1. Oliver, W. R. B, 1949, Os Moas da Nova Zelândia e da Austrália.

BibTeX
@techreport{oliver1949the3,
    author = "Oliver, W. R. B",
    title = "Os Moas da Nova Zelândia e da Austrália",
    year = "1949",
    howpublished = "Bulletin of the Dominion Museum, v. 15",
    note = "talkorigins_source = {true}; raw_reference = {Oliver, W. R. B., 1949, Os Moas da Nova Zelândia e da Austrália: Bulletin of the Dominion Museum, v. 15.}"
}

2. Lebour, Marie V., 1955, IV.—Primeira fase de larvæ eclodidas de crustáceos decápodes da Nova Zelândia: Annals and Magazine of Natural History: v. 8, no. 85: p. 43-48.

BibTeX
@article{lebour1955ivfirststage,
    author = "Lebour, Marie V.",
    title = "IV.—Primeira fase de larvæ eclodidas de crustáceos decápodes da Nova Zelândia",
    year = "1955",
    journal = "Annals and Magazine of Natural History",
    url = "https://doi.org/10.1080/00222935508651822",
    doi = "10.1080/00222935508651822",
    number = "85",
    pages = "43-48",
    volume = "8"
}

3. Glaessner, M. F, 1960, Os crustáceos decápodes fósseis da Nova Zelândia e a evolução da ordem Decápoda.

BibTeX
@techreport{glaessner1960the1,
    author = "Glaessner, M. F",
    title = "Os crustáceos decápodes fósseis da Nova Zelândia e a evolução da ordem Decápoda",
    year = "1960",
    howpublished = "New Zealand Geological Survey, Paleontological Bulletin, v. 31, p. 1-63",
    note = "talkorigins_source = {true}; raw_reference = {Glaessner, M. F., 1960, Os crustáceos decápodes fósseis da Nova Zelândia e a evolução da ordem Decápoda: New Zealand Geological Survey, Paleontological Bulletin, v. 31, p. 1-63.}"
}

4. 1965, Reunião Australiana/Nova Zelândia sobre Decápodes Crustáceos: Crustaceana: v. 9, no. 3: p. 320.

BibTeX
@article{crossref1965australiannew,
    title = "Reunião Australiana/Nova Zelândia sobre Decápodes Crustáceos",
    year = "1965",
    journal = "Crustaceana",
    url = "https://doi.org/10.1163/156854065x00118",
    doi = "10.1163/156854065x00118",
    number = "3",
    pages = "320",
    volume = "9"
}

5. 1966, Uma nova espécie de Paromola (Crustacea, Decapoda, Thelxiopidae) da Nova Zelândia: Deep Sea Research and Oceanographic Abstracts: v. 13, no. 4: p. 775.

BibTeX
@article{crossref1966a,
    title = "Uma nova espécie de Paromola (Crustacea, Decapoda, Thelxiopidae) da Nova Zelândia",
    year = "1966",
    journal = "Deep Sea Research and Oceanographic Abstracts",
    url = "https://doi.org/10.1016/0011-7471(66)90639-5",
    doi = "10.1016/0011-7471(66)90639-5",
    number = "4",
    pages = "775",
    volume = "13"
}

6. McGowen, C, 1986, A musculatura das asas do Weka (Gallirallus australis), um ratito voador endêmico da Nova Zelândia: Journal of Zoology, v. 210, p. 305-346.

BibTeX
@article{mcgowen1986the2,
    author = "McGowen, C",
    title = "A musculatura das asas do Weka (Gallirallus australis), um ratito voador endêmico da Nova Zelândia",
    year = "1986",
    journal = "Journal of Zoology, v. 210, p. 305-346",
    note = "talkorigins\_source = {true}; raw\_reference = {McGowen, C., 1986, A musculatura das asas do Weka (Gallirallus australis), um ratito voador endêmico da Nova Zelândia: Journal of Zoology, v. 210, p. 305-346.}"
}

7. Feldmann, Rodney M. e Maxwell, Phillip A., 1990, Decápodes crustáceos do Eoceno Superior de North Westland, Ilha Sul, Nova Zelândia: Journal of Paleontology: v. 64, no. 5: p. 779-797.

Resumo

São registradas oito espécies de crustáceos decápodes braquíuros em afloramentos costeiros de arenito da Ilha, entre Perpendicular Point e Punakaiki, Westland, Nova Zelândia. A fauna consiste em três raninídeos— Laeviranina pororariensis (Glaessner), L. keyesi n. sp., Lyreidus bennetti n. sp.; dois portunídeos— Rhachiosoma granuliferum (Glaessner), Pororaria eocenica Glaessner; um goneplácido— Carcinoplax temikoensis n. sp.; e dois majídeos— Leptomithrax griffini n. sp., Notomithrax allani n. sp. Juntos, formam o assemblagem de braquíuros mais diversa já descrita da Nova Zelândia. Os decápodes são preservados em massas elípticas incomuns, com seus eixos longos tipicamente paralelos à estratificação, contendo cutícula superbamente preservada, frequentemente cercada por pellets fecais bem formados, provavelmente de origem decápode. As acumulações são interpretadas como concentrações mecânicas dentro de depressões produzidas por decápodes ou equinóides associados do tipo spatangóide. Embora sete das espécies tenham sido registradas apenas no arenito da Ilha, Rhachiosoma granuliferum (Glaessner) é agora conhecido por ocorrer nas fácies de águas profundas correlatas da Formação Kaiata em North Westland, bem como no arenito Tapui, North Otago (Eoceno médio), e em rochas coevas na Snowdrift Quarry, sudeste de Otago. Os raninídeos sugerem comparação com formas congêneres da Snowdrift Quarry e do arenito Tapui, bem como com a Formação La Meseta, Ilha Seymour, Antártida. Com base nos foraminíferos associados, atribui-se uma idade Kaiatan–Runangan (Eoceno superior) a esta fauna. As ocorrências de Carcinoplax, Leptomithrax e Notomithrax representam registros paleobiogeográficos e estratigráficos para os gêneros.

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@article{feldmann1990late,
    author = "Feldmann, Rodney M. e Maxwell, Phillip A.",
    title = "Decápodes crustáceos do Eoceno Superior de North Westland, Ilha Sul, Nova Zelândia",
    year = "1990",
    journal = "Journal of Paleontology",
    abstract = "São registradas oito espécies de crustáceos decápodes braquíuros em afloramentos costeiros de arenito da Ilha, entre Perpendicular Point e Punakaiki, Westland, Nova Zelândia. A fauna consiste em três raninídeos— Laeviranina pororariensis (Glaessner), L. keyesi n. sp., Lyreidus bennetti n. sp.; dois portunídeos— Rhachiosoma granuliferum (Glaessner), Pororaria eocenica Glaessner; um goneplácido— Carcinoplax temikoensis n. sp.; e dois majídeos— Leptomithrax griffini n. sp., Notomithrax allani n. sp. Juntos, formam o assemblagem de braquíuros mais diversa já descrita da Nova Zelândia. Os decápodes são preservados em massas elípticas incomuns, com seus eixos longos tipicamente paralelos à estratificação, contendo cutícula superbamente preservada, frequentemente cercada por pellets fecais bem formados, provavelmente de origem decápode. As acumulações são interpretadas como concentrações mecânicas dentro de depressões produzidas por decápodes ou equinóides associados do tipo spatangóide. Embora sete das espécies tenham sido registradas apenas no arenito da Ilha, Rhachiosoma granuliferum (Glaessner) é agora conhecido por ocorrer nas fácies de águas profundas correlatas da Formação Kaiata em North Westland, bem como no arenito Tapui, North Otago (Eoceno médio), e em rochas coevas na Snowdrift Quarry, sudeste de Otago. Os raninídeos sugerem comparação com formas congêneres da Snowdrift Quarry e do arenito Tapui, bem como com a Formação La Meseta, Ilha Seymour, Antártida. Com base nos foraminíferos associados, atribui-se uma idade Kaiatan–Runangan (Eoceno superior) a esta fauna. As ocorrências de Carcinoplax, Leptomithrax e Notomithrax representam registros paleobiogeográficos e estratigráficos para os gêneros.",
    url = "https://doi.org/10.1017/s0022336000018989",
    doi = "10.1017/s0022336000018989",
    number = "5",
    pages = "779-797",
    volume = "64"
}

8. Manning, Raymond B., 1993, Dois novos caranguejos dorípidos da Austrália (Crustacea: Decapoda: Dorippidae): Records of the Australian Museum: v. 45, no. 1: p. 1-4.

BibTeX
@article{manning1993two,
    author = "Manning, Raymond B.",
    title = "Two new dorippid crabs from Australia (Crustacea: Decapoda: Dorippidae)",
    year = "1993",
    journal = "Records of the Australian Museum",
    url = "https://doi.org/10.3853/j.0067-1975.45.1993.124",
    doi = "10.3853/j.0067-1975.45.1993.124",
    number = "1",
    pages = "1-4",
    volume = "45"
}

9. 2004, Crustáceos Decápodes Marinhos da Austrália Meridional.

Resumo

Este livro é um guia abrangente para a identificação de 800 espécies de crustáceos decápodes e estomatópodes das águas marinhas da Austrália Meridional. É ricamente ilustrado com mais de 1000 desenhos técnicos que fornecem boas vistas de muitas espécies, bem como ilustrações diagnósticas. Detalhes para cada espécie incluem a autoridade, ano de descrição, às vezes um nome comum, diagnóstico, tamanho, distribuição geográfica, e distribuição ecológica e de profundidade. O capítulo sobre os Stomatopoda é de Shane Ahyong. As seções dentro de cada capítulo são hierárquicas, espécies dentro de gêneros, dentro de famílias (muitas vezes com subfamílias também). A identificação é alcançada através do uso de chaves dicotômicas adaptadas de muitas originalmente publicadas na literatura primária, ou desenvolvidas do zero. Algumas chaves são para todos os táxons australianos, mas a maioria é apenas para táxons da Austrália Meridional. As informações neste livro derivam de mais de 200 anos de coleta em ambientes da Austrália Meridional, da zona intertidal ao mar profundo, e publicações em inúmeros periódicos em várias línguas. Mais de 800 desses artigos e livros são citados. Vencedor do Prêmio Whitley de 2005 para Sistemática.

BibTeX
@misc{crossref2004marine,
    title = "Marine Decapod Crustacea of Southern Australia",
    year = "2004",
    abstract = "Este livro é um guia abrangente para a identificação de 800 espécies de crustáceos decápodes e estomatópodes das águas marinhas da Austrália Meridional. É ricamente ilustrado com mais de 1000 desenhos técnicos que fornecem boas vistas de muitas espécies, bem como ilustrações diagnósticas. Detalhes para cada espécie incluem a autoridade, ano de descrição, às vezes um nome comum, diagnóstico, tamanho, distribuição geográfica, e distribuição ecológica e de profundidade. O capítulo sobre os Stomatopoda é de Shane Ahyong. As seções dentro de cada capítulo são hierárquicas, espécies dentro de gêneros, dentro de famílias (muitas vezes com subfamílias também). A identificação é alcançada através do uso de chaves dicotômicas adaptadas de muitas originalmente publicadas na literatura primária, ou desenvolvidas do zero. Algumas chaves são para todos os táxons australianos, mas a maioria é apenas para táxons da Austrália Meridional. As informações neste livro derivam de mais de 200 anos de coleta em ambientes da Austrália Meridional, da zona intertidal ao mar profundo, e publicações em inúmeros periódicos em várias línguas. Mais de 800 desses artigos e livros são citados. Vencedor do Prêmio Whitley de 2005 para Sistemática.",
    url = "https://doi.org/10.1071/9780643092129",
    doi = "10.1071/9780643092129"
}

10. HERNÁNDEZ-ÁVILA, IVÁN e GÓMEZ, ALFREDO e LIRA, CARLOS e GALINDO, LEE, 2007, Crustáceos decápodes bentônicos (Crustacea: Decapoda) da Ilha de Cubagua, Venezuela: Zootaxa: v. 1557, no. 1.

Resumo

A fauna de crustáceos decápodes da Ilha de Cubagua, no Mar do Caribe, Venezuela, uma ilha muito afetada por ressurgência costeira, foi investigada. Foram registradas um total de 178 espécies de 41 famílias, das quais 56 espécies foram novos registros para a ilha; oito gêneros e seis espécies foram novos registros para a Venezuela. A maioria das espécies havia sido anteriormente registrada na província do Caribe, 19,7% eram endêmicas para a província, 64,1% apresentavam afinidades com a província brasileira, 57,3% com as províncias texana e caroliniana e 45,5% mostravam distribuições contínuas através das províncias, mas apresentavam menor endemismo e mais afinidades com a província brasileira do que as tendências gerais de distribuição dos decápodes no Caribe. Parece que os processos de ressurgência ao redor da ilha impedem o desenvolvimento dos ecossistemas marinhos típicos do Caribe. A proximidade com o limite norte da província brasileira também afeta a biodiversidade da ilha.

BibTeX
@article{hernándezávila2007benthic,
    author = "HERNÁNDEZ-ÁVILA, IVÁN e GÓMEZ, ALFREDO e LIRA, CARLOS e GALINDO, LEE",
    title = "Crustáceos decápodes bentônicos (Crustacea: Decapoda) da Ilha de Cubagua, Venezuela",
    year = "2007",
    journal = "Zootaxa",
    abstract = "A fauna de crustáceos decápodes da Ilha de Cubagua, no Mar do Caribe, Venezuela, uma ilha muito afetada por ressurgência costeira, foi investigada. Foram registradas um total de 178 espécies de 41 famílias, das quais 56 espécies foram novos registros para a ilha; oito gêneros e seis espécies foram novos registros para a Venezuela. A maioria das espécies havia sido anteriormente registrada na província do Caribe, 19,7% eram endêmicas para a província, 64,1% apresentavam afinidades com a província brasileira, 57,3% com as províncias texana e caroliniana e 45,5% mostravam distribuições contínuas através das províncias, mas apresentavam menor endemismo e mais afinidades com a província brasileira do que as tendências gerais de distribuição dos decápodes no Caribe. Parece que os processos de ressurgência ao redor da ilha impedem o desenvolvimento dos ecossistemas marinhos típicos do Caribe. A proximidade com o limite norte da província brasileira também afeta a biodiversidade da ilha.",
    url = "https://doi.org/10.11646/zootaxa.1557.1.2",
    doi = "10.11646/zootaxa.1557.1.2",
    number = "1",
    volume = "1557"
}

11. Low, Martyn E. Y., 2013, Decapoda: Zenodo.

Resumo

Decápodes da Nova Zelândia Os crustáceos decápodes coletados durante a expedição Passage de Vénus sur le Soleil à Nova Zelândia foram examinados e tratados em Filhol (1884c; 1885b–j). As datas precisas dessas publicações (ou seja, Filhol 1884c; 1885b–j) ainda não foram determinadas com precisão até agora (ver Forest et al. 2000: 10, 11). Avisos de publicação (A. Milne-Edwards 1885; Anônimo 1884, 1885; Carus 1884, 1885a, b) e carimbos de data em cópias das publicações de Filhol no Museu de História Natural (Londres) permitiram determinar a prioridade relativa das publicações de Filhol (1884c; 1885b–j) sobre os decápodes da Nova Zelândia. Descrições preliminares de vários táxons foram publicadas em uma série de artigos curtos no Bulletin de la Société philomathique de Paris (Filhol 1884c, 1885b–h). Esses mesmos nomes foram declarados como novos em uma descrição mais detalhada publicada na Bibliothèque de l'École des hautes Études (Filhol 1885i). Esses nomes foram novamente descritos detalhadamente como novos nos resultados científicos oficiais da expedição Passage de Vénus sur le Soleil (Filhol 1885j) (Fig. 1 B). Essas publicações não fizeram referência às descrições preliminares anteriores. Isso levou muitos pesquisadores a ignorar as descrições preliminares anteriores (por exemplo, Chilton & Bennett 1929; Griffin 1963). Lobophrys, uma grafia subsequente incorreta de Labophrys Filhol, 1885 (Majidae Samouelle, 1819), um sinônimo objetivo júnior de Paramithrax H. Milne Edwards, 1834 O nome do grupo de gêneros Labophrys foi publicado pela primeira vez em Filhol (1885b: 27), que afirmou que o nome foi usado por H. Milne Edwards em etiquetas nas coleções do "Muséum de Paris" (ou seja, Muséum national d'Histoire naturelle, Paris). Essa atribuição foi repetida em publicações subsequentes pelo mesmo autor (ou seja, Filhol 1885i: 7; 1885j: 361). O nome foi posteriormente grafado como Lobophrys em Filhol (1885i: 7; 1885j: 361) e essa grafia tem sido usada por todos os autores subsequentes (por exemplo, Davie 2002: 307; Griffin 1963: 233; Ng et al. 2008: 117). Pisa barbicornis Latreille, in Latreille, Le Peletier, Serville & Guérin, 1825, é a espécie-tipo por monotypy (Artigo 68.3 do Código, ICZN 1999). Low & Ng (2012: 49) argumentaram que a autoria dos táxons convencionalmente atribuídos a "Latreille, 1825" (incluindo Pisa barbicornis) deve ser atribuída a Latreille, in Latreille, Le Peletier, Serville & Guérin, 1825 em vez disso. A grafia Labophrys foi usada três vezes e exclusivamente em Filhol (1885b: 27) e há uma ausência "na própria publicação original [de] evidência clara de um erro inadvertido" (Artigo 32.5.1 do Código, ICZN 1999). Além disso, o Artigo 33.3.1 do Código (ICZN 1999), que afirma que "quando uma grafia subsequente incorreta está em uso predominante e é atribuída à publicação da grafia original, a grafia subsequente e a atribuição devem ser preservadas e a grafia é considerada uma grafia original correta", não se aplica porque Filhol (1885b: 27) nunca foi citado como o primeiro uso do nome Lobophrys. Portanto, o nome Labophrys Filhol, 1885, é considerado a grafia correta, e Lobophrys (que foi usado pela primeira vez em Filhol 1885i: 7), é uma grafia subsequente incorreta. Labophrys Filhol, 1885, é um sinônimo objetivo júnior de Paramithrax H. Milne Edwards, 1834, pois possuem a mesma espécie-tipo (ver Davie 2002: 307; Griffin 1963: 233; Ng et al. 2008: 117). edwardsi, 1885h: 48 Porcellanopagurus edwardsi Filhol, 1885 McLaughlin et al. (2010: 34); Porcellanopagurus [Paguridae] Saint Laurent & McLaughlin (in Forest et al. 2000: 110–114) edwardsii, Eupagurus c 1884c: 66 Diacanthurus spinulimanus (Miers, 1876) McLaughlin et al. (2010: 29) [Paguridae] edwardsii, Hymenicus d 1885d: 43 Halicarcinus varius (Dana, 1851) Ng et al. (2008: 108) [Hymenosomatidae]b Eurymolambrus [sic] 1885j: 371 Eurynolambrus H. Milne Edwards & — Lucas, 1841 [Majidae] ferox, Lithodes 1885a: 55 Lithodes ferox Filhol, 1885 [Lithodidae] McLaughlin et al. (2010: 12) gracilipes, Nematocarcinus 1884a: 232 Nematocarcinus gracilipes Filhol, 1884 De Grave & Fransen (2011: [Nematocarcinidae] 299); Holthuis (1980: 189) ......continua na próxima página ......continua na próxima página rubroguttata, Pasiphae 1885k: pl. 5,? Deosergestes corniculum (Krøyer, 1855) De Grave & Fransen (2011: caption [Sergestidae] 241); Holthuis (1980: 192) Rupellioides [sic] 1885i: 50 Ruppellioides A. Milne-Edwards, 1867 Ng et al. (2008: 64) [Menippidae] setosus, Pagurus 1885i: 34 Areopaguristes setosus (H. Milne McLaughlin et al. (2010: 18) Edwards, 1848) [Diogenidae] spinosus, Pilumnus 1885c: 28, 29 Pilumnus spinosus Filhol, 1885 Ng et al. (2008: 142) [Pilumnidae] stewarti, Eupagurus 1884c: 67 Lophopagurus (Australeremus) stewarti McLaughlin et al. (2010: 30); (Filhol, 1884) [Paguridae] Saint Laurent & McLaughlin (in Forest et al. 2000: 179–181) stewarti, Eurynolambrus — Ver Eurynolambrus australis var. stewarti — stewarti, Petrolisthes 1885g: 47 Petrolisthes novaezelandiae Filhol, 1885 Osawa & McLaughlin (2010: [Porcellanidae] 114) talismanii, Galacantha 1885k: pl. 3, Galacantha rostrata A. Milne Edwards, Baba et al. (2008: 62) caption 1880 [Galatheidae] thompsoni, Eupagurus 1885i: 33 Lophopagurus (Lophopagurus) thompsoni McLaughlin et al. (2010: 30) (Filhol, 1885) [Paguridae] traversi, Eupagurus 1885i: 32 Pagurus traversi (Filhol, 1885) McLaughlin et al. (2010: 34); [Paguridae] Saint Laurent & McLaughlin (in Forest et al. 2000: 206–209) a Grafado como " Hymenicus cooki " em Filhol (1885i: 18; 1885j: 401). b Ng et al. (2008: 109) discutiram que a identificação de Melrose (1975) de alguns nomes de espécies de hímenosomatídeos de Filhol é duvidosa, e que o material-tipo precisará ser reexaminado para confirmar essas identidades. c Grafado como " Eupagurus edwardsi " em Filhol (1885i: 25; 1885j: 412). d Grafado como " Hymenicus edwardsi " em Filhol (1885i: 17).e Crane (1975: 323) mencionou que o tipo (s) desta espécie não pôde ser localizado no Muséum d'Histoire naturelle (Paris) ou "noutro lugar". Dell (em Crane 1975: 323) é citado como discutindo que qualquer espécie do gênero Uca é improvável de ser encontrada na Ilha Campbell, "onde a fauna de caranguejos é particularmente escassa e é obviamente de origem e relação Subantártica". Esta opinião é compartilhada por Colin McLay (in litt., 15 de fevereiro de 2013). Crane (1975: 323) também notou que "a descrição de Filhol é insuficiente para determinar as afinidades do espécime, e ele não publicou nenhuma ilustração". Crane (1975: 323) parece ter ignorado as figuras de Gelassimus [sic] huttoni que foram publicadas em Filhol (1885j: pl. 45, figs. 1–4, 8–12; reproduzidas como Fig. 1 A). Aqui, seguimos a opinião de Ng et al. (2008: 242), que provisoriamente consideraram esta espécie como um nome válido de colocação taxonômica incerta (ou seja, "incerta sedis"). f É claro que esta espécie foi nomeada em homenagem ao naturalista da Nova Zelândia Thomas William Kirk, pois outra espécie na mesma publicação foi nomeada em homenagem a outro naturalista da Nova Zelândia, James Hector. Como discutido por Saint Laurent & McLaughlin (em Forest et al. 2000: 176) e seguindo as disposições do Artigo 32.5.1 (ICZN 1999: 39), a grafia original incorreta "krikii" deve ser corrigida para kirkii. g Veja a discussão no texto. h O nome Megametope foi usado pela primeira vez por Filhol (1885i: 49) em uma lista de verificação de Crustáceos da Nova Zelândia da seguinte forma: "Megametope rotundifrons, A. M.-Edw.". Embora sem uma descrição, o nome está disponível (Artigo 12.2.5 do Código, ICZN 1999). A primeira descrição deste nome do grupo de gênero é convencionalmente citada como Filhol (1885j: 373) (por exemplo, Davie 2002: 552; McNeill 1926: 129). i Publicado pela primeira vez como nomen nudum em Filhol (1885i: 51). j Chilton & Bennett (1929: 751) consideraram Panopeus otagoensis Filhol, 1885 como uma espécie válida e notaram que esta espécie "é conhecida a partir de um único espécime masculino coletado por Hutton em Port Chalmers e descrito por Filhol. Assim, parece que a espécie é endêmica e que o tipo está no Museu de Paris". Bennett (1964: 14) considerou esta espécie estar entre aquelas "descritas ou registradas por autores estrangeiros a partir de material australiano ou de outro local, incorretamente alegado como tendo sido coletado na Nova Zelândia". Em sua lista de verificação mundial de Brachyura, Ng et al. (2008: 194) aceitaram a validade desta espécie e a atribuíram à família Xanthidae. Colin McLay (in litt., 15 de fevereiro de 2013) aconselha que o status desta espécie deve ser considerado como incerta sedis, pois "sua identidade não está de forma alguma clara". Agradecimentos A assistência de Paul F. Clark, Lisa di Maggio e Judith Magee (Museu de História Natural, Londres) durante a visita do autor à sua instituição é gratamente reconhecida. Rafael Lemaitre (Museu Nacional dos EUA, Instituição Smithsonian) e Peter Castro (California State Polytechnic University, Califórnia) ajudaram a verificar cópias das publicações de Filhol respectivamente no Museu Nacional dos EUA e no Muséum national d'Histoire naturelle, Paris. Peter Castro e Sammy De Grave (Universidade de Oxford) forneceram comentários construtivos sobre o manuscrito. S. K. Tan (Universidade Nacional de Cingapura) forneceu um suporte para discussões relacionadas aos nomes Labophrys e Lobophrys. Colin McLay (Universidade de Canterbury, Nova Zelândia) revisou gentilmente o manuscrito submetido e forneceu muitos comentários úteis. Referências Ahyong, S.T. & Ng, P.K.L. (2008) Alain raymondi, uma nova espécie de caranguejo pinnotherid de águas profundas (Crustacea: Decapoda: Brachyura) das Filipinas, comensal com holotúrias. Zootaxa, 1919, 61–68. Anônimo (1885) La vie au fond des mers. Les explorations sous-marines et les voyages du Travailleur et du Talisman; par H. 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No. 1. p. 26–27.; Filhol, H., Descrição de duas novas espécies de Crustáceos pertencentes ao género Petrolisthes. in: Bull. Soc. Philomath. Paris, (7.) T. 9. No. 1. p. 46–47.; Filhol, H., Descrição de duas novas espécies de Crustáceos pertencentes ao género Pilumnus. ibid. p. 28–29; Filhol, H., Descrição de um novo género de Crustáceo proveniente da Nova Zelândia (Porcellanopagurus Edwardsi). in: Bull. Soc. Philomath. Paris, (7.) T. 9. No. 1. p. 47–48. Zoologischer Anzeiger, 8 (198) [29 Junho 1885], 363. Castro, P. (2007) Uma reavaliação da família Goneplacidae MacLeay, 1838 (Crustacea, Decapoda, Brachyura) e revisão da subfamília Goneplacinae, com a descrição de 10 novos géneros e 18 novas espécies. Zoosystema, 29 (4), 609–773. Chilton, C. & Bennett, E.W. (1929) Contribuições para uma revisão dos Crustacea Brachyura da Nova Zelândia. Transactions and Proceedings of the New Zealand Institute, 59 (4), 731–778. Crosnier, A. 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(1885 g) Descrição de duas novas espécies de Crustáceos pertencentes ao género Pétrolisthes. In: Séance du 10 janvier 1885. Présidence de M. Fouret. Bulletin de la Société philomathique de Paris, sér. 7, 9, 46–47. [Publicado antes de 29 de Junho de 1885, ver Carus (1885b: 363)] Filhol, H. (1885 h) Descrição de um novo género de Crustáceo proveniente da Nova Zelândia. In: Séance du 10 janvier 1885. Présidence de M. Fouret. Bulletin de la Société philomathique de Paris, sér. 7, 9, 47–48. [Publicado antes de 29 de Junho de 1885, ver Carus (1885b: 363)] Filhol, H. (1885 i) Considerações relativas à fauna dos crustáceos da Nova Zelândia. Bibliothèque de l’École des hautes Études, Section des Sciences naturelles, 30 (2), 1–60. [Cópia do Museu de História Natural (Londres) com carimbo de data de 22 de Setembro de 1885] Filhol, H. (1885 j) Crustáceos. In: Mission de l’Île Campbell. Recherches zoologiques, botaniques et gėologiques faites ã l’Île Campbell et Nouvelle Ƶėlande. 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@misc{low2013decapoda,
    author = "Low, Martyn E. Y.",
    title = "Decapoda",
    year = "2013",
    publisher = "Zenodo",
    abstract = "New Zealand Decapoda The decapod crustaceans collected during the Passage de Vénus sur le Soleil expedition to New Zealand were examined and treated in Filhol (1884c; 1885b–j). The accurate dates of these publications (viz., Filhol 1884c; 1885b–j) have not hitherto been accurately determined (see Forest et al. 2000: 10, 11). Notices of publication (A. Milne-Edwards 1885; Anonymous 1884, 1885; Carus 1884, 1885a, b) and date-stamps on copies of Filhol’s publications at the Natural History Museum (London), have allowed the relative priority of Filhol’s (1884c; 1885b–j) publications on New Zealand decapods to be determined. Preliminary descriptions of several taxa were published in a series of short papers in the Bulletin de la Société philomathique de Paris (Filhol 1884c, 1885b–h). These same names were stated as new in a more detailed account that was published in the Bibliothèque de l’École des hautes Études (Filhol 1885i). These names were again described in detail as new in the official scientific results of the Passage de Vénus sur le Soleil expedition (Filhol 1885j) (Fig. 1 B). These publications made no reference to the earlier preliminary descriptions. This has led to many workers overlooking the earlier preliminary descriptions (e.g. Chilton \& Bennett 1929; Griffin 1963). Lobophrys, an incorrect subsequent spelling of Labophrys Filhol, 1885 (Majidae Samouelle, 1819), a junior objective synonym of Paramithrax H. Milne Edwards, 1834 The genus-group name Labophrys was first published in Filhol (1885b: 27), who stated that the name was used by H. Milne Edwards on labels in the collections of the “Muséum de Paris” (i.e. Muséum national d’Histoire naturelle, Paris). This attribution was repeated in subsequent publications by the same author (i.e. Filhol 1885i: 7; 1885j: 361). The name was subsequently spelt as Lobophrys in Filhol (1885i: 7; 1885j: 361) and this spelling has been used by all subsequent authors (e.g. Davie 2002: 307; Griffin 1963: 233; Ng et al. 2008: 117). Pisa barbicornis Latreille, in Latreille, Le Peletier, Serville \& Guérin, 1825, is the type species by monotypy (Article 68.3 of the Code, ICZN 1999). Low \& Ng (2012: 49) have argued that the authorship of the taxa conventionally attributed to “Latreille, 1825” (including Pisa barbicornis) should be attributed to Latreille, in Latreille, Le Peletier, Serville \& Guérin, 1825 instead. The spelling Labophrys was used three times, and exclusively, in Filhol (1885b: 27) and there is an absence “in the original publication itself [of] clear evidence of an inadvertent error” (Article 32.5.1 of the Code, ICZN 1999). Furthermore, Article 33.3.1 of the Code (ICZN 1999) which states that “when an incorrect subsequent spelling is in prevailing usage and is attributed to the publication of the original spelling, the subsequent spelling and attribution are to be preserved and the spelling is deemed to be a correct original spelling” does not apply because Filhol (1885b: 27) has never been cited as the first usage of the name Lobophrys. The name Labophrys Filhol, 1885, is therefore regarded as the correct spelling, and Lobophrys (which was first used in Filhol 1885i: 7), is an incorrect subsequent spelling. Labophrys Filhol, 1885, is an junior objective synonym of Paramithrax H. Milne Edwards, 1834, as they have the same type species (see Davie 2002: 307; Griffin 1963: 233; Ng et al. 2008: 117). edwardsi, 1885h: 48 Porcellanopagurus edwardsi Filhol, 1885 McLaughlin et al. (2010: 34); Porcellanopagurus [Paguridae] Saint Laurent \& McLaughlin (in Forest et al. 2000: 110–114) edwardsii, Eupagurus c 1884c: 66 Diacanthurus spinulimanus (Miers, 1876) McLaughlin et al. (2010: 29) [Paguridae] edwardsii, Hymenicus d 1885d: 43 Halicarcinus varius (Dana, 1851) Ng et al. (2008: 108) [Hymenosomatidae]b Eurymolambrus [sic] 1885j: 371 Eurynolambrus H. Milne Edwards \& — Lucas, 1841 [Majidae] ferox, Lithodes 1885a: 55 Lithodes ferox Filhol, 1885 [Lithodidae] McLaughlin et al. (2010: 12) gracilipes, Nematocarcinus 1884a: 232 Nematocarcinus gracilipes Filhol, 1884 De Grave \& Fransen (2011: [Nematocarcinidae] 299); Holthuis (1980: 189) ......continued on the next page ......continued on the next page rubroguttata, Pasiphae 1885k: pl. 5,? Deosergestes corniculum (Krøyer, 1855) De Grave \& Fransen (2011: caption [Sergestidae] 241); Holthuis (1980: 192) Rupellioides [sic] 1885i: 50 Ruppellioides A. Milne-Edwards, 1867 Ng et al. (2008: 64) [Menippidae] setosus, Pagurus 1885i: 34 Areopaguristes setosus (H. Milne McLaughlin et al. (2010: 18) Edwards, 1848) [Diogenidae] spinosus, Pilumnus 1885c: 28, 29 Pilumnus spinosus Filhol, 1885 Ng et al. (2008: 142) [Pilumnidae] stewarti, Eupagurus 1884c: 67 Lophopagurus (Australeremus) stewarti McLaughlin et al. (2010: 30); (Filhol, 1884) [Paguridae] Saint Laurent \& McLaughlin (in Forest et al. 2000: 179–181) stewarti, Eurynolambrus — See Eurynolambrus australis var. stewarti — stewarti, Petrolisthes 1885g: 47 Petrolisthes novaezelandiae Filhol, 1885 Osawa \& McLaughlin (2010: [Porcellanidae] 114) talismanii, Galacantha 1885k: pl. 3, Galacantha rostrata A. Milne Edwards, Baba et al. (2008: 62) caption 1880 [Galatheidae] thompsoni, Eupagurus 1885i: 33 Lophopagurus (Lophopagurus) thompsoni McLaughlin et al. (2010: 30) (Filhol, 1885) [Paguridae] traversi, Eupagurus 1885i: 32 Pagurus traversi (Filhol, 1885) McLaughlin et al. (2010: 34); [Paguridae] Saint Laurent \& McLaughlin (in Forest et al. 2000: 206–209) a Spelt as “ Hymenicus cooki ” in Filhol (1885i: 18; 1885j: 401). b Ng et al. (2008: 109) discussed that Melrose’s (1975) identification of some of hymenosomatid species names of Filhol is doubtful, and that the type material will need to be re-examined to confirm these identities. c Spelt as “ Eupagurus edwardsi ” in Filhol (1885i: 25; 1885j: 412). d Spelt as “ Hymenicus edwardsi ” in Filhol (1885i: 17). e Crane (1975: 323) mentioned that the type (s) of this species could not be located in the Muséum d’Histoire naturelle (Paris) or “elsewhere”. Dell (in Crane 1975: 323) is quoted as discussing that any species of the genus Uca is unlikely to be found at Campbell Island, “where the crab fauna is particularly sparse and is obviously Subantarctic in derivation and relationship”. This opinion is shared by Colin McLay (in litt., 15 February 2013). Crane (1975: 323) also noted that “Filhol’s description is insufficient for determining the specimen’s affinities, and he published no illustration”. Crane (1975: 323) appears to have overlooked the figures of Gelassimus [sic] huttoni that were published in Filhol (1885j: pl. 45, figs. 1–4, 8–12; reproduced as Fig. 1 A). Herein, we follow the opinion of Ng et al. (2008: 242), who tentatively regarded this species as a valid name of uncertain taxonomic placement (i.e. “ incerta sedis ”). f It is clear that this species was named after the New Zealand naturalist Thomas William Kirk, as another species in the same publication was named after another New Zealand naturalist, James Hector. As discussed by Saint Laurent \& McLaughlin (in Forest et al. 2000: 176) and following the provisions of Article 32.5.1 (ICZN 1999: 39), the incorrect original spelling “ krikii ” must be emended to kirkii. g See the discussion in the text. h The name Megametope was first used by Filhol (1885i: 49) in a checklist of New Zealand Crustacea as follows: “ Megametope rotundifrons, A. M.-Edw.”. Although without a description, the name is available (Article 12.2.5 of the Code, ICZN 1999). The first description of this genus-group name is conventionally cited as Filhol (1885j: 373) (e.g. Davie 2002: 552; McNeill 1926: 129). i First published as a nomen nudum in Filhol (1885i: 51). j Chilton \& Bennett (1929: 751) considered Panopeus otagoensis Filhol, 1885 to be a valid species and noted that this species “is known from a single male specimen collected by Hutton at Port Chalmers and described by Filhol. It would thus appear that the species is endemic, and that the type is in the Paris Museum”. Bennett (1964: 14) considered this species to be among those “described or recorded by overseas authors from Australian or other material incorrectly alleged to have been collected in New Zealand ”. In their world checklist of Brachyura, Ng et al. (2008: 194) accepted the validity of this species and assigned it to the family Xanthidae. Colin McLay (in litt., 15 February 2013) advises that the status of this species should be considered to be incerta sedis as “its identity is by no means clear”. Acknowledgements The assistance of Paul F. Clark, Lisa di Maggio and Judith Magee (Natural History Museum, London) during the author’s visit to their institution is gratefully acknowledged. Rafael Lemaitre (U. S. National Museum, Smithsonian Institution) and Peter Castro (California State Polytechnic University, California) helped check copies of Filhol’s publications respectively at the U. S. National Museum and the Muséum national d’Histoire naturelle, Paris. Peter Castro and Sammy De Grave (University of Oxford) provided constructive comments on the manuscript. S. K. Tan (National University of Singapore) provided a sounding-board for discussion related to the names Labophrys and Lobophrys. Colin McLay (University of Canterbury, New Zealand) kindly reviewed the submitted manuscript and provided many helpful comments. References Ahyong, S.T. \& Ng, P.K.L. (2008) Alain raymondi, a new species of deepwater pinnotherid crab (Crustacea: Decapoda: Brachyura) from the Philippines, commensal with holothurians. Zootaxa, 1919, 61 –68. Anonymous (1885) La vie au fond des mers. Les explorations sous-marines et les voyages du Travailleur et du Talisman; par H. Filhol. Paris, G. Masson, 1885; 1 vol. gr. in-8° illustré. (Présenté par M. A. Milne-Edwards.). In: Séance du lundi 16 novembre 1885. Présidence de M. Jurien de la Gravière. 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No. 1. p. 46–47.; Filhol, H., Description de deux nouvelles espèces de Crustacés appartenant au genre Pilumnus. ibid. p. 28–29; Filhol, H., Description d’au nouveau genre de Crustacée provenant de la Nouvelle-Zélande (Porcellanopagurus Edwardsi). in: Bull. Soc. Philomath. Paris, (7.) T. 9. No. 1. p. 47–48. Zoologischer Anzeiger, 8 (198) [29 June 1885], 363. Castro, P. (2007) A reappraisal of the family Goneplacidae MacLeay, 1838 (Crustacea, Decapoda, Brachyura) and revision of the subfamily Goneplacinae, with the description of 10 new genera and 18 new species. Zoosystema, 29 (4), 609–773. Chilton, C. \& Bennett, E.W. (1929) Contributions for a revision of the Crustacea Brachyura of New Zealand. Transactions and Proceedings of the New Zealand Institute, 59 (4), 731–778. Crosnier, A. (1978) Crustacés Décapodes Pénéides Aristeidae (Benthesicyminae, Aristaeinae, Solenocerinae). Faune de Madagascar, 46, 1–197. Crosnier, A. \& Forest, J. 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(1885 e) Nouvelle description d’une espèce Crustacé appartenant au genre Elamene provenant de l’île Stewart (Nouvelle-Zélande). In: Séance du 10 janvier 1885. Présidence de M. Fouret. Bulletin de la Société philomathique de Paris, sér. 7, 9, 45. [Published before 29 June 1885, see Carus (1885a: 362)] Filhol, H. (1885 f) Description d’une nouvelle espèce de Crustacé appartenant au genre Halicarcinus. In: Séance du 10 janvier 1885. Présidence de M. Fouret. Bulletin de la Société philomathique de Paris, sér. 7, 9, 45–46. [Published before 29 June 1885, see Carus (1885a: 362)] Filhol, H. (1885 g) Description de deux nouvelles espèces de Crustacés appartenant au genre Pétrolisthes. In: Séance du 10 janvier 1885. Présidence de M. Fouret. Bulletin de la Société philomathique de Paris, sér. 7, 9, 46–47. [Published before 29 June 1885, see Carus (1885b: 363)] Filhol, H. (1885 h) Description d’un nouveau genre de Crustacé provenant de la Nouvelle-Zélande. In: Séance du 10 janvier 1885. 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12. De Grave, Sammy e Decock, Wim e Dekeyzer, Stefanie e Davie, Peter J F e Fransen, Charles H J M e Boyko, Christopher B e Poore, Gary C B e Macpherson, Enrique e Ahyong, Shane T e Crandall, Keith A e de Mazancourt, Valentin e Osawa, Masayuki e Chan, Tin-Yam e Ng, Peter K L e Lemaitre, Rafael e van der Meij, Sancia E T e Santos, Sandro, 2023, Benchmarking da biodiversidade global de crustáceos decápodes (Crustacea: Decapoda): Journal of Crustacean Biology: v. 43, no. 3.

Resumo

Uma nova avaliação da biodiversidade global de crustáceos decápodes (até 31 de dezembro de 2022) registra 17.229 espécies em 2.550 gêneros e 203 famílias. Esses números são derivados de um conjunto de dados bem curado mantido na plataforma online DecaNet, uma subsidiária do World Register of Marine Species (WoRMS). Distintas fases são reconhecidas no processo de descoberta (medidas por descrições de espécies) correspondendo a períodos históricos e geopolíticos principais, com a taxa atual de descrições de espécies sendo mais do que três vezes maior do que na era vitoriana de exploração global. Tendências futuras são brevemente exploradas, e reconhece-se que um grande número de espécies permanece por ser descoberto e descrito.

BibTeX
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13. Wear, Robert George, None, Life - History Studies on New Zealand Brachyura (Crustacea, Decapoda).

Resumo

1. O desenvolvimento abreviado ou direto é descrito em Pilumnus novaezelandiae Filhol, 1886 e P. lumpinus Bennett, 1964 (Xanthidae, Pilumninae) da Nova Zelândia. O desenvolvimento embrionário é separado em estágios de Nauplius, Metanauplius e Zoea embrionário. Em P. novaezelandiae, as larvas eclodem no estágio de Megalopa e são retidas sob o pleão do caranguejo fêmea. O larva Megalopa e os primeiros cinco estágios juvenis do caranguejo são descritos. Em P. lumpinus, as larvas emergentes são avançadas, muito modificadas e não natatórias, que não são retidas pelo progenitor. As larvas Zoea e Megalopa desta espécie são descritas. O desenvolvimento abreviado tem pouca significância filogenética entre os Brachyura e provavelmente evoluiu como resposta aos requisitos de habitat dos caranguejos adultos. 2. É dado um breve relato sobre a sistemática e distribuição dos caranguejos xantídeos da Nova Zelândia Heterozius rotundifrons A. Milne Edwards, 1867, Ozius truncatus H. Milne Edwards, 1834, e de Heteropanope (Pilumnopeus) serratifrons (Kinahan, Brachyura xantídeo e às larvas de Megalopa de Heterozius rotundifrons e Ozius truncatus. São dadas notas sobre o ciclo reprodutivo sazonal de Heterozius rotundifrons, e a larva pré-Zoea, dois estágios larvais de Zoea e a larva de Megalopa criadas em laboratório são descritas. Ozius truncatus possui uma larva pré-Zoea, quatro estágios larvais de Zoea e uma larva de Megalopa. Estas foram criadas e são descritas. É fornecida uma chave para a separação dos estágios larvais de Zoea. A larva pré-Zoea e a primeira larva de Zoea de Heteropanope Pilumnopeus serratifrons são descritas. Provavelmente existem quatro estágios zoeais no desenvolvimento larval desta espécie. 3. Os caracteres das larvas Zoea da família Xanthidae descritos até o presente momento são analisados criticamente e considerados em relação ao status dos gêneros e espécies adultos atualmente aceitos, os agrupamentos gênericos usados por Monod (1956) e a composição gênerica das subfamílias propostas por Balss (1957). As larvas Zoea xantídeos caem em dois grupos naturais de gêneros baseados em caracteres larvais, sendo o mais importante o comprimento do exópodo antenal em relação ao do processo espinoso. O primeiro grupo é equivalente à subfamília Xanthinae como reconstituída por Balss (1957), mas não há evidência larval sugerindo que os gêneros "Panopean" devam ser separados dos gêneros "Xanthian" como sugerido por Monod (1956). Um segundo grupo natural é formado por larvas da subfamília Menippinae como em Balss (1932, 1957), a subfamília Pilumninae de Balss (1957) e o gênero Geryon. Larvas de gêneros na subfamília Trapeziinae Miers devem ser removidas da seção Hyperolissa e incluídas neste segundo grupo natural. As larvas Zoea descritas dos gêneros Heteropanope e Pilumnopeus formam um ramo separado do segundo grupo. As evidências larvais de Zoea não suportam a separação de Eriphia do grupo de gêneros "Menippian" de Monod (1956). 4. A primeira larva de Zoea Hemiplax hirtipes (Jacquinot, 1853) é descrita e o conhecimento atual sobre larvas de caranguejos da família Ocypodidae é resumido e discutido. Nenhum caráter diagnóstico é comum a todas as larvas Zoea ocypodídeos, mas afinidades são mostradas com as das famílias Hymenosomidae, Pinnotheridae e Grapsidae. 5. Larvas pré-Zoea e primeira larva de Zoea eclodidas dos caranguejos grapsídeos Leptograpsus variegatus (Fabricius, 1793), Planes marinus Rathbun, 1915, Hemigrapsus crenulatus (H. Milne Edwards, 1837), H. edwardsi (Hilgendorf, 1882), Cyclograpsus lavauxi H. Milne Edwards, 1853, Helice crassa Dana, 1851, e Plagusia chabrus (Linnaeus, 1764) da Nova Zelândia são descritas. É fornecida uma chave para a separação destas larvas. As larvas Zoea conhecidas da família Grapsidae mostram afinidades próximas com as das famílias bracrirrinquosas Ocypodidae e Gecarcinidae, e caem em quatro grupos baseados em caracteres larvais. Este sistema de classificação larval concorda com a presente organização de gêneros adultos em subfamílias, exceto por uma divisão entre larvas das subfamílias Varuninae e Sesarminae. O comprimento da vida larval e a dispersão larval provavelmente não têm influência sobre a presença ou ausência de certas espécies da Nova Zelândia nas Ilhas Chatham.

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    title = "Life - Estudos Históricos sobre Brachyura da Nova Zelândia (Crustacea, Decapoda)",
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    abstract = {1. O desenvolvimento abreviado ou direto é descrito em Pilumnus novaezelandiae Filhol, 1886 e P. lumpinus Bennett, 1964 (Xanthidae, Pilumninae) da Nova Zelândia. O desenvolvimento embrionário é separado em estágios de Nauplius, Metanauplius e Zoea embrionária. Em P. novaezelandiae, as larvas eclodem no estágio de Megalopa e são retidas sob o pleão do caranguejo fêmea. O larva Megalopa e os primeiros cinco estágios juvenis do caranguejo são descritos. Em P. lumpinus, as larvas emergentes são avançadas, muito modificadas e não natatórias, e não são retidas pelo progenitor. As larvas Zoea e Megalopa desta espécie são descritas. O desenvolvimento abreviado tem pouca importância filogenética entre os Brachyura e provavelmente evoluiu como resposta às exigências de habitat dos caranguejos adultos. 2. É dado um breve relato sobre a sistemática e distribuição dos caranguejos xantídeos da Nova Zelândia Heterozius rotundifrons A. Milne Edwards, 1867, Ozius truncatus H. Milne Edwards, 1834, e de Heteropanope (Pilumnopeus) serratifrons (Kinahan, Brachyura xantídeo e das larvas Megalopa de Heterozius rotundifrons e Ozius truncatus. São dadas notas sobre o ciclo reprodutivo sazonal de Heterozius rotundifrons, e a larva pré-Zoea, dois estágios larvais de Zoea e a larva Megalopa criadas em laboratório são descritas. Ozius truncatus possui uma larva pré-Zoea, quatro estágios larvais de Zoea e uma larva Megalopa. Estas foram criadas e são descritas. É fornecida uma chave para a separação dos estágios larvais de Zoea. A larva pré-Zoea e a primeira larva de Zoea de Heteropanope Pilumnopeus serratifrons são descritas. Provavelmente existem quatro estágios zoeais no desenvolvimento larval desta espécie. 3. Os caracteres das larvas Zoea da família Xanthidae descritos até o presente momento são analisados criticamente e considerados em relação ao status dos gêneros e espécies adultos atualmente aceitos, os agrupamentos gênericos usados por Monod (1956) e a composição gênerica das subfamílias propostas por Balss (1957). As larvas Zoea xantídeos caem em dois grupos naturais de gêneros baseados em caracteres larvais, sendo o mais importante o comprimento do exópodo antenal em relação ao do processo espinoso. O primeiro grupo é equivalente à subfamília Xanthinae como reconstituída por Balss (1957), mas não há evidência larval sugerindo que os gêneros "Panopean" devam ser separados dos gêneros "Xanthian" como sugerido por Monod (1956). Um segundo grupo natural é formado por larvas da subfamília Menippinae como em Balss (1932, 1957), a subfamília Pilumninae de Balss (1957) e o gênero Geryon. Larvas de gêneros na subfamília Trapeziinae Miers devem ser removidas da seção Hyperolissa e incluídas neste segundo grupo natural. As larvas Zoea descritas dos gêneros Heteropanope e Pilumnopeus formam um ramo separado do segundo grupo. As evidências larvais de Zoea não suportam a separação de Eriphia do grupo de gêneros "Menippian" de Monod (1956). 4. A primeira larva de Zoea Hemiplax hirtipes (Jacquinot, 1853) é descrita, e o conhecimento atual sobre larvas de caranguejos da família Ocypodidae é resumido e discutido. Nenhum caráter diagnóstico é comum a todas as larvas Zoea ocypodídeos, mas afinidades são mostradas com as das famílias Hymenosomidae, Pinnotheridae e Grapsidae. 5. Larvas pré-Zoea e primeira larva de Zoea eclodidas dos caranguejos grapsídeos Leptograpsus variegatus (Fabricius, 1793), Planes marinus Rathbun, 1915, Hemigrapsus crenulatus (H. Milne Edwards, 1837), H. edwardsi (Hilgendorf, 1882), Cyclograpsus lavauxi H. Milne Edwards, 1853, Helice crassa Dana, 1851, e Plagusia chabrus (Linnaeus, 1764) da Nova Zelândia são descritas. É fornecida uma chave para a separação destas larvas. As larvas Zoea conhecidas da família Grapsidae mostram afinidades próximas com as das famílias bracrirrinquosas Ocypodidae e Gecarcinidae, e caem em quatro grupos baseados em caracteres larvais. Este sistema de classificação larval concorda com a presente organização de gêneros adultos em subfamílias, exceto por uma divisão entre larvas das subfamílias Varuninae e Sesarminae. O comprimento da vida larval e a dispersão larval provavelmente não têm influência sobre a presença ou ausência de certas espécies da Nova Zelândia nas Ilhas Chatham.},
    url = "https://doi.org/10.26686/wgtn.16958914",
    doi = "10.26686/wgtn.16958914"
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