1. Bogert, C, 1953, O tuatara.
BibTeX
@misc{bogert1953the1,
author = "Bogert, C",
title = "O tuatara",
year = "1953",
howpublished = "Por que é um sobrevivente solitário?: Scientific Monthly, v. 76, p. 163-170",
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2. Mehta, S e Booth, L e Hunter, S e Jolly, M e Gartrell, B D, 2025, Suspected brodifacoum poisoning in tuatara (Sphenodon punctatus).: New Zealand veterinary journal.
DOI: 10.1080/00480169.2025.2491498 Fonte
Resumo
HISTÓRIA DO CASO: Entre junho de 2017 e abril de 2019, três tuatara cativos de uma instalação zoológica na Ilha Sul da Nova Zelândia foram encontrados doentes e admitidos em cuidados veterinários. Outro tuatara da mesma instalação foi encontrado morto por acidente em maio de 2019. ENCONTRADOS CLÍNICOS: Todos os três tuatara doentes apresentaram sinais clínicos de letargia, palidez das membranas mucosas e desidratação, com formação de hematoma/inchaço em partes dependentes do corpo. Aspiração com agulha fina e citologia dos inchaços mostraram características comuns de sangue periférico, com outros achados citológicos variáveis. A hematologia confirmou anemia acentuada no Caso 1 (PCV 5%; intervalo de referência 22-53%) e no Caso 2 (PCV 1%) e anemia leve suspeita no Caso 3 (PCV 27%). O Caso 1 morreu 6 semanas após a apresentação inicial, enquanto os Casos 2 e 3 morreram logo após a apresentação. ENCONTRADOS PATOLÓGICOS: O exame necropsiográfico mostrou palidez geral dos tecidos moles nos três tuatara com sinais clínicos de coagulopatia. Houve hemorragia na parede da bexiga do Caso 1, enquanto os Casos 2 e 3 apresentaram hematomas (subcutâneo no Caso 2 e peri-esofágico no Caso 3). O diagnóstico patológico no Caso 4 foi morte por asfixia após o colapso da toca. A análise retrospectiva mostrou que o brodifacoum estava presente no tecido hepático a uma concentração de 0,26 mg/kg no Caso 3, e no tecido muscular esquelético a concentrações de 0,019 mg/kg no Caso 2 e 0,035 mg/kg no caso não clínico (Caso 4). DIAGNÓSTICO: Os sinais clínicos e os achados necropsiográficos foram consistentes com envenenamento por anticoagulante em três tuatara, e as concentrações teciduais de brodifacoum demonstraram exposição em três animais, incluindo um animal sem sinais clínicos de coagulopatia (Caso 4). O diagnóstico definitivo foi impedido, no entanto, por testes toxicológicos inconsistentes e uma compreensão limitada dos limiares de toxicidade em répteis em geral, e especificamente em tuatara. RELEVÂNCIA CLÍNICA: Esta série de casos sugere que os tuatara são suscetíveis ao envenenamento por anticoagulantes e isso tem implicações tanto para a gestão cativa de tuatara, quanto para o uso de rodenticidas no habitat de tuatara, como ilhas offshore e santuários continentais. ABREVIATURAS: AR: Rodenticida anticoagulante; LD50: Dose letal mediana; SGAR: Rodenticida anticoagulante de segunda geração.
BibTeX
@article{doi1010800048016920252491498,
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}
3. Romero, Ricardo D e de Souza, Flávio S J, 2025, Evolução dos Opsinas Não Visuais da Pineal em Lagartos e no Tuatara e Identificação da Lepidopsina: Um Novo Gene Opsina.: Genome biology and evolution.
DOI: 10.1093/gbe/evaf058 Fonte
Resumo
Muitos lagartos (Squamata), bem como o tuatara (Rhynchocephalia), são distinguidos entre os grupos de vertebrados pela presença do olho parietal, ou "terceiro olho", uma estrutura derivada do complexo pineal contendo uma retina simplificada com células fotorreceptoras. O olho parietal expressa opsinas não visuais que diferem do repertório de opsinas visuais dos olhos laterais. Estas são a pinopsina (OPNP), a parapinopsina (OPNPP) e a parietopsina (OPNPT), todas sendo evolutivamente próximas das opsinas visuais. Aqui, buscamos em mais de 60 genomas de lepidossauros por opsinas não visuais da pineal para verificar a trajetória evolutiva desses genes em répteis. Inesperadamente, identificamos um novo gene opsina, que denominamos "lepidopsina" (OPNLEP), que está presente apenas nos genomas do tuatara e da maioria dos grupos de lagartos, mas ausente em outros vertebrados. Restos do gene são encontrados no celacanto e em alguns peixes de nadadeiras raiadas, implicando que a OPNLEP é uma opsina antiga que foi repetidamente perdida durante a evolução dos vertebrados. Encontramos que o tuatara e a maioria dos lagartos dos clados Iguania, Anguimorpha, Scincoidea e Lacertidae, que possuem um olho parietal, abrigam todos os genes de opsina pineal. Lagartos que não possuem o olho parietal, como os geckos, teiídeos e um amphisbaeniano fossorial, carecem da maioria ou de todas as opsinas não visuais da pineal. Em resumo, nossa pesquisa sobre opsinas não visuais da pineal revela (i) a persistência de um gene opsina antigo anteriormente desconhecido-OPNLEP-em lepidossauros; (ii) perdas de opsinas não visuais em clados específicos de lagartos; e (iii) uma correlação entre a presença de um olho parietal e o repertório genômico de opsinas não visuais da pineal.
BibTeX
@article{doi101093gbeevaf058,
author = "Romero, Ricardo D e de Souza, Flávio S J",
title = "Evolução dos Opsinas Não Visuais da Pineal em Lagartos e no Tuatara e Identificação da Lepidopsina: Um Novo Gene Opsina.",
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