1. Hem, John David, 1959, Estudo e interpretação das características químicas da água natural.
Resumo
Introdução 3 Propósito e escopo do relatório 4 Agradecimentos 5 Propriedades da água 5 Composição da crosta terrestre 6 A água como agente geoquímico O papel da água na erosão Química dos processos de intemperismo Coleta de dados de qualidade da água Coleta de amostras de água Amostragem de águas superficiais Amostragem de águas subterrâneas Completude da cobertura de amostras Análise de amostras de água Testes de campo de água Registros elétricos como indicadores da qualidade das águas subterrâneas Procedimentos laboratoriais Expressão das análises de água Análises relatadas em termos de combinações hipotéticas Análises expressas em termos de íons Determinações incluídas nas análises Unidades utilizadas no relato das análises Unidades peso-peso Unidades peso-volume Unidades equivalente-peso Composição do resíduo anidro Partes por milhão como carbonato de cálcio Comparação de unidades de expressão Significado das propriedades e constituintes relatados nas análises de água_ _ Condutância elétrica específica Unidades para relato de condutância Base física da condutância Faixa de valores de condutância Precisão e reprodutibilidade dos valores de condutância Concentração de íons hidrogênio (pH) Hidrólise Soluções tamponadas Interpretação de dados de pH Faixa de valores de pH Precisão e reprodutibilidade dos valores de pH Cor Fontes e significado da cor na água 49 Resíduo por evaporação 49 Base teórica da determinação 50 Faixa de concentração 51 Precisão e reprodutibilidade dos resultados 51 III Significado das propriedades e constituintes relatados nas análises de água-Continuidade Acidez Fontes de acidez da água natural Química da determinação de acidez Faixa de concentração Reprodutibilidade dos dados de acidez Sulfato Fontes de sulfato na água natural Química do sulfato na água natural Faixa de concentração Precisão e reprodutibilidade dos resultados Cloreto Fontes de cloreto na água Química do cloreto na água natural Cloreto oceânico Cloreto juvenil Cloreto cíclico Faixa de concentração Precisão e reprodutibilidade dos resultados Fluoreto Fonte de fluoreto na água Química do fluoreto na água natural Faixa de concentração Precisão e reprodutibilidade dos resultados Nitrato Fonte de nitrato na água Química do nitrato na água natural 116 Faixa de concentração Precisão e reprodutibilidade dos resultados Fosfato Fontes de fosfato Química do fosfato na água natural 119 Faixa de concentração 120 Precisão e reprodutibilidade dos resultados 120 Boro 120 Fontes de boro 120 Química do boro na água natural Faixa de concentração 122 Precisão e reprodutibilidade dos resultados 122 Constituintes traço ou menores-Cátions 124 Metais pesados 124 Titânio 124 Cromo 124 Zinco 125 Níquel e cobalto 126 Cobre 126 Estanho 127 Chumbo 127 Cádmio 128 Mercúrio 128 Arsênio 129 Selênio 130 Significado das propriedades e constituintes relatados nas análises de água-Continuidade Constituintes traço ou menores-Cátions-Continuidade Metais alcalino-terrosos Berílio Estrôncio Bário Metais alcalinos e amônio Lítio Rubídio Césio Amônio Componentes radioativos Urânio Rádônio Tório Constituintes traço ou menores-Aniões Brometo Iodeto Sulfito e tiossulfato Sólidos dissolvidos totais-Computados Química da determinação de sólidos dissolvidos Precisão e reprodutibilidade dos resultados Gases dissolvidos Demanda bioquímica de oxigênio Dureza Utilização Faixa de concentração Precisão e reprodutibilidade dos resultados Porcentagem de sódio Razão de adsorção de sódio Densidade Organização e estudo de dados de análise de água Avaliação de análises de água Tabulação Técnicas de estudo Inspeção e comparação Uso de razões Uso de médias 156 Classificação geoquímica de Palmer 162 Representação gráfica 164 Diagramas de dispersão 165 Diagramas de concentração iônica 168 Diagramas de composição percentual Diagramas de frequência Análises químicas plotadas contra variáveis não químicas 186 Hidrografos 188 Curvas de nível de sólidos dissolvidos 188 Perfis de qualidade da água 192 Mapas de qualidade da água 192 Seleção de técnicas de estudo 10. Efeito da temperatura na solubilidade do carbonato de cálcio (calcita) na água na presença de CO2 VIII CONTEÚDO Página FIGURA 11. Solubilidade do carbonato de magnésio na água a 25°C na presença de CO2 81 12. Relação entre condutância e concentrações de cloreto, dureza e sulfato, Rio Gila em Bylas, Ariz., de 1º de outubro de 1943 a 30 de setembro de 1944 13. Relação sódio-cloreto, Rio Gila em Bylas, Ariz., de 1º de outubro de 1943 a 30 de setembro de 1944 14. Análises representadas por gráficos de barras verticais de equivalentes por milhão 15. Análises representadas por gráficos de barras de partes por milhão 16. Gráfico de barras de equivalentes por milhão que também mostra valores de dureza em partes por milhão 17. Análises em equivalentes por milhão representadas por vetores__ _ 18. Análises representadas por padrões baseados em equivalentes por milhão 19. Análises representadas por plotagem linear de composição percentual cumulativa baseada em partes por milhão 20. Análises representadas por plotagem logarítmica de concentrações em partes por milhão 21. Análises representadas por diagramas circulares subdivididos com base na porcentagem de equivalentes totais por milhão 22. Análises representadas por padrões de barras baseados na porcentagem de equivalentes totais por milhão 23. Análises representadas por padrões desenhados em coordenadas radiais.. 24. Análises representadas por três pontos plotados em diagrama trilinar (após A. M. Piper) 25. Número de amostras com porcentagem de sódio dentro das faixas indicadas, bacia artésiana de San Simon, Ariz 26. Curva de frequência cumulativa de condutância específica, águas dos rios Allegheny, Monongahela e Ohio, área de Pittsburgh, Pensilvânia, 1944-50 27. Condutância específica de amostras diárias e vazão diária média, Rio San Francisco em Clifton, Ariz., de 1º de outubro de 1943 a 30 de setembro de 1944 28. Bicarbonato, sulfato, dureza e pH de amostras coletadas em seção transversal do Rio Susquehanna em Harrisburg, Pa., 8 de julho de 1947 29. Temperatura e sólidos dissolvidos da água no Lago Mead nos Canyons Virgin e Boulder, 1948 194 30. Concentração total e dureza da água de poços mais profundos na Unidade Prairie Creek, Nebr 31. Razão dealcalinidade para sulfato em água de depósitos inconsolidados na área de Torrington, Nebr 32. Mapa de partes dos condados de Apache e Navajo, Ariz., mostrando o conteúdo mineral da água subterrânea no arenito Coconino_ 198 33. Análises de águas associadas a rochas ígneas 206 34. Análises de águas associadas a sedimentos resistentes 209 35. Análises de águas associadas a sedimentos hidrolisados_ _ _ 36. Análises médias ponderadas para o Rio Grande em San Acacia, N. Mex., para dois períodos no ano hidrológico de 1945-46 212 37. Análises de águas associadas a sedimentos do tipo precipitado.. 38. Análises de águas associadas a sedimentos evaporíticos 215 39. Análises de águas associadas a rochas metamórficas 217 40. Diagrama para uso na interpretação da análise de água de irrigação_ 251 2 CARACTERÍSTICAS QUÍMICAS DA ÁGUA NATURAL
BibTeX
@misc{doi103133wsp1473ed1,
author = "Hem, John David",
title = "Study and interpretation of the chemical characteristics of natural water",
year = "1959",
abstract = "Introduction 3 Purpose and scope of report 4 Acknowledgments 5 Properties of water 5 Composition of the earth's crust 6 Water as a geochemical agent The role of water in erosion Chemistry of weathering processes Collection of quality-of-water data Collection of water samples Surface-water sampling Ground-water sampling Completeness of sample coverage Analyses of water samples Field testing of water Electric logs as indicators of ground-water quality Laboratory procedures Expression of water analyses Analyses reported in terms of hypothetical combinations Analyses expressed in terms of ions Determinations included in analyses Units used in reporting analyses Weight-per-weight units Weight-per-volume units Equivalent-weight units Composition of anhydrous residue Parts per million as calcium carbonate Comparison of units of expression Significance of properties and constituents reported in water analyses\_ \_ Specific electrical conductance Units for reporting conductance Physical basis of conductance Range of conductance values Accuracy and reproducibility of conductance values Hydrogen-ion concentration (pH) Hydrolysis Buffered solutions Interpretation of pH data Range of pH values Accuracy and reproducibility of pH values Color Sources and significance of color in water 49 Residue on evaporition 49 Theoretical basis of determination 50 Range of concentration 51 Accuracy and reproducibility of results 51 III Significance of properties and constituents reported in water analyses-Continued Acidity Sources of acidity of natural water Chemistry of acidity determination Range of concentration Reproducibility of acidity data Sulfate Sources of sulfate in natural water Chemistry of sulfate in natural water Range of concentration Accuracy and reproducibility of results Chloride Sources of chloride in water Chemistry of chloride in natural water Oceanic chloride Juvenile chloride Cyclic chloride Range of concentration Accuracy and reproducibility of results Fluoride Source of fluoride in water Chemistry of fluoride in natural water Range of concentration Accuracy and reproducibility of results Nitrate Source of nitrate in water Chemistry of nitrate in natural water 116 Range of concentration Accuracy and reproducibility of results Phosphate Sources of phosphate Chemistry of phosphate in natural water 119 Range of concentration 120 Accuracy and reproducibility of results 120 Boron 120 Sources of boron 120 Chemistry of boron in natural water Range of concentration 122 Accuracy and reproducibility of results 122 Trace or minor constituents-Cations 124 Heavy metals 124 Titanium 124 Chromium 124 Zinc 125 Nickel and cobalt 126 Copper 126 Tin 127 Lead 127 Cadmium 128 Mercury 128 Arsenic 129 Selenium 130 Significance of properties and constituents reported in water analyses-Continued Trace or minor constituents-Cations-Continued Alkaline-earth metals Beryllium Strontium Barium Alkali metals and ammonium Lithium Rubidium Cesium Ammonium Radioactive components Uranium Radium Radon Thorium Trace or minor constituents-Anions Bromide Iodide Sulfite and thiosulf ate Total dissolved solids-Computed Chemistry of dissolved solids determination Accuracy and reproducibility of results Dissolved gases Biochemical oxygen demand Hardness Utilization Range of concentration Accuracy and reproducibility of results Percent sodium Sodium-adsorption ratio Density Organization and study of water-analysis data Evaluation of water analyses Tabulation Study techniques Inspection and comparison Use of ratios Use of averages 156 Palmer's geochemical classification 162 Graphical representation 164 Scatter diagrams 165 Ionic-concentration diagrams 168 Percentage-composition diagrams Frequency diagrams Chemical analyses plotted against nonchemical variables 186 Hydrographs 186 Dissolved-solids rating curves 188 Water-quality profiles 192 Quality-of-water maps 192 Selection of study techniques 10. Effect of temperature on solubility of calcium carbonate (calcite) in water in the presence of CO2 VIII CONTENTS Page FIGURE 11. Solubility of magnesium carbonate in water at 25C in the presence of CO2 81 12. Relation of conductance to chloride, hardness, and sulfate concentrations, Gila River at Bylas, Ariz., Oct. 1, 1943 to Sept. 30, 1944 13. Sodium-chloride relationship, Gila River at Bylas, Ariz., Oct. 1, 1943, to Sept. 30, 1944 14. Analyses represented by vertical bar graphs of equivalents per million 15. Analyses represented by bar graphs of parts per million 16. Bar graph of equivalents per million which also shows hardness values in parts per million 17. Analyses in equivalents per million represented by vectors\_\_ \_ 18. Analyses represented by patterns based on equivalents per million 19. Analyses represented by linear plotting of cumulative percentage composition based on parts per million 20. Analyses represented by logarithmic plotting of concentrations in parts per million 21. Analyses represented by circular diagrams subdivided on the basis of percent of total equivalents per million 22. Analyses represented by bar-patterns based on percent of total equivalents per million 23. Analyses represented by patterns drawn on radial coordinates.. 24. Analyses represented by three points plotted in trilinear diagram (after A. M. Piper) 25. Number of samples having percent sodium within ranges indicated, San Simon artesian basin, Ariz 26. Cumulative frequency curve of specific conductance, Allegheny, Monongahela and Ohio River waters, Pittsburgh area, Pennsylvania, 1944-50 27. Specific conductance of daily samples and daily mean discharge, San Francisco River at Clifton, Ariz., Oct. 1, 1943 to Sept. 30, 1944 28. Bicarbonate, sulfate, hardness, and pH of samples collected in cross section of Susquehanna River at Harrisburg, Pa., July 8, 1947 29. Temperature and dissolved solids of water in Lake Mead in Virgin and Boulder Canyons, 1948 194 30. Total concentration and hardness of water from deeper wells in Prairie Creek Unit, Nebr 31. Ratio of alkalinity to sulfate in water from unconsolidated deposits in the Torrington area, Nebr 32. Map of portions of Apache and Navajo counties, Ariz., showing mineral content of ground water in the Coconino sandstone\_ 198 33. Analyses of waters associated with igneous rocks 206 34. Analyses of waters associated with resistate sediments 209 35. Analyses of waters associated with hydrolyzate sediments\_ \_ \_ 36. Weighted-average analyses for Rio Grande at San Acacia, N. Mex., for two periods in the 1945-46 water year 212 37. Analyses of waters associated with precipitate-type sediments.. 38. Analyses of waters associated with evaporate sediments 215 39. Analyses of waters associated with metamorphic rocks 217 40. Diagram for use in interpreting the analysis of irrigation water\_ 251 2 CHEMICAL CHARACTERISTICS OF NATURAL WATER",
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2. Johnson, Noye M. e Likens, Gene E. e Bormann, Franz–Josef e Fisher, Donald e Pierce, Robert S., 1969, A Working Model for the Variation in Stream Water Chemistry at the Hubbard Brook Experimental Forest, New Hampshire: Water Resources Research.
Resumo
A química da água de riacho varia hiperbolicamente com a descarga do riacho através de quatro décadas de mudança na descarga dentro da Floresta Experimental de Hubbard Brook, New Hampshire. Este processo de diluição é mais simplesmente explicado pela mistura de água da chuva ou água superficial com água do solo mais profunda. A mistura resultante de águas aparece subsequentemente como água de riacho. As concentrações de sódio e sílica na água de riacho são marcadamente diluídas durante períodos de alta descarga, enquanto as concentrações de íon de hidrogênio, alumínio e nitrato são aumentadas. As concentrações de magnésio, cálcio, sulfato, cloreto e potássio são alteradas muito pouco pelas variações na descarga do riacho. Durante o verão, a atividade biológica reduz mensuravelmente a concentração de nitrato e potássio na água de riacho.
BibTeX
@article{doi101029wr005i006p01353,
author = "Johnson, Noye M. e Likens, Gene E. e Bormann, Franz–Josef e Fisher, Donald e Pierce, Robert S.",
title = "A Working Model for the Variation in Stream Water Chemistry at the Hubbard Brook Experimental Forest, New Hampshire",
year = "1969",
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abstract = "A química da água de riacho varia hiperbolicamente com a descarga do riacho através de quatro décadas de mudança na descarga dentro da Floresta Experimental de Hubbard Brook, New Hampshire. Este processo de diluição é mais simplesmente explicado pela mistura de água da chuva ou água superficial com água do solo mais profunda. A mistura resultante de águas aparece subsequentemente como água de riacho. As concentrações de sódio e sílica na água de riacho são marcadamente diluídas durante períodos de alta descarga, enquanto as concentrações de íon de hidrogênio, alumínio e nitrato são aumentadas. As concentrações de magnésio, cálcio, sulfato, cloreto e potássio são alteradas muito pouco pelas variações na descarga do riacho. Durante o verão, a atividade biológica reduz mensuravelmente a concentração de nitrato e potássio na água de riacho.",
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doi = "10.1029/wr005i006p01353",
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3. Jacobson, R.L. e Langmuir, Donald, 1970, The Chemical History of Some Spring Waters in Carbonate Rocks a: Ground Water.
DOI: 10.1111/j.1745-6584.1970.tb01302.x
Resumo
RESUMO Insights into the chemical and Hydrogeologie history of spring waters in carbonate rocks can be gained from a study of the chemical quality of such waters and of the waters which feed springs. The median Ca 2+ /Mg 2+ ratio was 3.4 in 29 spring waters from folded and faulted carbonate rocks near State College, Pennsylvania, indicating ground‐water flow predominantly in limestone. The mean dissolved oxygen content was 7.7 mg/1 or 71% of saturation consistent with subsurface flow chiefly under water table conditions. Most of the dissolved solids (as specific conductance) including pollutants such as Cl and NO 3 were added to spring waters during ground‐water flow. Specific conductances ranged from 180 to 476 micromhos, with a mean of 347 micromhos. CO 2 pressures were from 10 −1.9 to 10 −2.6 atm with a mean of 10 −2.2. atm. The CO 2, which is chiefly introduced as gas by downward diffusion from the soil zone, gives spring waters the capacity to hold about 3 times more hardness and alkalinity than streams in equilibrium with the atmosphere. However, all spring waters were undersaturated with respect to calcite and dolomite because of their short residence times as ground water. Dye tracing of ground‐water feeding springs in two drainage basins gave residence times of 2–6 days for subsurface flows of about 4,000 feet. The specific conductance and carbonate saturation data indicate that ground‐water residence times of the 29 spring waters average somewhat longer than 2–6 days.
BibTeX
@article{doi101111j174565841970tb01302x,
author = "Jacobson, R.L. and Langmuir, Donald",
title = "The Chemical History of Some Spring Waters in Carbonate Rocks a",
year = "1970",
journal = "Ground Water",
abstract = "RESUMO Insights into the chemical and Hydrogeologie history of spring waters in carbonate rocks can be gained from a study of the chemical quality of such waters and of the waters which feed springs. The median Ca 2+ /Mg 2+ ratio was 3.4 in 29 spring waters from folded and faulted carbonate rocks near State College, Pennsylvania, indicating ground‐water flow predominantly in limestone. The mean dissolved oxygen content was 7.7 mg/1 or 71\% of saturation consistent with subsurface flow chiefly under water table conditions. Most of the dissolved solids (as specific conductance) including pollutants such as Cl and NO 3 were added to spring waters during ground‐water flow. Specific conductances ranged from 180 to 476 micromhos, with a mean of 347 micromhos. CO 2 pressures were from 10 −1.9 to 10 −2.6 atm with a mean of 10 −2.2. atm. The CO 2, which is chiefly introduced as gas by downward diffusion from the soil zone, gives spring waters the capacity to hold about 3 times more hardness and alkalinity than streams in equilibrium with the atmosphere. However, all spring waters were undersaturated with respect to calcite and dolomite because of their short residence times as ground water. Dye tracing of ground‐water feeding springs in two drainage basins gave residence times of 2–6 days for subsurface flows of about 4,000 feet. The specific conductance and carbonate saturation data indicate that ground‐water residence times of the 29 spring waters average somewhat longer than 2–6 days.",
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doi = "10.1111/j.1745-6584.1970.tb01302.x",
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4. Shuster, Evan T. e White, William B., 1971, Flutuações sazonais na química de nascentes de calcário: Um possível meio para caracterizar aquíferos carbonáticos: Journal of Hydrology.
DOI: 10.1016/0022-1694(71)90001-1
BibTeX
@article{doi1010160022169471900011,
author = "Shuster, Evan T. e White, William B.",
title = "Flutuações sazonais na química de nascentes de calcário: Um possível meio para caracterizar aquíferos carbonáticos",
year = "1971",
journal = "Journal of Hydrology",
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5. Thrailkill, John, 1972, Química de carbonatos em água de aquífero e de riacho em Kentucky: Journal of Hydrology.
DOI: 10.1016/0022-1694(72)90115-1
BibTeX
@article{doi1010160022169472901151,
author = "Thrailkill, John",
title = "Química de carbonatos em água de aquífero e de riacho em Kentucky",
year = "1972",
journal = "Journal of Hydrology",
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doi = "10.1016/0022-1694(72)90115-1",
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references = "doi1010160016703771900196, doi101016b9780444408266500078, doi101016s0003267001807248, doi101021ja01250a059, doi101021ja01851a058, doi102475ajs2586402, openalexw1488282249, openalexw599354073, openalexw630529900"
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6. Shuster, Evan T. e White, William B., 1972, Áreas de origem e efeitos climáticos em águas subterrâneas carbonáticas determinados por índices de saturação e pressões de dióxido de carbono: Water Resources Research.
Resumo
Um estudo anterior de 14 nascentes carbonáticas no vale de Nittany, na Pensilvânia central, mostrou que o sistema de alimentação das nascentes poderia ser caracterizado como fluxo por conduto ou fluxo difuso com base na variabilidade da química da água. Os índices de saturação e as pressões parciais de CO2 calculados a partir dos dados brutos do estudo anterior foram então agrupados mensalmente e calculadas as médias. As águas de nascentes por conduto são sempre agressivas em relação tanto à calcita quanto à dolomita, sem tendência sazonal evidente. A alta variabilidade reflete principalmente a variação na recarga, o curto tempo de residência e a lenta cinética de equilíbrio entre a água e a rocha da parede. As águas de nascentes difusas são um pouco agressivas em relação à calcita durante a estação de crescimento, mas tornam-se um pouco supersaturadas durante o inverno. As águas de nascentes de fluxo difuso em dolomita estão quase na saturação, enquanto as águas de nascentes de fluxo difuso em calcário estão sempre sub-saturadas em relação à dolomita. As pressões de equilíbrio de CO2 das águas de nascentes por conduto mostram uma tendência sazonal regular com um máximo pronunciado durante a estação de crescimento. O conteúdo de CO2 das nascentes de fluxo difuso é altamente variável e, embora o máximo de verão esteja presente, o conteúdo de CO2 também reflete variações na produção de CO2 nas áreas de bacia das águas infiltrantes.
BibTeX
@article{doi101029wr008i004p01067,
author = "Shuster, Evan T. e White, William B.",
title = "Áreas de origem e efeitos climáticos em águas subterrâneas carbonáticas determinados por índices de saturação e pressões de dióxido de carbono",
year = "1972",
journal = "Water Resources Research",
abstract = "Um estudo anterior de 14 nascentes carbonáticas no vale de Nittany, na Pensilvânia central, mostrou que o sistema de alimentação das nascentes poderia ser caracterizado como fluxo por conduto ou fluxo difuso com base na variabilidade da química da água. Os índices de saturação e as pressões parciais de CO2 calculados a partir dos dados brutos do estudo anterior foram então agrupados mensalmente e calculadas as médias. As águas de nascentes por conduto são sempre agressivas em relação tanto à calcita quanto à dolomita, sem tendência sazonal evidente. A alta variabilidade reflete principalmente a variação na recarga, o curto tempo de residência e a lenta cinética de equilíbrio entre a água e a rocha da parede. As águas de nascentes difusas são um pouco agressivas em relação à calcita durante a estação de crescimento, mas tornam-se um pouco supersaturadas durante o inverno. As águas de nascentes de fluxo difuso em dolomita estão quase na saturação, enquanto as águas de nascentes de fluxo difuso em calcário estão sempre sub-saturadas em relação à dolomita. As pressões de equilíbrio de CO2 das águas de nascentes por conduto mostram uma tendência sazonal regular com um máximo pronunciado durante a estação de crescimento. O conteúdo de CO2 das nascentes de fluxo difuso é altamente variável e, embora o máximo de verão esteja presente, o conteúdo de CO2 também reflete variações na produção de CO2 nas áreas de bacia das águas infiltrantes.",
url = "https://doi.org/10.1029/wr008i004p01067",
doi = "10.1029/wr008i004p01067",
openalex = "W2049629372"
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7. Thrailkill, John, 1972, Química de carbonatos em água de aquífero e de riacho em Kentucky: Journal of Hydrology: v. 16, no. 2: p. 93-104.
DOI: 10.1016/0022-1694(72)90115-1
BibTeX
@article{thrailkill1972carbonate,
author = "Thrailkill, John",
title = "Química de carbonatos em água de aquífero e de riacho em Kentucky",
year = "1972",
journal = "Journal of Hydrology",
url = "https://doi.org/10.1016/0022-1694(72)90115-1",
doi = "10.1016/0022-1694(72)90115-1",
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volume = "16",
references = "doi1010160016703771900196, doi101016b9780444408266500078, doi101016s0003267001807248, doi101021ja01250a059, doi101021ja01851a058, doi102475ajs2586402, openalexw1488282249, openalexw599354073, openalexw630529900"
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8. Thrailkill, J. V, 1972, Química de carbonatos em águas de aquífero e de riacho em Kentucky: Journal of Hydrology, v. 16, p. 93-104.
BibTeX
@article{thrailkill1972carbonate1,
author = "Thrailkill, J. V",
title = "Química de carbonatos em águas de aquífero e de riacho em Kentucky",
year = "1972",
journal = "Journal of Hydrology, v. 16, p. 93-104",
note = "talkorigins_source = {true}; raw_reference = {Thrailkill, J. V., 1972, Química de carbonatos em águas de aquífero e de riacho em Kentucky: Journal of Hydrology, v. 16, p. 93-104.}"
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9. Drake, John J. e Harmon, Russell S., 1973, Ambientes hidroquímicos de terrenos carbonáticos: Water Resources Research.
Resumo
As águas dentro de um aquífero carbonático têm sido frequentemente classificadas com base hidrológica. A relevância de tal agrupamento para a compreensão dos processos geoquímicos atuantes no aquífero depende das classes possuírem uma química distinta. Cento e sessenta e seis análises químicas confiáveis de águas carbonáticas da Pensilvânia foram agrupadas com base hidrológica, e os agrupamentos foram testados por uma análise de função discriminante linear passo a passo. Dois parâmetros (grau de saturação de calcita e pressão parcial de equilíbrio de dióxido de carbono) são suficientes para distinguir os grupos no nível de confiança de 0,005 e fornecem uma maneira confiável de examinar a evolução geoquímica das águas na bacia de drenagem carbonática.
BibTeX
@article{doi101029wr009i004p00949,
author = "Drake, John J. e Harmon, Russell S.",
title = "Ambientes hidroquímicos de terrenos carbonáticos",
year = "1973",
journal = "Water Resources Research",
abstract = "As águas dentro de um aquífero carbonático têm sido frequentemente classificadas com base hidrológica. A relevância de tal agrupamento para a compreensão dos processos geoquímicos atuantes no aquífero depende das classes possuírem uma química distinta. Cento e sessenta e seis análises químicas confiáveis de águas carbonáticas da Pensilvânia foram agrupadas com base hidrológica, e os agrupamentos foram testados por uma análise de função discriminante linear passo a passo. Dois parâmetros (grau de saturação de calcita e pressão parcial de equilíbrio de dióxido de carbono) são suficientes para distinguir os grupos no nível de confiança de 0,005 e fornecem uma maneira confiável de examinar a evolução geoquímica das águas na bacia de drenagem carbonática.",
url = "https://doi.org/10.1029/wr009i004p00949",
doi = "10.1029/wr009i004p00949",
openalex = "W2172157664"
}
10. Berner, Robert A. e Morse, John W., 1974, Cinética de dissolução de carbonato de cálcio em água do mar; IV, Teoria da dissolução de calcita: American Journal of Science.
Resumo
EFICIÊNCIA RELATIVA DA DISSOLUÇÃO E PRECIPITAÇÃO DE CARBONATO DURANTE A DIAGÊNESE: UM RELATÓRIO DE PROGRESSO SOBRE O PAPEL DA QUÍMICA DAS SOLUÇÕES
BibTeX
@article{doi102475ajs2742108,
author = "Berner, Robert A. e Morse, John W.",
title = "Cinética de dissolução de carbonato de cálcio em água do mar; IV, Teoria da dissolução de calcita",
year = "1974",
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abstract = "EFICIÊNCIA RELATIVA DA DISSOLUÇÃO E PRECIPITAÇÃO DE CARBONATO DURANTE A DIAGÊNESE: UM RELATÓRIO DE PROGRESSO SOBRE O PAPEL DA QUÍMICA DAS SOLUÇÕES",
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doi = "10.2475/ajs.274.2.108",
openalex = "W1986601587"
}
11. Drake, John J. e Wigley, T. M. L., 1975, O efeito do clima na química de águas subterrâneas carbonáticas: Water Resources Research.
Resumo
O coeficiente de temperatura da relação log Pco 2-temperatura para água de nascente de terrenos carbonáticos na América do Norte é aproximadamente 0,07/°C. A consideração de um modelo simples do comportamento do ar do solo e de vários dados publicados sugere que o coeficiente de temperatura da mesma relação para o ar do solo é da ordem de 0,04/°C. Um modelo em que a zona do solo é a fonte de dióxido de carbono para a água que entra em um sistema de águas subterrâneas e em que a subsequente evolução química da água ocorre sob condições de sistema fechado é consistente com essas relações.
BibTeX
@article{doi101029wr011i006p00958,
author = "Drake, John J. e Wigley, T. M. L.",
title = "O efeito do clima na química de águas subterrâneas carbonáticas",
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abstract = "O coeficiente de temperatura da relação log Pco 2-temperatura para água de nascente de terrenos carbonáticos na América do Norte é aproximadamente 0,07/°C. A consideração de um modelo simples do comportamento do ar do solo e de vários dados publicados sugere que o coeficiente de temperatura da mesma relação para o ar do solo é da ordem de 0,04/°C. Um modelo em que a zona do solo é a fonte de dióxido de carbono para a água que entra em um sistema de águas subterrâneas e em que a subsequente evolução química da água ocorre sob condições de sistema fechado é consistente com essas relações.",
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doi = "10.1029/wr011i006p00958",
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}
12. Stringfield, V. T. e Rapp, J.R. e Anders, Robert B., 1979, Efeitos da karst e estrutura geológica na circulação de água e permeabilidade em aquíferos carbonáticos: Journal of Hydrology.
DOI: 10.1016/0022-1694(79)90178-1
BibTeX
@article{doi1010160022169479901781,
author = "Stringfield, V. T. e Rapp, J.R. e Anders, Robert B.",
title = "Efeitos da karst e estrutura geológica na circulação de água e permeabilidade em aquíferos carbonáticos",
year = "1979",
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}
13. Feller, M. e Kimmins, J. P., 1979, Características químicas de pequenos cursos d'água próximos a Haney, no sudoeste da Colúmbia Britânica: Water Resources Research.
Resumo
Foram investigadas as características hidrológicas, térmicas e químicas de dois pequenos cursos d'água que fluem através de bacias hidrográficas montanhosas de baixa elevação relativamente pouco perturbadas no sudoeste da Colúmbia Britânica. Todas as observações e análises químicas dos ecossistemas foram consistentes com a hipótese de que o escoamento de tempestade originou-se principalmente do fluxo de água através de macroporos do solo para águas subterrâneas e, a partir daí, para os cursos d'água. Os orçamentos hídricos indicaram perdas de águas subterrâneas não medidas. Os cursos d'água exibiram ciclos químicos anuais para a maioria dos parâmetros, com valores máximos no final do verão e início do outono e valores mínimos no inverno e início da primavera. As concentrações de nitrato não apresentaram variação sazonal consistente, enquanto as concentrações de potássio e sulfato foram relativamente uniformes ao longo do ano. A maioria dos parâmetros químicos diminuiu com o aumento da vazão, enquanto as concentrações de oxigênio dissolvido aumentaram. As concentrações de potássio exibiram alguns aumentos e algumas diminuições, e as concentrações de cloreto, nitrato e sulfato geralmente não estavam significativamente relacionadas à vazão. As relações concentração-vazão foram utilizadas para inferir a origem da água do escoamento de tempestade. Diferenças na química dos dois cursos d'água muito semelhantes têm implicações importantes para o desenho de estudos de nutrientes em bacias hidrográficas. Os orçamentos de nutrientes foram muito semelhantes aos de outras bacias hidrográficas em regiões temperadas úmidas, com perdas líquidas de cálcio, sódio, magnésio, potássio, cloreto e enxofre. As exportações de nitrogênio e fósforo em forma orgânica dissolvida ou particulada não foram medidas. Com base em medições de inorgânicos dissolvidos, o nitrogênio foi acumulado, enquanto quaisquer ganhos ou perdas de fósforo foram extremamente pequenos.
BibTeX
@article{doi101029wr015i002p00247,
author = "Feller, M. e Kimmins, J. P.",
title = "Características químicas de pequenos cursos d'água próximos a Haney no sudoeste da Colúmbia Britânica",
year = "1979",
journal = "Water Resources Research",
abstract = "Foram investigadas as características hidrológicas, térmicas e químicas de dois pequenos cursos d'água que fluem através de bacias hidrográficas montanhosas de baixa elevação relativamente pouco perturbadas no sudoeste da Colúmbia Britânica. Todas as observações e análises químicas dos ecossistemas foram consistentes com a hipótese de que o escoamento de tempestade originou-se principalmente do fluxo de água através de macroporos do solo para águas subterrâneas e, a partir daí, para os cursos d'água. Os orçamentos hídricos indicaram perdas de águas subterrâneas não medidas. Os cursos d'água exibiram ciclos químicos anuais para a maioria dos parâmetros, com valores máximos no final do verão e início do outono e valores mínimos no inverno e início da primavera. As concentrações de nitrato não apresentaram variação sazonal consistente, enquanto as concentrações de potássio e sulfato foram relativamente uniformes ao longo do ano. A maioria dos parâmetros químicos diminuiu com o aumento da vazão, enquanto as concentrações de oxigênio dissolvido aumentaram. As concentrações de potássio exibiram alguns aumentos e algumas diminuições, e as concentrações de cloreto, nitrato e sulfato geralmente não estavam significativamente relacionadas à vazão. As relações concentração-vazão foram utilizadas para inferir a origem da água do escoamento de tempestade. Diferenças na química dos dois cursos d'água muito semelhantes têm implicações importantes para o desenho de estudos de nutrientes em bacias hidrográficas. Os orçamentos de nutrientes foram muito semelhantes aos de outras bacias hidrográficas em regiões temperadas úmidas, com perdas líquidas de cálcio, sódio, magnésio, potássio, cloreto e enxofre. As exportações de nitrogênio e fósforo em forma orgânica dissolvida ou particulada não foram medidas. Com base em medições de inorgânicos dissolvidos, o nitrogênio foi acumulado, enquanto quaisquer ganhos ou perdas de fósforo foram extremamente pequenos.",
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references = "doi1010079781461599937, doi1010160022169472901151, doi101029tr014i001p00446, doi101029wr005i006p01353, doi101029wr006i002p00478, doi101029wr006i004p01133, doi101029wr006i005p01296, doi101029wr008i005p01272, doi1023071933735, doi1023071942440, openalexw1554284265, thrailkill1972carbonate"
}
14. Drever, James I., 1982, Geoquímica de Águas Naturais.
Resumo
1. O Ciclo Hidrológico. 2. Contexto Químico. 3. Compostos Orgânicos em Águas Naturais. 4. O Sistema Carbonatado e o Controle de pH. 5. Minerais Argilosos e Troca Iônica. 6. Relações de Estabilidade e Equilíbrios de Silicatos. 7. Cinética. 8. Intemperismo e Química das Águas, I: Princípios. 9. Intemperismo e Química das Águas, II: Exemplos. 10. Deposição Ácida e Química de Águas Superficiais. 11. Evaporação e Águas Salinas. 12. Os Oceanos. 13. Equilíbrios Redox. 14. Condições Redox em Águas Naturais. 15. Elementos Traço. 16. Modelos Matemáticos e Numéricos. 17. Isótopos. Apêndices.
BibTeX
@book{openalexw1591787667,
author = "Drever, James I.",
title = "Geoquímica de Águas Naturais",
year = "1982",
abstract = "1. O Ciclo Hidrológico. 2. Contexto Químico. 3. Compostos Orgânicos em Águas Naturais. 4. O Sistema Carbonatado e o Controle de pH. 5. Minerais Argilosos e Troca Iônica. 6. Relações de Estabilidade e Equilíbrios de Silicatos. 7. Cinética. 8. Intemperismo e Química das Águas, I: Princípios. 9. Intemperismo e Química das Águas, II: Exemplos. 10. Deposição Ácida e Química de Águas Superficiais. 11. Evaporação e Águas Salinas. 12. Os Oceanos. 13. Equilíbrios Redox. 14. Condições Redox em Águas Naturais. 15. Elementos Traço. 16. Modelos Matemáticos e Numéricos. 17. Isótopos. Apêndices.",
openalex = "W1591787667"
}
15. Cosby, B. J. e Hornberger, George M. e Galloway, James N. e Wright, Richard F., 1985, Modelando os Efeitos da Deposição Ácida: Avaliação de um Modelo de Parâmetros Agregados da Química da Água do Solo e da Água de Curso: Water Resources Research.
Resumo
Previsões quantitativas dos efeitos da deposição ácida sobre sistemas terrestres e aquáticos exigem modelos baseados fisicamente e orientados por processos da química da água do solo e da água de curso da bacia hidrográfica. Uma característica desejável desses modelos é que eles incluam termos para descrever os fenômenos importantes que controlam a resposta química de um sistema à deposição ácida, mas sejam restritos em complexidade para que possam ser implementados em sistemas diversos com um mínimo de dados a priori. Apresentamos uma avaliação de um modelo conceitual da química da água do solo e da água de curso baseado na troca de cátions do solo, dissolução de hidróxido de alumínio e solução de dióxido de carbono, todos processos que ocorrem nos solos da bacia hidrográfica e que têm tempos de equilíbrio rápidos. O modelo é construído usando uma representação "média" ou agregada desses processos distribuídos espacialmente na bacia hidrográfica. A adequação do modelo é avaliada aplicando-o a 3 anos de dados de química da água do solo e da água de curso de White Oak Run, Virgínia, um curso de segunda ordem no Parque Nacional Shenandoah. As propriedades do solo previstas pelo modelo estão em bom acordo com as medições atualmente disponíveis dessas propriedades do solo. O sucesso do modelo sugere que representações agregadas de reações químicas complexas e distribuídas espacialmente nos solos podem descrever eficientemente o comportamento químico geral de bacias hidrográficas inteiras (por exemplo, pH, alcalinidade e concentrações iônicas principais em águas superficiais). Uma avaliação adicional da adequação dessa abordagem conceitual exigirá um conhecimento empírico mais detalhado dos processos do solo sendo modelados, particularmente a troca de cátions do solo e a variabilidade das pressões parciais de CO2 do solo.
BibTeX
@article{doi101029wr021i001p00051,
author = "Cosby, B. J. e Hornberger, George M. e Galloway, James N. e Wright, Richard F.",
title = "Modelando os Efeitos da Deposição Ácida: Avaliação de um Modelo de Parâmetros Agregados da Química da Água do Solo e da Água de Curso",
year = "1985",
journal = "Water Resources Research",
abstract = "Previsões quantitativas dos efeitos da deposição ácida sobre sistemas terrestres e aquáticos exigem modelos baseados fisicamente e orientados por processos da química da água do solo e da água de curso da bacia hidrográfica. Uma característica desejável desses modelos é que eles incluam termos para descrever os fenômenos importantes que controlam a resposta química de um sistema à deposição ácida, mas sejam restritos em complexidade para que possam ser implementados em sistemas diversos com um mínimo de dados a priori. Apresentamos uma avaliação de um modelo conceitual da química da água do solo e da água de curso baseado na troca de cátions do solo, dissolução de hidróxido de alumínio e solução de dióxido de carbono, todos processos que ocorrem nos solos da bacia hidrográfica e que têm tempos de equilíbrio rápidos. O modelo é construído usando uma representação "média" ou agregada desses processos distribuídos espacialmente na bacia hidrográfica. A adequação do modelo é avaliada aplicando-o a 3 anos de dados de química da água do solo e da água de curso de White Oak Run, Virgínia, um curso de segunda ordem no Parque Nacional Shenandoah. As propriedades do solo previstas pelo modelo estão em bom acordo com as medições atualmente disponíveis dessas propriedades do solo. O sucesso do modelo sugere que representações agregadas de reações químicas complexas e distribuídas espacialmente nos solos podem descrever eficientemente o comportamento químico geral de bacias hidrográficas inteiras (por exemplo, pH, alcalinidade e concentrações iônicas principais em águas superficiais). Uma avaliação adicional da adequação dessa abordagem conceitual exigirá um conhecimento empírico mais detalhado dos processos do solo sendo modelados, particularmente a troca de cátions do solo e a variabilidade das pressões parciais de CO2 do solo.",
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16. 1988, Técnicas de traçagem com corante utilizadas para determinar o fluxo de águas subterrâneas em um sistema aquífero carbonático próximo a Elizabethtown, Kentucky.
BibTeX
@misc{crossref1988dye,
title = "Técnicas de traçagem com corante utilizadas para determinar o fluxo de águas subterrâneas em um sistema aquífero carbonático próximo a Elizabethtown, Kentucky",
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}
17. Hess, Jonn W. e White, William B., 1988, Resposta de tempestade do aquífero carbonático cárstico do sudoeste do Kentucky: Journal of Hydrology.
DOI: 10.1016/0022-1694(88)90051-0
BibTeX
@article{doi1010160022169488900510,
author = "Hess, Jonn W. e White, William B.",
title = "Resposta de tempestade do aquífero carbonático cárstico do sudoeste do Kentucky",
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journal = "Journal of Hydrology",
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openalex = "W1997197351",
references = "doi102307213346"
}
18. Mull, D.S. e Liebermann, Timothy D. e Smoot, J.L. e Woosley, L.H., 1988, Aplicação de técnicas de rastreamento com corantes para determinar as características de transporte de solutos de águas subterrâneas em terrenos cársticos: Digital Commons - Universidade da Flórida do Sul (Universidade da Flórida do Sul).
Resumo
EPA 904/6-88-001 "Preparado pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA, Ramo de Proteção de Águas Subterrâneas, Região IV, Atlanta, Geórgia e pelo Serviço Geológico dos EUA, Divisão de Recursos Hídricos, Distrito de Kentucky, Louisville, Kentucky. Aproximadamente 20% dos Estados Unidos são subterrâneos por aquíferos cársticos. Esta aproximação inclui cerca de 50% tanto de Kentucky quanto de Tennessee, porções substanciais do norte da Geórgia e da Alabama, e partes de outros estados da Região IV. A prevalência de aquíferos cársticos no sudeste, o uso comum de aquíferos cársticos como fontes de água potável e a vulnerabilidade desses aquíferos à contaminação destacaram a necessidade de fornecer um mecanismo para auxiliar na gestão e proteção de águas subterrâneas em terrenos cársticos. Em uma tentativa de atender a essa necessidade, a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) - Região IV e o Distrito de Kentucky do Serviço Geológico dos EUA (USGS), têm cooperado para documentar a aplicação de técnicas e conceitos de rastreamento com corantes à proteção de águas subterrâneas em aquíferos cársticos. Estou feliz em anunciar que esses esforços resultaram na preparação deste manual, intitulado, "Aplicação de Técnicas de Rastreamento com Corantes para Determinar as Características de Transporte de Solutos de Águas Subterrâneas em Terrenos Cársticos." As informações apresentadas aqui devem ser vistas como outra ferramenta analítica na gestão e proteção de suprimentos de água cárstica...." Acesso Aberto - Permissão pelo Editor Veja a descrição estendida para mais informações.
BibTeX
@article{openalexw1583262885,
author = "Mull, D.S. and Liebermann, Timothy D. and Smoot, J.L. and Woosley, L.H.",
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openalex = "W1583262885",
references = "crossref1988dye"
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19. Dreiss, Shirley J., 1989, Transporte em escala regional em um aquífero cárstico: 1. Separação de componentes de hidrogramas de nascentes: Water Resources Research.
Resumo
Grandes flutuações nas concentrações de Ca e Mg ocorrem na descarga de nascentes cársticas no sudeste do Missouri após eventos de tempestade importantes. O fluxo rápido de água relativamente diluída, derivada de tempestades, através de condutos de solução no aquífero causa as flutuações na química. Um balanço de cátions para a descarga de uma nascente indica que cerca de 25% do fluxo total da nascente é água derivada de tempestades. Essas contribuições derivadas de tempestades atingem um máximo durante a recessão das respostas de tempestade no hidrograma de fluxo da nascente. No pico das respostas, o fluxo da nascente é composto principalmente por água pré-tempestade que foi deslocada no sistema de condutos pela água derivada de tempestades. As flutuações químicas observadas e os componentes do hidrograma diferem daqueles observados no fluxo de riacho, onde o momento da diluição máxima geralmente coincide com o momento de descarga máxima.
BibTeX
@article{doi101029wr025i001p00117,
author = "Dreiss, Shirley J.",
title = "Transporte em escala regional em um aquífero cárstico: 1. Separação de componentes de hidrogramas de nascentes",
year = "1989",
journal = "Water Resources Research",
abstract = "Grandes flutuações nas concentrações de Ca e Mg ocorrem na descarga de nascentes cársticas no sudeste do Missouri após eventos de tempestade importantes. O fluxo rápido de água relativamente diluída, derivada de tempestades, através de condutos de solução no aquífero causa as flutuações na química. Um balanço de cátions para a descarga de uma nascente indica que cerca de 25% do fluxo total da nascente é água derivada de tempestades. Essas contribuições derivadas de tempestades atingem um máximo durante a recessão das respostas de tempestade no hidrograma de fluxo da nascente. No pico das respostas, o fluxo da nascente é composto principalmente por água pré-tempestade que foi deslocada no sistema de condutos pela água derivada de tempestades. As flutuações químicas observadas e os componentes do hidrograma diferem daqueles observados no fluxo de riacho, onde o momento da diluição máxima geralmente coincide com o momento de descarga máxima.",
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openalex = "W2023742089"
}
20. Dreiss, Shirley J., 1989, Transporte em escala regional em um aquífero cárstico: 2. Sistemas lineares e análise de momentos temporais: Water Resources Research.
Resumo
As distribuições de tempo de viagem da água ou traçadores em aquíferos cársticos de tipo conduto podem ser obtidas pela análise de sistemas lineares de dados de testes com traçadores ou flutuações naturalmente ocorrentes na química da descarga de nascentes. Utilizo as flutuações químicas na Nascente Maramec, Missouri, descritas no artigo 1 (Dreiss, este número) e resultados de um teste anterior com traçadores para derivar um conjunto de funções de núcleo que representam o transporte em escala regional na rede de condutos cársticos. Um único núcleo é suficiente para simular o componente derivado de tempestade da descarga da nascente Maramec, sugerindo que o transporte rápido na rede de condutos é bem aproximado pela estacionaridade temporal. A análise de momentos temporais dos núcleos leva a várias conclusões. O núcleo para o teste com traçadores exibe um tempo médio de residência maior e uma variância muito menor do que os núcleos derivados de recarga de fontes não pontuais. Assim, a distância de viagem do traçador parece ser maior do que a distância média de viagem da recarga rápida e grande parte da variância dos núcleos de fontes não pontuais aparentemente resulta da distribuição dos comprimentos dos caminhos de fluxo até a nascente. Ao assumir um modelo de transporte efetivo e comparar os momentos do núcleo empírico do teste com traçadores aos momentos da resposta ao impulso do modelo, calculo uma velocidade efetiva entre o ponto de entrada do traçador e a Nascente Maramec de 1,3 km/dia e uma dispersividade efetiva de 0,29 km. Como os momentos temporais dos núcleos e os parâmetros de transporte efetivo podem ser calculados a partir de propriedades da descarga de nascentes facilmente medidas, eles podem provar-se um meio conveniente para estudar e comparar o transporte em escala regional em aquíferos cársticos.
BibTeX
@article{doi101029wr025i001p00126,
author = "Dreiss, Shirley J.",
title = "Transporte em escala regional em um aquífero cárstico: 2. Sistemas lineares e análise de momentos temporais",
year = "1989",
journal = "Water Resources Research",
abstract = "As distribuições de tempo de viagem da água ou traçadores em aquíferos cársticos de tipo conduto podem ser obtidas pela análise de sistemas lineares de dados de testes com traçadores ou flutuações naturalmente ocorrentes na química da descarga de nascentes. Utilizo as flutuações químicas na Nascente Maramec, Missouri, descritas no artigo 1 (Dreiss, este número) e resultados de um teste anterior com traçadores para derivar um conjunto de funções de núcleo que representam o transporte em escala regional na rede de condutos cársticos. Um único núcleo é suficiente para simular o componente derivado de tempestade da descarga da nascente Maramec, sugerindo que o transporte rápido na rede de condutos é bem aproximado pela estacionaridade temporal. A análise de momentos temporais dos núcleos leva a várias conclusões. O núcleo para o teste com traçadores exibe um tempo médio de residência maior e uma variância muito menor do que os núcleos derivados de recarga de fontes não pontuais. Assim, a distância de viagem do traçador parece ser maior do que a distância média de viagem da recarga rápida e grande parte da variância dos núcleos de fontes não pontuais aparentemente resulta da distribuição dos comprimentos dos caminhos de fluxo até a nascente. Ao assumir um modelo de transporte efetivo e comparar os momentos do núcleo empírico do teste com traçadores aos momentos da resposta ao impulso do modelo, calculo uma velocidade efetiva entre o ponto de entrada do traçador e a Nascente Maramec de 1,3 km/dia e uma dispersividade efetiva de 0,29 km. Como os momentos temporais dos núcleos e os parâmetros de transporte efetivo podem ser calculados a partir de propriedades da descarga de nascentes facilmente medidas, eles podem provar-se um meio conveniente para estudar e comparar o transporte em escala regional em aquíferos cársticos.",
url = "https://doi.org/10.1029/wr025i001p00126",
doi = "10.1029/wr025i001p00126",
openalex = "W2017947580"
}
21. Plummer, L. Niel e Busby, John F. e Lee, Roger W. e Hanshaw, Bruce B., 1990, Modelagem Geoquímica do Aquífero Madison em Partes de Montana, Wyoming e Dakota do Sul: Water Resources Research.
Resumo
Dados de isótopos estáveis para carbonato, sulfato e sulfeto dissolvidos são combinados com dados de composição da água para construir modelos de reações geoquímicas ao longo de oito caminhos de fluxo no aquífero Madison em partes do Wyoming, Montana e Dakota do Sul. Os dados de isótopos de enxofre são tratados como um problema de diluição isotópica, enquanto os dados de isótopos de carbono são tratados como destilações de Rayleigh. Todos os modelos de reação reproduzem a composição química observada e isotópica de carbono e enxofre das águas finais e são parcialmente validados ao prever as composições isotópicas de carbono e enxofre de dolomita e anidrita observadas no Calcário Madison. Os modelos de reação geoquímica indicam que a reação de água subterrânea dominante no aquífero Madison é a dedolomitação (precipitação de calcita e dissolução de dolomita impulsionadas pela dissolução de anidrita). Redução de sulfato, troca catiônica [Ca 2+ + Mg 2+]/Na + e dissolução de halita são localmente importantes, particularmente no centro de Montana. O sistema de água subterrânea é tratado como fechado para gás CO 2 de fontes externas, como a zona do solo ou vazamento transformacional, mas aberto para CO 2 da oxidação de matéria orgânica acoplada à redução de sulfato e outros processos redox ocorrendo dentro do aquífero. As transferências de massa mineral calculadas e a composição isotópica de enxofre modelada das anidritas de Madison são mapeadas em toda a área de estudo. Idades de água subterrânea de Carbono 14, ajustadas para a transferência de massa de carbono modelada, variam de modernas a cerca de 23.000 anos A.P. e indicam velocidades de fluxo de 7–87 ft/ano (2,1–26,5 m/ano). A maioria das condutividades hidráulicas horizontais calculadas a partir da Lei de Darcy usando as velocidades de fluxo de 14 C médias está dentro de um fator de 5 daquelas baseadas em simulação digital. A transferência de massa mineral calculada e as idades de água subterrânea de 14 C ajustadas permitem a determinação de taxas aparentes de reação no aquífero. A taxa aparente de oxidação de matéria orgânica é tipicamente 0,12 μmol/L/ano. Sulfato e, em menor escala, ferro férrico são os aceptores de elétrons predominantes. A fracionamento bioquímico (cinético) de 34 S entre sulfato e sulfeto de hidrogênio é aproximadamente −44‰ a 25°C, com variação de temperatura de −0,4‰ por °C. As taxas de precipitação de calcita e dissolução de dolomita e anidrita são tipicamente 0,59, 0,24 e 0,95 μmol/L/ano, respectivamente.
BibTeX
@article{doi101029wr026i009p01981,
author = "Plummer, L. Niel e Busby, John F. e Lee, Roger W. e Hanshaw, Bruce B.",
title = "Modelagem Geoquímica do Aquífero Madison em Partes de Montana, Wyoming e Dakota do Sul",
year = "1990",
journal = "Water Resources Research",
abstract = "Dados de isótopos estáveis para carbonato, sulfato e sulfeto dissolvidos são combinados com dados de composição da água para construir modelos de reações geoquímicas ao longo de oito caminhos de fluxo no aquífero Madison em partes do Wyoming, Montana e Dakota do Sul. Os dados de isótopos de enxofre são tratados como um problema de diluição isotópica, enquanto os dados de isótopos de carbono são tratados como destilações de Rayleigh. Todos os modelos de reação reproduzem a composição química observada e isotópica de carbono e enxofre das águas finais e são parcialmente validados ao prever as composições isotópicas de carbono e enxofre de dolomita e anidrita observadas no Calcário Madison. Os modelos de reação geoquímica indicam que a reação de água subterrânea dominante no aquífero Madison é a dedolomitação (precipitação de calcita e dissolução de dolomita impulsionadas pela dissolução de anidrita). Redução de sulfato, troca catiônica [Ca 2+ + Mg 2+]/Na + e dissolução de halita são localmente importantes, particularmente no centro de Montana. O sistema de água subterrânea é tratado como fechado para gás CO 2 de fontes externas, como a zona do solo ou vazamento transformacional, mas aberto para CO 2 da oxidação de matéria orgânica acoplada à redução de sulfato e outros processos redox ocorrendo dentro do aquífero. As transferências de massa mineral calculadas e a composição isotópica de enxofre modelada das anidritas de Madison são mapeadas em toda a área de estudo. Idades de água subterrânea de Carbono 14, ajustadas para a transferência de massa de carbono modelada, variam de modernas a cerca de 23.000 anos A.P. e indicam velocidades de fluxo de 7–87 ft/ano (2,1–26,5 m/ano). A maioria das condutividades hidráulicas horizontais calculadas a partir da Lei de Darcy usando as velocidades de fluxo de 14 C médias está dentro de um fator de 5 daquelas baseadas em simulação digital. A transferência de massa mineral calculada e as idades de água subterrânea de 14 C ajustadas permitem a determinação de taxas aparentes de reação no aquífero. A taxa aparente de oxidação de matéria orgânica é tipicamente 0,12 μmol/L/ano. Sulfato e, em menor escala, ferro férrico são os aceptores de elétrons predominantes. A fracionamento bioquímico (cinético) de 34 S entre sulfato e sulfeto de hidrogênio é aproximadamente −44‰ a 25°C, com variação de temperatura de −0,4‰ por °C. As taxas de precipitação de calcita e dissolução de dolomita e anidrita são tipicamente 0,59, 0,24 e 0,95 μmol/L/ano, respectivamente.",
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doi = "10.1029/wr026i009p01981",
openalex = "W2095065076"
}
22. Dreybrodt, Wolfgang, 1990, The Role of Dissolution Kinetics in the Development of Karst Aquifers in Limestone: A Model Simulation of Karst Evolution: The Journal of Geology.
Resumo
Para modelar o desenvolvimento de aquíferos cársticos a partir de fissuras primárias em rocha calcária, sugere-se um modelo numérico de alargamento por solução de tais fraturas por água agressiva de calcita. O contexto geológico determina os parâmetros geométricos relevantes, ou seja, o comprimento da fratura, sua largura inicial e o gradiente hidráulico que impulsiona a água da entrada para a saída. Para simular o alargamento por solução conforme ele progride no tempo, as taxas de solução devem ser conhecidas como uma função da concentração c de calcita dissolvida. Elas são dadas como uma lei de taxa cinética de primeira ordem para $$c \leq k \cdot c_{eq}$$ como $$F^{(1)} = \alpha_{0}(c - c_{eq}$$. Para $$c > k \cdot c_{eq}$$ próximo ao equilíbrio, uma lei de taxa de quarta ordem torna-se dominante: $$F^{(4)} = \beta \cdot (c - c_{eq})^{4}$$. Os parâmetros $$\alpha_{0}, \beta$$, e k dependem da química do sistema carbonático e da química da rocha. A concentração de saturação, c_{eq}, em relação à calcita depende da concentração inicial de $$CO_{2}$$ da solução que entra, refletindo assim a influência do clima. O valor de k para calcário natural varia entre 0,5 e 0,9. Os resultados do modelo mostram que a ação concertada tanto da cinética de primeira ordem rápida quanto da cinética de quarta ordem lenta é necessária para criar canais cársticos iniciais de vários centímetros de largura em tempos geologicamente razoáveis. No início do processo, o alargamento por solução ocorre por cinética de quarta ordem lenta ao longo de todo o comprimento da fratura, porque a água atinge concentrações suficientemente altas a menos de 1 m da entrada. Isso alarga a fissura lentamente. Como consequência, o aumento da vazão de água aumenta a distância onde a cinética de primeira ordem é operante. Esta região se propaga ao longo do comprimento da fratura com velocidade acelerada até atingir a saída. No momento da ruptura, a vazão aumenta dramaticamente em várias ordens de grandeza. A partir daí, o alargamento por solução adicional é essencialmente constante ao longo de todo o comprimento da fratura, da ordem de aproximadamente $$10^{-2}cm/yr$$. O tempo de ruptura é uma medida significativa nos estudos de carstificação e foi calculado para uma ampla gama de parâmetros geométricos. São derivadas expressões para sua dependência em relação ao comprimento, larguras iniciais e gradiente hidráulico, que permitem o cálculo fácil dos tempos de ruptura para a maioria dos casos realistas. A dependência dos tempos de ruptura em parâmetros químicos reflete influências da litologia e do clima. Os parâmetros litológicos $$\alpha_{0}, \beta,$$, e k mostram apenas uma pequena influência, o que explica por que as características cársticas existem em tantos tipos diferentes de calcário. A dependência em relação a $$c_{eq}$$ mostra que a carstificação prossegue apenas em níveis suficientemente altos de $$CO_{2}$$ na água que entra no sistema. O modelo é aplicado para estimar tempos de evolução de aquíferos cársticos reais na Alemanha, resultando em dados em acordo com observações geológicas. Dependendo dos parâmetros geométricos, especialmente comprimento e gradiente hidráulico, os tempos de ruptura variam de $$10^{4}$$ a várias $$10^{6}$$ anos. O modelo também é aplicado a características cársticas em pequena escala, como a evolução de dolinas por solução. Nestes casos, os comprimentos das fraturas são da ordem de várias dezenas de metros, e os gradientes hidráulicos são altos. Este também é o caso em projetos de uso da terra onde o lençol freático é baixado ou canais artificiais ou barragens são construídos. São derivados tempos de carstificação de várias dezenas a várias centenas de anos para estes casos.
BibTeX
@article{doi101086629431,
author = "Dreybrodt, Wolfgang",
title = "O Papel da Cinética de Dissolução no Desenvolvimento de Aquíferos Karsticos em Calcário: Uma Simulação de Modelo da Evolução Karstica",
year = "1990",
journal = "The Journal of Geology",
abstract = "Para modelar o desenvolvimento de aquíferos karsticos a partir de fissuras primárias em rocha calcária, sugere-se um modelo numérico de alargamento por solução de tais fraturas por água agressiva de calcita. O ambiente geológico determina os parâmetros geométricos relevantes, ou seja, o comprimento da fratura, sua largura inicial e o gradiente hidráulico que impulsiona a água da entrada para a saída. Para simular o alargamento por solução conforme ele progride no tempo, as taxas de solução devem ser conhecidas como uma função da concentração c de calcita dissolvida. Elas são dadas como uma lei de taxa cinética de primeira ordem para $$c \leq k \cdot c\_{eq}$$ como $$F^{(1)} = \alpha\_{0}(c - c\_{eq}$$. Para $$c > k \cdot c\_{eq}$$ próximo ao equilíbrio, uma lei de taxa de quarta ordem torna-se dominante: $$F^{(4)} = \beta \cdot (c - c\_{eq})^{4}$$. Os parâmetros $$\alpha\_{0}, \beta$$, e k dependem da química do sistema carbonático e da química da rocha. A concentração de saturação, c\_{eq}, em relação à calcita depende da concentração inicial de $$CO\_{2}$$ da solução inflow, refletindo assim a influência do clima. O valor de k para calcário natural varia entre 0,5 e 0,9. Os resultados do modelo mostram que a ação conjunta tanto da cinética de primeira ordem rápida quanto da cinética de quarta ordem lenta é necessária para criar canais karsticos iniciais de vários cm de largura em tempos geologicamente razoáveis. No início do processo, o alargamento por solução ocorre por cinética de quarta ordem lenta ao longo de todo o comprimento da fratura, porque a água atinge concentrações suficientemente altas a menos de 1 m da entrada. Isso alarga a fissura lentamente. Como consequência, o aumento da taxa de fluxo de água aumenta a distância onde a cinética de primeira ordem é operante. Esta região se propaga ao longo do comprimento da fratura com velocidade acelerada até atingir a saída. No momento da ruptura, a taxa de fluxo aumenta dramaticamente em várias ordens de grandeza. A partir daí, o alargamento por solução adicional é essencialmente constante ao longo de todo o comprimento da fratura, da ordem de aproximadamente $$10^{-2}cm/yr$$. O tempo de ruptura é uma medida significativa em estudos de karstificação e foi calculado para uma ampla gama de parâmetros geométricos. São derivadas expressões para sua dependência em relação ao comprimento, larguras iniciais e gradiente hidráulico, que permitem o cálculo fácil de tempos de ruptura para a maioria dos casos realistas. A dependência dos tempos de ruptura em parâmetros químicos reflete influências de litologia e clima. Os parâmetros litológicos $$\alpha\_{0}, \beta,$$, e k mostram apenas uma pequena influência, o que explica por que as características karsticas existem em tantos tipos diferentes de calcário. A dependência em relação a $$c\_{eq}$$ mostra que a karstificação prossegue apenas em níveis suficientemente altos de $$CO\_{2}$$ na água que entra no sistema. O modelo é aplicado para estimar tempos de evolução de aquíferos karsticos reais na Alemanha, resultando em dados em acordo com observações geológicas. Dependendo dos parâmetros geométricos, especialmente comprimento e gradiente hidráulico, os tempos de ruptura variam de $$10^{4}$$ a várias $$10^{6}$$ anos. O modelo também é aplicado a características karsticas em pequena escala, como a evolução de dolinas por solução. Nestes casos, os comprimentos das fraturas são da ordem de várias dezenas de metros, e os gradientes hidráulicos são altos. Este também é o caso em projetos de uso da terra onde o lençol freático é baixado ou canais artificiais ou barragens são construídos. São derivados tempos de karstificação de várias dezenas a várias centenas de anos para estes casos.",
url = "https://doi.org/10.1086/629431",
doi = "10.1086/629431",
openalex = "W2064849586"
}
23. Thrailkill, John e Sullivan, Stephen B. e Gouzie, Douglas, 1991, Parâmetros de fluxo em um aquífero carbonático de fluxo em condutos rasos, Região Karst Inner Bluegrass, Kentucky, EUA: Journal of Hydrology.
DOI: 10.1016/0022-1694(91)90046-k
BibTeX
@article{doi101016002216949190046k,
author = "Thrailkill, John e Sullivan, Stephen B. e Gouzie, Douglas",
title = "Parâmetros de fluxo em um aquífero carbonático de fluxo em condutos rasos, Região Karst Inner Bluegrass, Kentucky, EUA",
year = "1991",
journal = "Journal of Hydrology",
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openalex = "W1971754509",
references = "crossref1988dye"
}
24. Hess, John W. e White, William B., 1993, Geoquímica de águas subterrâneas em aquífero cárstico carbonático, Kentucky sudeste, EUA: Applied Geochemistry.
DOI: 10.1016/0883-2927(93)90034-e
BibTeX
@article{doi101016088329279390034e,
author = "Hess, John W. e White, William B.",
title = "Geoquímica de águas subterrâneas em aquífero cárstico carbonático, Kentucky sudeste, EUA",
year = "1993",
journal = "Applied Geochemistry",
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openalex = "W1994769063",
references = "doi1010160016703782900564, doi1010160022169472901151, doi1010160022169477900798, doi1010160022169488900510, doi1010160304420383900415, doi101021bk19790093, doi101021bk19790093ch025, doi101086629431, doi102307213346, doi102475ajs2742108, doi105860choice262715, openalexw1591787667, thrailkill1972carbonate"
}
25. Fritz, S., 1994, A Survey of Charge‐Balance Errors on Published Analyses of Potable Ground and Surface Waters: Ground Water.
DOI: 10.1111/j.1745-6584.1994.tb00888.x
Resumo
Resumo Embora o balanço de carga para uma única análise química dos eletrólitos da água não seja uma medida confiável da precisão dessa análise, o erro percentual de balanço de carga (%CBE) torna-se mais credível como meio de avaliar a técnica analítica quando aplicado a grupos de análises. Quão bons são os balanços de carga para análises químicas de águas subterrâneas potáveis e de riachos em revistas geológicas principais? Começando com o primeiro volume de cada revista, uma busca encontrou 68 artigos em seis revistas (Appl. Geochem., Chem. Geol, Geochim. Cos. Acta., Ground Water, J. Hydrol, e Water Resources Res.) que possuíam o que foi considerado como análises "completas" dos íons principais de amostras individuais. As análises de salmouras e soluções hidrotermais foram excluídas, assim como médias "compostas". Um total de 1.062 %CBEs foram computados e tabulados, e a média foi de 3,99% ± 6,56 (1σ). A média de %CBE (por revistas) varia de 1,55% a 9,34%. A qualidade do %CBE é ligeiramente melhor para artigos publicados após 1970. Não surpreendentemente, amostras de baixa força iônica são propensas a erros de balanço de carga > 10%. Dos 1.062 balanços de carga calculados, 612 foram positivos e 450 foram negativos. Oito dos 68 artigos tinham análises equilibradas entre erros de CB positivos e negativos. Existem 21 artigos em que a maioria das análises teve erros de balanço de carga negativos. Assim, uma clara maioria (39) de artigos teve análises em que havia mais erros de balanço de carga positivos do que negativos. Erro sistemático é provável para situações em que as análises em um artigo são predominantemente positivas ou predominantemente negativas. A provável razão para a ocorrência anterior é a determinação de alcalinidade no laboratório a partir da alíquota de campo não acidificada. A falha em filtrar amostras pode causar a última situação — especialmente em terrenos carbonáticos. Erros laboratoriais sistemáticos envolvendo padrões de sal e diluições também podem gerar erros de balanço de carga para um conjunto de análises que são enviesadas para erros positivos ou negativos. O cuidado com que o analista fez seu trabalho também pode impactar os erros de balanço de carga.
BibTeX
@article{doi101111j174565841994tb00888x,
author = "Fritz, S.",
title = "A Survey of Charge‐Balance Errors on Published Analyses of Potable Ground and Surface Waters",
year = "1994",
journal = "Ground Water",
abstract = "Resumo Embora o balanço de carga para uma única análise química dos eletrólitos da água não seja uma medida confiável da precisão dessa análise, o erro percentual de balanço de carga (%CBE) torna-se mais credível como meio de avaliar a técnica analítica quando aplicado a grupos de análises. Quão bons são os balanços de carga para análises químicas de águas subterrâneas potáveis e de riachos em revistas geológicas principais? Começando com o primeiro volume de cada revista, uma busca encontrou 68 artigos em seis revistas (Appl. Geochem., Chem. Geol, Geochim. Cos. Acta., Ground Water, J. Hydrol, e Water Resources Res.) que possuíam o que foi considerado como análises "completas" dos íons principais de amostras individuais. As análises de salmouras e soluções hidrotermais foram excluídas, assim como médias "compostas". Um total de 1.062 %CBEs foram computados e tabulados, e a média foi de 3,99% ± 6,56 (1σ). A média de %CBE (por revistas) varia de 1,55% a 9,34%. A qualidade do %CBE é ligeiramente melhor para artigos publicados após 1970. Não surpreendentemente, amostras de baixa força iônica são propensas a erros de balanço de carga > 10%. Dos 1.062 balanços de carga calculados, 612 foram positivos e 450 foram negativos. Oito dos 68 artigos tinham análises equilibradas entre erros de CB positivos e negativos. Existem 21 artigos em que a maioria das análises teve erros de balanço de carga negativos. Assim, uma clara maioria (39) de artigos teve análises em que havia mais erros de balanço de carga positivos do que negativos. Erro sistemático é provável para situações em que as análises em um artigo são predominantemente positivas ou predominantemente negativas. A provável razão para a ocorrência anterior é a determinação de alcalinidade no laboratório a partir da alíquota de campo não acidificada. A falha em filtrar amostras pode causar a última situação — especialmente em terrenos carbonáticos. Erros laboratoriais sistemáticos envolvendo padrões de sal e diluições também podem gerar erros de balanço de carga para um conjunto de análises que são enviesadas para erros positivos ou negativos. O cuidado com que o analista fez seu trabalho também pode impactar os erros de balanço de carga.",
url = "https://doi.org/10.1111/j.1745-6584.1994.tb00888.x",
doi = "10.1111/j.1745-6584.1994.tb00888.x",
openalex = "W2017086444",
references = "doi101029wr015i002p00247"
}
26. Johnson, Lucinda B. e Richards, Carl e Host, George E. e Arthur, John, 1997, Influências da paisagem na química da água em ecossistemas de riachos do Meio-Oeste: Freshwater Biology.
DOI: 10.1046/j.1365-2427.1997.d01-539.x
Resumo
1. Foram examinadas as características da paisagem de sessenta e duas sub-bacias dentro da Bacia da Baía de Saginaw, no centro de Michigan, para identificar relações com a química da água dos riachos. O uso da terra, a cobertura do solo e a elevação foram quantificados tanto para as bacias inteiras quanto para o ecótono terra-alto–rio (faixa de amortecimento de riacho de 100 m). Os dados da bacia e do ecótono foram então comparados empiricamente com a química da água dos riachos usando análises multivariadas e de regressão. A análise de redundância foi usada para particionar a variância entre o uso da terra, a geologia e a influência compartilhada do uso da terra e da geologia. 2. As principais bacias dominadas pela agricultura de culturas em fileiras tiveram as maiores concentrações de alcalinidade, sólidos dissolvidos totais e nitrato + nitrito. 3. Foram observadas fortes diferenças sazonais no nitrogênio total e nitrito + nitrato, mas não no fósforo total ou sólidos suspensos. Fatores de uso da terra e estrutura da paisagem, como declive e densidade de manchas (número de manchas de uso da terra por km²), explicaram a maior parte da variância observada no verão. 4. Tanto no outono quanto no verão, os fatores da paisagem explicaram grande parte da variação observada em sólidos dissolvidos totais e alcalinidade. Durante o outono, fatores geológicos e a influência compartilhada de geologia/estrutura da paisagem mais uso da terra exerceram mais influência do que o uso da terra sozinho. 5. O fósforo total e os sólidos suspensos totais foram muito melhor explicados pelo uso da terra dentro do ecótono do riacho no verão do que em outras estações. No entanto, o nitrogênio total, nitrato, ortofosfato e alcalinidade foram igualmente bem explicados pelo uso da terra dentro do ecótono e em toda a bacia. Apenas os sólidos dissolvidos totais no verão e o amônio no outono foram melhor explicados pela bacia inteira do que pelo ecótono. 6. Nossos resultados mostram que bancos de dados espaciais relativamente grosseiros podem fornecer descritores úteis da qualidade da água regional.
BibTeX
@article{doi101046j136524271997d01539x,
author = "Johnson, Lucinda B. e Richards, Carl e Host, George E. e Arthur, John",
title = "Influências da paisagem na química da água em ecossistemas de riachos do Meio-Oeste",
year = "1997",
journal = "Freshwater Biology",
abstract = "1. Foram examinadas as características da paisagem de sessenta e duas sub-bacias dentro da Bacia da Baía de Saginaw, no centro de Michigan, para identificar relações com a química da água dos riachos. O uso da terra, a cobertura do solo e a elevação foram quantificados tanto para as bacias inteiras quanto para o ecótono terra-alto–rio (faixa de amortecimento de riacho de 100 m). Os dados da bacia e do ecótono foram então comparados empiricamente com a química da água dos riachos usando análises multivariadas e de regressão. A análise de redundância foi usada para particionar a variância entre o uso da terra, a geologia e a influência compartilhada do uso da terra e da geologia. 2. As principais bacias dominadas pela agricultura de culturas em fileiras tiveram as maiores concentrações de alcalinidade, sólidos dissolvidos totais e nitrato + nitrito. 3. Foram observadas fortes diferenças sazonais no nitrogênio total e nitrito + nitrato, mas não no fósforo total ou sólidos suspensos. Fatores de uso da terra e estrutura da paisagem, como declive e densidade de manchas (número de manchas de uso da terra por km²), explicaram a maior parte da variância observada no verão. 4. Tanto no outono quanto no verão, os fatores da paisagem explicaram grande parte da variação observada em sólidos dissolvidos totais e alcalinidade. Durante o outono, fatores geológicos e a influência compartilhada de geologia/estrutura da paisagem mais uso da terra exerceram mais influência do que o uso da terra sozinho. 5. O fósforo total e os sólidos suspensos totais foram muito melhor explicados pelo uso da terra dentro do ecótono do riacho no verão do que em outras estações. No entanto, o nitrogênio total, nitrato, ortofosfato e alcalinidade foram igualmente bem explicados pelo uso da terra dentro do ecótono e em toda a bacia. Apenas os sólidos dissolvidos totais no verão e o amônio no outono foram melhor explicados pela bacia inteira do que pelo ecótono. 6. Nossos resultados mostram que bancos de dados espaciais relativamente grosseiros podem fornecer descritores úteis da qualidade da água regional.",
url = "https://doi.org/10.1046/j.1365-2427.1997.d01-539.x",
doi = "10.1046/j.1365-2427.1997.d01-539.x",
openalex = "W2169749005"
}
27. Katz, Brian G. e Coplen, Tyler B. e Bullen, Thomas D. e Davis, J. Hal, 1997, Uso de Rastreadores Químicos e Isotópicos para Caracterizar as Interações entre Água Subterrânea e Água Superficial em Karst Coberto: Ground Water.
DOI: 10.1111/j.1745-6584.1997.tb00174.x
Resumo
Resumo No terreno cárstico coberto por mantos do norte da Flórida, a qualidade da água do aquífero Upper Floridan é influenciada pelo grau de conectividade entre o aquífero e a superfície. Analises químicas e isotópicas [18 O/ 16 O (δ 18 O), 2 H/ 1 H (δD), 13 C/ 12 C (δ 13 C), trítio (3 H) e estrôncio-87/estronto-86 (87 Sr/ 86 Sr)], juntamente com modelagem de balanço de massa geoquímica, foram utilizadas para identificar os processos hidroquímicos dominantes que controlam a composição da água subterrânea conforme ela evolui a jusante em dois sistemas. Em um sistema, a água superficial entra no aquífero Upper Floridan através de um sumidouro localizado na unidade fisiográfica Northern Highlands. No outro sistema, a água superficial entra no aquífero através de um lago de sumidouro (Lago Bradford) na Woodville Karst Plain. Diferenças na composição dos isótopos de água (δ 18 O e δD) em chuva, água subterrânea e água superficial foram utilizadas para desenvolver modelos de mistura de água superficial (vazamento de água para o aquífero Upper Floridan a partir de um lago de sumidouro e de um sumidouro) e água subterrânea. Usando cálculos de balanço de massa, baseados em diferenças em δ 18 O e δD, a proporção de água de lago que se misturou com água meteórica variou de 7 a 86% em água de poços localizados em proximidade próxima ao Lago Bradford. Em partes mais profundas do aquífero Upper Floridan, a água enriquecida em 18 O e D de cinco dos 12 poços municipais amostrados indicou que recarga de um sumidouro (1 a 24%) e água superficial com assinatura isotópica evaporada (2 a 32%) estava se misturando com a água subterrânea. Os isótopos de solutos, δ 13 C e 87 Sr/ 86 Sr, foram utilizados para testar a sensibilidade de modelos de mistura binários e ternários, e para estimar a quantidade de transferência de massa de carbono e outras espécies dissolvidas em reações geoquímicas. Na água subterrânea a jusante do Lago Bradford, os processos dominantes que controlam o ciclo do carbono na água subterrânea foram dissolução de minerais carbonáticos, degradação aeróbica de matéria orgânica e hidrólise de minerais silicatados. Nas partes mais profundas do aquífero Upper Floridan, os principais processos que controlam as concentrações das principais espécies dissolvidas incluíram dissolução de calcita e dolomita, e degradação de matéria orgânica sob condições oxicas. O aquífero Upper Floridan é altamente suscetível à contaminação por atividades na superfície terrestre na área de Tallahassee. A presença de concentrações de 3 H pós-anos 1950 na água subterrânea de profundidades maiores que 100 m abaixo da superfície terrestre indica que a água em grande parte do aquífero Upper Floridan tem sido recarregada nos últimos 40 anos. Embora a mistura seja provável entre a água subterrânea e a água superficial em muitas partes da área de estudo, o aquífero Upper Floridan produz água de boa qualidade, que, devido a efeitos de diluição, mostra pouco ou nenhum impacto de traços ou nutrientes presentes nas águas superficiais.
BibTeX
@article{doi101111j174565841997tb00174x,
author = "Katz, Brian G. and Coplen, Tyler B. and Bullen, Thomas D. and Davis, J. Hal",
title = "Uso de traçadores químicos e isotópicos para caracterizar as interações entre águas subterrâneas e águas superficiais em karst coberto",
year = "1997",
journal = "Ground Water",
abstract = "Abstract No terreno de karst coberto no norte da Flórida, a qualidade da água do aquífero Upper Floridan é influenciada pelo grau de conectividade entre o aquífero e a superfície. Análises químicas e isotópicas [18 O/ 16 O (δ 18 O), 2 H/ 1 H (δD), 13 C/ 12 C (δ 13 C), trítio (3 H) e estrôncio-87/estronto-86 (87 Sr/ 86 Sr)], juntamente com modelagem de balanço de massa geoquímica, foram utilizadas para identificar os processos hidroquímicos dominantes que controlam a composição das águas subterrâneas conforme evoluem a jusante em dois sistemas. Em um sistema, a água superficial entra no aquífero Upper Floridan através de um sumidouro localizado na unidade fisiográfica Northern Highlands. No outro sistema, a água superficial entra no aquífero através de um lago de sumidouro (Lago Bradford) na Woodville Karst Plain. Diferenças na composição dos isótopos de água (δ 18 O e δD) na chuva, nas águas subterrâneas e nas águas superficiais foram utilizadas para desenvolver modelos de mistura de água superficial (vazamento de água para o aquífero Upper Floridan a partir de um lago de sumidouro e de um sumidouro) e de água subterrânea. Usando cálculos de balanço de massa, baseados nas diferenças em δ 18 O e δD, a proporção de água de lago que se misturou com água meteórica variou de 7 a 86% em água de poços localizados em proximidade próxima ao Lago Bradford. Em partes mais profundas do aquífero Upper Floridan, a água enriquecida em 18 O e D de cinco dos 12 poços municipais amostrados indicou que a recarga a partir de um sumidouro (1 a 24%) e água superficial com assinatura isotópica evaporada (2 a 32%) estava se misturando com a água subterrânea. Os isótopos de solutos, δ 13 C e 87 Sr/ 86 Sr, foram utilizados para testar a sensibilidade de modelos de mistura binária e ternária e para estimar a quantidade de transferência de massa de carbono e outras espécies dissolvidas em reações geoquímicas. Nas águas subterrâneas a jusante do Lago Bradford, os processos dominantes que controlam o ciclo do carbono nas águas subterrâneas foram a dissolução de minerais carbonáticos, a degradação aeróbica de matéria orgânica e a hidrólise de minerais silicatados. Nas partes mais profundas do aquífero Upper Floridan, os principais processos que controlam as concentrações das principais espécies dissolvidas incluíram a dissolução de calcita e dolomita, e a degradação de matéria orgânica sob condições oxícas. O aquífero Upper Floridan é altamente suscetível à contaminação por atividades na superfície terrestre na área de Tallahassee. A presença de concentrações de 3 H pós-anos 1950 em águas subterrâneas de profundidades maiores que 100 m abaixo da superfície do solo indica que a água em grande parte do aquífero Upper Floridan tem sido recarregada nos últimos 40 anos. Embora a mistura seja provável entre águas subterrâneas e águas superficiais em muitas partes da área de estudo, o aquífero Upper Floridan produz água de boa qualidade, que, devido aos efeitos de diluição, mostra pouco ou nenhum impacto de traços ou nutrientes presentes nas águas superficiais.",
url = "https://doi.org/10.1111/j.1745-6584.1997.tb00174.x",
doi = "10.1111/j.1745-6584.1997.tb00174.x",
openalex = "W2048699439",
references = "doi101021bk19790093ch038"
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28. Vaughan, K., 1998, Uma Análise Quantitativa da Química do Fluido Intersticial e das Taxas de Dissolução de Calcário Dentro do Sedimento Clástico de um Conduto de Aquífero Karst, Mammoth Cave, Kentucky: TopSCHOLAR (Western Kentucky University).
Resumo
Muitos condutos de cursos d'água ativos dentro de aquíferos karst transportam e depositam sedimento clástico não carbonatado. No entanto, pouco se sabe sobre como esses sedimentos impactam as taxas de desenvolvimento e alargamento dos condutos. Por exemplo, a dissolução pode ocorrer na interface sedimento/rocha-mãe sob um curso d'água em fluxo? Se não, o alargamento das cavernas pode ser dominado por condições de cheia quando a rocha nua das paredes e do teto está em contato com os fluidos dissolventes. Uma abordagem utilizando experimentos de perda de peso de tabletas de calcário, juntamente com amostragem de água e modelagem geoquímica, foi empreendida para entender a natureza do movimento de fluidos e da química com o sedimento sob um curso d'água de caverna ativo dentro do Sistema de Mammoth Cave do Kentucky. O fluxo de fluidos e a química carbonática foram comparados entre o curso d'água ativo e dentro do sedimento a 15, 30, 60 e 90 cm abaixo do leito do curso d'água. Descobriu-se que a pressão de dióxido de carbono nos fluidos intersticiais estava elevada uma ordem de magnitude acima da dos águas do curso d'água, tendo níveis até 31 vezes maiores que o fundo atmosférico, presumivelmente devido à decomposição microbiana de material orgânico. Os fluidos estavam todos sub-saturados em relação à calcita (SI= -0,4 a -0,9), e blocos de calcário enterrados nesses níveis todos se dissolveram (taxas de 0,8 a 21,9 g m -2 yr -1). Estes resultados sugerem que, em alguns locais, a rocha-mãe de calcário pode estar se dissolvendo sob depósitos de sedimento clástico; o que, por sua vez, tem implicações para entender as taxas e geometrias da evolução dos condutos dentro de aquíferos karst.
BibTeX
@article{s21458ea3101b8f573b43cd9650370d05feaea144e,
author = "Vaughan, K.",
title = "A Quantitative Analysis of Interstitial Fluid-Chemistry and Limestone Dissolution Rates Within the Clastic Sediment of a Karst Aquifer Conduit, Mammoth Cave, Kentucky",
year = "1998",
journal = "TopSCHOLAR (Western Kentucky University)",
abstract = "Many active stream conduits within karst aquifers transport and deposit non-carbonate, clastic sediment. However, little is known about how these sediments impact conduit development and enlargement rates. For example, can dissolution take place at the sediment/bedrock interface beneath a flowing stream? If not, cavern enlargement might be dominated by flood conditions when the bare rock of the walls and ceiling are in contact with the dissolving fluids. An approach using limestone tablet weight loss experiments, along with water sampling and geochemical modeling, has been undertaken to understand the nature of fluid movement and chemistry with the sediment beneath an active flowing cave stream within the Kentucky's Mammoth Cave System. Fluid flow and carbonate chemistry were compared between the active stream and within the sediment at 15, 30, 60, and 90 cm below the stream bed. It was found that carbon dioxide pressure within the interstitial fluids was elevated an order of magnitude above that of the stream waters, having levels as much as 31 times that of atmospheric background, presumably from microbial decomposition of organic material. The fluids were all under-saturated with respect to calcite (SI= -0.4 to -0.9), and limestone blocks buried at these levels all dissolved (rates from 0.8 to 21.9 g m -2 yr -1). These results suggest that at some locations the limestone bedrock may be dissolving beneath clastic sediment deposits; which in turn has implications for understanding rates and geometries of conduit evolution within karst aquifers.",
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29. 2002, Estrutura hidrogeológica e geoquímica das águas subterrâneas e do petróleo no aquífero carbonático do Siluriano-Devoniano, Louisville sul-central, Kentucky.
BibTeX
@misc{crossref2002hydrogeologic,
title = "Estrutura hidrogeológica e geoquímica das águas subterrâneas e do petróleo no aquífero carbonático do Siluriano-Devoniano, Louisville sul-central, Kentucky",
year = "2002",
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30. Liedl, Rudolf e Sauter, Martin e Hückinghaus, Dirk e Clemens, Torsten e Teutsch, Georg, 2003, Simulação do desenvolvimento de aquíferos cársticos usando um modelo acoplado de fluxo de tubos contínuos: Water Resources Research.
Resumo
Este artigo visa fornecer insights sobre os mecanismos controladores da gênese cárstica com base em uma abordagem de modelagem avançada que abrange a hidráulica característica em sistemas cársticos, a cinética de dissolução e a diminuição temporal associada da resistência ao fluxo. A hidráulica da água cárstica é fortemente governada pela interação entre uma rede de condutos de baixa armazenagem altamente condutiva e uma matriz rochosa de alta armazenagem de baixa condutividade sob condições de contorno variáveis. Apenas se essa acoplamento de mecanismos de fluxo for considerado, uma representação adequada de outros processos relevantes pode ser alcançada, por exemplo, dissolução de carbonato, transporte de sólidos dissolvidos e recarga limitada de águas subterrâneas. Aqui, é apresentada uma análise de parâmetros realizada com o modelo numérico Carbonate Aquifer Void Evolution (CAVE), que permite a simulação da gênese de aquíferos cársticos durante períodos geológicos. O CAVE integra várias características importantes relevantes para diferentes cenários de evolução cárstica: (1) a interação hidráulica complexa entre o fluxo nos condutos cársticos e nas pequenas fissuras da matriz rochosa, (2) condições de fluxo laminar e turbulento, (3) recarga dependente do tempo e não uniforme para ambos os sistemas de fluxo, (4) o alargamento dos condutos levando em conta as relações físico-químicas apropriadas que governam a cinética de dissolução de calcita. Isso é alcançado predefinindo uma rede inicial de condutos cársticos ("protocondutos") que são permitidos crescer de acordo com a quantidade de água agressiva disponível devido às condições de contorno hidráulicas. O aumento da transmissividade do conduto está associado a um aumento nos diâmetros do conduto, enquanto a condutividade do sistema fissurado é assumida como constante no tempo. A importância de vários parâmetros que controlam a gênese cárstica é demonstrada em uma análise de parâmetros que abrange a distribuição de recarga, as condições de contorno a montante para o sistema de condutos e o acoplamento hidráulico entre a rede de condutos e a matriz rochosa. Em particular, mostra-se que os diâmetros dos condutos aumentam na direção a jusante ou a montante dependendo da distribuição espacial (local versus uniforme) do componente de recarga que entra diretamente no sistema de condutos.
BibTeX
@article{doi1010292001wr001206,
author = "Liedl, Rudolf e Sauter, Martin e Hückinghaus, Dirk e Clemens, Torsten e Teutsch, Georg",
title = "Simulação do desenvolvimento de aquíferos cársticos usando um modelo acoplado de fluxo de tubos contínuos",
year = "2003",
journal = "Water Resources Research",
abstract = "Este artigo visa fornecer insights sobre os mecanismos controladores da gênese cárstica com base em uma abordagem de modelagem avançada que abrange a hidráulica característica em sistemas cársticos, a cinética de dissolução e a diminuição temporal associada da resistência ao fluxo. A hidráulica da água cárstica é fortemente governada pela interação entre uma rede de condutos de baixa armazenagem altamente condutiva e uma matriz rochosa de alta armazenagem de baixa condutividade sob condições de contorno variáveis. Apenas se essa acoplamento de mecanismos de fluxo for considerado, uma representação adequada de outros processos relevantes pode ser alcançada, por exemplo, dissolução de carbonato, transporte de sólidos dissolvidos e recarga limitada de águas subterrâneas. Aqui, é apresentada uma análise de parâmetros realizada com o modelo numérico Carbonate Aquifer Void Evolution (CAVE), que permite a simulação da gênese de aquíferos cársticos durante períodos geológicos. O CAVE integra várias características importantes relevantes para diferentes cenários de evolução cárstica: (1) a interação hidráulica complexa entre o fluxo nos condutos cársticos e nas pequenas fissuras da matriz rochosa, (2) condições de fluxo laminar e turbulento, (3) recarga dependente do tempo e não uniforme para ambos os sistemas de fluxo, (4) o alargamento dos condutos levando em conta as relações físico-químicas apropriadas que governam a cinética de dissolução de calcita. Isso é alcançado predefinindo uma rede inicial de condutos cársticos ("protocondutos") que são permitidos crescer de acordo com a quantidade de água agressiva disponível devido às condições de contorno hidráulicas. O aumento da transmissividade do conduto está associado a um aumento nos diâmetros do conduto, enquanto a condutividade do sistema fissurado é assumida como constante no tempo. A importância de vários parâmetros que controlam a gênese cárstica é demonstrada em uma análise de parâmetros que abrange a distribuição de recarga, as condições de contorno a montante para o sistema de condutos e o acoplamento hidráulico entre a rede de condutos e a matriz rochosa. Em particular, mostra-se que os diâmetros dos condutos aumentam na direção a jusante ou a montante dependendo da distribuição espacial (local versus uniforme) do componente de recarga que entra diretamente no sistema de condutos.",
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doi = "10.1029/2001wr001206",
openalex = "W1631009898",
references = "doi1010160016703776901769"
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31. Szramek, Kathryn e McIntosh, Jennifer C. e Williams, E. L. e Kanduč, Tjaša e Ogrinc, Nives e Walter, Lynn M., 2007, Intensidade relativa de intemperismo de calcita versus dolomita em bacias hidrográficas temperadas com carbonatos: Geoquímica de carbonatos e fluxos de bacias dentro das bacias dos rios St. Lawrence e Danúbio: Geochemistry Geophysics Geosystems.
Resumo
A solubilidade da calcita e da dolomita em ambientes de intemperismo aberto é proporcional ao pCO₂ e inversamente proporcional à temperatura, e a solubilidade da dolomita é progressivamente maior que a da calcita abaixo de 25°C. O orçamento de intemperismo em escala continental revela a importância do Hemisfério Norte (HN) para os fluxos fluviais globalmente integrados de Ca²⁺, Mg²⁺ e HCO₃⁻. O HN contribui com 70% do fluxo global de HCO₃⁻, enquanto representa apenas 54% da descarga fluvial. Apresentamos resultados de um estudo hidrogeoquímico comparativo de equilíbrios de minerais carbonáticos e fluxos de intemperismo em dois bacias hidrográficas ricas em carbonatos do HN. A geoquímica da água superficial e a descarga foram determinadas para cursos de água de cabeceira em Michigan e Eslovênia, dentro das bacias dos rios São Lourenço e Danúbio. As bacias hidrográficas de Michigan são estabelecidas sobre depósitos de deriva glacial portadores de carbonatos derivados da erosão de estratos Paleozóicos com horizontes de solo espessos (100–300 cm). As bacias hidrográficas de Eslovênia drenam carbonatos de rocha matriz Mesozóica em ambientes cársticos alpinos e dináricos com horizontes de solo finos (0–70 cm). A intensidade de intemperismo de carbonatos é um parâmetro que normaliza o escoamento fluvial e a concentração de HCO₃⁻ para a área da bacia (meq HCO₃⁻ km⁻² s⁻¹), somando as contribuições de calcita e dolomita, e é usada para avaliar os efeitos do clima, uso do solo e espessura do solo nas taxas de processamento de carbono orgânico-inorgânico. Importante, a descarga fluvial de Michigan é um décimo da dos rios de Eslovênia, proporcionando a oportunidade de avaliar a cinética de equilíbrio de minerais carbonáticos. Os rios estudados são águas HCO₃⁻–Ca²⁺–Mg²⁺, supersaturadas para calcita em valores de pCO₂ superiores aos da atmosfera. À medida que a descarga varia, as concentrações de HCO₃⁻ diferem por menos de 20% para qualquer local, e Mg²⁺/Ca²⁺ permanece relativamente fixo para Michigan (0,5) e rios de Eslovênia (0,4), exigindo que a dissolução de dolomita exceda a da calcita em base molar. A capacidade da dissolução de calcita e dolomita de acompanhar o aumento da descarga indica que o intemperismo de carbonatos nestas bacias é limitado apenas pelo fluxo de água e pela solubilidade dependente da temperatura. A intensidade de intemperismo de carbonatos em Michigan e Eslovênia excede a média mundial por fatores entre 2 e 20, e a intensidade de intemperismo de dolomita, estimada a partir dos fluxos fluviais de Mg²⁺, excede a média mundial por fatores entre 2 e 15. Assim, os fluxos globais de produtos de intemperismo relacionados a carbonatos parecem estar fortemente enviesados para ambientes portadores de carbonatos em latitudes mais altas com temperaturas médias anuais relativamente baixas e alta descarga.
BibTeX
@article{doi1010292006gc001337,
author = "Szramek, Kathryn and McIntosh, Jennifer C. and Williams, E. L. and Kanduč, Tjaša and Ogrinc, Nives and Walter, Lynn M.",
title = "Relative weathering intensity of calcite versus dolomite in carbonate‐bearing temperate zone watersheds: Carbonate geochemistry and fluxes from catchments within the St. Lawrence and Danube river basins",
year = "2007",
journal = "Geochemistry Geophysics Geosystems",
abstract = "A solubilidade da calcita e da dolomita em ambientes de intemperismo aberto é proporcional ao pCO₂ e inversamente proporcional à temperatura, e a solubilidade da dolomita é progressivamente maior que a da calcita abaixo de 25°C. O orçamento de intemperismo em escala continental revela a importância do Hemisfério Norte (HN) para os fluxos fluviais globalmente integrados de Ca²⁺, Mg²⁺ e HCO₃⁻. O HN contribui com 70% do fluxo global de HCO₃⁻, enquanto representa apenas 54% da descarga fluvial. Apresentamos resultados de um estudo hidrogeoquímico comparativo de equilíbrios de minerais carbonáticos e fluxos de intemperismo em dois bacias hidrográficas ricas em carbonatos do HN. A geoquímica da água superficial e a descarga foram determinadas para cursos de água de cabeceira em Michigan e Eslovênia, dentro das bacias dos rios São Lourenço e Danúbio. As bacias hidrográficas de Michigan são estabelecidas sobre depósitos de deriva glacial portadores de carbonatos derivados da erosão de estratos Paleozóicos com horizontes de solo espessos (100–300 cm). As bacias hidrográficas de Eslovênia drenam carbonatos de rocha matriz Mesozóica em ambientes cársticos alpinos e dináricos com horizontes de solo finos (0–70 cm). A intensidade de intemperismo de carbonatos é um parâmetro que normaliza o escoamento fluvial e a concentração de HCO₃⁻ para a área da bacia (meq HCO₃⁻ km⁻² s⁻¹), somando as contribuições de calcita e dolomita, e é usada para avaliar os efeitos do clima, uso do solo e espessura do solo nas taxas de processamento de carbono orgânico-inorgânico. Importante, a descarga fluvial de Michigan é um décimo da dos rios de Eslovênia, proporcionando a oportunidade de avaliar a cinética de equilíbrio de minerais carbonáticos. Os rios estudados são águas HCO₃⁻–Ca²⁺–Mg²⁺, supersaturadas para calcita em valores de pCO₂ superiores aos da atmosfera. À medida que a descarga varia, as concentrações de HCO₃⁻ diferem por menos de 20% para qualquer local, e Mg²⁺/Ca²⁺ permanece relativamente fixo para Michigan (0,5) e rios de Eslovênia (0,4), exigindo que a dissolução de dolomita exceda a da calcita em base molar. A capacidade da dissolução de calcita e dolomita de acompanhar o aumento da descarga indica que o intemperismo de carbonatos nestas bacias é limitado apenas pelo fluxo de água e pela solubilidade dependente da temperatura. A intensidade de intemperismo de carbonatos em Michigan e Eslovênia excede a média mundial por fatores entre 2 e 20, e a intensidade de intemperismo de dolomita, estimada a partir dos fluxos fluviais de Mg²⁺, excede a média mundial por fatores entre 2 e 15. Assim, os fluxos globais de produtos de intemperismo relacionados a carbonatos parecem estar fortemente enviesados para ambientes portadores de carbonatos em latitudes mais altas com temperaturas médias anuais relativamente baixas e alta descarga.",
url = "https://doi.org/10.1029/2006gc001337",
doi = "10.1029/2006gc001337",
openalex = "W2126201443",
references = "doi1010160022169484900453"
}
32. Goldscheider, Nico e Mádl‐Szőnyi, Judit e Erőss, Anita e Schill, Eva, 2010, Revisão: Recursos hídricos térmicos em aquíferos rochosos carbonáticos: Hydrogeology Journal.
DOI: 10.1007/s10040-010-0611-3
BibTeX
@article{doi101007s1004001006113,
author = "Goldscheider, Nico e Mádl‐Szőnyi, Judit e Erőss, Anita e Schill, Eva",
title = "Revisão: Recursos hídricos térmicos em aquíferos rochosos carbonáticos",
year = "2010",
journal = "Hydrogeology Journal",
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doi = "10.1007/s10040-010-0611-3",
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references = "doi101007s100400050176, doi1010160016703776901769"
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33. Sappa, Giuseppe e Barbieri, Maurizio e Ergul, Sibel e Ferranti, Flavia, 2012, Modelo Conceitual Hidrogeológico de Água Subterrânea de Aquíferos Carbonáticos Usando Isótopos Ambientais (<sup>18</sup>O, <sup>2</sup>H) e Traçadores Químicos: Um Estudo de Caso na Região do Lácio Sul, Itália Central: Journal of Water Resource and Protection.
Resumo
O presente trabalho fornece dados hidroquímicos e de isótopos estáveis e suas interpretações para 54 nascentes e 20 poços, monitorados de 2002 a 2006, na região do Lácio Sul da Itália Central, para identificar caminhos de fluxo, áreas de recarga e processos hidroquímicos que governam a evolução da água subterrânea nesta região. O modelo conceitual hidrogeológico dos aquíferos carbonáticos do sul do Lácio baseou-se em técnicas de investigação isotópica ambiental e hidroquímica para caracterizar e modelar esses sistemas de aquífero com o objetivo de alcançar uma gestão e proteção adequadas desses recursos importantes. A maioria das amostras de nascentes, provenientes dos Montes Lepini, Ausoni e Aurunci, é caracterizada como tipo de água Ca-Mg-HCO3, no entanto, algumas amostras mostram uma composição de águas Na-Cl e mistas Ca-Na-HCO3-Cl. As amostras de água subterrânea da Planície Pontina são majoritariamente caracterizadas por águas de tipo Na-Cl e Ca-Cl. A modelagem geoquímica e o cálculo do índice de saturação das nascentes Lepini, Ausoni e Aurunci e dos poços da Planície Pontina mostram uma interação com rochas carbonáticas. A maioria das amostras de água de nascente e poço estava saturada em relação à calcita e à dolomita, no entanto, todas as águas amostradas estavam dessaturadas em relação ao gesso e à halita. A relação entre δ18O e δ2H, para amostras de água de nascente e poço, mostra deslocamentos tanto da inclinação quanto do excesso de deutério quando comparadas às linhas de água meteórica mundial (WMWL) e meteórica da Itália central (CIMWL). A desvio dos pontos de dados das linhas meteóricas pode ser atribuído à evaporação tanto durante a queda da chuva quanto pelo escoamento na superfície do solo antes da infiltração. A maioria das nascentes e poços tem um excesso de deutério acima de 10 ‰, sugerindo que a precipitação na água subterrânea vem do setor mediterrâneo. Com base nos gradientes isotópicos locais, em combinação com critérios topográficos e geológicos, quatro áreas de recarga foram identificadas nos Montes Aurunci. Na Planície Pontina, as elevações das áreas de recarga sugerem que os aquíferos carbonáticos de Lepini estão alimentando-as.
BibTeX
@article{doi104236jwarp201249080,
author = "Sappa, Giuseppe e Barbieri, Maurizio e Ergul, Sibel e Ferranti, Flavia",
title = "Modelo Conceitual Hidrogeológico de Água Subterrânea de Aquíferos Carbonáticos Usando Isótopos Ambientais (\<sup\>18\</sup\>O, \<sup\>2\</sup\>H) e Traçadores Químicos: Um Estudo de Caso na Região do Lácio Sul, Itália Central",
year = "2012",
journal = "Journal of Water Resource and Protection",
abstract = "O presente trabalho fornece dados hidroquímicos e de isótopos estáveis e suas interpretações para 54 nascentes e 20 poços, monitorados de 2002 a 2006, na região do Lácio Sul da Itália Central, para identificar caminhos de fluxo, áreas de recarga e processos hidroquímicos que governam a evolução da água subterrânea nesta região. O modelo conceitual hidrogeológico dos aquíferos carbonáticos do sul do Lácio baseou-se em técnicas de investigação isotópica ambiental e hidroquímica para caracterizar e modelar esses sistemas de aquífero com o objetivo de alcançar uma gestão e proteção adequadas desses recursos importantes. A maioria das amostras de nascentes, provenientes dos Montes Lepini, Ausoni e Aurunci, é caracterizada como tipo de água Ca-Mg-HCO3, no entanto, algumas amostras mostram uma composição de águas Na-Cl e mistas Ca-Na-HCO3-Cl. As amostras de água subterrânea da Planície Pontina são majoritariamente caracterizadas por águas de tipo Na-Cl e Ca-Cl. A modelagem geoquímica e o cálculo do índice de saturação das nascentes Lepini, Ausoni e Aurunci e dos poços da Planície Pontina mostram uma interação com rochas carbonáticas. A maioria das amostras de água de nascente e poço estava saturada em relação à calcita e à dolomita, no entanto, todas as águas amostradas estavam dessaturadas em relação ao gesso e à halita. A relação entre δ18O e δ2H, para amostras de água de nascente e poço, mostra deslocamentos tanto da inclinação quanto do excesso de deutério quando comparadas às linhas de água meteórica mundial (WMWL) e meteórica da Itália central (CIMWL). A desvio dos pontos de dados das linhas meteóricas pode ser atribuído à evaporação tanto durante a queda da chuva quanto pelo escoamento na superfície do solo antes da infiltração. A maioria das nascentes e poços tem um excesso de deutério acima de 10 ‰, sugerindo que a precipitação na água subterrânea vem do setor mediterrâneo. Com base nos gradientes isotópicos locais, em combinação com critérios topográficos e geológicos, quatro áreas de recarga foram identificadas nos Montes Aurunci. Na Planície Pontina, as elevações das áreas de recarga sugerem que os aquíferos carbonáticos de Lepini estão alimentando-as.",
url = "https://doi.org/10.4236/jwarp.2012.49080",
doi = "10.4236/jwarp.2012.49080",
openalex = "W1999919992",
references = "doi1010160022169484900453"
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34. Chuman, Tomáš e Hruška, Jakub e Oulehle, Filip e Gürtlerová, Pavla e Majer, Vladimír, 2013, Does stream water chemistry reflect watershedcharacteristics?: Environmental Monitoring and Assessment: v. 185, no. 7: p. 5683-5701.
DOI: 10.1007/s10661-012-2976-3
BibTeX
@article{chuman2013does,
author = "Chuman, Tomáš e Hruška, Jakub e Oulehle, Filip e Gürtlerová, Pavla e Majer, Vladimír",
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year = "2013",
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}
35. Chen, Zhao e Auler, Augusto S. e Bakalowicz, Michel e Drew, David e Griger, Franziska e Hartmann, Jens e Jiang, Guanghui e Moosdorf, Nils e Richts, Andrea e Stevanović, Zoran e Veni, George e Goldscheider, Nico, 2017, The World Karst Aquifer Mapping project: concept, mapping procedure and map of Europe: Hydrogeology Journal.
DOI: 10.1007/s10040-016-1519-3
Resumo
Os aquíferos cársticos contribuem substancialmente para o abastecimento de água doce em muitas regiões do mundo, mas são vulneráveis à contaminação e difíceis de gerir devido às suas características hidrogeológicas únicas. Muitos sistemas cársticos estão hidraulicamente conectados em vastas áreas e exigem exploração, proteção e gestão transfronteiriças. Com o objetivo de obter uma visão global mais abrangente dos aquíferos cársticos, criar uma base para a gestão sustentável de recursos hídricos internacionais e aumentar a consciencialização junto do público e dos tomadores de decisão, foi estabelecido o projeto World Karst Aquifer Mapping (WOKAM). O objetivo é criar um mapa-múndi e uma base de dados de aquíferos cársticos, como um desenvolvimento posterior de mapas anteriores. Este artigo apresenta os conceitos básicos e o procedimento de mapeamento detalhado, utilizando a França como exemplo para ilustrar o fluxo de trabalho passo a passo, que inclui generalização, diferenciação de áreas de rochas carbonatadas e evaporíticas contínuas e descontínuas, e identificação de aquíferos cársticos não expostos. O mapa também mostra cavernas selecionadas e nascentes cársticas, que são recolhidas numa base de dados global associada. O mapa provisório de aquíferos cársticos da Europa mostra que 21,6% da superfície terrestre europeia é caracterizada pela presença de rochas carbonatadas (contínuas ou descontínuas); cerca de 13,8% da superfície terrestre é afloramento de rocha carbonatada.
BibTeX
@article{doi101007s1004001615193,
author = "Chen, Zhao e Auler, Augusto S. e Bakalowicz, Michel e Drew, David e Griger, Franziska e Hartmann, Jens e Jiang, Guanghui e Moosdorf, Nils e Richts, Andrea e Stevanović, Zoran e Veni, George e Goldscheider, Nico",
title = "The World Karst Aquifer Mapping project: concept, mapping procedure and map of Europe",
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36. Strohm, Deanna D. e Budy, Phaedra e Crowl, Todd A., 2017, Matching Watershed and Otolith Chemistry to Establish Natal Origin of an Endangered Desert Lake Sucker: Transactions of the American Fisheries Society.
DOI: 10.1080/00028487.2017.1301994
Resumo
Resumo A restauração de habitat de riacho e o fornecimento suplementar de peixes criados em viveiros têm se tornado cada vez mais componentes-chave dos planos de recuperação para peixes de água doce em perigo; no entanto, determinar quando interromper os esforços de fornecimento, priorizar áreas de restauração e avaliar o sucesso da restauração apresentam um desafio de conservação. Neste estudo, demonstramos que a microquímica de otólito é uma ferramenta eficaz para estabelecer a origem natal do June Sucker Chasmistes liorus, um peixe potamódromo em perigo. Esta abordagem permite-nos determinar se um peixe é de origem selvagem ou de viveiro, a fim de avaliar se a restauração de habitat melhora o recrutamento e para identificar ainda mais áreas de habitat crítico. Nossos objetivos específicos foram (1) quantificar e caracterizar a variação química entre três principais afluentes de desova; (2) compreender a relação entre a microquímica de otólito e a química do afluente; e (3) desenvolver e validar um modelo de classificação para identificar a origem do riacho usando dados de microquímica de otólito. Quantificamos as razões molares de Sr:Ca, Ba:Ca e Mg:Ca para a água e a química de otólito de três principais afluentes ao Lago Utah, Utah, durante o verão de 2013. A química da água (razões de Sr:Ca, Ba:Ca e Mg:Ca transformadas em log e) diferiu significativamente entre todos os três afluentes de desova. Determinamos que as razões Ba:Ca e Sr:Ca foram as variáveis mais importantes que impulsionaram nossos modelos de classificação, e observamos uma forte relação linear entre os valores de água e otólito para Sr:Ca e Ba:Ca, mas não para Mg:Ca. Modelos de classificação derivados de assinaturas de elementos de otólito: Ca classificaram com precisão os indivíduos para seu afluente experimental de origem (árvore de classificação: 89% de precisão; modelo de floresta aleatória: 91% de precisão) e determinaram a origem selvagem versus de viveiro com 100% de precisão. No geral, este estudo auxilia na avaliação da eficácia da restauração, no acompanhamento do progresso em direção à recuperação e na priorização de futuros planos de restauração para peixes de preocupação de conservação. Nossos resultados têm aplicações adicionais, como identificar subpopulações que fornecem a maior contribuição reprodutiva para uma metapopulação ou encontrar a área reprodutiva e a origem de peixes invasores. Recebido em 27 de agosto de 2016; aceito em 28 de fevereiro de 2017 Publicado online em 22 de maio de 2017
BibTeX
@article{doi1010800002848720171301994,
author = "Strohm, Deanna D. and Budy, Phaedra and Crowl, Todd A.",
title = "Matching Watershed and Otolith Chemistry to Establish Natal Origin of an Endangered Desert Lake Sucker",
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abstract = "Resumo A restauração de habitat de riacho e o fornecimento suplementar de peixes criados em viveiros têm se tornado cada vez mais componentes-chave dos planos de recuperação para peixes de água doce em perigo; no entanto, determinar quando interromper os esforços de fornecimento, priorizar áreas de restauração e avaliar o sucesso da restauração apresentam um desafio de conservação. Neste estudo, demonstramos que a microquímica de otólito é uma ferramenta eficaz para estabelecer a origem natal do June Sucker Chasmistes liorus, um peixe potamódromo em perigo. Esta abordagem permite-nos determinar se um peixe é de origem selvagem ou de viveiro, a fim de avaliar se a restauração de habitat melhora o recrutamento e para identificar ainda mais áreas de habitat crítico. Nossos objetivos específicos foram (1) quantificar e caracterizar a variação química entre três principais afluentes de desova; (2) compreender a relação entre a microquímica de otólito e a química do afluente; e (3) desenvolver e validar um modelo de classificação para identificar a origem do riacho usando dados de microquímica de otólito. Quantificamos as razões molares de Sr:Ca, Ba:Ca e Mg:Ca para a água e a química de otólito de três principais afluentes ao Lago Utah, Utah, durante o verão de 2013. A química da água (razões de Sr:Ca, Ba:Ca e Mg:Ca transformadas em log e) diferiu significativamente entre todos os três afluentes de desova. Determinamos que as razões Ba:Ca e Sr:Ca foram as variáveis mais importantes que impulsionaram nossos modelos de classificação, e observamos uma forte relação linear entre os valores de água e otólito para Sr:Ca e Ba:Ca, mas não para Mg:Ca. Modelos de classificação derivados de assinaturas de elementos de otólito: Ca classificaram com precisão os indivíduos para seu afluente experimental de origem (árvore de classificação: 89\% de precisão; modelo de floresta aleatória: 91\% de precisão) e determinaram a origem selvagem versus de viveiro com 100\% de precisão. No geral, este estudo auxilia na avaliação da eficácia da restauração, no acompanhamento do progresso em direção à recuperação e na priorização de futuros planos de restauração para peixes de preocupação de conservação. Nossos resultados têm aplicações adicionais, como identificar subpopulações que fornecem a maior contribuição reprodutiva para uma metapopulação ou encontrar a área reprodutiva e a origem de peixes invasores. Recebido em 27 de agosto de 2016; aceito em 28 de fevereiro de 2017 Publicado online em 22 de maio de 2017",
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37. Sullivan, P. e Stops, Marvin Wes e Macpherson, G. e Li, Li e Hirmas, D. e Dodds, W., 2019, Como a heterogeneidade da paisagem governa o comportamento concentração-vazão da água de riacho em terrenos carbonáticos (Konza Prairie, EUA): Chemical Geology: v. 527: p. 118989.
DOI: 10.1016/J.CHEMGEO.2018.12.002 Fonte
Resumo
Resumo Evidências crescentes sugerem que mudanças nos ecossistemas que alteram os fluxos de água subterrânea e as concentrações de dióxido de carbono em terrenos carbonáticos podem impulsionar mudanças mensuráveis nas taxas de intemperismo químico, na química da água de riacho e na evolução dos caminhos de fluxo em escalas de tempo humanas. Testamos essa ideia explorando se a invasão de vegetação lenhosa em pradarias em uma paisagem de terreno carbonático na Konza Prairie (KS, EUA) resultou em diferenças na conectividade paisagem-riacho e, portanto, no comportamento dos solutos da água de riacho. A invasão de vegetação lenhosa (até 60% de cobertura) na Konza foi observada em bacias hidrográficas, particularmente aquelas que experimentam um intervalo de retorno de incêndio de quatro anos ou mais. Focamos em três bacias de cabeceira (duas de pradaria e uma com invasão lenhosa) e um confluente a jusante, e analisamos o vazão e a química da água de riacho (ânions principais, cátions e nutrientes dissolvidos) medidos de 2015 a 2016. Observamos que a bacia hidrográfica com invasão lenhosa exibe um fluxo de soluto normalizado por área maior e um maior grau de comportamento quimodinâmico para a maioria das espécies geogênicas em comparação com as bacias hidrográficas de pradaria menos invadidas. O confluente a jusante exibe o comportamento quimostático mais pronunciado para esses mesmos solutos em comparação com as bacias de baixa ordem. Interpretamos o comportamento quimodinâmico das bacias hidrográficas com invasão lenhosa como decorrente de uma maior diversidade de caminhos de fluxo e fontes de solutos que contribuem para este riacho. A análise de mistura de membros finais (EMMA) apoia essa hipótese, mas também indica um possível "membro final" ausente, que interpretamos como solutos provavelmente derivados do intemperismo de argila ao longo das fronteiras entre calcário e xisto argiloso. Invocamos diferenças nos sistemas radiculares entre gramíneas e espécies lenhosas para explicar as diferenças nos caminhos de fluxo e geração de solutos entre esses locais de cabeceira, dado que eles estão adjacentes uns aos outros, dissecam as mesmas unidades litológicas quase horizontais (dip 0,1–0,21°NW) e experimentam o mesmo clima. Se esses processos se mantiverem verdadeiros em outros locais, então a invasão globalmente observada de vegetação lenhosa em pradarias pode aprofundar os caminhos de fluxo e aumentar os fluxos de intemperismo químico dos ecossistemas, e, ao longo de longos períodos de tempo, alterar a trajetória do desenvolvimento do solo e da evolução da paisagem.
BibTeX
@article{doi101016jchemgeo201812002,
author = "Sullivan, P. e Stops, Marvin Wes e Macpherson, G. e Li, Li e Hirmas, D. e Dodds, W.",
title = "Como a heterogeneidade da paisagem governa o comportamento concentração-vazão da água de riacho em terrenos carbonáticos (Konza Prairie, EUA)",
year = "2019",
journal = "Chemical Geology",
abstract = "Resumo Evidências crescentes sugerem que mudanças nos ecossistemas que alteram os fluxos de água subterrânea e as concentrações de dióxido de carbono em terrenos carbonáticos podem impulsionar mudanças mensuráveis nas taxas de intemperismo químico, na química da água de riacho e na evolução dos caminhos de fluxo em escalas de tempo humanas. Testamos essa ideia explorando se a invasão de vegetação lenhosa em pradarias em uma paisagem de terreno carbonático na Konza Prairie (KS, EUA) resultou em diferenças na conectividade paisagem-riacho e, portanto, no comportamento dos solutos da água de riacho. A invasão de vegetação lenhosa (até 60\% de cobertura) na Konza foi observada em bacias hidrográficas, particularmente aquelas que experimentam um intervalo de retorno de incêndio de quatro anos ou mais. Focamos em três bacias de cabeceira (duas de pradaria e uma com invasão lenhosa) e um confluente a jusante, e analisamos o vazão e a química da água de riacho (ânions principais, cátions e nutrientes dissolvidos) medidos de 2015 a 2016. Observamos que a bacia hidrográfica com invasão lenhosa exibe um fluxo de soluto normalizado por área maior e um maior grau de comportamento quimodinâmico para a maioria das espécies geogênicas em comparação com as bacias hidrográficas de pradaria menos invadidas. O confluente a jusante exibe o comportamento quimostático mais pronunciado para esses mesmos solutos em comparação com as bacias de baixa ordem. Interpretamos o comportamento quimodinâmico das bacias hidrográficas com invasão lenhosa como decorrente de uma maior diversidade de caminhos de fluxo e fontes de solutos que contribuem para este riacho. A análise de mistura de membros finais (EMMA) apoia essa hipótese, mas também indica um possível "membro final" ausente, que interpretamos como solutos provavelmente derivados do intemperismo de argila ao longo das fronteiras entre calcário e xisto argiloso. Invocamos diferenças nos sistemas radiculares entre gramíneas e espécies lenhosas para explicar as diferenças nos caminhos de fluxo e geração de solutos entre esses locais de cabeceira, dado que eles estão adjacentes uns aos outros, dissecam as mesmas unidades litológicas quase horizontais (dip 0,1–0,21°NW) e experimentam o mesmo clima. Se esses processos se mantiverem verdadeiros em outros locais, então a invasão globalmente observada de vegetação lenhosa em pradarias pode aprofundar os caminhos de fluxo e aumentar os fluxos de intemperismo químico dos ecossistemas, e, ao longo de longos períodos de tempo, alterar a trajetória do desenvolvimento do solo e da evolução da paisagem.",
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volume = "527"
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38. Sena, Kenton L. e Williamson, T. e Barton, C., 2021, A rede de monitoramento ambiental da Robinson Forest: avaliação de longo prazo do volume de escoamento e precipitação, e da química da água de riacho e deposição em massa em bacias hidrográficas do leste do Kentucky: Hydrological Processes: v. 35, no. 4.
Resumo
A Universidade do Kentucky (U KY) possui a Robinson Forest (37.460723° N, 83.158598° W) desde 1923, conduzindo experimentos cruciais para compreender os efeitos ambientais da gestão de terras na região. Parte da gestão da Robinson Forest tem sido a coleta de dados ambientais, incluindo quantidade de precipitação, química de deposição em massa, escoamento de água, química da água de riacho, e temperatura do ar e da água do riacho. Ao longo dos anos, esses dados foram coletados e arquivados usando várias tecnologias e têm sido majoritariamente inacessíveis para uso em pesquisa – não editados e não compilados, espalhados por várias planilhas e registros em papel. Através de uma parceria entre o U.S. Geological Survey (USGS) e a U KY, dados diários de precipitação para seis estações e dados de riacho de quatro bacias hidrográficas na Robinson Forest foram compilados para 1971–2018, verificados quanto a erros de transcrição e anotados para mudanças nas metodologias. Esses dados estão disponíveis como uma liberação de dados do USGS em https://doi.org/10.5066/P9FPLG1O. A melhor acessibilidade deste conjunto de dados fornece um importante recurso de pesquisa para entender a qualidade da água em florestas minimamente afetadas na região. Resultados preliminares indicam que esses dados apresentam uma valiosa oportunidade para avaliar as ligações entre deposição atmosférica e química de riacho, os efeitos de políticas ambientais, como o Clean Air Act, e efeitos de perturbação de terras próximas na forma de mineração superficial. Além disso, esses dados preenchem uma lacuna geográfica e fisiográfica no que está disponível para examinar padrões de deposição e escoamento de riacho nos últimos 45 anos, complementando aqueles registros de longo prazo de locais de pesquisa no norte (por exemplo, Hubbard Brook Experimental Forest), centro (por exemplo, Fernow Experimental Forest) e sul dos Apalaches (por exemplo, Coweeta Hydrologic Laboratory). Como um oásis no meio de significativa atividade de mineração superficial, a Robinson Forest apresenta uma oportunidade única para entender condições ambientais características de florestas minimamente perturbadas, semelhantes às condições pré-mineração na região dos Apalaches Centrais.
BibTeX
@article{doi101002hyp14133,
author = "Sena, Kenton L. e Williamson, T. e Barton, C.",
title = "A rede de monitoramento ambiental da Robinson Forest: avaliação de longo prazo do volume de escoamento e precipitação, e da química da água de riacho e deposição em massa em bacias hidrográficas do leste do Kentucky",
year = "2021",
journal = "Hydrological Processes",
abstract = "A Universidade do Kentucky (U KY) possui a Robinson Forest (37.460723° N, 83.158598° W) desde 1923, conduzindo experimentos cruciais para compreender os efeitos ambientais da gestão de terras na região. Parte da gestão da Robinson Forest tem sido a coleta de dados ambientais, incluindo quantidade de precipitação, química de deposição em massa, escoamento de água, química da água de riacho, e temperatura do ar e da água do riacho. Ao longo dos anos, esses dados foram coletados e arquivados usando várias tecnologias e têm sido majoritariamente inacessíveis para uso em pesquisa – não editados e não compilados, espalhados por várias planilhas e registros em papel. Através de uma parceria entre o U.S. Geological Survey (USGS) e a U KY, dados diários de precipitação para seis estações e dados de riacho de quatro bacias hidrográficas na Robinson Forest foram compilados para 1971–2018, verificados quanto a erros de transcrição e anotados para mudanças nas metodologias. Esses dados estão disponíveis como uma liberação de dados do USGS em https://doi.org/10.5066/P9FPLG1O. A melhor acessibilidade deste conjunto de dados fornece um importante recurso de pesquisa para entender a qualidade da água em florestas minimamente afetadas na região. Resultados preliminares indicam que esses dados apresentam uma valiosa oportunidade para avaliar as ligações entre deposição atmosférica e química de riacho, os efeitos de políticas ambientais, como o Clean Air Act, e efeitos de perturbação de terras próximas na forma de mineração superficial. Além disso, esses dados preenchem uma lacuna geográfica e fisiográfica no que está disponível para examinar padrões de deposição e escoamento de riacho nos últimos 45 anos, complementando aqueles registros de longo prazo de locais de pesquisa no norte (por exemplo, Hubbard Brook Experimental Forest), centro (por exemplo, Fernow Experimental Forest) e sul dos Apalaches (por exemplo, Coweeta Hydrologic Laboratory). Como um oásis no meio de significativa atividade de mineração superficial, a Robinson Forest apresenta uma oportunidade única para entender condições ambientais características de florestas minimamente perturbadas, semelhantes às condições pré-mineração na região dos Apalaches Centrais.",
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volume = "35"
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39. Hernández-Terrones, L. e Street, J. e Null, K. e Paytan, A., 2021, Química das águas subterrâneas e razões isotópicas de estrôncio esclarecem a conectividade e as interações água-rocha no aquífero costeiro da costa caribenha, México: Continental Shelf Research: v. 212: p. 104293.
DOI: 10.1016/j.csr.2020.104293 Fonte
Resumo
Resumo As razões isotópicas estrontianas radiogênicas (87Sr/86Sr) e as concentrações de solutos em amostras de águas subterrâneas da área costeira da Península do Yucatã, Quintana Roo, México, foram medidas para avaliar a conectividade e as interações água-rocha dentro de diferentes sistemas de águas subterrâneas na região. As razões médias de 87Sr/86Sr variam do sul para o norte, com valores em Xcalak em torno de 0,70889, em Sian Ka'an em torno de 0,70847 e em Cancun e Puerto Morelos em torno de 0,70880. Os valores mostram 3 clusters, sugerindo 3 sistemas distintos de águas subterrâneas: Cancun-Puerto Morelos no norte, Tulum-Sian Ka'an no centro e Xcalak no sul. As interações água-rocha, embora únicas dentro de cada sistema de aquífero, abrangem processos observados em todo o sistema cárstico do Yucatã, incluindo dissolução de evaporitos, precipitação de carbonato, redução de sulfato e mistura com água do mar. Este estudo destaca o uso da química das águas subterrâneas para entender a conectividade das águas subterrâneas e a importância dos potenciais impactos antropogênicos distantes na qualidade das águas subterrâneas e seus efeitos relacionados na população costeira e nos ecossistemas.
BibTeX
@article{doi101016jcsr2020104293,
author = "Hernández-Terrones, L. e Street, J. e Null, K. e Paytan, A.",
title = "Química das águas subterrâneas e razões isotópicas de estrôncio esclarecem a conectividade e as interações água-rocha no aquífero costeiro da costa caribenha, México",
year = "2021",
journal = "Continental Shelf Research",
abstract = "Resumo As razões isotópicas estrontianas radiogênicas (87Sr/86Sr) e as concentrações de solutos em amostras de águas subterrâneas da área costeira da Península do Yucatã, Quintana Roo, México, foram medidas para avaliar a conectividade e as interações água-rocha dentro de diferentes sistemas de águas subterrâneas na região. As razões médias de 87Sr/86Sr variam do sul para o norte, com valores em Xcalak em torno de 0,70889, em Sian Ka'an em torno de 0,70847 e em Cancun e Puerto Morelos em torno de 0,70880. Os valores mostram 3 clusters, sugerindo 3 sistemas distintos de águas subterrâneas: Cancun-Puerto Morelos no norte, Tulum-Sian Ka'an no centro e Xcalak no sul. As interações água-rocha, embora únicas dentro de cada sistema de aquífero, abrangem processos observados em todo o sistema cárstico do Yucatã, incluindo dissolução de evaporitos, precipitação de carbonato, redução de sulfato e mistura com água do mar. Este estudo destaca o uso da química das águas subterrâneas para entender a conectividade das águas subterrâneas e a importância dos potenciais impactos antropogênicos distantes na qualidade das águas subterrâneas e seus efeitos relacionados na população costeira e nos ecossistemas.",
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doi = "10.1016/j.csr.2020.104293",
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volume = "212"
}
40. Hopt, Brett e Perkins, Robert, 2023, O IMPACTO DA ALTERAÇÃO DE XISTO PRETO NA QUÍMICA DE RIOS E SEDIMENTOS DE RIOS NO KENTUCKY ORIENTAL: Geological Society of America Abstracts with Programs.
DOI: 10.1130/abs/2023am-395536
BibTeX
@inproceedings{andhopt2023the,
author = "Hopt, Brett e Perkins, Robert",
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year = "2023",
booktitle = "Geological Society of America Abstracts with Programs",
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41. Das, Sourav, 2023, Química de Carbonatos da Água: Uma Introdução à Ciência da Qualidade da Água: p. 79-101.
DOI: 10.1007/978-3-031-42137-2_5
BibTeX
@incollection{das2023carbonate,
author = "Das, Sourav",
title = "Química de Carbonatos da Água",
year = "2023",
booktitle = "Uma Introdução à Ciência da Qualidade da Água",
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references = "doi101002qj49709841707, doi10102993gb02263, doi10102993gb02524, doi10102997gb00077, doi10103835037500, doi101038383495a0, doi10103841474, doi101126science2815374200, doi105194essd1448112022, openalexw1845417433"
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42. Abdel-Aziz, Abdel-Aziz A. e Salman, S. e Ismail, Esam e Mostafa, Alaa e Mohamed, Ramadan S. A., 2023, Potencialmente Tóxicos Elemento (PTE) Fontes no Aquífero Carbonático do Eoceno Médio, East El Minia, Egito: Water, Air, & Soil Pollution: v. 235, no. 1.
DOI: 10.1007/s11270-023-06773-z Fonte
Resumo
A poluição da água com elementos potencialmente tóxicos (PTEs) torna-se uma ameaça maior à validade dessa água para consumo e agricultura e, portanto, para a vida humana. O estudo atual visa avaliar o conteúdo de PTEs em águas subterrâneas de aquíferos carbonáticos, suas fontes e impacto na qualidade da água. Para alcançar esse objetivo, foram coletadas e analisadas quimicamente duas perfurações de poços e 30 amostras de água subterrânea. As águas subterrâneas têm valores de TDS variando de 271,2 a 971,8 mg/l. O processo de recarga de água doce levou ao contínuo adocicamento do aquífero e melhorou as reações de troca iônica direta. Os processos de dissolução/precipitação de minerais carbonáticos e evaporíticos são os principais controladores da química das águas subterrâneas. Cd e As representaram os elementos mais perigosos nessas rochas, seguidos por Pb. A presença de altas concentrações de PTEs (As, Cd, Cr e Pb) em rochas carbonáticas portadoras de água levou à deterioração da qualidade da água e à sua inadequação para consumo devido à ocorrência desses elementos nocivos na água. Embora as altas concentrações de PTEs na água estudada, esses elementos ocorreram em espécies de baixa mobilidade e toxicidade: Fe(OH)3, Mn2+, (HAsO4)−2, Cd2+, Cr2O3, Cu2O, CuO e PbCO3. Isso reflete a importância de estudar espécies de elementos em vez da concentração total. Embora a inadequação dessa água para consumo devido às altas concentrações de alguns PTEs, todas as amostras foram encontradas adequadas para irrigação.
BibTeX
@article{doi101007s1127002306773z,
author = "Abdel-Aziz, Abdel-Aziz A. e Salman, S. e Ismail, Esam e Mostafa, Alaa e Mohamed, Ramadan S. A.",
title = "Potencialmente Tóxicos Elemento (PTE) Fontes no Aquífero Carbonático do Eoceno Médio, East El Minia, Egito",
year = "2023",
journal = "Water, Air, \& Soil Pollution",
abstract = "A poluição da água com elementos potencialmente tóxicos (PTEs) torna-se uma ameaça maior à validade dessa água para consumo e agricultura e, portanto, para a vida humana. O estudo atual visa avaliar o conteúdo de PTEs em águas subterrâneas de aquíferos carbonáticos, suas fontes e impacto na qualidade da água. Para alcançar esse objetivo, foram coletadas e analisadas quimicamente duas perfurações de poços e 30 amostras de água subterrânea. As águas subterrâneas têm valores de TDS variando de 271,2 a 971,8 mg/l. O processo de recarga de água doce levou ao contínuo adocicamento do aquífero e melhorou as reações de troca iônica direta. Os processos de dissolução/precipitação de minerais carbonáticos e evaporíticos são os principais controladores da química das águas subterrâneas. Cd e As representaram os elementos mais perigosos nessas rochas, seguidos por Pb. A presença de altas concentrações de PTEs (As, Cd, Cr e Pb) em rochas carbonáticas portadoras de água levou à deterioração da qualidade da água e à sua inadequação para consumo devido à ocorrência desses elementos nocivos na água. Embora as altas concentrações de PTEs na água estudada, esses elementos ocorreram em espécies de baixa mobilidade e toxicidade: Fe(OH)3, Mn2+, (HAsO4)−2, Cd2+, Cr2O3, Cu2O, CuO e PbCO3. Isso reflete a importância de estudar espécies de elementos em vez da concentração total. Embora a inadequação dessa água para consumo devido às altas concentrações de alguns PTEs, todas as amostras foram encontradas adequadas para irrigação.",
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43. Burgess, S. e Florea, L. e Branam, Tracy D., 2023, Caminhos Geoquímicos Divergentes da Evolução de Aquíferos Carbonáticos em um Terreno Karstico Clássico: (1) Desenvolvimento de Cavernas Poligênético Identificado Usando Geoquímica de Água Subterrânea Longitudinal: Water: v. 15, no. 19: p. 3410.
Resumo
A speleogênese por ácido carbônico e ácido sulfúrico descreve uma dicotomia entre cavernas epigênicas e hipogênicas e o ciclo de carbono e enxofre em terrenos karsticos, mas não reconhecem o espectro global de formação de cavernas. Este artigo, parte de uma investigação de duas partes, testa e revisa modelos speleogenéticos de uma paisagem karstica clássica usando concentrações de íons dissolvidos δ13CDIC e δ34S em amostras de água coletadas em quatro locais ao longo das bacias karsticas de Bluespring e Lost River no Planalto Mitchell, Indiana, EUA. As análises revelaram enxofre elevado em ambas as bacias karsticas, mas de fontes diferentes; H2S (δ34S = −14.2‰) evoluiu de vazamentos de petróleo nas Cavernas de Bluespring, representando até 61% do enxofre no curso de água da caverna, enquanto leitos evaporíticos (δ34S = [+14.50‰, +17.91‰]) do Calcário de St. Louis contribuíram até 100% do enxofre em Orangeville Rise, uma nascente terminal da bacia karstica de Lost River. Estes resultados têm implicações para as ligações do ciclo carbono-enxofre, particularmente o potencial de aceleração do fluxo de carbono da dissolução por ácido sulfúrico em configurações de outra forma epigênicas. Sugerimos um novo paradigma para a speleogênese no centro continental da América do Norte— a speleogênese no Planalto Mitchell e configurações similares não é epigênica ou hipogênica, mas sim poligênica, com processos químicos concorrentes variando no espaço e no tempo.
BibTeX
@article{doi103390w15193410,
author = "Burgess, S. e Florea, L. e Branam, Tracy D.",
title = "Caminhos Geoquímicos Divergentes da Evolução de Aquíferos Carbonáticos em um Terreno Karstico Clássico: (1) Desenvolvimento de Cavernas Poligênético Identificado Usando Geoquímica de Água Subterrânea Longitudinal",
year = "2023",
journal = "Water",
abstract = "A speleogênese por ácido carbônico e ácido sulfúrico descreve uma dicotomia entre cavernas epigênicas e hipogênicas e o ciclo de carbono e enxofre em terrenos karsticos, mas não reconhecem o espectro global de formação de cavernas. Este artigo, parte de uma investigação de duas partes, testa e revisa modelos speleogenéticos de uma paisagem karstica clássica usando concentrações de íons dissolvidos δ13CDIC e δ34S em amostras de água coletadas em quatro locais ao longo das bacias karsticas de Bluespring e Lost River no Planalto Mitchell, Indiana, EUA. As análises revelaram enxofre elevado em ambas as bacias karsticas, mas de fontes diferentes; H2S (δ34S = −14.2‰) evoluiu de vazamentos de petróleo nas Cavernas de Bluespring, representando até 61% do enxofre no curso de água da caverna, enquanto leitos evaporíticos (δ34S = [+14.50‰, +17.91‰]) do Calcário de St. Louis contribuíram até 100% do enxofre em Orangeville Rise, uma nascente terminal da bacia karstica de Lost River. Estes resultados têm implicações para as ligações do ciclo carbono-enxofre, particularmente o potencial de aceleração do fluxo de carbono da dissolução por ácido sulfúrico em configurações de outra forma epigênicas. Sugerimos um novo paradigma para a speleogênese no centro continental da América do Norte— a speleogênese no Planalto Mitchell e configurações similares não é epigênica ou hipogênica, mas sim poligênica, com processos químicos concorrentes variando no espaço e no tempo.",
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44. Burgess, S. e Branam, Tracy D. e Florea, L., 2023, Divergent Geochemical Pathways of Carbonate Aquifer Evolution in a Classic Karst Terrain: (2) Groundwater Source Delineation Using Regional Water Chemistry Data: Water: v. 15, no. 19: p. 3436.
Resumo
As nascentes fornecem pontos ideais de monitoramento para a química das águas subterrâneas, que são importantes para a gestão dos recursos hídricos subterrâneos. A química dessas águas de nascente agrega reações geoquímicas ao longo do caminho de fluxo. Neste artigo, parte dois de uma investigação de duas partes, 104 nascentes perenes na paisagem cárstica clássica do Mitchell Plateau, Indiana, EUA, foram amostradas em fluxo base. Muitas dessas nascentes são historicamente importantes para uso doméstico, agrícola, comercial e recreativo. A análise multifatorial de medições de campo, íons principais e isótopos estáveis revelou cinco clusters principais de nascentes emergentes do Mitchell Aquifer. Dois clusters representaram águas subterrâneas cársticas do tipo terra-alcalina que foram discriminadas por temperatura e concentração de carbono inorgânico. Dois outros clusters compuseram águas subterrâneas do tipo alcalino-terra mineralizadas com excesso de alcalinos e sulfato elevado. O quinto cluster parece ser água subterrânea que inclui fontes meteóricas e mineralizadas. Usando os dados longitudinais ao longo de dois anos da parte um desta investigação, duas linhas de mistura foram usadas para descrever o conjunto de dados. As linhas de mistura apontaram para fontes de enxofre em nascentes mineralizadas de salmouras profundas e de dissolução de evaporitos. Coletivamente, esses dados regionais permitem uma melhor delimitação de tipos de água e diferenciação entre o Mitchell Aquifer Superior e Inferior.
BibTeX
@article{doi103390w15193436,
author = "Burgess, S. e Branam, Tracy D. e Florea, L.",
title = "Divergent Geochemical Pathways of Carbonate Aquifer Evolution in a Classic Karst Terrain: (2) Groundwater Source Delineation Using Regional Water Chemistry Data",
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abstract = "As nascentes fornecem pontos ideais de monitoramento para a química das águas subterrâneas, que são importantes para a gestão dos recursos hídricos subterrâneos. A química dessas águas de nascente agrega reações geoquímicas ao longo do caminho de fluxo. Neste artigo, parte dois de uma investigação de duas partes, 104 nascentes perenes na paisagem cárstica clássica do Mitchell Plateau, Indiana, EUA, foram amostradas em fluxo base. Muitas dessas nascentes são historicamente importantes para uso doméstico, agrícola, comercial e recreativo. A análise multifatorial de medições de campo, íons principais e isótopos estáveis revelou cinco clusters principais de nascentes emergentes do Mitchell Aquifer. Dois clusters representaram águas subterrâneas cársticas do tipo terra-alcalina que foram discriminadas por temperatura e concentração de carbono inorgânico. Dois outros clusters compuseram águas subterrâneas do tipo alcalino-terra mineralizadas com excesso de alcalinos e sulfato elevado. O quinto cluster parece ser água subterrânea que inclui fontes meteóricas e mineralizadas. Usando os dados longitudinais ao longo de dois anos da parte um desta investigação, duas linhas de mistura foram usadas para descrever o conjunto de dados. As linhas de mistura apontaram para fontes de enxofre em nascentes mineralizadas de salmouras profundas e de dissolução de evaporitos. Coletivamente, esses dados regionais permitem uma melhor delimitação de tipos de água e diferenciação entre o Mitchell Aquifer Superior e Inferior.",
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45. Jones, Jarod e Gyawali, B. e Acharya, Shikha e Cristan, Richard e Gebremedhin, M., 2024, Avaliando a Influência da Poluição Não Pontual Agrícola na Qualidade da Água nos Cursos de Água de Cabeceira do Kentucky Central: Applied Sciences: v. 14, no. 7: p. 2679.
Resumo
Este estudo aborda a questão urgente da poluição da água não pontual no Kentucky, particularmente associada à agricultura em grande escala. Focada na região do bluegrass externo do Kentucky Central, a pesquisa examina a qualidade da água dos cursos de água de cabeceira durante a estação agrícola. A abordagem envolve classificação de cobertura do solo geoespacial usando imagens aéreas. Os dados de qualidade da água foram coletados durante a estação de crescimento agrícola de maio a outubro de 2018. A classificação de cobertura do solo utilizou o software ERDAS Imagine 2016 e ESRI ArcGIS 10.6 GIS, enquanto os parâmetros convencionais de qualidade da água foram medidos com uma sonda multiparamétrica de água YSI ProDSS® e um medidor de vazão Marsh-McBirney Flo-Mate 2000. As análises estatísticas mostram diferenças significativas na química da água dos cursos de água, sugerindo o impacto da poluição não pontual agrícola. Cursos de água arborizados exibiram condições mais variadas, indicando um potencialmente melhor ambiente. À medida que a porcentagem de terras agrícolas aumentou, a variação na química da água sugeriu um limite mensurável para mudanças. Diferenças significativas na qualidade da água entre cursos de água agrícolas e arborizados destacam os potenciais benefícios de expandir zonas ripárias além das regulamentações. Ampliar essas zonas é proposto como uma estratégia para mitigar a poluição não pontual nos cursos de água do Kentucky.
BibTeX
@article{doi103390app14072679,
author = "Jones, Jarod e Gyawali, B. e Acharya, Shikha e Cristan, Richard e Gebremedhin, M.",
title = "Avaliando a Influência da Poluição Não Pontual Agrícola na Qualidade da Água nos Cursos de Água de Cabeceira do Kentucky Central",
year = "2024",
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abstract = "Este estudo aborda a questão urgente da poluição da água não pontual no Kentucky, particularmente associada à agricultura em grande escala. Focada na região do bluegrass externo do Kentucky Central, a pesquisa examina a qualidade da água dos cursos de água de cabeceira durante a estação agrícola. A abordagem envolve classificação de cobertura do solo geoespacial usando imagens aéreas. Os dados de qualidade da água foram coletados durante a estação de crescimento agrícola de maio a outubro de 2018. A classificação de cobertura do solo utilizou o software ERDAS Imagine 2016 e ESRI ArcGIS 10.6 GIS, enquanto os parâmetros convencionais de qualidade da água foram medidos com uma sonda multiparamétrica de água YSI ProDSS® e um medidor de vazão Marsh-McBirney Flo-Mate 2000. As análises estatísticas mostram diferenças significativas na química da água dos cursos de água, sugerindo o impacto da poluição não pontual agrícola. Cursos de água arborizados exibiram condições mais variadas, indicando um potencialmente melhor ambiente. À medida que a porcentagem de terras agrícolas aumentou, a variação na química da água sugeriu um limite mensurável para mudanças. Diferenças significativas na qualidade da água entre cursos de água agrícolas e arborizados destacam os potenciais benefícios de expandir zonas ripárias além das regulamentações. Ampliar essas zonas é proposto como uma estratégia para mitigar a poluição não pontual nos cursos de água do Kentucky.",
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volume = "14"
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46. Mohammed, Musaab A. A. e Szabó, N. e Mikita, V. e Szűcs, P., 2025, Rastreamento da evolução espaço-temporal da química das águas subterrâneas no sistema aquífero do Quaternário na área de Debrecen, Hungria: integração de métodos de aprendizado clássico e não supervisionado: Environmental Science and Pollution Research International: v. 32, no. 11: p. 6884-6903.
DOI: 10.1007/s11356-025-36175-z Fonte
Resumo
O monitoramento das mudanças na qualidade das águas subterrâneas ao longo do tempo ajuda a identificar fatores dependentes do tempo que influenciam a segurança da água e apoia o desenvolvimento de estratégias de gestão eficazes. Este estudo investiga a evolução espaço-temporal da química das águas subterrâneas na área de Debrecen, Hungria, de 2019 a 2024, utilizando técnicas de indexação, aprendizado de máquina e estatística multivariada. Essas técnicas incluem mapas auto-organizados (SOM), análise de agrupamento hierárquico (HCA), análise de componentes principais (PCA) e indexação da qualidade das águas subterrâneas (GWQI). A análise hidroquímica revelou que Ca-Mg-HCO₃ é o tipo de água dominante, com uma mudança temporal em direção a Na-HCO₃, refletindo um aumento na salinidade impulsionado por interações contínuas entre rocha e água. A análise SOM mostrou uma transição de uma química das águas subterrâneas heterogênea para mais uniforme ao longo do tempo, sugerindo maior estabilidade no sistema aquífero. As zonas de salinidade elevada deslocaram-se espacialmente devido a mudanças nos padrões de recarga e fluxo das águas subterrâneas, enquanto a dureza intensificou-se e expandiu, indicando dissolução contínua de carbonatos. A HCA destacou mudanças temporais na composição das águas subterrâneas, com seis clusters identificados em 2019 e cinco clusters em 2024, refletindo uma homogeneização gradual da qualidade da água. A PCA confirmou ainda mais essa tendência, vinculando-a a processos hidroquímicos subjacentes, como interações água-rocha, com contribuições limitadas de influências antropogênicas. A análise GWQI indicou uma melhoria geral na qualidade das águas subterrâneas ao longo do tempo, com a maioria das regiões atendendo aos padrões de água potável. No entanto, áreas específicas apresentaram sinais de contaminação localizada, exigindo gestão direcionada. Essas descobertas destacam a importância do monitoramento contínuo da qualidade das águas subterrâneas para detectar tendências emergentes e orientar a gestão de recursos. O estudo destaca a necessidade de práticas sustentáveis para proteger os recursos hídricos e garantir a segurança hídrica de longo prazo na área de Debrecen.
BibTeX
@article{doi101007s1135602536175z,
author = "Mohammed, Musaab A. A. e Szabó, N. e Mikita, V. e Szűcs, P.",
title = "Rastreamento da evolução espaço-temporal da química das águas subterrâneas no sistema aquífero do Quaternário na área de Debrecen, Hungria: integração de métodos de aprendizado clássico e não supervisionado",
year = "2025",
journal = "Environmental Science and Pollution Research International",
abstract = "O monitoramento das mudanças na qualidade das águas subterrâneas ao longo do tempo ajuda a identificar fatores dependentes do tempo que influenciam a segurança da água e apoia o desenvolvimento de estratégias de gestão eficazes. Este estudo investiga a evolução espaço-temporal da química das águas subterrâneas na área de Debrecen, Hungria, de 2019 a 2024, utilizando técnicas de indexação, aprendizado de máquina e estatística multivariada. Essas técnicas incluem mapas auto-organizados (SOM), análise de agrupamento hierárquico (HCA), análise de componentes principais (PCA) e indexação da qualidade das águas subterrâneas (GWQI). A análise hidroquímica revelou que Ca-Mg-HCO₃ é o tipo de água dominante, com uma mudança temporal em direção a Na-HCO₃, refletindo um aumento na salinidade impulsionado por interações contínuas entre rocha e água. A análise SOM mostrou uma transição de uma química das águas subterrâneas heterogênea para mais uniforme ao longo do tempo, sugerindo maior estabilidade no sistema aquífero. As zonas de salinidade elevada deslocaram-se espacialmente devido a mudanças nos padrões de recarga e fluxo das águas subterrâneas, enquanto a dureza intensificou-se e expandiu, indicando dissolução contínua de carbonatos. A HCA destacou mudanças temporais na composição das águas subterrâneas, com seis clusters identificados em 2019 e cinco clusters em 2024, refletindo uma homogeneização gradual da qualidade da água. A PCA confirmou ainda mais essa tendência, vinculando-a a processos hidroquímicos subjacentes, como interações água-rocha, com contribuições limitadas de influências antropogênicas. A análise GWQI indicou uma melhoria geral na qualidade das águas subterrâneas ao longo do tempo, com a maioria das regiões atendendo aos padrões de água potável. No entanto, áreas específicas apresentaram sinais de contaminação localizada, exigindo gestão direcionada. Essas descobertas destacam a importância do monitoramento contínuo da qualidade das águas subterrâneas para detectar tendências emergentes e orientar a gestão de recursos. O estudo destaca a necessidade de práticas sustentáveis para proteger os recursos hídricos e garantir a segurança hídrica de longo prazo na área de Debrecen.",
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doi = "10.1007/s11356-025-36175-z",
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volume = "32"
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