwater flow and availability in the Washita River alluvial aquifer.The Washita River is the primary source of inflow to Foss Reservoir, a Bureau of Reclamation reservoir constructed in 1961 for flood control, water supply, and recreation. Foss Reservoir provides water for Bessie, Clinton, New Cordell, and Hobart, Okla. Nearly 98 percent of the total groundwater use from the Washita River alluvial aquifer during 1967 to 2015 was for irrigation; other uses of groundwater in the study area include public supply, mining, and agriculture.A hydrogeologic framework was developed for the Washita River alluvial aquifer and included the physical characteristics of the aquifer, the geologic setting, the hydraulic properties of hydrogeologic units, the potentiometric surface (water table), and groundwater-flow directions at a scale that captures the regional controls on groundwater flow. The Washita River alluvial aquifer consists of alluvium and terrace deposits that were transported primarily by water and range from clay to gravel in size. The terrace includes windblown deposits of silt size and, in some cases, contains gravel laid down at several levels along former courses of present-day rivers.A conceptual flow model is a simplified description of the aquifer system that includes hydrologic boundaries, major inflow and outflow sources of the groundwater-flow system, and a conceptual water budget with the estimated mean flows between those hydrologic boundaries. During the study period 1980–2015, mean annual groundwater withdrawals, predominantly used for agricultural irrigation, totaled 5,502 acre-ft/yr, or 14 percent of aquifer outflows. When applied across the 132-square-mile aquifer area used for modeling purposes (84,366 acres), mean annual recharge of 3.15 inches per year corresponds to a mean annual recharge volume of 22,169 acre-ft/yr, or 56 percent of aquifer inflows. The annual saturated-zone evapotranspiration outflow was 11,828 acre-ft/yr for the Washita River alluvial aquifer, or about 30 percent of aquifer outflows. For the Washita River alluvial aquifer, lateral flow was 17,157 acre-ft/yr, or 44 percent of the aquifer inflows. The conceptual flow model and hydrogeologic framework were used to conceptualize, design, and build the numerical groundwater-flow model.A numerical groundwater-flow model of the Washita River alluvial aquifer was constructed by using MODFLOW-2005. The Washita River alluvial aquifer groundwater-model grid was spatially discretized into 350-foot (ft) cells and two layers. Layer 1 represented the undifferentiated alluvium and terrace deposits of Quaternary age, and layer 2 represented the bedrock of Permian age, which was given a uniform nominal thickness of 100 ft. The groundwater-simulation period was temporally discretized into 433 monthly transient stress periods, representing January 1980 to December 2015. An initial 365-day steady-state stress period was configured to represent mean annual inflows and outflows from the Washita River alluvial aquifer for the study period. The groundwater-flow model was calibrated manually and by automated adjustment of model inputs by using PEST++. Calibration targets for the Washita River alluvial aquifer model included groundwater-level observations and reservoir-stage observations, as well as base-flow and stream-seepage estimates.Three groundwater-availability scenarios were used in the calibrated groundwater model to (1) estimate the EPS pumping rate that retains the saturated thickness that meets the minimum 20-year life of the aquifer, (2) quantify the effects of projected pumping rates on groundwater storage over a 50-year period, and (3) evaluate how projected pumping rates extended 50 years into the future and sustained hypothetical drought conditions over a 10-year period affect base flow and groundwater in storage. The results of the groundwater-availability scenarios could be used by the OWRB to reevaluate the established MAY of groundwater from the Washita River alluvial aquifer.EPS scenarios for the Washita River alluvial aquifer were run for periods of 20, 40, and 50 years. The 20-, 40-, and 50-year EPS pumping rates under normal recharge conditions were 1.7, 1.6, and 1.6 (acre-ft/acre)/yr, respectively. Given the aquifer area used for modeling purposes (84,366 acres), these rates correspond to annual yields of 142,579, 134,986, and 134,986 acre-ft/yr, respectively. Groundwater storage at the end of the 20-year EPS scenario was about 281,000 acre-feet (acre-ft), or about 306,000 acre-ft (52 percent) less than the starting storage. Considering the land-surface area of the Washita River alluvial aquifer and using a specific yield of 0.12, this decrease in storage was equivalent to a mean groundwater-level decline of about 30 ft. The Washita River downstream from Foss Reservoir and most of the streams in the study area were dry at the end of the 20-year EPS scenario. Foss Reservoir stage was below the dead-pool stage of 1,597 ft after about 7 years of pumping in the 20-year EPS scenario.Four projected 50-year groundwater-use scenarios were used to simulate the effects of selected well withdrawal rates on groundwater storage in the Washita River alluvial aquifer. These four scenarios used (1) no groundwater use, (2) groundwater use at the 2015 pumping rate, (3) mean groundwater use for the simulation period, and (4) increasing groundwater use. Groundwater storage after 50 years with no groundwater use was 545,249 acre-ft, or 693 acre-ft (0.1 percent) greater than the initial groundwater storage; this groundwater storage increase is equivalent to a mean groundwater-level increase of 0.1 ft. Groundwater storage at the end of the 50-year period with 2015 pumping rates was 543,831 acre-ft, or 723 acre-ft (0.1 percent) less than the initial storage; this groundwater storage decrease is equivalent to a mean groundwater-level decrease of 0.1 ft. Groundwater storage after 50 years with the mean pumping rate for the study period was 543,202 acre-ft, or 1,349 acre-ft (0.2 percent) less than the initial groundwater storage; this groundwater storage decrease is equivalent to a mean groundwater-level decrease of 0.1 ft. Groundwater storage at the end of the 50-year period with an increasing demand groundwater-pumping rate, which was 38 percent greater than the 2015 groundwater-pumping rate, was 542,584 acre-ft, or 1,967 acre-ft (0.4 percent) less than the initial storage; this groundwater storage decrease is equivalent to a mean groundwater-level decrease of 0.2 ft.A hypothetical 10-year-drought scenario was used to simulate the effects of a prolonged period of reduced recharge on groundwater storage in the Washita River alluvial aquifer and Foss Reservoir stage and storage. To simulate the hypothetical drought, recharge in the calibrated model was reduced by 50 percent during the simulated drought period (1983–1992). Groundwater storage at the end of the drought period in December 1992 was 562,000 acre-ft, or 36,000 acre-ft (6 percent) less than the groundwater storage of the calibrated groundwater model (598,000 acre-ft). At the end of the hypothetical drought, the largest changes in saturated thickness (as great as 43.5 ft) were in the area upgradient from Foss Reservoir, particularly in the terrace at the model boundary. Substantial decreases in the Foss Reservoir stage began during the fall of 1985 in conjunction with base-flow decreases of up to 100 percent at U.S. Geological Survey streamgage 07324200 Washita River near Hammon, Okla. These lake-stage declines outpaced groundwater-level declines in the surrounding aquifer. The minimum Foss Reservoir storage simulated during the drought period was 77,954 acre-ft, which was a decrease of 46 percent from the nondrought storage.",
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doi = "10.3133/sir20205118",
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references = "doi103133wri984081"
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127. Moldovan, Ana e Hoaghia, Maria-Alexandra e Kovács, Enikő e Mirea, Ionuț Cornel e Kenesz, Marius e Arghir, Răzvan Adrian e Petculescu, Alexandru e Levei, Erika Andrea e Moldovan, Oana Teodora, 2020, Qualidade e Avaliação de Risco à Saúde Associada ao Consumo de Água—Um Estudo de Caso em Nascentes Karsticas: Water.
Resumo
Em áreas rurais sem sistemas centralizados de abastecimento de água, os habitantes frequentemente utilizam águas subterrâneas de qualidade desconhecida como água potável, sem compreender as possíveis consequências negativas para a sua saúde. As águas de nascentes karsticas da região de Dobrogea, na Romênia, foram avaliadas quanto ao seu potencial de uso como fonte de água potável, de acordo com a sua qualidade e variação sazonal. Os parâmetros físico-químicos das águas foram comparados com os valores orientadores para água potável estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde e pela Diretiva 98/83/EC. As concentrações de nitrato e Cr excederam o valor orientador nas nascentes da Dobrogea do Sul, mas atenderam aos critérios de qualidade nas da Dobrogea do Norte; portanto, para serem utilizadas como água potável, as nascentes karsticas localizadas na Dobrogea do Sul requerem tratamento para remoção de nitratos. Os índices de poluição por metais pesados mostraram poluição cumulativa por metais pesados de baixa a média em todas as nascentes, enquanto a avaliação de risco à saúde humana por exposição oral indicou possíveis riscos não carcinogênicos de nitratos, tanto para adultos quanto para crianças nas nascentes da Dobrogea do Sul. Recomenda-se um monitoramento rigoroso da qualidade da água antes do consumo humano para todas as quatro fontes de água estudadas.
BibTeX
@article{doi103390w12123510,
author = "Moldovan, Ana e Hoaghia, Maria-Alexandra e Kovács, Enikő e Mirea, Ionuț Cornel e Kenesz, Marius e Arghir, Răzvan Adrian e Petculescu, Alexandru e Levei, Erika Andrea e Moldovan, Oana Teodora",
title = "Qualidade e Avaliação de Risco à Saúde Associada ao Consumo de Água—Um Estudo de Caso em Nascentes Karsticas",
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abstract = "Em áreas rurais sem sistemas centralizados de abastecimento de água, os habitantes frequentemente utilizam águas subterrâneas de qualidade desconhecida como água potável, sem compreender as possíveis consequências negativas para a sua saúde. As águas de nascentes karsticas da região de Dobrogea, na Romênia, foram avaliadas quanto ao seu potencial de uso como fonte de água potável, de acordo com a sua qualidade e variação sazonal. Os parâmetros físico-químicos das águas foram comparados com os valores orientadores para água potável estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde e pela Diretiva 98/83/EC. As concentrações de nitrato e Cr excederam o valor orientador nas nascentes da Dobrogea do Sul, mas atenderam aos critérios de qualidade nas da Dobrogea do Norte; portanto, para serem utilizadas como água potável, as nascentes karsticas localizadas na Dobrogea do Sul requerem tratamento para remoção de nitratos. Os índices de poluição por metais pesados mostraram poluição cumulativa por metais pesados de baixa a média em todas as nascentes, enquanto a avaliação de risco à saúde humana por exposição oral indicou possíveis riscos não carcinogênicos de nitratos, tanto para adultos quanto para crianças nas nascentes da Dobrogea do Sul. Recomenda-se um monitoramento rigoroso da qualidade da água antes do consumo humano para todas as quatro fontes de água estudadas.",
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128. Sıngh, Bijay e Craswell, E. T., 2021, Fertilizantes e poluição por nitrato de águas superficiais e subterrâneas: um problema global cada vez mais disseminado: SN Applied Sciences.
DOI: 10.1007/s42452-021-04521-8
Resumo
Resumo A poluição por nitrato de corpos de água subterrâneos e superficiais em todo o mundo está geralmente associada ao uso contínuo e crescente de nitrogênio de fertilizantes (N) globalmente. Mas após 1990, com maior consumo de N de fertilizantes em países em desenvolvimento, especialmente na Ásia Oriental e Meridional, do que nas nações industrializadas da América do Norte e Europa, a poluição por nitrato de águas doces está se tornando cada vez mais um problema global disseminado. Nesta revisão, tentou-se revisar as informações de pesquisa geradas nas últimas duas décadas de todo o mundo sobre diferentes aspectos da poluição por nitrato de corpos de água naturais. Agora está evidente que não mais de 50% do N de fertilizantes é utilizado diretamente pelas culturas às quais é aplicado. Enquanto uma pequena parte pode lixiviar diretamente e alcançar corpos de água subterrâneos e superficiais, uma grande proporção acaba no pool de N orgânico do solo, a partir do qual o N é mineralizado e absorvido pelas plantas e/ou perdido via lixiviação durante várias décadas. Portanto, as tendências atuais de poluição por nitrato de águas doces refletem legados de aplicações atuais e passadas de fertilizantes e esterco. Ferramentas como modelos de simulação e a variação natural nos isótopos estáveis de N e oxigênio estão sendo extensivamente utilizadas para estudar a contribuição de fertilizantes e outras fontes para o enriquecimento por nitrato de águas doces. Os impactos de medidas de gestão agrícola estão sendo avaliados e o enriquecimento por nitrato de corpos de água está sendo gerenciado usando modelos digitais modernos e estruturas. Melhorias na gestão de água e fertilizantes em agroecossistemas podem reduzir a contribuição de fertilizantes para a poluição por nitrato de corpos de água, mas uma série de fatores determina a magnitude. Também são consideradas as necessidades futuras de pesquisa.
BibTeX
@article{doi101007s42452021045218,
author = "Sıngh, Bijay e Craswell, E. T.",
title = "Fertilizantes e poluição por nitrato de águas superficiais e subterrâneas: um problema global cada vez mais disseminado",
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journal = "SN Applied Sciences",
abstract = "Resumo A poluição por nitrato de corpos de água subterrâneos e superficiais em todo o mundo está geralmente associada ao uso contínuo e crescente de nitrogênio de fertilizantes (N) globalmente. Mas após 1990, com maior consumo de N de fertilizantes em países em desenvolvimento, especialmente na Ásia Oriental e Meridional, do que nas nações industrializadas da América do Norte e Europa, a poluição por nitrato de águas doces está se tornando cada vez mais um problema global disseminado. Nesta revisão, tentou-se revisar as informações de pesquisa geradas nas últimas duas décadas de todo o mundo sobre diferentes aspectos da poluição por nitrato de corpos de água naturais. Agora está evidente que não mais de 50\% do N de fertilizantes é utilizado diretamente pelas culturas às quais é aplicado. Enquanto uma pequena parte pode lixiviar diretamente e alcançar corpos de água subterrâneos e superficiais, uma grande proporção acaba no pool de N orgânico do solo, a partir do qual o N é mineralizado e absorvido pelas plantas e/ou perdido via lixiviação durante várias décadas. Portanto, as tendências atuais de poluição por nitrato de águas doces refletem legados de aplicações atuais e passadas de fertilizantes e esterco. Ferramentas como modelos de simulação e a variação natural nos isótopos estáveis de N e oxigênio estão sendo extensivamente utilizadas para estudar a contribuição de fertilizantes e outras fontes para o enriquecimento por nitrato de águas doces. Os impactos de medidas de gestão agrícola estão sendo avaliados e o enriquecimento por nitrato de corpos de água está sendo gerenciado usando modelos digitais modernos e estruturas. Melhorias na gestão de água e fertilizantes em agroecossistemas podem reduzir a contribuição de fertilizantes para a poluição por nitrato de corpos de água, mas uma série de fatores determina a magnitude. Também são consideradas as necessidades futuras de pesquisa.",
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129. Kim, Seok Hee e Kim, Ho-Rim e Yu, Soonyoung e Kang, Hyun-Ji e Hyun, Ik-Hyun e Song, Y e Kim, Hyun-Koo e Yun, Seong‐Taek, 2021, Mudança nas fontes de nitrato nas águas subterrâneas devido à pecuária intensiva na Ilha de Jeju, Coreia do Sul: Com ênfase nos efeitos legados na gestão da água: Water Research.
DOI: 10.1016/j.watres.2021.116814
BibTeX
@article{doi101016jwatres2021116814,
author = "Kim, Seok Hee e Kim, Ho-Rim e Yu, Soonyoung e Kang, Hyun-Ji e Hyun, Ik-Hyun e Song, Y e Kim, Hyun-Koo e Yun, Seong‐Taek",
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130. Erickson, Melinda L. e Elliott, Sarah e Brown, Craig J. e Stackelberg, Paul E. e Ransom, Katherine M. e Reddy, James E. e Cravotta, Charles A., 2021, Machine-Learning Predictions of High Arsenic and High Manganese at Drinking Water Depths of the Glacial Aquifer System, Northern Continental United States: Environmental Science & Technology.
Resumo
Globalmente, mais de 200 milhões de pessoas estão cronicamente expostas ao arsênio (As) e/ou manganês (Mn) provenientes da água potável. Utilizamos modelos de regressão por árvore (BRT) aprimorados por aprendizado de máquina (ML) para prever altos níveis de As (>10 μg/L) e Mn (>300 μg/L) em águas subterrâneas provenientes do sistema de aquífero glacial (GLAC), que abrange 25 estados nos Estados Unidos do norte e fornece água potável para 30 milhões de pessoas. As variáveis preditoras (PVs) dos nossos modelos BRT incluíram estimativas tridimensionais recentemente desenvolvidas de uma série de métricas de idade de águas subterrâneas, condição redox e pH. Também demonstramos uma abordagem bem-sucedida para melhorar significativamente a sensibilidade da previsão de ML para conjuntos de dados desbalanceados (pequena porcentagem de valores altos). Apresentamos previsões da probabilidade de altas concentrações de As e Mn em águas subterrâneas, e da incerteza, em duas superfícies de profundidade não uniformes que representam profundidades medianas móveis de poços domésticos e de abastecimento público do GLAC dentro do domínio do modelo tridimensional. A alta probabilidade prevista de condição anóxica (ferro alto ou oxigênio dissolvido baixo), pH previsto, profundidade relativa do poço, várias métricas de idade de águas subterrâneas modeladas e posição hidrológica foram todas PVs mantidas em ambos os modelos; no entanto, a importância e a influência das PVs diferiram entre os modelos. Águas subterrâneas com alto As e alto Mn foram previstas com alta probabilidade em grandes porções da parte central do GLAC.
BibTeX
@article{doi101021acsest0c06740,
author = "Erickson, Melinda L. e Elliott, Sarah e Brown, Craig J. e Stackelberg, Paul E. e Ransom, Katherine M. e Reddy, James E. e Cravotta, Charles A.",
title = "Machine-Learning Predictions of High Arsenic and High Manganese at Drinking Water Depths of the Glacial Aquifer System, Northern Continental United States",
year = "2021",
journal = "Environmental Science \& Technology",
abstract = "Globalmente, mais de 200 milhões de pessoas estão cronicamente expostas ao arsênio (As) e/ou manganês (Mn) provenientes da água potável. Utilizamos modelos de regressão por árvore (BRT) aprimorados por aprendizado de máquina (ML) para prever altos níveis de As (>10 μg/L) e Mn (>300 μg/L) em águas subterrâneas provenientes do sistema de aquífero glacial (GLAC), que abrange 25 estados nos Estados Unidos do norte e fornece água potável para 30 milhões de pessoas. As variáveis preditoras (PVs) dos nossos modelos BRT incluíram estimativas tridimensionais recentemente desenvolvidas de uma série de métricas de idade de águas subterrâneas, condição redox e pH. Também demonstramos uma abordagem bem-sucedida para melhorar significativamente a sensibilidade da previsão de ML para conjuntos de dados desbalanceados (pequena porcentagem de valores altos). Apresentamos previsões da probabilidade de altas concentrações de As e Mn em águas subterrâneas, e da incerteza, em duas superfícies de profundidade não uniformes que representam profundidades medianas móveis de poços domésticos e de abastecimento público do GLAC dentro do domínio do modelo tridimensional. A alta probabilidade prevista de condição anóxica (ferro alto ou oxigênio dissolvido baixo), pH previsto, profundidade relativa do poço, várias métricas de idade de águas subterrâneas modeladas e posição hidrológica foram todas PVs mantidas em ambos os modelos; no entanto, a importância e a influência das PVs diferiram entre os modelos. Águas subterrâneas com alto As e alto Mn foram previstas com alta probabilidade em grandes porções da parte central do GLAC.",
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doi = "10.1021/acs.est.0c06740",
openalex = "W3144233634",
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131. McKuin, Brandi e Zumkehr, Andrew e Ta, Jenny e Bales, Roger C. e Viers, Joshua H. e Pathak, Tapan B. e Campbell, J. Elliott, 2021, Benefícios conjuntos de energia e água ao cobrir canais com painéis solares: Nature Sustainability.
DOI: 10.1038/s41893-021-00693-8
BibTeX
@article{doi101038s41893021006938,
author = "McKuin, Brandi e Zumkehr, Andrew e Ta, Jenny e Bales, Roger C. e Viers, Joshua H. e Pathak, Tapan B. e Campbell, J. Elliott",
title = "Benefícios conjuntos de energia e água ao cobrir canais com painéis solares",
year = "2021",
journal = "Nature Sustainability",
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openalex = "W3139514973",
references = "doi10108817489326ab6f10"
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132. Gimeno, Luís e Eiras‐Barca, Jorge e Durán‐Quesada, Ana María e Domínguez, Francina e van der Ent, Ruud e Sodemann, Harald e Sánchez‐Murillo, Ricardo e Nieto, Raquel e Kirchner, James W., 2021, O tempo de residência do vapor de água na atmosfera: Nature Reviews Earth & Environment.
DOI: 10.1038/s43017-021-00181-9
BibTeX
@article{doi101038s43017021001819,
author = "Gimeno, Luís e Eiras‐Barca, Jorge e Durán‐Quesada, Ana María e Domínguez, Francina e van der Ent, Ruud e Sodemann, Harald e Sánchez‐Murillo, Ricardo e Nieto, Raquel e Kirchner, James W.",
title = "O tempo de residência do vapor de água na atmosfera",
year = "2021",
journal = "Nature Reviews Earth \& Environment",
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references = "doi1010292018rg000627"
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133. Siirila‐Woodburn, Erica R. e Rhoades, Alan M. e Hatchett, Benjamin J. e Huning, Laurie S. e Szinai, Julia e Tague, C. e Nico, Peter e Feldman, Daniel e Jones, Andrew D. e Collins, William D. e Kaatz, L., 2021, Um futuro de baixa a nenhuma neve e seus impactos nos recursos hídricos no oeste dos Estados Unidos: Nature Reviews Earth & Environment.
DOI: 10.1038/s43017-021-00219-y
BibTeX
@article{doi101038s4301702100219y,
author = "Siirila‐Woodburn, Erica R. e Rhoades, Alan M. e Hatchett, Benjamin J. e Huning, Laurie S. e Szinai, Julia e Tague, C. e Nico, Peter e Feldman, Daniel e Jones, Andrew D. e Collins, William D. e Kaatz, L.",
title = "Um futuro de baixa a nenhuma neve e seus impactos nos recursos hídricos no oeste dos Estados Unidos",
year = "2021",
journal = "Nature Reviews Earth \& Environment",
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openalex = "W3211042890",
references = "doi1010022015rg000481, doi101021acsest8b05913, doi101038s4301702000305, doi101126scienceaay9187, doi101175amsmonographsd1800181"
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134. Toumi, A. e Remini, B., 2021, Avaliação da Geologia e Hidrogeologia da Vazamento de Água na Barragem de Hammam-Grouz, Argélia: Journal of Human, Earth, and Future: v. 2, no. 3: p. 269-295.
DOI: 10.28991/hef-2021-02-03-08 Fonte
Resumo
A água é conhecida desde a antiguidade como catalisadora e sobrevivência da humanidade. Portanto, estruturas hidráulicas têm sido construídas para resolver vários problemas hidráulicos que surgem, tais como: poluição, eutrofização, sedimentação acelerada, evaporação intensa e vazamento de água. Na Argélia, o problema de vazamentos de água apareceu em muitas barragens, entre elas a barragem de Hammam Grouz, no nordeste do país. De fato, a obra hidro-técnica é considerada a mais ameaçada no país por este problema espinhoso. Durante o período entre 1984-1987, a falta de um local adequado para a construção de uma barragem nesta área levou os serviços competentes a construir esta infraestrutura em um desfiladeiro composto por calcário (Cenomaniano) moderadamente cárstico, caracterizado por dissoluções concentradas ao longo das juntas. Este local foi consolidado e selado durante a construção da barragem de dique que permite sua exploração antes de um teste real. No entanto, deve-se notar que o nível da água subiu acima do nível normal do reservatório pela primeira vez (26 de janeiro de 2003), mostrando que este local não pode mais suportar as fortes forças de pressão causadas pela água da costa. De fato, vazamentos significativos de água apareceram na galeria inferior e no pé a jusante da margem direita. A seguinte variação de vazamentos de água ao longo do tempo, pode-se observar que uma convergência de estabilidade do nível da água na bacia para níveis que não excedem 718 m, que equivale a menos de 1/3 da capacidade de armazenamento original da barragem. O aparecimento de vazamentos significativos de água na barragem de Hammam Grouz assim que a descarga foi liberada pela primeira vez indicou que as obras de selagem realizadas durante a construção do dique haviam perdido sua eficácia ou não foram perfeitas. As obras de assentamento realizadas hoje no nível da bacia e das margens desta infraestrutura hidráulica. Apesar de ter minimizado o fluxo das resurgências que apareceram a jusante do dique, não resolveram o problema definitivamente. Isso pode resultar no aparecimento de um local de vazamentos de água. De fato, durante o ano hidrológico 2007/2008, o aparecimento de um vórtice em novembro de 2007 dentro do lago, tornando a barragem de Hammam Grouz inútil porque estava vazia durante os primeiros três meses do ano de 2008, além da perda de água que os ameaça. Este fenômeno alaga a galeria inferior do dique com cada subida do nível da água além de um limite de limiar. Portanto, é impossível realizar algumas monitorações relacionadas ao controle de estabilidade. Os efeitos prejudiciais do problema de vazamento de água, a estabilidade do dique e a quantidade de água armazenada, especialmente com escassez de água nesta região semi-árida, requerem tratamento deste fenômeno. As técnicas mais adequadas são o uso de materiais de selagem. Tendo as mesmas características dos locais a serem impermeabilizados e que se adaptam suficientemente às suas formações geológicas, a alocação de obras de selagem a um co-contratante altamente qualificado, é de grande importância para fornecer resultados de selagem satisfatórios para torná-lo estanque a fim de operá-lo corretamente. Doi: 10.28991/HEF-2021-02-03-08 Texto Completo: PDF
BibTeX
@article{doi1028991hef2021020308,
author = "Toumi, A. and Remini, B.",
title = "Avaliação da Geologia e Hidrogeologia da Vazamento de Água na Barragem de Hammam-Grouz, Argélia",
year = "2021",
journal = "Journal of Human, Earth, and Future",
abstract = "A água é conhecida desde a antiguidade como o catalisador e a sobrevivência da humanidade. Portanto, estruturas hidráulicas foram construídas para resolver vários problemas hidráulicos expostos, tais como: poluição, eutrofização, assoreamento acelerado, evaporação intensa e vazamento de água. Na Argélia, o problema de vazamentos de água apareceu em muitas barragens, entre elas a barragem de Hammam Grouz, no nordeste do país. De fato, a obra hidro-técnica é considerada a mais ameaçada no país por este problema espinhoso. Durante o período entre 1984-1987, a falta de um local adequado para a construção de uma barragem nesta área levou os serviços competentes a construir esta infraestrutura em um desfiladeiro composto por calcário (Cenomaniano) moderadamente cárstico, caracterizado por dissoluções concentradas ao longo das juntas. Este local foi consolidado e selado durante a construção da barragem de dique, o que permite sua exploração antes de um teste real. No entanto, deve-se notar que o nível da água subiu acima do nível normal do reservatório pela primeira vez (26 de janeiro de 2003), mostrando que este local não pode mais suportar as fortes forças de pressão causadas pela água da costa. De fato, vazamentos significativos de água apareceram na galeria inferior e no pé a jusante da margem direita. A seguinte variação de vazamentos de água ao longo do tempo, pode-se observar que uma convergência de estabilidade do nível da água na bacia para níveis que não excedem 718 m, que equivale a menos de 1/3 da capacidade de armazenamento original da barragem. A aparência de vazamentos significativos de água na barragem de Hammam Grouz assim que a descarga foi liberada pela primeira vez indicou que as obras de selagem realizadas durante a construção do dique haviam perdido sua eficácia ou não foram perfeitas. As obras de assentamento realizadas hoje no nível da bacia e das margens desta infraestrutura hidráulica. Apesar de ter minimizado o fluxo das resurgências que apareceram a jusante do dique, não resolveram o problema definitivamente. Isso pode resultar na aparência de um local de vazamentos de água. De fato, durante o ano hidrológico 2007/2008, a aparência de um vórtice em novembro de 2007 dentro do lago, tornando a barragem de Hammam Grouz inútil porque estava vazia durante os primeiros três meses do ano de 2008, além da perda de água que os ameaça. Este fenômeno alaga a galeria inferior do dique com cada subida do nível da água além de um limite de limiar. Portanto, é impossível realizar algumas monitorações relacionadas ao controle de estabilidade. Os efeitos prejudiciais do problema de vazamento de água, a estabilidade do dique e a quantidade de água armazenada, especialmente com escassez de água nesta região semi-árida, requerem tratamento deste fenômeno. As técnicas mais adaptadas são o uso de materiais de selagem. Tendo as mesmas características dos locais a serem impermeabilizados e que se adaptam suficientemente às suas formações geológicas, a alocação de obras de selagem a um co-contratante altamente qualificado, é de grande importância para fornecer resultados de selagem satisfatórios para torná-lo estanque a fim de operá-lo corretamente. Doi: 10.28991/HEF-2021-02-03-08 Texto Completo: PDF",
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135. Travis, Rebecca E. e Bell, Meghan T. e Linhoff, Benjamin e Beisner, Kimberly R., 2021, Utilizando múltiplos indicadores hidrogeológicos e antropogênicos para compreender as zonas de contribuição de águas subterrâneas para poços de abastecimento de água próximos à Instalação de Combustíveis em Massa da Base Aérea de Kirtland, no sudeste de Albuquerque, Novo México: Relatório de investigações científicas.
Resumo
Primeira postagem em 4 de outubro de 2021 Para mais informações, entre em contato com: Diretor, Centro de Ciências da Água do Novo México, Serviço Geológico dos Estados Unidos, 6700 Edith Blvd. NE, Albuquerque, NM 87113. Em 1999, foi descoberta uma liberação de combustíveis de jato na Instalação de Combustíveis em Massa da Base Aérea de Kirtland, Albuquerque, Novo México. Os contaminantes atingiram o lençol freático e migraram para o nordeste em direção aos poços de abastecimento de água. Poços de monitoramento foram instalados a jusante da instalação para determinar as zonas primárias de produção de águas subterrâneas para poços de abastecimento de água e avaliar a presença de contaminantes. Os poços de monitoramento são filtrados dentro do sistema aquífero do Grupo Santa Fe, que inclui unidades de argila, a profundidades tão grandes quanto 445 metros abaixo da superfície do terreno, e foram categorizados como poços de lençol freático, rasos, médios, profundos e de bombeamento de teste de aquífero. Os poços de abastecimento de água são filtrados através de múltiplas unidades portadoras de água dentro do sistema aquífero. Todos os poços foram amostrados para íons principais, elementos traço, nutrientes, isótopos estáveis, gases dissolvidos, trítio, isótopos de carbono e clorofluorcarbonos. Os poços mais profundos e de abastecimento de água apresentam evidências de tempos de residência de águas subterrâneas mais longos, chegando a milhares de anos, e a água dos poços mais rasos mostra evidências de inputs antropogênicos de nutrientes. A recarga do aquífero é derivada de qualquer uma das frentes de montanha ou da infiltração do Rio Grande. Os dados de gases dissolvidos indicam que os poços médios, profundos, de bombeamento de teste de aquífero e de abastecimento de água têm temperaturas de recarga mais baixas do que os poços mais rasos. A idade inferida das águas subterrâneas varia conforme o método, mas indica que os poços mais profundos, de bombeamento de teste de aquífero e de abastecimento de água têm água mais antiga, até 15.000 anos antes do presente. Os resultados indicam que os poços de abastecimento de água retiram principalmente das porções médias e mais profundas do sistema aquífero abaixo das unidades de argila e não foram afetados pela pluma de contaminantes, embora alguns dados indiquem um potencial de entrada de água moderna em alguns dos poços mais profundos e de abastecimento de água.
BibTeX
@article{doi103133sir20215076,
author = "Travis, Rebecca E. e Bell, Meghan T. e Linhoff, Benjamin e Beisner, Kimberly R.",
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136. Smedley, Pauline e Kinniburgh, D.G., 2022, Urânio em águas naturais e no ambiente: Distribuição, especiação e impacto: Applied Geochemistry.
DOI: 10.1016/j.apgeochem.2022.105534
Resumo
As concentrações de U em águas naturais são geralmente baixas, sendo tipicamente inferiores a 4 μg/L em água de rio, em torno de 3,3 μg/L em água do mar aberta e geralmente inferiores a 5 μg/L em água subterrânea. Concentrações mais elevadas podem ocorrer tanto em água superficial quanto em água subterrânea e a faixa abrange cerca de seis ordens de grandeza, com extremos na faixa de mg/L. No entanto, tais extremos em água superficial são raros e ligados à mineralização localizada ou evaporação em lagos alcalinos. Altas concentrações em água subterrânea, substancialmente acima do valor provisório de orientação da OMS para U em água potável de 30 μg/L, estão mais fortemente associadas a (i) aquíferos graníticos e vulcânicos félsicos, (ii) aquíferos de arenito continental, especialmente em planícies aluviais e (iii) áreas de mineralização de U. Províncias de água subterrânea com alto U são mais comuns em terrenos áridos e semiáridos, onde a evaporação é um fator adicional envolvido na concentração de U e outros solutos. Exemplos de terrenos graníticos e vulcânicos félsicos com concentrações documentadas de U elevado incluem várias partes da Índia peninsular, EUA leste, Canadá, Coreia do Sul, sul da Finlândia, Noruega, Suíça e Burundi. Exemplos de aquíferos de arenito continental incluem as planícies aluviais da Bacia Indo-Gangética da Índia e Paquistão, a Central Valley, High Plains, Desert de Carson, Bacia Española e aquíferos Edwards-Trinity dos EUA, Bacia de Datong, China, partes do Iraque e o loess da Planície Chaco-Pampeana, Argentina. Muitas dessas planícies hospedam depósitos erodidos de precursoras graníticas e vulcânicas félsicos que provavelmente atuam como fontes primárias de U. Existem numerosos exemplos de água subterrânea impactada pela mineralização de U, frequentemente acompanhada por mineração, incluindo locais nos EUA, Austrália, Brasil, Canadá, Portugal, China, Egito e Alemanha. Estes podem hospedar concentrações de U de alta a extrema, mas são tipicamente de extensão localizada. Os mecanismos abrangentes de mobilização de U em água estão agora bem estabelecidos e dependem amplamente de condições redox, pH e química de solutos, que são moldadas pelas condições geológicas descritas acima. O urânio é reconhecido como móvel em seu estado oxic, U(VI), em pH neutro a alcalino (7–9) e é auxiliado pela formação de complexos estáveis U–CO3(±Ca, Mg). Nessas condições oxicas e alcalinas, o U comumente covaria com outros ânions e oxianions similarmente controlados, como F, As, V e Mo. O urânio também é móvel em pH ácido (2–4), principalmente como o cátion uranilo UO22+. A mobilidade em áreas mineralizadas de U pode, portanto, ocorrer em condições neutras a alcalinas ou em condições com drenagem ácida, dependendo da ocorrência local e capacidade de tamponamento de pH por minerais carbonáticos. Em água subterrânea, a mobilização também foi observada em condições levemente (Mn-) redutoras. O urânio é imóvel em condições mais fortemente (Fe-, SO4-) redutoras, pois é reduzido a U(IV) e é ou precipitado como uma forma cristalina ou 'não cristalina' de UO2 ou é sorvido a superfícies minerais. Uma compreensão mais detalhada da química de U no ambiente natural é desafiadora devido ao grande número de complexos formados, à forte ligação a óxidos e substâncias húmicas e às suas interações, incluindo interações ternárias óxido-húmico-U. Uma quantificação melhorada dessas interações exigirá a atualização de softwares de especiação e bancos de dados comumente usados para incluir os desenvolvimentos mais recentes em modelos de complexação superficial. Além disso, dada sua importante papel na manutenção de baixas concentrações de U em muitas águas naturais, a natureza e solubilidade das formas amorfas ou não cristalinas de UO2 que resultam da redução microbiana de U(VI) precisam de quantificação melhorada. Mesmo onde existe água subterrânea com alto U, os percentuais de excedência do valor de orientação da OMS são variáveis e frequentemente pequenos. Portanto, programas de teste mais rigorosos para estabelecer fontes utilizáveis são justificados nesses aquíferos vulneráveis. Como a regulação de água potável para U é uma introdução relativamente recente em muitos países (por exemplo, a União Europeia), os testes ainda não são rotineiros ou estabelecidos e os dados ainda são relativamente limitados. A aquisição de mais dados estabelecerá se aquíferos análogos em outras partes do mundo têm padrões similares de distribuição de U aquoso. Nas regiões de água subterrânea com alto U que foram reconhecidas até agora, a ausência geral de evidências para sintomas clínicos de saúde é uma descoberta positiva e atenua a escala de preocupação com a saúde pública, embora também destaque a necessidade de investigação contínua.
BibTeX
@article{doi101016japgeochem2022105534,
author = "Smedley, Pauline and Kinniburgh, D.G.",
title = "Uranium em águas naturais e no ambiente: Distribuição, especiação e impacto",
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137. Korak, Julie A. e Mungan, Annabel L. e Watts, Landon T., 2022, Revisão crítica das estratégias de gestão de salmoura residual para o tratamento de água potável usando troca iônica de base forte: Journal of Hazardous Materials.
DOI: 10.1016/j.jhazmat.2022.129473
BibTeX
@article{doi101016jjhazmat2022129473,
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138. Tleuova, Zhanna e Snow, D. e Mukhamedzhanov, Murat e Ermenbay, Aray, 2023, Relação da Hidrogeologia e das Fontes de Contaminantes com a Qualidade da Água Potável no Sul do Cazaquistão: Water: v. 15, no. 24: p. 4240.
Resumo
O Sul do Cazaquistão é uma das regiões de maior crescimento deste país e o desenvolvimento contínuo depende de um fornecimento sustentável de água doce para múltiplos propósitos. A água subterrânea no Sul do Cazaquistão ocorre em uma ampla variedade de condições hidrogeológicas com níveis variados de qualidade e vulnerabilidade à contaminação. O objetivo deste artigo é investigar a qualidade atual da água subterrânea através da amostragem e análise laboratorial de água de fontes de poços de abastecimento público, comparar os resultados com a hidrogeologia e fontes de contaminantes conhecidas e indicar onde futuras proteções podem ser necessárias. A proteção contra contaminantes transportados pela superfície é determinada principalmente pela espessura da zona vadosa, profundidade do nível da água subterrânea, presença, espessura e composição de aquíferos e mobilidade de poluentes. Quarenta e cinco poços foram amostrados, resultando em 106 amostras de água subterrânea atualmente usada para água potável, que foram avaliadas para investigar a ocorrência de poluentes potenciais e a hidrogeologia da região. Das amostras coletadas, 46 amostras foram usadas para análise de química inorgânica da água, 30 para indicadores individuais incluindo metais, e 31 amostras para determinação de produtos petrolíferos. Um banco de dados de inventário de contaminantes e um banco de dados geoespacial auxiliaram na interpretação dos resultados e permitiram a previsão de futuros problemas de água. As concentrações máximas permitidas (MPCs) para metais no Cazaquistão foram excedidas em áreas associadas a empresas industriais, enquanto o flúor e o nitrato estavam mais associados a fontes de mineração e agricultura. A qualidade da água subterrânea depende da hidrogeologia e de contaminantes ambientais resultantes de usos históricos da terra e deve ser monitorada regularmente para a segurança da água potável. Hidrocarbonetos petrolíferos não foram detectados em nenhuma das fontes de água potável.
BibTeX
@article{doi103390w15244240,
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