Alegação CH521:
The specialized dietary needs of many animals might have come about only after the Flood via microevolution. Microevolution could also account for climate preferences, lack of dormancy, wild temperament, and other traits, meaning that Noah never would have had to face many of the challenges that would be posed by animals in their present form.Fonte:
Woodmorappe, John, 1996. Noah's Ark: A Feasibility Study, Santee, CA: ICR, pp. 61, 116-117, 125, 134.
Resposta:
- É irônico que alguém contrário à evolução invogue a evolução como uma varinha mágica para resolver tantos problemas. As taxas de evolução propostas por Woodmorappe são muito maiores do que as taxas de evolução que os biologistas propõem para explicar a descendência comum de todas as plantas e animais a partir de um ancestral comum.
Woodmorappe (1996, 5-7) propôs ainda que todas as espécies evoluíram após o Dilúvio a partir de gêneros ou famílias representativos a bordo da arca. Como a evolução proposta por Woodmorappe envolve especiação e não possui barreiras à mudança, é inquestionavelmente macroevolução, não microevolução. - A evolução rápida requer populações que incluam muita variação já existente; a evolução então prossegue via seleção da variação existente. Se houver pouca ou nenhuma variação na população já existente, as mutações não prejudiciais devem primeiro ocorrer para fornecer alguma variação, e a evolução é muito mais lenta. De acordo com a história do Dilúvio, quase todas as populações teriam começado a partir de apenas dois indivíduos, tornando a variação virtualmente nula. (Poucas populações teriam tido a capacidade até mesmo de sobreviver a flutuações ambientais normais; Simberloff 1988). As populações não teriam tido a variação genética necessária para permitir que a microevolução de traços especializados fosse comum.
Referências:
- Simberloff, Daniel, 1988. A contribuição da biologia populacional e de comunidades para a ciência da conservação. Annual Review of Ecology and Systematics 19: 473-511.
criado 2003-8-27