Postagens do Mês de 2001

Janeiro: Caminhe como um Australopiteco
Como sabemos que hominídeos primitivos como Lucy caminhavam eretos sobre duas pernas, como nós, tendo apenas seus esqueletos parciais para base? Floyd desata este enigma e nos diz que lições podemos aprender dos ossos.
Fevereiro: Como Medir Informação
Mark C. Chu-Carroll define duas teorias da informação distintas utilizadas por cientistas, Shannon e Kolmogorov-Chaitin, e ilustra como criacionistas misturaram as duas de forma sem sentido para chegar ao argumento de que a aleatoriedade nunca pode gerar nova informação.
Março: Modificações nas Taxas de Decaimento Beta Nuclear
David Ewan Kahana refuta o argumento do criacionista John Woodmorappe de que condições naturais poderiam ter alterado as taxas de decaimento beta nuclear e, assim, desviado a escala geológica do tempo.
Abril: Um Relógio Evolvido
O infame argumento do "relógio" de William Paley afirma que, se, ao atravessar um campo, ele acidentalmente pisasse em um relógio de bolso, ele poderia imediatamente reconhecê-lo como um objeto projetado intencionalmente devido ao seu alto grau de ordem e complexidade. Ian Musgrave mostra como esta analogia é irrelevante para a evolução ao descrever um relógio diferente, um que realmente é o produto de forças naturais cegas.
Maio: Cosmologia e Gravidade Quântica
Podem as mesmas flutuações quânticas minúsculas que causam a força atrativa de Casimir também ser responsáveis pela existência do nosso universo? Nathan Urban discute várias abordagens na tentativa contínua de unir o muito grande com o muito pequeno.
Junho: Naturalismo-Materialismo-Reducionismo
Há mais no universo do que os cientistas podem explicar? A própria ciência é inerentemente ateísta, incapaz de reconhecer as pegadas de uma força superior sobrenatural? Os pesquisadores devem admitir a possibilidade de milagres? Steven J. aborda estas questões epistemológicas complicadas.
Julho: Barreiras para a Evolução
Reed Cartwright desmascara o argumento criacionista de que o próprio genoma contém barreiras inerentes à macroevolução, fornecendo uma história de como esta alegação foi na verdade originada por evolucionistas há muito tempo, durante os primeiros anos da ciência da genética, e refutada logo em seguida.
Agosto: Entropia Macroscópica e Molecular
O argumento da Segunda Lei da Termodinâmica contra a evolução é um dos mal-entendidos mais duradouros no arsenal criacionista. Aqui Gordon Davisson tenta pôr fim a isso explicando por que a conexão entre a organização macroscópica de um objeto e sua entropia não está na direção que se poderia pensar, e por que, de qualquer forma, é submersa por considerações de entropia no nível molecular.
Setembro: O Universo Parece Antigo
Criacionistas são frequentemente ouvidos argumentando contra datas radiométricas e outros métodos de datação ao alegar que o universo foi criado com uma "aparência de idade". eyelessgame entusiasticamente concorda, apontando por que a concessão implícita neste argumento prejudica a causa criacionista em vez de ajudá-la.
Outubro: A Constância das Constantes
Steve Carlip esclarece como sabemos que as constantes fundamentais da natureza, como a velocidade da luz ou a carga do elétron, não sofreram nenhuma mudança dramática nos últimos quinze bilhões de anos, em contraste com a alegação criacionista de que alterações não contabilizadas nas constantes físicas poderiam desviar métodos radiométricos e outros de datação.
Novembro: Testando Teorias Científicas
Chris Ho-Stuart argumenta que a evolução não é menos um fato certo do que a gravidade, tomando tempo ao longo do caminho para descrever o que significa testar cientificamente uma teoria e esclarecer alguns mal-entendidos comuns sobre a importância da observação direta.
Dezembro: Construção do Genoma
Em resposta a uma consulta de um criacionista, o Prof. Weird nos fornece exemplos de evolução causando aumentos benéficos e sustentáveis nos genomas de espécies em estudo.

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